I'll Always Come For You
56 Ruby e a Gravidez
Notas iniciais
Depois que Emma terminou de atender os pacientes que foram muitos, ela foi até a sala da diretoria do hospital.
– Queria falar comigo Dra Swan ?
– Sim, é a respeito das condições em que estamos trabalhando.
– E no que posso ser útil ?. – perguntou o chefe.
– Bom como sabe, temos poucos médicos e enfermeiros, e nós não estamos dando conta.
– Eu sei mas o que eu posso fazer ? Três dos cinco médicos estão fora.
– Então, eu soube que a Dra. Zambrano está na cidade, estava pensando... poderia o senho chama-lá ? Sabe só para ajudar, depois que maneirar as coisas por aqui pode despensa-lá.
– Eu não posso fazer isso...
– Senhor... – Emma abre a porta da sala e o mostra o corredor – o senhor realmente vai deixar esse pessoal sofrer ? Olha tem até crianças, é muito trabalho, os internos não estão dando conta – Emma fala calma mas com autoridade.
– Segure as pontas, até 3:20, pode ser ? Tenho uma cirurgia, depois eu vejo o que está ao meu alcance.
– Tudo bem, mas seja breve, se continuar a chegar mais pessoas, os internos precisaram de energético de 2 litros para cada – ela sorri e fecha a porta.
– Eu realmente preciso de férias – o chefe resmunga.
Enquanto isso em um bar...
– Então querem alguma coisa ? – David pergunta.
– Posso beber cerveja ? – Henry pergunta com os olhos brilhando.
– Não.
– E eu posso ? – Troy também quer experimentar.
– Não, mas vocês podem tomar sorvete.
– Mas está frio – Troy faz careta.
– Fica quieto, eu quero tio,
tudo bem – ele ri – vai querer de que sabor ?
– Morango... não espera, chocolate... não … baunilha... – Henry fica indeciso.
– Eu vou querer de creme papai – Troy responde enquanto o primo não se decide.
– Posso anotar o seu pedido ? – a garçonete pergunta.
– Eu vou querer uma cerveja, um sorvete de creme e outro de … Henry já se decidiu ?
– Já, vou querer um de... – ele se esquece.
– Faz assim, me traz um tripolitano – David sorri para a garçonete vai buscar os pedidos.
– Boa pedida tio David – Henry ri.
– Oi, me vê um suco de mamão com laranja e um sanduíche para a viagem – disse o homem com a voz conhecida.
– Graham – Henry o chama.
– Oi garoto o que faz aqui ? – disse o rapaz pegando o menino no colo.
– Estou passeando com o tio David e o Troy. – ele responde sorrindo.
– Que legal. Oi... David, certo ?
– Sim, como vai ?
– Vou bem, e esse garotinho é …
– Troy – o menino responde acanhado.
– Muito prazer em conhece-lo – Graham aperta a mão do menino.
– Hey Henry, sabe quem está sentindo a sua falta ?
– Quem ?
– A vovó Cora, e o vovô Henry.
– Serio ?
– Sim, eles não param de falar de você.
– Graham por que está demorando tanto – Ruby entra na lanchonete – Ah, oi David, bom te ver de novo.
– Olá Ruby. – ele a cumprimenta com um sorriso.
– Oi Henry, e olá Troy.
– Chapeuzinho ! – o menino a abraça.
– Isso mesmo, chapeuzinho Ruby – ela ri.
– Você ainda lembra do meu nome ? – o menino pergunta confuso.
– Minha capa é magica, eu não esqueço de ninguém. – ela pisca para o garotinho. – Graham você pode ficar um pouco com eles ?
– Posso.
– David podemos conversar ? – Ruby o chama.
– Claro o que foi ?
– David... preciso da sua ajuda.
– Para que ?
– Você lembra de quando me viu no Granny's ?
– Sim.
– Bom – ela sussurra – eu tenho um problema.
– Ah meu deus, no que posso ajudar ?
– Bom é que eu não sei como contar isso mas... eu – ela sussurra e faz cara de choro – eu... estou gravida – ela apela.
– Mas isso é uma coisa boa, por que está chorando ?
– É que eu, não sei quem é o pai, e a minha família é muito tradicional, estou trabalhando para comprar uma casa e viver com o bebê.
– Ruby eu tenho certeza que a sua família vai compreender.
– Eu acho que não, olhe aqui – ela sussurra mais uma vez – veja como o Graham se da bem com os meninos.
– Estou vendo mas qual é o problema ? – ele pergunta.
