Notas iniciais
Sayori irá começar a sua primeira aula na universidade de Uhimau, será que Sayori irá fazer novos amigos? Então leia a seguir...

Se você está lendo isso, eu morri...

Haha, eu sempre quis falar isso.

Olá! Meu nome é Sayori, eu estou com os meus 19 anos, enfrentando as aulas de psiquiatria na minha universidade, eu apenas estou escrevendo esse diario para um projeto, para que caso eu tenha algum problema de memória, eu me lembre. Bom vamos começar...

Um alarme desperta Sayori...

"Uhh, uh?..."

"DROGA!!!" — disse Sayori, levantando de sua cama as pressas, ela tinha esquecido o horário de sua aula que agora, chegara uma hora atrassada.

Sayori, uma mulher de cabelos loiros naturais, seu rosto era meigo, ela tem um sorriso alegre, e olhos verdes penetrantes, as suas roupas... bom. Ela estava colocando seu moletom e calça rapidamente, como se fosse quebrar algum recorde. Ela nem pensa em conferir seus materiais e pega sua mochila e sai pela porta, trancando o mais rápido o possível. Estava descendo as escadas, desviando das pessoas que estavam em seu caminho, ela estava correndo como se estivesse em uma maratona, indo em direção a sala, esbarrando nas pessoas e pedindo desculpa.

"LIÇENSA!" -disse Sayori, abrindo a porta rapidamente e sentando em seu lugar.

"Chegando atrassada novamente? Sayori, o que você tanto faz para te fazer chegar atrassada? Está com algum problema? — disse o seu professor, escrevendo a matéria na lousa.

"Não, não, meu alar..."

"Sim,sim, seu alarme estava atrasado, da proxima vez, compre um galo se precisar."

A sala toda da risos, e Sayori vai tirando seu caderno e caneta de sua mochila, escrevendo tudo o que estava escrito, sem pensar no que estava escrito, com a sua letra de 1° ano. Todo mundo estava quieto, prestando atenção na explicação da matéria que o professor estava dando, até que Hirako entra na sala, sem falar nada e sentando em sua carteira, o professor sem disser nada, continuou a explicar. Hirako tinha a cara de um estudande de 8° ano, seu cabelo era preto, sua franja cobria seu olhos, que eram castanhos, ele tinha um olhar frio, que chamou a atenção de Sayori.

"Puxa Hirako, por que já não dá um soco na cara dele? Haha, até ele tem medo de você." — disse Costantina, tambem era aluna, esnobe e arrogante.

"Nahh, ele é idoso, eu não vou ir para cadeia por ter batido nele."

"Hahahaha" — a risada dela era tão falsa que ela parou logo quando ele olhou para ela.

Hirako nem se preocupa em tirar os cadernos, copiar a matéria ou qualquer outra coisa, ele só tava alie por causa de seus pais. Ele só ficava alie com a sua mão no queixo, entediado. Sayori, olhando pelo canto de seu olho, observava ele, e a cada expressão que ele fazia el...

"Você ta bem? Sayori!?"-disse Yuri, o seu colega de quarto.

"To sim, estava moscando, você sabe como é, essa aula é um tédio."

"Sim, é verdade haha, tem algum plano para hoje á noite? Se não tiver, vamos continuar assistindo o filme que a gente mal começou?"

"Pode ser." — Sayori disse com um ar de desanimo, e não era a toa, Yuri era fanático a filmes de romance, o que não era a praia de Sayori.

O alarme toca...

Todos os alunos, guardam os seus materiais e saem pela porta, o professor estava gritando: "Revisem a matéria!, eu vou fazer prova oral amanhã!", todos os alunos se reunem no campo da universidade, sentavam na grama e conversavam, estudavam, etc...

Sayori estava sentada sozinha, lendo o seu livro de fantasia, todo mundo estava conversando, ela estava tentando prestar atenção em seu livro, mais as conversas ao seu lado pareciam mais interessantes, cada coisa que os alunos falavam ela estava ouvindo, até mesmo, a conversa de Hirako e sua turminha de populares.

"Pois é, quando eu pulei aquela cerca, eu quase cai de joelhos no concreto haha" — disse Francisco, ele provavelmente tem menos de 18 anos, ele tem um cabelo azul, com as pontas rosa.

"Eu disse que você deveria pichar mais rapido, por isso que a gente quase não leva você, não é a toa que você não tem coragem de roubar uns cigarros, é serio, qual o problema? Eles tem um estoque gigantesco, alem de que o caixa tambem rouba." — disse Nea, era outra menina rebelde, ela tinha o cabelo roxo, a sua blusa estava suja de piche.

