Notas iniciais
Hello meus lindos ^^ Saudades desse cantinho! Nossa, fiquei tão triste por muitos terem me abandonado :( Eu escrevo por vocês e pra você, e quando não me falam o que estão achando fica tudo tão sem sentido...sabe? Mais agradeço quem ainda acompanha e a quem sempre dá um "oi" quando pode.^^ GENTE, queria que você escutassem uma musica em determinada parte da história, foi assim que escrevi, e seria muito legal se vcs pudessem compartilha isso comigo. Em determinada parte do texto, vai aparecer uma frase escrita: "Music-on " é só clicar e ler o restante junto com a musica! Espero que gostem! :D Boa Leitura!

Um sentimento de medo o preenchia, ao seu redor tudo resumia-se em um breu intenso. Os únicos sons que podiam ser ouvidos eram os de sua respiração pesada a ecoar pelo local. Não sabia aonde estava, muito menos como viera parar ali, e isso o estava deixando desesperando. De repente uma luz fora acesa, fazendo com que ele colocasse a mão a frente dos olhos.

Começou a afastar a mão devagar, tentando enxergar alguma coisa além daquela claridão.

Aos poucos a luz fora diminuindo, o possibilitando de enxergar novamente. Percebeu que agora encontrava-se em uma sala, mais precisamente na sala da mansão dos Hales. Estava em um pequeno canto dela, e mesmo estando em apenas um local, tinha a visão geral do lugar como se olhasse tudo de cima.

Notou que a baixo da escada existiam um par de olhos vermelhos, e imediatamente um sensação ruim o tomou, não sabia explicar bem o que era, só que era algo muito ruim, exatamente a mesma sensação que havia sentido no dia anterior quando saia do colégio.

Pode vê-lo sair devagar de debaixo da escada, constatou que se tratava de um homem bastante forte, mas ele não passava de um mero borrão. Não sabia explicar como, mas conhecia as intensões do homem a sua frente, "Matar!" E tinha certeza da mesma forma como tinha certeza que naquele momento não tinha certeza de nada, que alguém não sairia vivo dali.

Queria saber o por que de estar ali, olhando aquele ser a espreita no escuro. Tinha vontade de sair correndo, pois a energia que aquele sujeito emanava era deveras pesada, entretanto não conseguia se mover, era como se estivesse ali apenas para assistir.

O mais estrando de tudo foi ver outro de si ali; ele estava em pé a direita do sujeito, permanecia com a as mãos a segurar o corpo, aparentando estar ferido e completamente perdido. Era mais que estranho ver-se dessa forma.

Viu o homem mover-se, adotando uma posição de ataque. Seu coração quase pulou pra fora do peito ao ver a porta da sala ser aberta e o moreno adentrar por ela. Como ele não percebera que havia um estranho na casa? O moreno estava preste a ser atacado.

– Derek, cuidado! – Gritou, todavia fora em vão, o lupino não podia escuta-lo e acabou sendo atacado por trás.

O moreno lutava com tudo o que tinha, entretanto parecia que a vitoria não lhe pertencia.

Stiles estava aos berros tentando fazer com que o moreno lhe escutasse, mas não adiantava. Tentou sair de onde estava e ir ajuda-lo de qualquer maneira, todavia não conseguia mover-se.

Seu outro eu, olhava tudo com desespero, mas nada fazia, e diferente dele, era por sua própria escolha que permanecia parado.

– Faz alguma coisa seu idiota! – Gritou pra o outro de si.

Seu outro eu adotou um semblante confuso, olhando para os lados, procurando de onde aquela voz estaria vindo. Stiles ficou surpreso ao descobrir ele podia ouvi-lo.

O Homem atacava violentamente o moreno sem dar-lhe qualquer descanso.O moreno também o acertava, dando tudo de si, contudo não podia evitar de também ser atingido.

– Por que você ainda está ai parado? Ajude-o! – Vociferou.

Em uma pequena fração de segundos o homem conseguiu dominar a lutar, e foi o bastante para que acertasse o moreno com vários golpes consecutivos não lhe dando tempo de reação.

– Por favor, faz alguma coisa! – Pedia aos berros – seu outro eu parecia tentar fazer com que a voz em sua cabeça o deixasse em paz, parecia em conflito com sigo mesmo. Mas o desespero era compartilhado por ambos.

O moreno havia recebido vários golpes do sujeito, e nesse momento já não conseguia mais defender-se.

O homem o soltou dando um pequeno espaço entre eles.

O Alpha tentou se afastar, arrastando-se pelo chão, mas o homem passou pelo seu corpo e ergueu seu troco, puxando-o pelos cabelos em seguida levando suas suas garás ao pescoço do moreno.

– Se mexe seu inútil, covarde! Faça alguma coisa! – gritava para "si mesmo". Estava em completo desespero, debulhando-se em lágrimas.

Seu outro eu também chorava desesperado, mas nada fazia, apenas olhava. Era como se algum motivo maior o impedisse de ajuda-lo, mas o que poderia se?

