Notas iniciais
Eu queria ter colocado muito mais coisas e na verdade eu tive até uma ideia para estender essa fic para uma com vários capítulos, inserindo até mesmo o Tony Stark e outros personagens, porém no fim, decidi fazer mesmo como oneshot que era a ideia inicial e quem sabe depois fazer uma maior originada desta.

Eu podia ver os feixes de luz que viam através da porta aberta da igreja e passavam pelos minúsculos losangos entre a madeira maciça que me separava dos penitentes. Eu podia ver aquelas pessoas entrando e as cabeças sumindo quando se ajoelhavam entre os bancos para rezar antes de se confessarem. Ainda eram 17:00h e a confissão ia até as 19:00h, mas eu sabia que ele só chegaria no último minuto, então ouvia as pessoas, maridos e esposas infiéis, homens que roubavam seus chefes, mulheres que seduziam os homens das próximas, e ao final daquelas duas horas, eu podia dizer que ouvi confissões sobre todos os pecados capitais. Mas não era só isso, além dos pecados confessados, eu era padre naquela paróquia há seis anos e conhecia aqueles homens e mulheres, eu também podia ver os pecados que eles não confessavam. Eram todos muito abaixo da linha de moralidade considerada mínima por mim. Essas pessoas só enxergavam a si mesmas, fingiam ter alguma compaixão e caridade, mas estavam sempre em busca de vantagens para si mesmas, e isso era realmente asqueroso.

Eu sentia o ódio que elas sentiam umas das outras, e o ódio ainda maior que sentiam de si mesmas. E com a voz calma eu as absolvia, passava alguma penitência e as mandava para casa. O engraçado era como eu dizia “vá e não peques mais” porque considerava que se aquela alma reconheceu seu pecado e se arrependeu verdadeiramente dele, ela carrega uma marca do espírito santo que lhe dá forças para não tornar a repetir o pecado e assim ir alcançando cada dia mais a imagem de Jesus Cristo. Afinal, se não era essa a intenção da confissão, qual era? Mas eu sabia que depois de rezar as penitências, eles voltavam para casa e tornavam a repetir as mesmas coisas, não se lembrando de Deus em nenhum dia da semana exceto o domingo. Essa era a idéia de vida cristã que eles tinham, mas assim como o Criador, eu amava a todos os meus fiéis, até porque eu também pecava, e amava muito mais a um deles. Depois da última confissão, meus olhos azuis novamente buscaram as frestas de madeira e procurei, esquadrinhando cada canto da igreja, mas só o que vi foram bancos vazios e o rastro luminoso do sol no caminho entre eles. Ele não tinha vindo este domingo.

Olhei mais algumas vezes para a porta e levei a mão até o rosário em meu pescoço, passando os dedos vagarosamente pelas contas. Ainda me agarrava a uma esperança de que ele aparecesse. Eu só o via através das frestas de madeira do confessionário, geralmente de cabeça baixa, com os cabelos cobrindo uma parte do rosto, mas sua voz era como as harpas celestiais para mim. Ele confessou pecados bem ruins, e eu sabia o que aquele homem havia feito, sabia como se sentia sobre aquilo e quem ele era, e talvez por isso eu o amasse tanto. Não sabia muitas coisas e nem ousava perguntar a qualquer um que fosse, mas todos os domingos, quando ele vinha se confessar, eu podia sentir um pouco daquele calor no meu coração.

“My head is haunting me and my heart feels like a ghost”

Depois de alguns domingos, os diálogos passaram a não mais restringirem-se a confissões e penitências, não porque existia uma regra quanto a isso, mas simplesmente porque senti a enorme necessidade de confortar o coração dele. Eu queria abraçá-lo, e lhe dizer que era um bom homem. Eu dizia que Deus já o havia perdoado e que era possível fazer coisas boas para que sua alma fosse absolvida dos pecados que cometera. Eu me esforçava cada dia mais para fazê-lo de alguma forma se sentir melhor consigo mesmo. Eu não conseguia parar de pensar.

