Il est né, le pain de la nuit.

1 Il est né, le pain de la nuit.


Notas iniciais
Il est né, le pain de la nuit.

Aos grandes alados poloneses, a quem admiro tão mais quanto meu prazer pelo café; Aos titãs vianenses que resistiram ao cerco sem medo;

Aos padeiros que eternizaram sua vitória.

Longe da Europa a fúria Otomana cresce sem precedentes.

Viena, erga-se!

Toda Europa depende dos seus afazeres!

Jovens ali, professores aqui.

Sem descanso eu digo!

Nenhum otomano deve passar!

Ou eu mesmo darei o tiro!

Por dois meses eles lutaram.

Nenhuma parede caiu, mas nem por isso a moral incessante do inimigo caiu.

As esperanças ainda ardem em Viena, mas os pães acabaram.

Padeiros!

Por longas noites eles sovaram.

- trigo, farinha sem aviso.

Tudo para servir o inimigo!

Repito — por longas noites viveram acordados.

Aos céus, jurando à moral inimiga diminuir.

Ao bom Deus, uma massa folhada de lua com ovos e muita manteiga!

-devorados com grande orgulho depois de o inimigo fugir.

Crescente como a lua, saboroso como a vitória — il est né, le pain de la nuit.

Ainda hoje ouço o bater de suas asas.

Ecos profundos, mas amados pela pátria.

A Viena, Polônia e toda Europa

- foram eles os guerreiros de asas

Sobieski, e os hussardos alados.

Para sempre temidos como a montaria armada.

Notas finais
obrigado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!