Em um único golpe o homem dilacerou a garganta do lupino, fazendo com que o sangue do mesmo fosse lançado em seu rosto. Em seguida jogou seu corpo inerte no chão, frente aos pés de Stiles.

– DEREK! – Ambos "Stiles " Gritaram.

– Não! Não! Não! Não! – gritava. Tentou se mover, toca-lo, todavia seu corpo não respondia aos seus comandos. Soluçava sem controle, vendo o corpo do moreno ensanguentado e sem vida á sua frente. Era um sentimento muito forte de desespero.

– Derek! – Soltou, percebendo que não mais estava na sala do moreno, e sim em sua cama. Arfava pesadamente tentando recupera-se do susto, suava aflito, seu corpo tremia.

Tudo tinha sido apenas um sonho?

Levantou, e se apoiando nas paredes e objetos ao seu redor seguiu até o banheiro; ajoelhou-se frente o vaso sanitário e pós tudo o que havia em seu estomago pra fora.

Quando acabou levantou-se e lavou seu rosto e boca na pia. Encostou suas costas na parede e deixou que seu corpo desliza-se sobre ela. Agarrou seus joelhos escondendo seus rosto ente eles e chorrou fortemente. Nunca havia tido um sonho tão vívido, todos os sentimentos ruins que sentira, agora se transformavam em uma grande angustia, que esmagava seu peito.

Sentiu alguém aproximar-se de si, abaixando-se a sua frente.

– O que aconteceu, " Bebê" ? Você se machucou? – Perguntava o moreno preocupado.

– Só me abraça!

O garoto se lançou nos braços do moreno que não entendeu nada, mas retribuiu o abraço com a mesma intensidade. Sentia o corpo do menor tremer em seus braços. Seja lá o que tivesse acontecido, havia mexido muito com ele.

O moreno estava a caminho da casa do garoto para vê-lo dormir, não resistia ficar em casa sozinho, não mais, por vezes dormia com ele e saia pela manhã. Quando sentiu que o menor estava precisando de si, não sabia explicar, mas cada vez mais sentia-se ligado a ele, uma ligação tão forte capaz de sentir quando ele não estava bem. E quando ouviu o garoto chamar pelo seu nome correu mais depressa até ele.

O moreno pegou o mais novo em seus braços e o levou até a cama, deitando ao seu lado, aninhando-o em seus braços e fazendo o possível para acalma-lo.

Ficou vários minutos fazendo carinho e dando-lhe pequenos beijos. Com o tempo o choro do garoto foi diminuindo, até finalmente cessar. Permaneceu por mais alguns minutos assim. Achou melhor não perguntar nada e deixar que ele mesmo contasse quando estivesse mais calmo.

– E-eu tive um pesadelo. – o moreno não disse nada, apenas continuo a lhe fazer carinho, com o queixo levemente apoiado sobre a sua cabeça. – Eu não te contei, mas ontem, quando eu estava saindo da escola, eu senti que alguém me seguia, seja lá quem fosse, era uma pessoa muito ruim eu pude sentir isso. – dizia fazendo pequenas pausas – o moreno até pensou em lhe dar uma bronca por não ter lhe contado de imediato, contudo decidiu não brigar, resolveria isso mais tarde. – No meu sonho eu pode sentir essa mesma energia ruim vinda de um homem, ele também era um lobisomem. Eu não sei quem ele era, mas você parecia saber. Ele te matou na minha frente, eu gritava, mas você não podia me ouvir, eu tentei ir te ajudar, mas meu corpo não me obedecia, era como se eu estivesse ali só pra vê tudo acontecer. Outro de mim também estava lá, no mesmo lugar que você, mas ele não fez nada pra te ajuda. Porque ele não fez nada pra te ajudar? Por que eu não te ajudaria? Foi tudo tão real, eu tive tanto medo! Eu já quase te perdi uma vez, eu não quero passar por isso de novo. – voltava a chorar abraçando forte o moreno.

– Shiiii, shiiii, calma,Bebê. Foi só um sonho, você não vai me perder. Eu estou aqui e sempre vou está, eu prometo! – beijou-lhe a testa. – Não pense mais nessas bobagens, descanse, eu vou ficar aqui com você.

O alentava em seus braços, queria passar segurança ao mais novo. Se colocou no lugar dele, imaginado se o contrário tivesse acontecido, e só o pensamento lhe apertou o coração, não podia nem sequer imaginar não tê-lo mais em sua vida. Apertou mais o abraço, dando um leve beijo em seus lábios.

Depois de alguns minutos o mais novo já se encontrava dormindo sobre seu peito. Ficou pensando em quem poderia ser essa pessoa que havia o perseguido. Verificaria bem, não permitiria que ninguém o fizesse mal.

****

Algumas horas depois o garoto começava a abrir lentamente os olhos, percebendo que o moreno está olhando-o fixamente .

– Derek, para de me olhar enquanto eu tó dormindo, isso me deixa encabulado. – murmurou com a voz lenta e rouca por ter acado de despertar.