Senti o suor escorrendo pela minha têmpora e finalmente me levantei. Abri a porta do confessionário, dei a volta e fui até um dos bancos, na parte da frente e da direita, me ajoelhando com a humildade de um penitente que eu sabia que era. E depois de cinqüenta e um pai nossos e 49 ave marias eu comecei a orar livremente. Meus olhos fechados com força deixaram clara minha concentração e meu fervor. Minhas mãos juntas, dedos entrelaçados, se apertando um contra o outro. Eu não estava só pagando, estava desesperado e precisava de uma resposta de Deus, eu precisava desesperadamente que ele me dissesse o que eu estava me tornando. E pedi, porque assim fui ensinado, a buscar a Ele como eu estiver.

Pai, tu me conheces desde que nasci, desde que quis seguir o caminho do Senhor e guiar almas para que não se percam de ti. Me conheces nas mais profundas veredas de minha alma e sabes o quanto amo a ti, e o quanto quero ser um sacerdote digno de carregar comigo a tua palavra aonde eu for. Eu lhe agradeço por toda a direção que me destes até hoje e por esta paróquia e cada alma que aqui eu pastoreio para ti, te agradeço pela minha vida e pela de todos eles. Mas peço perdão se falhei, se falho todos os dias. Peço perdão pelo que deixo escapar de meus olhos e ouvidos, e pelo que deixo escapar pela boca, mas principalmente, Senhor, peço perdão pelos meus pensamentos. Eu sei que ando dedicando muito tempo a ele, e o Senhor sabe de quem estou falando, Pai, sabe que ele precisa de perdão, precisa de amor, mas também conheces a mim e sabes que o amor que estou sentindo não é o amor de Deus, é um amor de homem, sabes dos meus sonhos, e eu só queria pedir perdão pelos meus pecados, e queria que o Senhor mostrasse-me um caminho para a redenção ou para onde quiseres me mandar. Do teu filho, com amor, amém!

Assim que acabei de rezar, senti que minhas bochechas estavam molhadas e as pontas dos meus dedos já quase dormentes, por causa da força com que apertava às costas da mão. Mas ainda não tinha aberto os olhos quando senti um toque em meu ombro. Estremeci completamente, e fui abrindo as pálpebras devagar, me acostumando com a luz ambiente e focando fixamente no altar, sem ousar encarar a pessoa que me tocava, porque um padre usa mais o coração do que a lógica mundana, e no meu coração eu sabia perfeitamente quem era.

— Padre, me desculpe pelo atraso, sei que o horário já se encerrou, mas será que eu poderia me confessar? — a voz dele era baixa e grave como sempre, arrepiando os pêlos da minha nuca até onde terminava o corte dos fios loiros do meu cabelo. Me levantei imediatamente, passando a mão sobre os joelhos para limpar a batina.

— Sem problemas, estou aqui para atender a todas as almas aflitas a qualquer hora, as duas horas são apenas uma doutrina generalizada. — expliquei gentilmente, com um sorriso no rosto tentando disfarçar as batidas descompassadas do coração que insistia em golpear minha caixa torácica, provavelmente causando rubor em meu rosto. Estávamos entre dois bancos, em um espaço limitado e era a primeira vez que eu o via tão de perto, sem uma divisória para limitar minha visão. Ele tinha grandes olhos azuis acinzentados que pareciam cansados, mas ao mesmo tempo eram bonitos de se olhar, e me lembraram um gatinho assustado. O que obviamente acelerou ainda mais o meu coração, que já começava a fazer minha respiração falhar. Mas ainda tinha o nariz reto e maxilar quadrado e largo, que lhe davam traços atraentes, masculinos, contrastando perfeitamente com aqueles lábios desenhados que faziam curvinhas nos cantos sem perder a coloração rosada tão desejável. Naqueles poucos segundos em que eu o reconhecia como o rosto de todos os meus sonhos, olhei para os lados brevemente e observei as esculturas, pinturas, todas as obras de arte da igreja, e todas elas por aquele segundo me pareceram frias e pobres perto da beleza pungente que eu via diante dos meus olhos.

— Obrigado, padre. — foi o que ele se limitou a dizer, novamente mantendo a cabeça baixa e deixando os fios castanho escuro caírem sobre o rosto fazendo aquela moldura sóbria que eu via através do confessionário.

