Notas iniciais
Eu sei que demoramos, desculpa ;x
Não reparem nos erros :x
E sim, a I don't love you foi excluida :T
Não nos matem
AUSAUSHASUHAUSH

3 meses depois

Gerard havia voltado a sua rotina normal de shows e eu a minha rotina de tratamentos, mas eu acho qu e eles andavam me fazendo mal, pois eu andaca vomitando muito, andava com fortes dores de cabeça e sincermamente eu estava com muito medo de ir ao médico e descobrir que a doença havia se agravado
Havia alguns dias que Gee havia saído à uma turnê pelos EUA, e eu esperava ele chegar em duas semanas.

Minha surpresa foi ao ouvir a campainha tocar.

Fui logo atender, me sentindo levemente enjoada.

Abri a porta, e quase caí para trás com a surpresa.

Gee, com um meio-sorriso estampado nos lábios, segurando um lindo buquê de rosas vermelhas, parado, olhando para mim.

- Surpresa? — Ele disse.

- Gee... Mas o que...? — Sem terminar minha frase, o abraçei e selei nossos lábios por alguns segundos.

- Senti sua falta minha pequena — ele me abraçou forte

- Eu também. — Murmurei contra o seu pescoço.

Nos separamos, e ele olhou em meus olhos.

- Vamos sair? — Gee me perguntou.

- Claro. — Disse, sorrindo. — Só espere um momento, vou pôr estas flores em um vaso e trocar de roupa. — O puxei para dentro do casa, e fui para a cozinha.

Meu estômago estava embrulhado, e eu estava com muita ânsia.

Assim que coloquei as rosas (vermelhas) em um vaso, corri ao banheiro.

Me ajoelhei na frente do sanitário e vômitei tudo que havia comido.

Senti alguém segurando os meus cabelos, Gerard.

Levantei-me ainda meio zonza e puxei a descarga, lavei minhas mãos, e meu rosto que estava tão pálido que nem eu mesma me reconhecia, parecia aquela garota que havia acabado de descobrir a Leucemia

- Meu amor, está tudo bem com você? — perguntou Gerard

- Me desculpa, os remédios não estão me fazendo muito bem, eu andei até engordando, mas ando vomitando demais

Gee arregalou os olhos, e logo pegou o telefone.

- Vamos ao hospital. — Ele disse, decidido. Tentei argumentar, mas nada deu efeito.

Meia hora depois já estávamos no plantão médico.

Não esperei por muito tempo; logo Gee e eu estávamos dentro do consultório médico

- Olá Annelize, Gerard. Como estão? — perguntou o doutour mandando nos sentar em cadeiras a frente da sua mesa

- Como pode ver a Annie não está passando muito bem, acho que os remédios estão a fazendo mal — argumentou Gee

O médico pegou algumas anotações — da minha última consulta — e voltou a nos olhar.

- Não sei como é possível. Estes remédios estão sendo usados nos tratamentos... — De repente, uma lâmpada pareceu se acender acima da cabeça do médico. — Annelize, há chances de você estar grávida?

Olhei para Gerard e engasguei

- Er... Ahmm... — Pigarreei. — Talvez? — Sorri amarelo

- Você estaria disposta a fazer um teste? É em simples e rápido. Nós retiramos uma amostra do seu sangue e daqui uma semana você volta para pegar o resultado. Tudo bem para vocês? – eu olhei para Gerard que assentiu

- Sim – eu sorri e o acompanhei até o laboratório onde ele retirou meu sangue e fez o curativo. Enquanto andávamos pelo estacionamento do laboratório, Gerard me abraçou pela cintura

- Já pensou você estar grávida? – ele sorria – um menino lindo correndo pela casa

- Ou uma menina – eu sorri

- Qualquer filho com você seria a coisa mais linda – ele beijou meu rosto e abriu a porta do passageiro para mim. Eu não queria demosntrar a minha preocupação, mas eu estava muito aflita. Eu não sabia que era capaz de engravidar, e um filho a essa altura do campeonato não é um risco? Se eu estivesse realmente grávida não iria abortar eu amaria ter um filho com aquele que eu amo, mas eu tenho medo de que eu não possa ver essa criança crescer, que eu morra no parto ou depois... Ou... Até mesmo antes.
Balancei a cabeça tentando esquecer esses pensamentos e olhei para Gerard que olhava fixamente para a rua. Coloquei minha mão em cima da sua que estava sob a marcha do carro. Ele se virou para mim e nós dois sorrimos

Gee dirigiu calmamente até nosso casa, como se estivesse aproveitando o caminho tantas vezes percorrido.