O moreno sorriu dando-lhe um rápido beijo.

– Sabia que você é lindo?!

– Não sou nada!

– Pra mim é a pessoa mais linda do mundo! Sabia que...eu adoro os seus olhos, que sempre me dizem tudo mesmo quando você não me diz nada?! Adoro sua pele branca...sua boca...seu sorriso. Adoro quando você morde os lábios assim, desse jeito. – apontou para o garoto que se encontrava a morder levemente o lábio.– Seu jeito exagerado e teimoso, a maneira como você consegue me enrolar a fazer o que você quer. Adoro sua bondade de está sempre tentando ajudar todo mundo. Adoro seu cheiro, sua companhia, seu corpo, do modo como você é apenas meu, eu...simplesmente amo tudo em você!

– Wow! Declaração de amor logo pela manhã? O que você tá querendo de mim? Oh, God, fiquei até com medo agora.

– Bobo! – o agarrou dando-lhe um beijo.– E você, o que gosta em mim?

– Hum, deixa eu pensar...

– Stiles...

O menor sorriu.

– Eu gosto do seu jeito mandão, que não manda nada. Do som da sua voz, que sempre me acalma, da segurança que eu sinto quando você me abraça. Gosto do seu olhar fulminante quando fica bravo, dos seus olhos vermelhos quando fazemos amor, e é claro que do seu instrumento de trabalho. – O moreno deu uma gargalhada.– Do seu sorriso. Gosto da forma como me toca...da sua atenção, da forma como só você me faz sentir e do seu apoio. Gosto dos seus defeitos e das suas qualidades, que superam todo o resto. Gosto da maneira como me completa. Eu...eu amo meu, lobão!

– Ah, fala sério! Por que sempre que eu me declaro pra você, você tem que me supera?

O mais novo deu uma gargalhada, lançando seu corpo sobre o do maior, entrelaçando sua perna entre as dele o tomando em um beijo que se estendia cada vez mais forte e intenso.

O moreno deslisava suas mãos nas costas desnudas do garoto, indo de encontro as suas nádegas, levantando e apertando-as por de baixo da sua roupa, arrancando um gemido rouco do menor.

O beijo estendia se cada vez mais, acompanhados de caricias cada vez mais ousadas.

– Hum... – beijava-o.– Seu...pai...chegou.

– Huhum... – quando se deu conta do que o que o moreno tinha dito deu um pulo da cama. – Meu pai? Oh, droga!, Você tem que ir embora! – disse exasperado.

O moreno sorria do exagero do garoto.

– Vai, Derek, anda! Levanta! Xó, Xó! – Puxou o moreno arrastando-o até a janela, onde o maior empacou feito um burro velho. – Va-vai, De-rek! Meu pai pode entrar. – tentava o empurrar de todas as formas para que saísse, mas o moreno sequer se movia.

– Ele não vai aparecer aqui, ele acabou de entrar no banheiro, e pelo visto vai demorar bastante por lá. – balançou a mão frente do rosto.

– Palhaço! Mesmo assim, você não pode ficar aqui! Vai, anda looogo!

– Só vou embora depois do meu beijo!

O garoto deu-lhe um beijo rápido e quando começou a se afastar o moreno o puxou passando o braço por sua cintura e com o outra mão agarrou seus cabelos puxando sua cabeça levante para trás fazendo com que o pescoço do menor ficasse completamente a amostra, fazendo-o soltar um gemido ao ser pego de surpresa com as ações do moreno, sentindo suas ereções a rosarem uma na outra. O moreno atacou seu pescoço beijando-o e subindo a língua a até os seus lábios, e sem cerimonia o beijou vorazmente; o beijo era forte e ao mesmo tempo doce, totalmente viciante. Em seguida soltou seus lábios antes dando uma leve mordida nos mesmo, e saindo pela janela, deixando um Stiles atônito no quarto.

Os lábios do garoto se encontravam fortemente vermelhos e ele parecia vagar em um mundo distante. Chacoalhou a cabeça tentando recupera a rasão que havia perdido, e por fim deu um leve sorriso entrando no banheiro.

Fez toda a sua higiene matinal, aliviou-se e rumou-se até a cozinha onde sabia que seu pai estava.

– Bom dia, pai!

– Bom dia, meu filho sumido! Eu quase não te vejo.

– Culpa sua por trabalhar de mais. – sentou-se no banco frente ao balcão da cozinha.

Fez uma cara de nojo ao encarar o prato de panquecas que seu pai acabara de colocar a sua frente, o cheiro das panquecas estava lhe dando náuseas.

– O que foi? – perguntou quando o menor afastou o prato pra longe e em seguida levantou-se.

– Acho que não vou comer hoje! – falou com uma cara enjoada.

– Ta tudo bem? Você parece que vai...

Não teve tempo de terminar o garoto saiu correndo com a mão na boca em direção ao banheiro.