Coloquei a mão no ombro dele da mesma forma que ele havia feito e o guiei para dentro da igreja, porém, não rumei para o confessionário. — Vamos para a sacristia, você precisa conversar, já se confessou o suficiente. — apesar de calma, minha voz era firme, sem dúvida e nem algum tipo de insegurança, então o conduzi pela porta lateral que levava à sacristia.

O primeiro cômodo tinha paredes rústicas feitas de tijolinhos, e uma delas era um grande armário de mogno embutido onde eu guardava hóstias e outras coisas da igreja. Era uma espécie de sala comprida, com uma grande mesa do meio. De um lado um vitral colorido que estava aberto e refletia a luz fraca do sol que já ia se pôr, e do outro uma arca de três portas, com uma cadeira de couro de cada lado. Sobre a mesa havia uma toalha verde e dois castiçais de ouro, e ele imediatamente ficou de costas para a mesa, apoiando suas duas mãos, que eu notei que sempre estavam vestidas com luvas, na borda das mesmas e então me olhou, congelando meu corpo por alguns milésimos de segundo. Mas dei um passo a frente.

— Tanto tempo se confessando, sei que não pecas mais, porque não se sente absolvido? — olhei diretamente em seus olhos, de maneira firme, eu queria ler a alma daquele homem, queria se possível arrancar o que o afligia tanto. Era óbvio de que eu estava ciente do que ele havia feito, mas já tinha conversado sobre o amor de Deus e sobre como não existia pecado grande e pecado pequeno. Todos os nossos pecados eram perdoados mediante arrependimento. — Já conversamos sobre isso, você já foi absolvido, está livre. Agora você é um homem bom, o que mais precisa para tirar esse peso do seu peito? — questionei, levando a minha destra até o peitoral forte do moreno e permanecendo com o olhar fixo ao dele. Acabei descendo a mão um pouco até afastá-la do corpo de James.

I need to feel something, cause I’m still so far from home

— Eu não sei. — senti a sinceridade em sua voz após novamente me ouvir calado, como sempre. Ele respirou fundo e olhou ao redor mais uma vez, parecia estar tão incomodado que me deixava nervoso. — Não me sinto como...padre, as coisas que fiz...talvez seja um peso a se carregar para o resto da vida. — mais uma vez cenho franzido, suspiro longo, aquela expressão tão conhecida de martírio. Ele estava se punindo, talvez não soubesse como parar de se punir e eu só conseguia olhar para aqueles lábios que se avermelhavam cada vez mais. — E parece que cada vez aumentam meus pecados e alguns eu não faço idéia de como me livrar. Me ajude, padre. — sussurrou, me fazendo chegar mais perto.

Cross your heart and hope to die. Promise me you’ll never leave my side

— Você, de todos os meus penitentes, é o único em quem vejo arrependimento verdadeiro. Sei que sente o pecado arder em seu flanco como chicotadas. Você é um cristão verdadeiro. A maioria não soma pecados como dívidas a serem pagas. — retruquei, levando a mão até a nuca do moreno. Eu já estava tão próximo que minha perna quase se encaixava entre as dele, e nossos olhares se encontraram naquele momento.

— As pessoas se atém as coisas simples. São estúpidas que... — Assim que disse aquelas três palavras, ele parou. Negando com a cabeça. — Perdão. Sei que não posso julgá-las, mas... Sinto que ainda sou humano. Sei que sou, e as coisas parecem tão erradas... — E notei o nervosismo que o acometia, estava me deixando nervoso também. — Pecados pelos quais não acho que serei perdoado. Eu não sei como conseguem, eu também desejo conseguir ver a luz de que falas... — Concluiu, e eu vi as lágrimas em seus olhos. Eles precisava de alguma coisa maior que palavras, e ali, parado, senti o calor dos últimos raios de sol em minha nuca e os vi refletidos naqueles olhos azuis, me dando uma decisão contrária a tudo que pedi em toda minha vida.

