Notas iniciais
Deus abençoe os finais de semana que dá pra escrever assim eim!!!

Martha entrou no carro de Richard e acariciou os cabelos da pequena, que estava completamente adormecida.

—Hoje vocês conseguiram cansar ela... -Kate sorriu. -Martha, quer que eu vá ai? Pode sentar na frente.

—Não querida... vou aqui mesmo.

—Sobrou para a detetive ir do meu ladinho... -Rick riu e abriu a porta do carona para a mulher.

—Oh, que sacrifício que eu vou precisar fazer. -Kate riu e entrou no carro.

Rick fechou a porta e deu a volta, entrando do lado do motorista, fitou a pequena adormecida no banco traseiro e sorriu, dando partida em seguida.

—O dia foi ótimo! Eu adorei a companhia de vocês. -Martha sorriu.

—E nós adoramos a de vocês! caso contrário já estaríamos em casa, e provavelmente assistindo a pequena sereia pela décima vez. -Kate riu balançando a cabeça negativamente.

—Apesar da super lotação da sua exposição mamãe, o dia foi ótimo. -Rick disse e fitou a mulher ao seu lado e sorriu.

—Podemos marcar mais vezes viu! Richard querido, me deixe em casa primeiro, estou com uma dor de cabeça horrível.

—Tudo bem mamãe... tome os seus remédios e vê se não bebe hoje viu.

Castle estacionou o carro na frente da casa de sua mãe, saiu do carro abrindo a porta para a mulher e a abraçou.

—Kiddo... seus olhos brilham perto dessa mulher, não a perca por uma besteira do passado. -Martha sorriu e se despediu de Kate e entrou em seu prédio.

—Minha mãe é uma comédia. -Rick entrou no carro novamente e fitou Kate. -Frio?

—Um pouco... o tempo esfriou. -A detetive sorriu e esfregou suas mãos na tentativa de aquecê-las.

Castle esticou seu braço até o banco traseiro, alcançou seu casaco e o colocou sobre a mulher.

—Pronto... pessoa que traz o casaco da filha e esquece o dela.

—É... desde que ela nasceu, eu não sou mais prioridade. -Kate riu e fechou seus olhos.

—Preciso do seu endereço detetive...

—Hum... na rua da padaria New Bread's... o prédio a direita... número 22.

—Certo, descansa. -Ele sorriu e deu partida no carro, vendo aos poucos Kate adormecer.

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—Hey... Kate... -Castle acariciou o rosto da mulher. -Nós já chegamos!

—Tio Rick... -JJ se sentou no banco e passou suas mãozinhas pelo rosto. -Onde a gente tá?

—Na sua casa pequena... mas a mamãe tá dormindo.

—Ah... mãe? -JJ balançou a mulher de leve.

—Acho que ela apagou mesmo... -Castle riu e tirou uma mecha dos cabelos da detetive que cobriam seu rosto.

—Então você carrega ela... e eu abro a porta. -JJ disse e sorriu.

—Será que ela não vai me prender por isso? Acho melhor a gente chamar ela de novo.

—Eu vou ser sua advogada... então, você carrega ela. -A pequena saiu do carro e abriu a porta da mãe, mexeu um pouco nos bolsos da calça dela e pegou um molho de chaves e mostrou para o professor. -Aqui...

—Certo, certo. -Rick saiu de seu carro e deu a volta, soltou o cinto da detetive e a pegou em seus braços. -Fecha a porta pra mim vai.

Johanna assentiu e fechou a porta do carro, os dois caminharam até a entrada do prédio e assim que liberaram a entada, eles subiram.

—Ela é pesada? -JJ perguntou observando a mãe.

—Não... -Rick riu. -Mas não é um bebê, então, dá um trabalhinho carregar ela.

—Sabia que as pessoas quando se casam, o marido carrega a esposa assim? Mas ai ela fica acordada.

—É... eu sei. -Ele riu, ainda tentava se acostumar com as colocações absolutamente corretas daquela criança.

Logo o elevador chegou ao andar e JJ saiu primeiro correndo até a porta de seu apartamento e a abrindo.

—Pronto... e ela não acordou mesmo...

—Ela está muito cansada, pequena. Vou colocá-la na cama...

—Vem... -JJ caminhou até o quarto da mãe e apontou para a cama, eu vou trocar o meu pijama, e venho aqui.

Rick assentiu e viu a pequena sair correndo. Observou o quarto da detetive, era a cara dela, uma decoração minimalista tornava o lugar aconchegante e prático, fotos de JJ tomavam grande parte do cômodo e alguns desenhos também. Ele sorriu, tinha a impressão que nunca conheceria completamente aquela mulher, avistou uma foto, duas mulheres lindas, uma delas ele reconhecia pelo sorriso, e a outra ele arriscaria ser a mãe da detetive, a semelhança era incrível.

"Te amo com todo meu amor... Johanna ♥"

A caligrafia bonita tomava a parte de baixo da fotografia.

Rick observou o semblante cansado da mulher em seus braços e tentou imaginar quanta coisa ela ainda guardava dentro do peito, será que ela chorava? Será que a pose durona era presente a todo momento? Tudo o que ele queria era descobrir. Colocou-a devagar na cama e foi até os pés da mulher, tirou cuidadosamente as botas que ela usava e as colocou ao lado.

—Pronto... olha meu pijama do Olaf... -JJ sorriu.

—Olha, mas é linda mesmo. Vem, vou te colocar na cama, e depois eu vou embora. -Ele pegou a menina no colo e a colocou deitada ao lado da mãe.

—Olha... essa é a minha chave tio... você pode trancar a porta com ela, e depois na escola você me entrega. -JJ estendeu o chaveiro cor de rosa ao professor e sorriu.

—Tudo bem... mas amanhã você avisa a sua mãe. -Rick sorriu e cobriu as duas, depositou um beijo na testa de JJ e em seguida fez o mesmo com Kate, respirando o mais fundo que pode, para guardar aquele cheiro até o próximo encontro. -Boa noite JJ...

—Tchau... -A pequena disse sonolenta.

—Boa noite detetive Katherine Beckett... sonhe comigo como eu ando sonhando com você. -Ele sorriu e se retirou do quarto e em seguida do apartamento.

Notas finais
♥ ♥