Agachou-se frente ao vaso colocando tudo pra fora ( se é que ainda havia alguma coisa lá). Levantou-se, se sentindo um pouco tonto. Apoio-se na pia molhando o rosto e em seguida escovou os dentes . Nunca havia sentido um enjoou tão forte assim.

– O que você tem? – perguntou John.

– Não é nada, só um mal estar.

– Vem, eu vou preparar alguma outra coisa pra você comer.– Disse indo até a cozinha.

– Ah, não, pai! Eu não quero comer nada! – falou o seguindo.

John estranhou, pois o garoto nunca recusava comida, ainda mais sendo sua.

– Mas, você precisa comer!

– Eu não quero. Depois eu como alguma coisa na cantina.

– Mas pelo menos um suco você vai tomar!

John lhe entregou um copo com sal de frutas, e outro copo com um suco de laranja. O garoto bebeu o remédio e antes de seguir para o suco começou a falar:

– Ôh, pai...

– Sim!?

– Eu...– queria contar que o moreno viria hoje para conhece-lo, quer dizer, se apresentar formalmente, mas não sabia como começar. – Você vai trabalhar hoje a noite? – "diz que sim, diz que sim", pedia mentalmente.

– Não! Tirei o dia de folga, por quê?

"Droga!" pensou.

– É, que...

– Stiles, deixa de enrolação é fala logo! É o que, você tá precisando de alguma coisa?

– Não, não é isso. Hoje a noite... eu vou trazer uma pessoa pro senhor conhecer. – murmurava quase que sussurrando enquanto brincava com o copo.

– Nossa, eu achei que você nunca iria me apresenta-lo.

– Co-como assim apresenta-LO?

Seu pai aproximou dele apoiando a mão em seu ombro e olhando nos olhos do garoto que expressavam um certo medo.

– Stiles, você acha mesmo que eu não saberia? Eu sou o xerife dessa cidade, além do mais vocês não fazem questão nenhuma de se esconder.– ditou sério.– Eu confesso que não é o que eu queria pra você, o mundo de hoje já e perigoso de mais pra pessoas que são consideradas" normais" quem dirá pra quem não segue esse padrão. Lá na delegacia já tivemos casos sérios envolvendo homossexuais e lésbicas que sofreram agressões de pessoas homofóbicas, e não queria que você passasse por isso. Mas... se esse realmente esse é você e, se ele realmente o faz feliz, então...isso é o que importa! Eu nunca ficaria de outro lado que não fosse o seu. Você é meu único filho, a pessoa mais importante pra mim, eu sempre estarei aqui pra você, não importa as circunstâncias – vira que o garoto já estava com os olhos cheios de lágrimas. – Na verdade eu sempre desconfiei que você jogava no outro time.– Brincou.

– Pai! – o repreendeu, em seguida ambos gargalhavam. – limpou os lhos com a ponta dos dedos retirando resquícios de lágrimas que haviam lá. Se sentia leve e feliz, por não ter que esconder mais nada, e por seu pai tê-lo apoiado. – Por que você nunca disse nada?

– Achei que quando estivesse pronto você mesmo me contaria.

O garoto sorriu já quase chorando novamente. A atitude do seu pai realmente o surpreendera, se sentia muito feliz. O abraçou forte.

– Obrigado, você é o melhor pai do mundo.

– Eu sei!

– Convencidooo! – Sorriu. – Eu te amo, John!

– Eu também te amo, muito!

– Bom, deixa eu ir, se não vou me atrasar. Tchau, pai! – disse soltando do abraço e saindo em disparada.

– Stiles, o suco! – ouvira um batido na porta com resposta. – sorriu negando com a cabeça voltando a sua atenção para cozinha.– Jovens! – ditou por fim.

****

A caminho da escola Stiles recebeu uma mensagem do amigo:

Scott: "Então, você vai me ajuda? "

Negou com a cabeça.

Stiles:

Scott: " Por favor!?"

Stiles: "Adeus, Scott!"

Colocou o celular de lado ignorando os " bipes " das novas mensagens do amigo.

Chegando na escola estacionou seu jipe em uma vaga mais próxima a entrada e rumou-se em direção a mesma.

Mais a frente avistou Isaac a conversar com algumas pessoas, chegou perto dele passando o braço por seus ombros e o arrastando com sigo.

– Stiles! Tchau pessoal! – Despedia-se enquanto era arrastado pelo outro.

– Como você está?

– Vivo!

– Isso é bom! – sorriu – Isaac... Sobre o Ethan... Você acha que senti alguma coisa por ele, mesmo que pequena?

– Por que, isso agora?

– Só me responde.

– Não! Eu não sinto nada por ele, o considero apenas um amigo.

– Você... pensa sobre perdoar o Scott?

– Por que tá me perguntando isso? Por um acaso foi o Scott que te pediu?

– O Scott me pede isso todo dia. Mas não, sou eu que quero saber.

– Eu não sei... O que ele me fez, mesmo eu querendo muito, é difícil de perdoa. E com a gravidez da Alisson tudo fica ainda pior.