- Uma criança... — Ele não parava de repetir, sorrindo. Nunca imaginei que Gee quisesse um filho... E eu não podia deixar de lado minhas preocupações.

Eu apenas sorria

- Não é certeza ainda Gee... Não vamos criar esperanças — falei tentando parecer desapontada

Se houvesse como ele sorrir mais ainda, ele teria feito.

- Annie, meu amor, esperanças é tudo o que temos agora. Se você estiver grávida, tudo o que já é perfeito vai ser melhor ainda. — Ele entrou na garagem da casa, e assim que parou o carro, colocou uma mão em minha barriga. — Se você estiver esperando uma criança, seremos as pessoas mais felizes do mundo, e acredite, eu tenho quase certeza de que você espera uma.

- Quase — repeti — e se eu não estiver

- A gente faz uma — ele sorriu e me deu um selinho longo. Eu apenas sorri

- Gee... Mas... Eu corro riscos de vida. Se eu estiver mesmo grávida eu posso morrer — falei em um tom triste

- Não vai, não vai, eu vou estar aqui com você, como sempre estive — ele me abraçou forte e depois saiu do carro dando meia volta para abrir a porta do passageiro. Eu desci e ele envolveu a minha cintura e beijou minha cabeça

- E você? — perguntei

- O que tem eu? — ele parecia confuso

- E a sua carreira? O My Chemical? Como fica a banda?
— Daremos um jeito. — Ele sorriu, e me pegou no colo.

Gee me carregou até a sala, e me deitou no sofá, para logo em seguida, deitar-se em cima de mim.

- Eu juro que tudo vai dar certo. — Ele disse, e me beijou.

1 Semana depois...

Era hoje o dia em que eu iria descobrir se eu estava grávida ou não.

Me arrumei rápidamente (http://fashion.me/looks/1912963/annie)

Eu estava muito aflita para pensar em qualquer outra coisa

E se eu estivesse realmente grávida? O que iria acontecer?

Ding... Dong

Ouvi a campainha tocar e fui atender

Era Gerard

- Você está linda amor — ele sorriu e me beijou calmamente

- Eu estou nervosa e... — eu o encarei — por que esta de terno?

- Me deu vontade de usar — ele sorria

- Você é bobo Gee... — eu abti levemente em seu ombro

- Vamos senhorita? — ele deu o braço para mim e eu enganchei

- Sim senhor — eu sorri

Chegamos ao ambulatório rapidamente.

Pedi na recepção pelo exame, e assim que ela me entregou, Gee o tirou de minhas mãos.

- Nananinanão, vamos ver esta noite o resultado do exame. Não agora.

Ah, alguém me explica porque eu amo este toupeira?

- Porque? — fiz biquinho de birra

- Surpresa. — Ele disse, me dando um selinho rápido e indo para o carro.
— Seu mal — eu continuei com o biquinho. Ele me abraçou por trás e beijou meu pescoço
— Não faz birra amor, eu já disse que é surpresa — eu envolvi seus braços e sorri
— Tudo bem então, mas só por que você me pediu
O dia passou rápido, agora já era noite e eu e Gerard estávamos sentados no sofá da sala com o exame em mãos

- Eu to nervosa — me pronunciei

- Calma, vai dar tudo certo — ele pegou na minha mão

Gee pegou o exame e o abriu. Por um momento, achei que ele não respirava.

- Gerard... — O chamei. Ele me encarou com lágrimas nos olhos.

Notas finais
Reviews? (:
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.