You’ve got me on my knees I’m your one man Cult. Cross my heart and hope to die. Promise you I’ll never leave your side

— Você precisa entender que homens bons podem sair do caminho de Deus, e ninguém vive uma vida sem pecados, você precisa entender o tamanho do amor Dele! — sem que eu percebesse, usei um tom extremamente incisivo, e inclinei meu corpo na direção do dele. Vi aqueles olhos se arregalarem e como se uma inspiração viesse ao meu corpo, ou talvez apenas uma vontade selvagem o suficiente para que o corpo não pudesse conter, agarrei seu pulso e fui puxando-o em direção aos meus aposentos. — Venha comigo, eu vou te ajudar a expurgar toda essa dor, e se não ajudar, dividirei-a contigo. — essas palavras poderiam não fazer sentido naquele momento, mas ele logo saberia do que eu estava falando. Eu estava disposto a ajudá-lo, mas também sabia que o que eu iria fazer era algo bem egoísta.

— Porque quando eu olho para você, James... — sussurrei, fechando a porta atrás dele e encostando-o na mesma, usando meu antebraço em seu peito, pouco abaixo do pescoço. Nossos rostos estavam muito próximos, quando aproximei meus lábios da orelha dele e completei. — Tudo o que eu vejo, é um anjo. — fechei os olhos, ainda o mantendo preso contra a porta. Eu sabia que o que havia dito ecoaria eternamente como um marco em minha alma, mas ainda assim, não me arrependia, era exatamente o que eu via quando olhava para aquele queixinho lindo e aqueles lábios bem feitos, e o corpo, e tudo nele me dava a impressão de que eu já estava no céu. Era assim que ele me fazia sentir, como se a única maneira de conhecer o céu fosse através daquele corpo, e daquele coração.

Cause I’m telling you you’re all I need. I promise you you’re all I see. Cause I’m telling you you’re all I need. I’ll never leave

Enquanto eu o arrastava para os meus aposentos, o senti prender a respiração e depois soltar, confuso, atônito, eu não conseguia saber o que ele estaria pensando ou se realmente estava pensando em alguma coisa, algo que aquela expressão confusa em seu rosto lindo não me dizia, e quando sussurrei as primeiras palavras, pude ver a pele daquele pescoço alvo se arrepiando completamente, o que me causou um prazer desconcertante, e a luxúria me invadia por completo naquele momento, eu o desejava, o desejava por inteiro. Afastei um pouco meu rosto e o vi de olhos fechados, o gogó subia e descia indicando que ele havia engolido em seco. Levei minha mão até a dele, que estava aberta, encostada na porta, e a conduzi até o meio das minhas pernas para que ele sentisse o pecado pulsar no volume sob a batina. Eu estava pecando, meu corpo inteiro queimava em pecado e desejo por aquela carne deliciosa, eu queria ele. E jogaria minha entrada pelas portas do paraíso eterno no lixo apenas para ter aqueles momentos efêmeros do paraíso que via na minha frente, o único paraíso por onde eu queria passar. Eu estava completamente fora de mim, insano de prazer. Sentir a mão de James em meu pau me fez arfar, fazendo meu peitoral definido inchar e desinchar, sendo perceptível ainda que sob a batina. Notei o olhar dele sobre o meu corpo e sorri de canto. Sem dizer mais nada, girei o corpo e o joguei de bruços na cama, curvando meu corpo sobre o do moreno e colando meu quadril na bunda dele.

Então você pode me arrastar pelo inferno. Se isso significa que eu poderia segurar sua mão. Eu te seguirei porque eu estou sob seu feitiço.

— Ore comigo. — sussurrei, enquanto enrolava um punhado daqueles cabelos em minha mão e puxava a cabeça dele para trás, ouvindo aquele gemidinho de surpresa, que só fez meu cacete ficar mais duro pressionado contra a bunda farta do homem. — Perdoa meus pecados oh Deus... — ditei, enquanto passava a mão livre pela lateral do corpo dele, e por baixo da camisa, tocando diretamente a pele macia que o moreno tinha. Quando ele repetiu, totalmente ofegante, levei a mão até suas costas e forcei na cama, esfregando meu pau naquela bunda que já estava me deixando louco. — Perdoe os pecados do meu passado, do meu presente e do meu futuro. — continuei, agora descendo minhas duas mãos e abaixando a calça dele junto com a cueca, e acariciando aquela bunda deliciosa, passando dois dedos entre as bandas fartas e voltando a puxar os cabelos dele logo depois. Eu podia sentir a surpresa e o choque fazendo o corpo dele estremecer, mas nem hesitei, nem ensaiei parar, apenas continuei ditando a oração. — Perdoa-me pelo que eu não posso mudar, e ajude-me a corrigir o que posso... — minha voz ecoava pelas paredes de pedra quando endireitei meu corpo e comecei a tirar a batina com pressa, exibindo rapidamente meu corpo nu. Meus músculos suados tinham seu desenho ainda mais acentuado pelo brilho fraco do lustre no teto, e meu caralho agora livre, tinha a cabeça vermelha inchada e também brilhante com o pré gozo que esfreguei brevemente no meio da bunda do rapaz.