– Eu sei que o que o Scott fez foi grave, eu mesmo não sei se perdoaria, mas eu acredito que ele se arrependeu de verdade. Ele senti muito a sua falta! Eu digo por que já o vi chorar várias vezes. E a gravidez da Alisson não vai interferir na relação de vocês.

– Como não, Stiles? Querendo ou não eles sempre serão ligados. Um filho é uma coisa muito importante, e para o Scott é ainda mais. Eu não posso competi com isso.

– VOCÊ é apessoa mais importante para o Scott agora, e vai continuar sendo importante mesmo quando o filho dele nascer. Com o tempo vai notar que ambos amores são completamente diferentes, mas nenhum menos importante que outro. Eu sei que o que aconteceu marcou pra sempre a relação de vocês, mas você o ama, e ele também te ama! Não faz sentido vocês ficarem separados. Repense se ele merece uma segunda chance, se vocês merecem uma segunda chance. – o loiro ficou pensativo. – Se resolver dar essa segunda chance, tente deixar isso o que aconteceu no passado, não leve isso com você, não vai fazer bem á nenhum dos dois. Se o perdoa, o perdoe por completo e comece tudo outra vez, só que dessa vez um pouco mais devagar, eu sei que não vai ser nada fácil, mas pelo menos tente, vai ser melhor.

O loirinho tinha um grande carinho pelo garoto a sua frente e considerou cada palavra que lhe foi dita.

– Eu vou pensar.

– Pense com carinho, é da sua felicidade que estamos falando. Tentar é melhor! Mesmo que não de certo, mesmo que você quebre a cara outra vez, pelo menos vai ter certeza que fez de tudo pra dar certo. Do que passar a vida inteira pensando no que poderia ter sido. – Tchau, anjinho! – assanhou o cabelo do loiro. – E, ô, se dissidir perdoa-lo apareça no lago hoje, depois da escola. Se você não aparecer ele saberá que realmente não tem mais volta. – Te vejo depois! – falou já quase gritando pela distância entre eles.

– Co-como assim hoje? Stiles, volta aqui! – mais o garoto já havia sumido entre tantos alunos. – Como você me diz isso assim seu pilantra. – disse pra si mesmo. Seguiu também para aula, com certeza não prestaria a minima atenção em nada.

...


Stiles: Vá para o lago depois da escola
talvez o Isaac apareça lá pra dar a sua chance.
Mas se ele não aparecer desista, ele realmente não irar te perdoar.

Em menos de trinta segundos recebeu um mensagem do amigo.

Scott: COMO ASSIM HOJE A TARDE?

Ai meu Deus quando você ia me avisar?

Stiles: Pare de reclamar e agradeça por ele te aceitado pensar no seu caso.
E, se ele aparecer vê se não faz merda.
Adeus, Scott!!
Se precisar de mim NÃO ME CHAME!

Desligou o celular e seguiu para sua aulas.

____________§#£π€k ___________

Estava saindo do banheiro quando viu que seu celular tocava sem parar deslisando sobre a mesa de cabeceira.

Viu o nome "Alissom " pisca no visor de seu aparelho.

" Oi"

" Oi, só liguei pra agradecer por você ter me avisado ontem, conseguir chegar bem na hora.

" Eu vi!"

" Tenho até pena do Isaac e do Scott, sempre tentando e nunca dá certo.

O moreno sorriu.

" Com a gente pra ajudar fica tudo ainda melhor! E não precisa ter pena do Isaac, por que dele eu posso cuidar, logo, logo ele não vai se quer se lembrar do Scott."

" Assim espero!"

O moreno ouvira seu irmão se aproximar do quarto.

" Então, qualquer coisa você me liga, eu farei o mesmo! Agora preciso desligar.

– Você já estava falando de novo com essa garota? Você já foi avisado para não se envolver.

– Mais eu não estou me envolvendo com ela, só temos um acordo. O chefe não queria que eu me aproximasse do garoto pra assim ficar mais perto do guardião? Então, é o que estou fazendo. – disse se afastando.

– A quem está querendo enganar? Você tá caidinho por esse garoto. – o questionou segurando seu braço.

– Eu não sei do que você estar falando! – rebateu puxando o braço de volta.

– Você se envolveu de mais, acha mesmo que conseguirá segui com isso? E, se no dia eles estiverem, você irar conseguir seguir com o plano? Conseguirá mata-lo se for preciso? Conseguirá vê-lo morrer?

Ethan pegou sua mochila e saiu do quarto raivo, sendo seguido por Adain.

– Eu te avisei, Ethan, te avisei pra não se envolver! – Vociferava. – Você não pode está do lado dele, por que assim você estará contra o Erick e contra mim também!

– Eu não pude evitar!

– O que você disse? Você não é mais criança, Ethan, isso aqui é apenas mais uma missão. Você acha mesmo que ele vai ficar com você e que vocês viveram felizes para sempre? Ah faça-me um favor.

