If You Want Me, Baby Show Me!
29 I\'m gonna love you like I\'ve never been broken
Notas iniciais
GENTE esse capítulo é tipo CARALHOOOOO
UHEUEHUEHUEHEUHEUHEUH
Não me batem! Ok?! OK!
Boa leitura ;D
Paula puxava James pelas mãos para fora de seu quarto, davam risadinhas abafadas para não acordar as crianças, James grudou seu quadril com o de Paula e fez uma trilha de beijos do pescoço até perto da orelha dela.
– Parecemos dois adolescentes fugindo dos pais no meio da madrugada. – Ambos riram e Paula deu um jeito de esquiva-se de James, puxando-o o mais rápido para cozinha, mas James era mais forte e logo seus corpos estavam grudados novamente.
– Calma! – Sussurrou Paula, livrando-se de James que ria. – Correr o risco de sermos pegos pelos nossos filhos, torna tudo mais excitante. – Ela piscou e ficou na ponta dos pés para passar em frente o quarto dos filhos, pediu para James ficar em silêncio.
Foi calmamente até a porta de Owen, não se ouvia absolutamente nada. James agarrou Paula e deu um beijo de tirar o fôlego, mas ela percebeu algo que James nem imagina, vinha do quarto da Demetria. Um choro abafado pelas paredes, Paula dessa vez foi mais rápida e livrou-se de James, indo até a porta do quarto da filha. James fez o mesmo e ambos escutaram o choro, bateram na porta imediatamente e alguns segundos depois Demi abriu a porta tentando disfarçar seus olhos vermelhos e as lagrimas que percorriam seu rosto.
– Mãe, Pai? – Ela se assustou e enxugou rapidamente suas lágrimas, com os movimentos dos braços os olhos de Paula percorreram todo o caminho dos braços de Demi, dês dos ombros até o pulso, ela parou no pulso. Demi percebendo o olhar puxou a manga rapidamente.
– Você está bem querida? – James olhou a filha.
– Sim. – Ela abriu um sorriso, falso, mas que James e Paula deixaram para lá.
Demi fechou a porta e Paula se virou, indo para o quarto. James logo foi atrás dela juntando seus corpos, ele ainda estava com desejo, mas Paula não. Depois de ver aquilo em Demi ela ficou atordoada.
– Tem algo de errado com a Demetria. – Paula olhou James assim que entraram no quarto, seu olhar estava preocupado e distantes, fixos na cena que acabara de ver. Sangue, sangue nos pulsos de sua filha.
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Três meses depois, Letícia havia acabado as filmagens na Nova Zelândia, estava arrumando as coisas para voltar para casa.
Kendall não sabia ao certo que dia sua esposa voltava, estava sozinho em casa, John não saía da casa da Lily. Kendall olhou o relógio era quase meio dia, resolveu ir almoçar no restaurante perto de sua casa, foi andando mesmo , era o restaurante que ele almoçou nos últimos meses, sentou-se na mesma mesa perto da rua de sempre, a garçonete que sempre lhe atendia já sabia qual era seu pedido de hoje, enquanto a comida não chegava Kendall começou a mexer em seu celular, olhando as ultimas mensagens, coisas bobas, até ser interrompido por uma voz que ele conhecia.
– Kendall? – Ele levantou o olhar e teve a confirmação de quem era.
– Margareth? – Ele sorriu, mas ficou assustado como se visse um fantasma. Margareth foi sua namorada antes da fama, antes de Letícia, uma namorada de muito tempo.
– Uau! – Ela sorriu e estendeu a mão para Kendall. – Quanto tempo!
– Para mais de vinte anos. – Ele sorriu e cumprimentou a moça loira, ele fez um gesto para mulher sentar e ela sentou-se na sua frente.
Começaram a conversar sobre esse tempo que não se viam o que cada um fazia e a onde suas vidas foram parar. Acabaram almoçando juntos, tinham muitas histórias para contar. Após terminarem o almoço foram para casa de Kendall caminhando e conversando, pararam na frente de casa.
– Bom, cheguei. – Kendall riu.
– Bela casa. – Margareth deu uma olhada ao redor e aproveitou que ele estava distraído e se aproximou aos poucos. – Foi bom te encontrar novamente…
Letícia estava no táxi próximo a sua casa, a saudade já apertava no peito. Finalmente ela veria Kendall, o beijaria, sentiria seu perfume, seu gosto… Só de pensar nisso Letícia desejou que o taxista fosse mais rápido, ela olhava para as ruas e parecia que não chegava mais, finalmente quando o táxi virou a esquina ela pode ver ao longe sua casa e na frente dela havia uma pessoa parada, só poderia ser Kendall. Um sorriso brotou em seu rosto, ela estava a poucos minutos de sua casa. Quando o táxi parou exatamente na frente de casa, o sorriso de Letícia simplesmente sumiu, e seus olhos ficaram gravados na cena que ela jamais desejaria ver: Kendall beijando outra mulher.