Então, você pode me arrastar pelo inferno. E você pode me jogar às chamas. Eu te seguirei, eu te seguirei

Àquela altura eu já tinha me condenado a minha própria luxúria, mas a culpa não era dele, era toda e completamente minha. — Perdoa-me pelos pecados da minha alma...e pelos pecados do meu corpo. — eu fazia ele repetir, com a voz baixa, mas eu podia sentir o tesão começando a se manifestar de forma mais bruta. Foi quando curvei totalmente o corpo sobre o dele, e puxei seus cabelos, aproximando meus lábios da orelha de James e mordendo o lóbulo da mesma, enquanto puxava um de seus braços para trás. — Meus segredos são pecados sussurrados, que se dissipam como o som... — continuei, lambendo o pescoço do rapaz enquanto novamente erguia meu corpo e puxava o dele para se ajoelhar na cama, fazendo-o repetir agora enquanto eu tirava sua roupa. — Me torne limpo pelo seu perdão...Amém! — sussurrei essa última palavra novamente no ouvido dele, enquanto subia minha mão pelo corpo do moreno com luxúria. Levei meus dedos até a boca, ainda “prendendo” o corpo dele colado ao meu, e chupei o indicador e o polegar, levando-os até um dos mamilos durinhos dele, e comecei a acariciar, torcer e puxar bem de leve, provocando gemidos deliciosos. Eu estava louco, queria muito possuí-lo, então o joguei na cama de volta, apoiando uma das mãos bem na região da lombar do penitente, forçando-a para baixo e o obrigando a empinar aquela bunda grande para mim. Um gemido escapou da minha garganta e arfei algumas vezes apenas com aquela visão, então curvei o corpo e abri bem a bunda do ex sargento. Estiquei minha língua e comecei a lamber o cuzinho dele, que piscava furiosamente pra mim, eu sabia que ele queria o meu pau arrombando aquelas preguinhas rosadas, então fechei meus olhos e chupei, lambi, babei generosamente naquele cuzinho, lambi e abocanhei as bolas dele e até acariciei um pouco seu pau que já estava duro, antes de ficar novamente ereto e ir encaixando meu caralho naquele anelzinho apertado e forçando, sentindo-o ser esmagado pelo interior quente e extremamente delicioso de James. — A-AAAAAH JAMES... — chamei seu nome, minha boca aberta, minhas bochechas ficando vermelhas do prazer insano que tomava todo o meu corpo naquele momento em que agarrei os quadris dele e comecei a meter com força, sentindo as paredes dele receberem minhas estocadas fortes, e quase esquecendo de respirar ao quase tirar o pau daquele cuzinho que se contraía para mim. Ele gemia muito alto e sem parar, estava com a cabeça no colchão, o rosto virado e a boquinha aberta. Sua expressão indicava um misto de prazer e dor que me fazia ir à loucura. Mas eu o cheguei um pouco mais pra cima, fazendo-o ficar com as pernas bem juntas, e comecei a meter ainda mais forte e mais rápido. Eu o vi morder o lençol com força enquanto eu fodia aquele cuzinho, mas simplesmente não conseguia parar, queria saciar minha sede mas parecia que só aumentava a cada estocada. Os sons que pareciam palmas do meu quadril batendo contra a bunda dele me excitavam ainda mais. Depois de mais algumas, em que puxei os cabelos do moreno e ataquei seu pescoço branquinho, chupando e lambendo-o, me retirei de dentro dele e o virei de frente, queria olhar naqueles olhos lindos. Quando meti de novo, ele gemeu alto novamente, abrindo a boquinha e fechando os olhos com força. Ergui suas coxas e recomecei a mover os quadris para frente e para trás, gemendo e inclinando o corpo sobre o dele. O sargento começou a tocar uma punheta para si mesmo, enquanto eu acariciava seu rostinho e o olhava, sem precisar de palavras pra demonstrar o quanto eu estava entregue e o quanto naquele momento eu era dele tanto quanto ele estava