– Eu não tive culpa, apenas aconteceu. E eu não espero que a gente viva feliz para sempre, eu só quero curti o momento. Eu nunca gostei de ninguém antes. E respondendo a sua pergunta, Não! Eu não o mataria, nem permitiria que o machucassem, impediria qualquer um que tentasse, até mesmo você! – disse saindo.

Seu irmão arregalou os olhos com sua resposta.

– ETHAN, VOU AQUI! VOLTA AQUI, ETHAN! – gritava, mas o moreno já havia saído do local batendo fortemente a porta.

Aidan fechava fortemente os punhos, morrendo de ódio. Sempre foi unido com o seu irmão, e agora ele havia dito que se tivessem que se enfrentar ficaria contra si? Era um absurdo! Já odiava o loirinho por isso.

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Stiles caminhava pelos corredores da escola meio cambaleante, sentindo-se um pouco sonso. Não havia comido nada o dia inteiro, e agora as consequências disso começavam a aparecer.

Caminhou com dificuldade até a saída colégio, parando um pouco mais a frente apoiando-se em um dos pilastes. Levou a mão á cabeça, tudo a sua volta parecia girar.

Um rapaz que passava no local vira que o garoto não se sentia bem e foi até ele na intenção de ajuda-lo.

– Ei cara, você está bem?

Não conseguiu responder quando tentou dar um passo pra frente sua visão ficou ainda mais turva e, se o garoto não o tivesse segurado certamente iria com tudo ao chão.

– Cara, você está péssimo! Está branco feito um papel.

– Eu...já vai passar!– apesar de horríveis, esses sintomas não eram novidades pra ele, já havia sentido muitas vertigens quando estava no inicio do processo de sua transformação, não acreditava que agora teria que passar por tudo outra vez .

A cena acontecia bem na hora em que o moreno estava chegando para busca-lo, e é claro que ele não gostou do que viu.

– Obrigado...? – Stiles fez sinal perguntando seu nome.

– É, Adriam!

– Obrigada, Adriam!

– É, obrigado, Adriam! Ele não precisa mais da sua ajuda! Já pode dar o fora! – disse groso, puxando o menor dos braços do garoto, deixando o rapaz assustado. – Por que ainda tá aqui? Anda, Vaza! – O garoto saiu quase que correndo de perto do moreno. O lupino voltou sua atenção para o mais novo. – Você está bem?

– Não precisava disso, o garoto só estava me ajudando. Com certeza da próxima vez, mesmo que eu estiver me estrebuchando no chão ele se quer vai chegar perto de mim por medo de você.

– Eu já disse que não gosto quando te tocam.

– E o que você queria que ele fizesse? Me deixasse cair? Você é inacreditável eu estou precisando de ajuda e você só sabe falar merda no meu ouvido. – soltou do apoio do moreno saindo na frente.

O moreno percebera que o garoto mais cambaleava que andava.

– Ei, ei, espera, desculpa! – Voltou a poia-lo, percebendo que o garoto estava bastante fraco. – Mais que droga, Stiles, por que você sempre faz isso? Aposto que não comeu nada o dia inteiro. Vai começar tudo outra vez? Você não é criança, sabe que precisa se cuidar. Por que eu sempre que tenho que bancar o seu pai? Quando você vai levar as coisas a sério? – o repreendeu.

– Imbecil! Me Solta! Eu não preciso da sua ajuda. Eu vou embora! E,se eu sou mesmo um incomodo pra você, por que não some de uma vez? – tentava sair dos braços do moreno, contudo o mesmo não lhe soltava. – Droga, Derek, Me larga! Me... – não pode terminar, antes disso a escuridão lhe acolheu, moreno o amparou antes que pudesse ir ao chão. Pegou o garoto em seus braços e o levou até o seu carro, o colocou com cuidado no banco de trás.

– Stiles!? Stiles! – Praticamente gritava com o menor, sacudindo-o. contudo o garoto não mostrou reação alguma, a cor havia sumido de sua face. – Droga! – saiu da parte de trás do carro e tomou o banco do motorista, batendo fortemente a porta. Seguiu rumo ao consultório do Dalton, no caminho avisou ao mesmo que chegaria em poucos minutos. Chegando lá adentrou feito um furacão na clinica onde o mulato já o aguardava. – Ajude-o! – praticamente ordenou, mas o Dr, já não ligava sabia que esse era o jeito do moreno, e quando se tratava do menor ele ficava ainda mais descontrolado.

– Coloque-o ali e saia!

– Eu não vou sair! – ditou colocando o corpo do menor sobre a maca.

– Sim, você vai! Eu preciso examina-lo e você de nada vai ajudar estando aqui.– indicou o caminho da saída ao moreno, que saiu relutante.

Alguns minutos depois ( que pareciam intermináveis para o moreno), Dalton apareceu, contou que foi apenas uma queda de pressão, devido o tempo que ele havia passado sem comer. Pediu também para que o moreno ficasse de olho, pois poderia ser os efeitos da transformação que possível mente estariam voltando já que estava na reta final.