– Kendall? – Ela saiu do táxi e olhou para os dois, ficou mais decepcionada quando viu a mulher que ele beijava. Sua ex-namorada.
– Letícia! Eu não! EU NÃO BEIJEI ELA! – Kendall olhou Margareth fazer careta e depois olhou Letícia, antes que pudesse falar mais alguma coisa, Letícia pediu para o motorista levar suas malas para dentro de casa. – Amor me escuta!
Kendall foi andando atrás de Letícia, chamava, falava se desculpava, mas ela apenas andava guardando suas coisas nos lugares certos e pegando as roupas do Kendall e colocando em uma mala. Quanto mais Kendall falava, mais ela o ignorava. Kendall queria que ela brigasse com ele, batesse nele, xingasse ele, mas nada fazia. Ter o silêncio como resposta era pior que quebrarem pratos e a casa toda. Ele perseguia Letícia como uma barata tonta, olhando suas coisas serem jogadas para o fundo de uma mala, e enquanto ela colocava, ele tirava.
– Me escuta Letícia! – Kendall pegou os pulsos dela e agarrou com força. – Eu fui almoçar, encontrei com ela, almoçamos juntos nisso eu assumo a culpa. Mas JAMAIS a beijaria!
Letícia puxou seu braço das mãos dele e se virou, indo para o closet e pegando as camisas sociais que estavam nos cabides, logo ela jogou na bolsa e a fechou. Kendall a encarava e pela primeira vez os olhos dela se encontraram com os dele.
– Me escuta! – Ele implorava.
– Vai embora. – Disse ela, sem demonstrar emoção nenhuma. Mas algumas gotas de lágrimas escapavam.
– Não! – Kendall agarrou os ombros de Letícia e procurava os olhos dela.
– Vai. – Ela tirou as mãos dele de seus ombros e o encarou. – É o melhor!
– MAS EU NÃO A BEIJEI! – Ele explodiu, já com lágrimas nos olhos.
– NÃO FOI SÓ PELO FATO DE VOCÊ BEIJAR OU NÃO ELA KENDALL! – Letícia também explodiu, agora deixou todas as suas emoções aflorarem. – ELA É SUA EX-NAMORADA! VOCÊS NAMORARAM POR 4 ANOS! ISSO É TEMPO DEMAIS! E FEZ ISSO QUANDO EU ESTAVA LONGE?! O QUE, ESTAVA CARENTE É ISSO? – Ela tremia e as lágrimas saiam de ambos os lados, Letícia encostou-se à parede e Kendall correu para pegar sua mão.
– Eu não posso, não posso sair daqui! – Ele pegou a mão dela e aproximou dos lábios. – Eu estou com saudades suas! Eu, eu não vou dormir mais a noite longe de você! EU PRECISO DE VOCÊ LETÍCIA E NÃO ME MANDE IR EMBORA POR UMA BOBAGEM QUE NEM FUI EU QUE FIZ! ACREDITA EM MIM PORRA! – Kendall estava vermelho, estava explodindo em lágrimas, Letícia tirou delicadamente suas mãos das dele, e a primeira reação dele foi agachar-se. Abraçou os quadris de Letícia e apoiou a cabeça em sua barriga, molhando toda a camiseta fina que Letícia usava. – Eu te amo Letícia! Eu não vivo sem você! – Sua resposta foi um choro alto e descontrolado assim como o dele.
– Vai. – Ela se livrou de Kendall e foi para o quarto de John, trancando a porta.
Kendall não viu outra saída a não ser pegar suas malas e ir embora.
–-
Isa desligou o telefone, acabara de conversar com Letícia, a coisa estavam feias para Kendall. Olhou o relógio e já eram 17h, se preocupou pelas crianças que não estavam em casa, mas resolveu não ligar. Pegou um pedaço de pizza que tinha em cima do balcão, mas deixou em cima do mesmo assim que ouviu a campainha tocar.
– Esqueceram as chaves? – Ela riu, abrindo a porta. Mas se assustou ao ver quem era do outro lado. – Logan?
– Oi. – Ele abriu um pequeno sorriso e passou as mãos na nuca, um gesto que ele fazia sempre que estava envergonhado. – Posso entrar?