"É por causa que se caso eu for pego, vocês me deixam para trás, eu não sou burro."

"Sei, sei, não confia na gente?"

"Confio, só que..."

"Então você irá vir com a gente novamente hoje, eu, você e o Hirako."

"Eu não vou ir" — disse Hirako, comendo uma maçã.

"Ahhh, Hirako? Por que?"

"Hmmm, acabou enjoando, apenas pichamos e saímos correndo, por que a gente não faz algo mais divertido?"

"Tipo???"

"Talvez explorar um lugar abandonado? Ou sei lá, talvez até invadir algum lugar."

"Uau, você é um gênio, que tal o hospicio do municipio? Tem varias drogas vencidas lá, alem de fanstasmas e tudo mais!."

"Pode ser..."

Sayori estava tão focada na conversa que mal se da conta de que o alarme já tinha tocado, e só tava ela e o grupo de Hirako no campo, ela se levantou e saiu andando rapidamente, Hirako percebeu ela, e a encara, e ela foi saindo corada, porque foi a primeira vez que ele percebeu sua existencia. Ela pensou que a aula que ela teria agora, seria revisão, e a preguiça bateu na hora, ela não queria saber, e foi para o seu quarto, jogou a sua mochila em sua cama, e pegou seu celular e começou a assistir vídeos no YouTube. Ela ficou a tarde toda assistindo, até que...

"Sayori!!!" -disse Yuri, abrindo a porta com a sua chave.

"O que? Eu estava cansada."

"Poderia apenas avisar? Meu deus, fiquei preocupado!"

Sayori pensou em tantas coisas agora, e uma delas foi mandar ele tomar no meio daquele lugar, ele chegou sentando em sua cama, ligando a TV.

"Vamos assistir?"

"Nahh, eu vou ficar aqui no meu celular mesmo, eu não to afim de assistir filme não."

Yuri entrou na netflix e começou assistir o seu romance cliche, e Sayori continuou em seu celular até as 04:00 da manhã.

Ela virou a noite no celular, coisa bem normal, só que ela já tinha feito isso na noite passada tambem, ela estava se formando em psiquiatria, e sabia que aquilo não era saudavel, e não tava nem ai, ela sentiu uma sede na hora, e como nos quartos de campos não existe cozinha, nem nada do tipo, teve que ir buscar lá no campos, onde havia uma maquina de refrigerantes, ela desceu as escadas exausta, destrancou a porta com o seu cartão de acesso e comprou uma fanta uva, ela bebeu e voltou para o seu quarto, mais enquanto ela ainda estava no campos...

"Hahahaha!"

"Meu deus, é serio que você fez isso? Era apenas para você fazer graça na maca, mais dai você começou a..." — disse Nea

"Shhh, aquele cabeça de pentelho pode estar fazendo ronda para cá" — disse Francisco

"Não, ele deve estar assistindo aquele porno gay dele, é serio."

"Ta com o seu cartão ai? Hirako?

"Não." — disse Hirako

"Bom, como eu ia dissendo, você nem colocou cami..." — disse Nea.

"O que vocês estão fazendo ai? Parados!" -disse o guarda da universidade.

"Não precisa exagerar, você não é policial." -disse Nea

"Eu disse parados!" Ele apontava o seu taser tremendo para os três...

"Tá,tá, eu sei o que você quer, quer uma porrada no meio da boca né? Vai lá Franscisco."

"Humm? Olha aqui menina, eu não..."

"Vai lá franscisco, você é bi, não é?

"Oxi!, até parece que eu vou bater nele!..."

Hirako da um soco na cara do guarda, pegando o seu tazer e mirando para ele.

"Olocoo!!!, Hirako, isso até me deixou excitada!" -disse Nea

O guarda estava chorando, fazendo um drama que parecia uma criança.

"Ei, quer que eu não te bata novamente?" -disse Hirako

"U..uh... uhum." -disse o Guarda

"Então, finja que nada aconteceu, e sobre essa cavidade na sua cabeça, fala que você caiu da cadeira onde você se masturba vendo as cameras de segurança." — Hirako joga o tazer nele, os três sairam andando e rindo, obviamente por aquele momente que nunca irão esquecer.

Sayori estava observando, e foi para a porta para abrir ela, até que.

"Você viu tudo, né?" — disse Hirako.

Fim de Capítulo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.