O moreno logo ficou mais calmo ao saber que o garoto estava "bem". Entrou na sala encontrando o menor meio deitado meio sentado com uma beija com suco um sanduíche e uma fruta. Aproximou-se dele ficando em pé ao seu lado, dando-lhe um beijo em sua testa e afagando seus cabelos.

– Como se sente?

– Melhor, mais eu não quero comer nada!

– Stiles...– o repreendeu lhe lançando um olhar de "vai começa"?

– Tá ! Mas, só se você me ajudar aqui – fez olhar de pidão.

O moreno serrou os olhos.

– Eu fico com a maçã, você se vira com o resto! Mas fique sabendo que quando chegarmos em casa você vai comer! – disse mordendo a maçã.

– Eu não vou poder ir pra sua casa.

– Por que, não?

– Por que hoje é você quem vai jantar lá em casa.

O moreno quase se entalou com a maçã, ouvindo essa noticia.

– O que? Como assim?

– Ué, não foi você mesmo que insistiu tanto pra ser apresentado? Então! Eu conversei com o meu pai e ele disse que você poderia ir lá hoje.

– E quando você pretendia me contar isso? E como assim ele permitiu? Ele já sabe que você é... e quem eu sou?

– Se ele sabe quem você é, eu não sei, provavelmente sim!. Mas sobre eu ser gay, ele disse que já sabia e me aceitou. Mas relaxa pô, o John é um pouco durão, você é mais velho que eu, já foi suspeito de assassinato, mais você vai se sair bem. – tentava por medo no moreno.

Derek estava começando a ficar nervoso.

– Sei...

– Hahaha, você tá nervoso? Realmente tem motivos!

O moreno fez cara de surpresa.

– Valeu, Stiles pela motivação.

– Disponha!

O moreno realmente estava preocupado, nunca ficou assim, nunca se importou com a aprovação de ninguém, contudo qualquer coisa que envolvesse Stiles era completamente diferente. Sabia que o mais novo levava em conta a opinião do seu pai. Não queria ser o causador de algum tipo de discórdia entre eles, faria o possível para causar uma boa impressão.

Quando o mais novo terminou de comer, o moreno o levou até a sua casa em seu carro, afinal o carro do garoto havia ficado no colégio. Depois seguiu para mansão para se preparar para o jantar, já estava tenso mesmo antes do seu inicio.

*.*.*.*.-

O loiro estava com o seu coração a mil. Tinha resolvido aparecer no lago, para pelo menos tentar conversar com o moreno. Mas acabou pegando um contra tempo e se atrasando. Esperava do fundo do coração que o moreno ainda estivesse lá.

Entrou na floresta e caminhou mata a dentro seguindo uma pena trilha, desviou de alguns galhos e folhas que impediam sua passagem. Mais a frente avistou o lago, que mais pareca com rio de tão extensão. Procurou o moreno, meio que apressado por todo o lago e pode vê, quase que na metade do lago o moreno deitado com a cabeça contra a aguá.

– Scott! Scott! Scott! – gritava para o moreno mais ele não respondia. Retirou a camisa e os sapatos e correu em direção a água em o mais rápido que pode até o moreno. Quando se aproximou do dele o arqueu de uma vez só.

Scott tomou um baita susto, estava tão concentrado que nem percebera quando o loiro tinha se aproximado. Isaac estava aliviado e ao mesmo tempo bravo.

– Droga, Scott você ficou surdo? – tentava se acalma, havia tomado um baita susto.

– Você achou que eu...desculpa, eu juro que não escutei nada.

– Que seja! – disse chateado, já caminhando para fora do lago.

– Espera! – Segurou em seu braço. – Se você veio até aqui é porque..

– Esquece, já to indo embora.

– Isaac, Isaac por favor, espera, vamos conversar. – pediu quase que implorando.

Isaac no fundo gostava de ver Scott implorando por sua atenção, no começo, só o que queria era se vingar, pisando o mais durante possível, vendo-o rastejar por sua atenção, mas não conseguiu fazer isso, sempre que via o moreno era completamente desarmado, fazia de tudo pra não ceder aos seus pedidos, por que no fundo era tudo o que mais queria. Contudo quando a lembrança da traição vinha, uma dor imensa lhe aplacava.

– Não dá, Scott, eu não vou conseguir. Eu te amo, mas sempre que eu olhar pra você eu vou me lembra do que aconteceu. O melhor é eu tentar te esquecer, eu sei que não vai ser fácil, mais vai ser melhor.

– Não diz isso. Eu não quero que você se afaste ainda mais de mim, não quero me esqueça. Eu te amo! Por favor acredita em mim, eu juro que eu me arrependi do que eu fiz, eu juro que não sinto nada por ela. O que eu preciso fazer pra você acreditar em mim?

– Eu acredito, Scott! Só não consigo esquecer.

– Então me deixa tentar fazer te esquecer? Me deixa fechar as suas feridas, deixa eu te mostra que eu te amo e, que, droga! Eu não consigo mais ficar sem você.– disse olhando no fundo dos olhos do loiro.