– Ele é – ela afina a voz como quem quer chorar – ele é Gay – ela encosta a cabeça no ombro dele.
– Mas por que vocês não contam isso para os seus pais ?
– É pelo fato de os meus pais serem rígidos, acha que eles vão querem suja o brasão da família com escândalos como esses ? – Ruby já podia ser atriz.
– Tudo bem, olha eu não sei o porquê de você estar me falando essas coisas, mas acho que você confia em mim o suficiente, então vou ver no que posso te ajudar. Enquanto ao Graham, ele sabe esconder bem né ?
– Ele é enrustido. – uma desculpa super esfarrapada.
– Ok, mas por favor, não faça nenhuma besteira, do tipo, tirar essa criança.
– Eu nunca pensei em fazer isso – ela passa a mão na barriga.
– Pois bem, continue sem pensar. Olha eu tenho que levar os meninos para casa, mas qualquer coisa, me liga – ele passa o numero do celular para ela – Mas ligue mesmo.
– Pode deixar, eu vou ligar – ela consegui o numero. – com toda a certeza eu ligarei. – ele se despede de Ruby e vai até Graham, e pega os meninos .
– Tchau Graham... e aproposito – ele coloca a mão no ombro dele – não há nada de errado com você, você é perfeito do seu jeito – ele dá um tapinha no ombro do homem e sai.
– Graham sem intender nada pergunta – ele é Gay ?
– Não, por que ?
– Sei lá, ele me chamou de perfeito... se bem que... eu sou perfeito – disse ele passando a mão em sua barba.
– Ruby paga o lanche – Vamos embora senhor perfeito. – ela é irônica.
– Vá na frente escrava, e leve meu lanche direito – ele brinca.
Enquanto isso no apartamento de Jack...
O telefone toca incessantes vezes, Hook estava no chuveiro, as duas ainda dormiam, o rapaz saiu correndo só de toalha para atender o telefone, ele escorrega e quase cai.
– Alo ? – ele pergunta arrumando a toalha.
– Boa tarde. Seria da residencia da Dra. Zambrano.
– Sim, quem gostaria ?
– É do hospital, ela se encontra ?
– Sim, só um minuto.
– Tudo bem, obrigado.
Hook deixa o telefone da mesinha, e vai até o quarto de Eva, o cara entra e vê as amigas dormindo. Ele chega até sentir dó, pois está um frio e tira-lá dali seria covardia, mas era do hospital, então teve que chama-la.
– Evy, acorda – ele a chama enquanto segura a toalha – Eva.
– O que é ? – ela resmunga – o que foi Hook ?
– Telefone pra você, é do hospital – automaticamente Eva dá um pulo da cama, ela vai até o telefone.
– Alô ?
– Dra Zambrano ?
– Sim é ela.
– É, então, Dra. Zambrano, eu estou te ligando para pedir um favor especial.
– Pode falar.
– Bom é fim de ano, e a senhorita sabe, acidentes, gente ferida, e o hospital está sem chefe da residencia, então estou lhe telefonando para saber se você teria a bondade de sair das suas férias e nos ajudar ?, quando tudo se acalmar a senhorita retorna para as férias.
– Quando eu começo ? – Eva não pensou duas vezes, ela com certeza iria ajudar as pessoas, a moça tinha um coração bom.
– Por hoje, descanse, amanhã a senhorita começa.
– Tudo bem, mas tem certeza que não precisa de mim hoje ?
– Tenho, aproveite o resto do dia, tchau e mais uma vez obrigado.
– Não por isso, até a manhã. – Eva coloca o telefone no gancho.
– O que ele queria ? – pergunta Hook parado em sua frente.
– Me chamou para ir trabalhar amanhã.
– E você vai pelo o que eu pude ver.
– Mas é claro, não vou ficar em casa sabendo que tem gente que precisa de ajuda.
– Se tomo mundo pensasse assim...
– É... Hook, por que está só de toalha ? – Ela fica com vergonha.
– Estava no banho, você duas parece que invernaram, olha ainda tem sabão no meu cabelo – disse ele mexendo na cabelera.
– Vai terminar de tomar banho, se não vai ficar doente.
– Mas já começou o trabalho – ele ri e volta para o chuveiro.
Enquanto Hook voltava para o banho, Eva foi até a cozinha e viu as caixas de pizzas, ela abre a caixa pega uma fatia e come gelada mesmo, depois liga a TV e tenta assistir mas não consegue, então volta para o quarto e deita junto a Jack e volta a dormir. Parece que essa tarde será a ultima em que Eva vai descansar direito, depois é só trabalho.
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