Notas iniciais
Oi gente, boa leitura, vou tentar voltar com os gif's amanhã o/

Depois que Emma terminou de atender os pacientes que foram muitos, ela foi até a sala da diretoria do hospital.

– Queria falar comigo Dra Swan ?

– Sim, é a respeito das condições em que estamos trabalhando.

– E no que posso ser útil ?. – perguntou o chefe.

– Bom como sabe, temos poucos médicos e enfermeiros, e nós não estamos dando conta.

– Eu sei mas o que eu posso fazer ? Três dos cinco médicos estão fora.

– Então, eu soube que a Dra. Zambrano está na cidade, estava pensando... poderia o senho chama-lá ? Sabe só para ajudar, depois que maneirar as coisas por aqui pode despensa-lá.

– Eu não posso fazer isso...

– Senhor... – Emma abre a porta da sala e o mostra o corredor – o senhor realmente vai deixar esse pessoal sofrer ? Olha tem até crianças, é muito trabalho, os internos não estão dando conta – Emma fala calma mas com autoridade.

– Segure as pontas, até 3:20, pode ser ? Tenho uma cirurgia, depois eu vejo o que está ao meu alcance.

– Tudo bem, mas seja breve, se continuar a chegar mais pessoas, os internos precisaram de energético de 2 litros para cada – ela sorri e fecha a porta.

– Eu realmente preciso de férias – o chefe resmunga.

Enquanto isso em um bar...

– Então querem alguma coisa ? – David pergunta.

– Posso beber cerveja ? – Henry pergunta com os olhos brilhando.

– Não.

– E eu posso ? – Troy também quer experimentar.

– Não, mas vocês podem tomar sorvete.

– Mas está frio – Troy faz careta.

– Fica quieto, eu quero tio,

tudo bem – ele ri – vai querer de que sabor ?

– Morango... não espera, chocolate... não … baunilha... – Henry fica indeciso.

– Eu vou querer de creme papai – Troy responde enquanto o primo não se decide.

– Posso anotar o seu pedido ? – a garçonete pergunta.

– Eu vou querer uma cerveja, um sorvete de creme e outro de … Henry já se decidiu ?

– Já, vou querer um de... – ele se esquece.

– Faz assim, me traz um tripolitano – David sorri para a garçonete vai buscar os pedidos.

– Boa pedida tio David – Henry ri.

– Oi, me vê um suco de mamão com laranja e um sanduíche para a viagem – disse o homem com a voz conhecida.

– Graham – Henry o chama.

– Oi garoto o que faz aqui ? – disse o rapaz pegando o menino no colo.

– Estou passeando com o tio David e o Troy. – ele responde sorrindo.

– Que legal. Oi... David, certo ?

– Sim, como vai ?

– Vou bem, e esse garotinho é …

– Troy – o menino responde acanhado.

– Muito prazer em conhece-lo – Graham aperta a mão do menino.

– Hey Henry, sabe quem está sentindo a sua falta ?

– Quem ?

– A vovó Cora, e o vovô Henry.

– Serio ?

– Sim, eles não param de falar de você.

– Graham por que está demorando tanto – Ruby entra na lanchonete – Ah, oi David, bom te ver de novo.

– Olá Ruby. – ele a cumprimenta com um sorriso.

– Oi Henry, e olá Troy.

– Chapeuzinho ! – o menino a abraça.

– Isso mesmo, chapeuzinho Ruby – ela ri.

– Você ainda lembra do meu nome ? – o menino pergunta confuso.

– Minha capa é magica, eu não esqueço de ninguém. – ela pisca para o garotinho. – Graham você pode ficar um pouco com eles ?

– Posso.

– David podemos conversar ? – Ruby o chama.

– Claro o que foi ?

– David... preciso da sua ajuda.

– Para que ?

– Você lembra de quando me viu no Granny's ?

– Sim.

– Bom – ela sussurra – eu tenho um problema.

– Ah meu deus, no que posso ajudar ?

– Bom é que eu não sei como contar isso mas... eu – ela sussurra e faz cara de choro – eu... estou gravida – ela apela.

– Mas isso é uma coisa boa, por que está chorando ?

– É que eu, não sei quem é o pai, e a minha família é muito tradicional, estou trabalhando para comprar uma casa e viver com o bebê.

– Ruby eu tenho certeza que a sua família vai compreender.

– Eu acho que não, olhe aqui – ela sussurra mais uma vez – veja como o Graham se da bem com os meninos.

– Estou vendo mas qual é o problema ? – ele pergunta.