Olhos azuis do loirinhos estavam repletos de lágrimas prestes a cair. Eles se encaravam, com olharem desesperados, podiam sentir suas respirações a tocarem suavemente em seus rostos. Ambos queriam um ao outro. Foi então que o moreno não aquentou mais e acabou com o espaço que existia entre eles, tomando os lábios do loirinho.

Isaac de primeira não reagiu, mais ao sentir os lábios do moreno tocarem os seus, explorarem cada canto da sua boca, não resistiu e retribuiu com a mesma cede o beijo.

Beijavam-se vorazmente um beijo quase que desesperado. o Scott sentia se como o loiro tivesse sido feito exatamente para ele era incrível como ele o fazia sentir apenas um beijo.

Só cessaram o beijo quando não existia mais folego algum. O moreno arfava sorrindo com a testa encostada sobre a do outro.

– Como eu desejei que isso acontecesse . – disse sorrindo. – já voltando a beijar o loirinho novamente.

– Scott... – falou se afastando um pouco do moreno. – Eu...queria ir com calma dessa vez, sem apressar as coisas.

– Tudo o que você quiser, anjinho. – o beijou novamente e dessa vez o loiro retribuiu com a mesma intensidade. Ainda se perguntava como havia tido duvida de algo tão claro. – Eu trouxe algumas coisas pra gente comer, poderíamos fazer um piquenique, conversar, se você quiser é claro...

– Eu adoraria! – deu sorriso de tímido de lado.

O moreno sorriu com todos os dentes, puxando o loirinho pela mão.

Music-on

Forrou uma toalha sobre grama bem abaixo de uma árvore. Ambos sentaram-se e ficaram a conversar, falaram sobre como seria de agora em diante, de que se realmente quiserem que desse certo dessa vez o passado deveria ser deixado no passado, de como sentiram a falta um do outro. Houveram mais pedidos de desculpas por parte do moreno, mas quanto a isso o loirinho nada disse. Comeram e ficaram a olhar o sol se por.

– Isaac? – chamou despertando o loiro que olhava o por do sol. – senta aqui. – pediu.

O loirinho prontamente atendeu, sentou entre as pernas do moreno e encostando suas costas sobre seu peito, sendo enlaçado em seus braços.

" Paz " era o que ambos corações sentiam, como se depois de anos de peregrinação finalmente tivessem chegado em casa, " Em casa" era realmente assim que ambos se sentiam. Não precisavam de mais nada apenas um do outro.

I will be, all that you want
(Eu vou ser, tudo o que você quiser)

*

And get myself together
( e me recompor)

Cause you keep me from falling apart
(Pois você faz com que eu não caia aos pedaços)

All my life, I'll be with you forever
(Toda a minha vida, eu vou estar com você eternamente)

To get you through the day
(Para fazer com que você siga com o dia)

And make everything O.K.
( E fazer tudo estar bem)

*

Pensei que eu tinha tudo

Eu não sabia o que a vida poderia trazer

Mas agora eu vejo

Sinceramente

Você é a única coisa que eu acertei

O único que eu guardo dentro de mim

Agora posso respirar, porque você está aqui comigo

*

E se eu te decepcionei

Eu vou mudar isso

Porque eu nunca deixarei você partir

*

Eu vou ser, tudo o que você quiser

E me recompor

Pois você faz com que eu não caia aos pedaços

Toda a minha vida, eu vou estar com você eternamente

Para fazer com que você siga com o dia

E fazer tudo estar bem

*

Porque sem você não consigo dormir

Eu nunca, nunca mais deixarei você partir

Você é tudo que eu tenho, você é tudo que eu quero

E sem você não sei o que faço

Eu não posso sequer viver um dia sem você

Aqui comigo, você vê,

Você é tudo o que preciso

*

– Como é bom está assim com você, sentindo seu calor, seu cheio, eu poderia ficar aqui por milhares de anos e mesmo assim não me cansaria. Eu achei que sentia sua falta, mas só agora, estando aqui é que eu percebo o quanto eu preciso de você.

O loiro sorriu, causando uma felicidade ainda maior no moreno.

" como ele pode ser tão lindo" Scott se perguntava vendo como ele ficava inda mais belo com o sol a iluminar o seu rosto.

– Eu também poderia ficar assim com você pra sempre. Eu sentir a sua falta!

O moreno o abraçou forte em seguida o beijou, um beijo doce cheio de sentimentos e carinhos.

Sentia que seu coração poderia explodir de tanta felicidade, nunca mais iriar deixar essa felicidade escorrer tão fácil de suas mãos outra vez.


Music-Off

Continua...

Notas finais
Então? O que acharam? Péssimo? Me deem motivação! Reviews? Favoritos? Recomendações? Nadinha? Quero agradecer a quem comentou " Obrigadaaa!: Daniela Fernanda Chicarolle^^ Isisyuuki^^ Angela Prince Odinson Snape^^ ivanadorali^^ kurama youko^^ HoeclhinWolf^^ HUmmm beijão! até ♥