– Claro! – Isabella apontou com as mãos o sofá para Logan se sentar e fechou a porta sentando-se na frente dele.
– Podemos conversar? – Ele olhou para o chão, mexendo os dedos impaciente.
– Fale.
– Eu… Eu não consigo… não consigo mais ficar longe. – Ele suspirou, parecia que ia se desmanchar em suor, então fechou os olhos e suspirou fundo, liberando tudo o que tinha para falar. – Não consigo ficar longe da minha família! De você, do Harry e da Taylor! Vocês são o motivo de minha existência! E esse ano que estamos separados eu não acho mais motivos para levantar da cama! Não tenho mais vontade de sorrir, de sair. Vocês me davam vontade, principalmente você, Isabella. – Ele se levantou, e ajoelhou na frente de Isa, pegando suas mãos. – Eu te amo, Isabella. Esse amor não morreu e nunca vai morrer, meu sentimento por você será eterno. E a quero de volta, eu quero minha família de volta! Sei que milhões de palavras não vão reparar o meu erro. Mas eu quero mais uma oportunidade.
Logan olhou no fundo dos olhos de Isa, e aquele garoto que Isa ama estava ali presente, parece que a figura do homem responsável sem tempo para família havia sumido, o brilho no olhar daquele garotinho que voltou de uma situação horrível estava ali, mas por um momento ela se lembrou de tudo que Logan a fez passar, de quantos aniversários de casamento, da Taylor e do Harry ele deixou de estar presente, de quantas noites ele ligava dizendo que voltaria tal dia para casa e quando chegava esse dia ela não voltava, de quantas vezes Logan não ligou, nem procurou Isa quando chegava de uma viagem, e de quantas vezes ele foi frio com ela. Ela sabia que ele não mudaria tão facilmente.
– Não é assim tão fácil! – Ela se levantou, se livrando das mãos de Logan.
– É sim! – Ele também se levantou.
– NÃO LOGAN! – Ela fechou as mãos em punhos e virou para encarar Logan. – AMOR NÃO É MAIS O SUFICIENTE! Na primeira oportunidade que tiver, vai largar a família! Desligar o telefone e nem ligar para os filhos e esposa que estão EM CASA PREOCUPADOS COM VOCÊ! – Isabella já não se controlava mais, fechou as mãos em punhos para tentar controlar a raiva.
– ATÉ PARECE QUE SÓ EU QUE FAÇO ISSO! VOCÊ TAMBÉM DEIXOU DE CUMPRIR COM SEUS DEVERES DE MÃE! – Logan olhou com tom de desafio para Isabella, que imediatamente levantou a mão e a fez ir com velocidade para o rosto de Logan, mas antes de bater ele consegue agarrar os pulsos de Isa. Encararam-se por alguns segundos e finalmente os lábios de Logan estavam no dela.
Ela quis resistir, mas a saudade do corpo, da boca e do cheiro de Logan era maior que a força de vontade dela e então se entregou ao desejo. Ela resolveu matar as saudades. Os dedos finos dela percorriam os cabelos de Logan, dando leves puxões. Suas línguas estavam famintas chamando uma pela a outra. As costas de Isa foram com força para a parede e as pernas delas estavam ao redor do quadril de Logan.
– As crianças? – Ela falou sem fôlego, enquanto Logan beijava apressadamente o pescoço dela.
– Na casa do James. – Disse, voltando os beijos para os lábios que se separaram para passagem das blusas.
Isa e Logan estavam famintos, loucos um pelo outro, como há tempos não estavam. O sexo deles acabou sendo sem prazer, sem emoção, faziam por fazer, às vezes Logan não sentia tesão ou Isabella, mas faziam para deixar o parceiro feliz. Mas parecia que isso os deixavam mais desgastados que nunca. Mas hoje, hoje está diferente. Logan estava louco para literalmente devorar Isabella e ela, nunca esteve mais excitada. Logan se virou, colocando Isabella no sofá, apoiou uma de suas mãos no braço do sofá enquanto com a outra lutava para puxar o shorts de malha que Isabella usava.
– Eu te amo. – Sussurrou Logan, que foi surpreendido por um tapa na cara.
– Não fala! – Isa ordenou, se livrando do seu shorts e da calça de Logan, agarrou-se a ele quando viu que estava levantando. Logo Logan se deitou em cima de Isabella, estavam na cama deles.
– Saudades de deitar nessa cama. – Ele falou no ouvido de Isa e recebeu outro tapa, olhou com os olhos arregalados para ela e viu que um sorriso sacana estava formado em seus lábios. Logo Isa agarrou o maxilar de Logan, virando por cima dele e o encarando.