– Ele é – ela afina a voz como quem quer chorar – ele é Gay – ela encosta a cabeça no ombro dele.

– Mas por que vocês não contam isso para os seus pais ?

– É pelo fato de os meus pais serem rígidos, acha que eles vão querem suja o brasão da família com escândalos como esses ? – Ruby já podia ser atriz.

– Tudo bem, olha eu não sei o porquê de você estar me falando essas coisas, mas acho que você confia em mim o suficiente, então vou ver no que posso te ajudar. Enquanto ao Graham, ele sabe esconder bem né ?

– Ele é enrustido. – uma desculpa super esfarrapada.

– Ok, mas por favor, não faça nenhuma besteira, do tipo, tirar essa criança.

– Eu nunca pensei em fazer isso – ela passa a mão na barriga.

– Pois bem, continue sem pensar. Olha eu tenho que levar os meninos para casa, mas qualquer coisa, me liga – ele passa o numero do celular para ela – Mas ligue mesmo.

– Pode deixar, eu vou ligar – ela consegui o numero. – com toda a certeza eu ligarei. – ele se despede de Ruby e vai até Graham, e pega os meninos .

– Tchau Graham... e aproposito – ele coloca a mão no ombro dele – não há nada de errado com você, você é perfeito do seu jeito – ele dá um tapinha no ombro do homem e sai.

– Graham sem intender nada pergunta – ele é Gay ?

– Não, por que ?

– Sei lá, ele me chamou de perfeito... se bem que... eu sou perfeito – disse ele passando a mão em sua barba.

– Ruby paga o lanche – Vamos embora senhor perfeito. – ela é irônica.

– Vá na frente escrava, e leve meu lanche direito – ele brinca.

Enquanto isso no apartamento de Jack...

O telefone toca incessantes vezes, Hook estava no chuveiro, as duas ainda dormiam, o rapaz saiu correndo só de toalha para atender o telefone, ele escorrega e quase cai.

– Alo ? – ele pergunta arrumando a toalha.

– Boa tarde. Seria da residencia da Dra. Zambrano.

– Sim, quem gostaria ?

– É do hospital, ela se encontra ?

– Sim, só um minuto.

– Tudo bem, obrigado.

Hook deixa o telefone da mesinha, e vai até o quarto de Eva, o cara entra e vê as amigas dormindo. Ele chega até sentir dó, pois está um frio e tira-lá dali seria covardia, mas era do hospital, então teve que chama-la.

– Evy, acorda – ele a chama enquanto segura a toalha – Eva.

– O que é ? – ela resmunga – o que foi Hook ?

– Telefone pra você, é do hospital – automaticamente Eva dá um pulo da cama, ela vai até o telefone.

– Alô ?

– Dra Zambrano ?

– Sim é ela.

– É, então, Dra. Zambrano, eu estou te ligando para pedir um favor especial.

– Pode falar.

– Bom é fim de ano, e a senhorita sabe, acidentes, gente ferida, e o hospital está sem chefe da residencia, então estou lhe telefonando para saber se você teria a bondade de sair das suas férias e nos ajudar ?, quando tudo se acalmar a senhorita retorna para as férias.

– Quando eu começo ? – Eva não pensou duas vezes, ela com certeza iria ajudar as pessoas, a moça tinha um coração bom.

– Por hoje, descanse, amanhã a senhorita começa.

– Tudo bem, mas tem certeza que não precisa de mim hoje ?

– Tenho, aproveite o resto do dia, tchau e mais uma vez obrigado.

– Não por isso, até a manhã. – Eva coloca o telefone no gancho.

– O que ele queria ? – pergunta Hook parado em sua frente.

– Me chamou para ir trabalhar amanhã.

– E você vai pelo o que eu pude ver.

– Mas é claro, não vou ficar em casa sabendo que tem gente que precisa de ajuda.

– Se tomo mundo pensasse assim...

– É... Hook, por que está só de toalha ? – Ela fica com vergonha.

– Estava no banho, você duas parece que invernaram, olha ainda tem sabão no meu cabelo – disse ele mexendo na cabelera.

– Vai terminar de tomar banho, se não vai ficar doente.

– Mas já começou o trabalho – ele ri e volta para o chuveiro.

Enquanto Hook voltava para o banho, Eva foi até a cozinha e viu as caixas de pizzas, ela abre a caixa pega uma fatia e come gelada mesmo, depois liga a TV e tenta assistir mas não consegue, então volta para o quarto e deita junto a Jack e volta a dormir. Parece que essa tarde será a ultima em que Eva vai descansar direito, depois é só trabalho.

Notas finais
E ai ?