sendo meu. Eu sentia ondas de calor e prazer extremo percorrerem meu corpo a cada bombada, e só queria comer mais e mais aquele homem maravilhoso. Ele gemia, e seu corpo se contorcia na cama, e a expressão em seu rosto era completamente deliciosa. Eu estava muitos anos sem sexo e senti meu pau começar a inchar e pulsar dentro daquele cuzinho, eu não demoraria muito a gozar, então novamente tirei e me deitei na cama, me recostando sobre os travesseiros. Não precisou de muito, ele sabia o que fazer. James se levantou e enquanto eu me ajeitava passou uma perna por cima de mim, e parecendo ter tanta vontade quanto eu, segurou com força a base do meu pau e encaixou, descendo meu devagar, e me fazendo gemer muito alto. Agora era a minha vez de me contorcer, apertar a cintura dele, acariciar e apertar sua bunda. Nossos gemidos se misturavam ao som molhado do meu pau saindo e entrando do cuzinho dele enquanto ele quicava. As mãos do sargento estavam no meu peito suado, e ele subia e descia rebolando, gemendo, se perdendo no próprio prazer assim como fazia comigo. Os cabelos se movendo acompanhando seus movimentos, a boca aberta e as bochechas vermelhas. Eu sentia um prazer absurdo naquilo. Ergui meu corpo, levei as duas mãos até o rosto dele e acariciei, olhando em seus olhos enquanto movia meus quadris contra o corpo dele, e mesmo com os gemidos e sons obscenos, eu vi o céu, e o trouxe para mim, beijando seus lábios, sugando e mordendo, chupando a língua quente e doce do moreno, entrelaçando a minha e conduzindo o beijo até ter que me soltar abruptamente, os dois sem fôlego. Eu o virei mais uma vez o o coloquei novamente virado de frente, as coxas bem erguidas, e recomecei a socar naquele cuzinho delicioso. Gemíamos alto e eu olhava para baixo, vendo meu pau entrar e sair bem molhado do cuzinho dele, e eu agora assumia a punheta, no mesmo ritmo frenético em que meus quadris se chocavam com a bunda já vermelhinha de James. Eu senti o corpo dele todo estremecer e com um gemido alto, ele finalmente gozou, melando a minha mão e a própria barriga. Eu fechei os olhos com força e abri a boca, gemendo alto com a forma como ele comprimiu o cuzinho tão forte incoscientemente, e acabei gozando junto. Me afastei um pouco, olhando para aquele buraquinho que se fechava enquanto escorria um pouco da minha porra quentinha, e então sorri, me deitando ao lado dele e o trazendo pra junto de mim. Abracei aquele corpo e o trouxe para se deitar com a cabeça em meu peito.

— Eu me sinto mais perto do céu agora... — ele disse, e eu fechei os olhos, aninhando os nossos corpos, e acariciando aqueles cabelos cheirosos. — E eu sinto que ele está me abraçando nesse momento. — aquilo era parcialmente verdade, se eu só pensasse nas minhas sensações e não crenças religiosas.

— O pecado está comigo e eu o arrastei para isso, não é, padre? — abri os olhos para encarar aquele olhar doce quando ouvi essa pergunta tão fofa, mas apenas neguei com a cabeça e sorri, acariciando o rosto dele e tomando seus lábios em um beijo longo, demorado e completamente apaixonado.

— Meu nome é Steve. — e era assim que eu seria chamado a partir de agora. Era o amor humano, o amor dele que eu escolhia e que queria carregar para o resto da eternidade.

Então, você pode me arrastar pelo inferno. E você pode me jogar às chamas. Eu te seguirei, eu te seguirei

Notas finais
Eu não estou muito acostumada com o formato oneshot então acabo achando que tem informações desnecessárias e outras necessárias ficam "espremidas", mas eu espero que gostem, se acharem boa comentem, se não, critiquem para que eu possa melhorar, e obrigada a todos que lerem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!