– Não fala! Não mande! Sou eu que mando hoje. – Isa sorriu maliciosamente e deslizou a mão pelo peitoral de Logan, arranhando-os com força.
Isso deixou Logan cada vez mais excitado, cada vez mais louco e apaixonado por Isa. Ela nunca fora assim nas outras relações sexuais e estava amando. Apesar da “idade avançada” Isa comprovava que ainda sabia como fazer um “sexo selvagem”. Isa examinou o corpo de Logan, apesar de ter seus quarenta e tantos anos, estava mais em forma e mais firme do que a 20 anos atrás, ela arqueou uma de suas sobrancelhas e sorriu maliciosamente, pegando o lençol branco no qual acostumava se tampar e rasgou com dificuldade em três pedaços, pegou dois e amarrou as mãos do Logan, quando Logan estava bem amarrado ela o despiu completamente o que não foi muito difícil pois ele estava apenas de cueca Box preta. Ela foi torturando ele, passando a língua perto de sua virilha, e subindo até o pescoço, dando leves mordidinhas no lóbulo de sua orelha, isso tudo fazia Logan arrepiar. Isa se sentou na barriga dele e colocou o terceiro pedaço de pano ao redor do pescoço, escondendo seus seios descobertos. O beijou novamente e suas mãos desceram até o membro de Logan, Isa agarrou com força e escutou um pequeno gemido escapar dos lábios dele, ela sorriu, então começou com leves movimentos no membro de Logan, que a parou de beijar assim que não se aguentava mais de prazer, e quanto mais ele gemia, mais tapa na cara e arranhões ele levava. Isso só excitava cada vez mais os dois. Quando Logan estava louco, Isa amarrou a outra tira de pano na boca dele o impedindo de gemer. Ela jogou os cabelos para trás, deixando seu maravilhoso corpo totalmente a amostra para Logan, como ele queria tocar aquele corpo, mas estava amarrado na cabeceira da cama.
Isa começou a dar chupões em todo o peitoral de Logan, arranhando os braços e barriga dele, que tentava ao máximo proferir algum som através daquele pano amarrado em sua boca. Isa se levantou, tirando delicadamente sua pequena calcinha vermelha. Logan estava louco para pular em cima dela, ela subiu na cama engatinhando e com uma cara feroz, passou a língua pelos próprios lábios e foi sentando devagar pelo membro de Logan, que fechou os olhos e apertou as mãos, tentando se livrar. Isabella começou com leves movimentos de vai e vem, apoiou as duas mãos em cima do peitoral já avermelhado de Logan, aumentando seus movimentos. Os gemidos altos de Isabella era a única coisa que se ouvia no quarto. Logan tentava se livrar, gritar ou qualquer coisa, mas aqueles panos lhe impediam, a única coisa que ele poderia fazer era sentir prazer. Finalmente chegou o orgasmo para ambos e Isabella liberou Logan das amarraras, sua boca e pulsos estavam doloridos e avermelhados, mas isso não impediu Logan de abraçar Isabella e trazê-la junto ao seu corpo, distribuindo delicados beijos pelos ombros e nuca.
– Eu amo você. – Foi a ultima coisa que Isa ouviu antes de pegar no sono.
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Carlos e Ttai estavam no sofá, ao lado de John e Lily, havia catálogos, folders, calendários e álbuns de fotos espalhados sobre o sofá e mesa de centro. Os mais velhos estavam ajudando os mais novos a preparar um grandioso casamento.
– Eu quero lilás com branco. – Lily mostrou a foto da decoração que achou no meio da revista de noivas.
– Lilás, sério? – John fez uma careta.
– Quer rosa por acaso? – Lily as vezes era meio mandona e queria as coisas do jeito dela.
– Ok, Lilás! – Disse John dando-se por rendido, dando um beijo na bochecha de Lily.
Conversa vai, conversa vem. Não decidiram quase nada, Lily se levantou e foi na cozinha para pegar um copo d’água, justamente na hora que a campainha tocou.
– Pode deixar que eu atendo. – Ela gritou, colocou o copo em cima da mesa e se dirigiu a porta. Ao abri-la encontrou uma moça de estrutura mediana, com cabelos pretos e afeições delicadas.
– Poderia me chamar a Lily Rose, por favor? – Falou com a voz tremida.
– Sou eu. – Imediatamente a mulher avançou para cima de Lily, a envolvendo em um grande abraço. – Desculpa, mas quem é você?
– Sua mãe.
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