Notas iniciais
Oi, gente! Capítulo curtíssimo mesmo, mas não foi de propósito. A base dele estava muito maior e tinha momentos fofos entre Klaine, mas eu simplesmente não estava bem para desenvolvê-los e acabei os deixando para o próximo capítulo... espero que entendam... O próximo será bem romântico e tudo o mais... Queria agradecer ao meu amigo Leo, já que ele montou a base do capítulo 5 em diante dessa fic, a qual termina no 10! Boa leitura!

#6

Namorados, então?

– Kurt, não se faça. Depende de que? – Disse o moreno, andando pelo apartamento, logo sendo seguido por Kurt.

– Se você vai ter coragem de pedir ou não. – Disse Kurt desafiador.

Blaine nem pensou duas vezes. Ele simplesmente se ajoelhou e pegou a mão de Kurt, o olhando com todo o amor do mundo.

– Você aceita namorar comigo, senhor Hummel? – Os olhos de Kurt se tornaram dois corações ao ouvir aquilo.

Ele se ajoelhou de frente para Blaine e o abraçou forte, o apertando até demais.

– É claro que eu aceito. – Kurt disse alegre. – E nada vai nos separar.

– Nem nada nem ninguém. – Blaine puxou Kurt mais para perto e iniciou um beijo calmo.

Quando os dois pararam o beijo, continuaram com suas testas coladas, acariciando um ao outro apenas aproveitando a bela companhia.

[...]

Na noite seguinte Blaine foi convidado por Sebastian para um jantar de casais, sendo eles Kurt e Blaine e Sebastian e Nicolas. Os quatro combinaram de se encontrar em um restaurante no centro da cidade e foram para lá após seus trabalhos.

Kurt chegou com Blaine e o outro casal já estava no aguardo dos dois. Eles entraram juntos e foram até a recepção, avisando que os amigos já o esperavam. Sendo assim, eles foram guiados até a mesa, logo vendo o lindo casal que estava lá sentado.

Kurt observou bem os dois. Sebastian era um rapaz muito bonito, com cabelo castanho, olhos claros e um sorriso muito contagiante. Nicolas tinha os cabelos loiros e olhos esverdeados e estava com um grande sorriso no rosto.

– Oi, gente! – Blaine cumprimentou eles, que levantaram e cumprimentaram os dois. – An, esse é Kurt, meu namorado.

O sorriso do Hummel aumentou mais ainda ao ouvir Blaine o chamar de namorado. Ele não estava acostumado, mas estava adorando essa nova experiência.

– Kurt, esse é Sebastian, meu melhor amigo. – Blaine apontou para o castanho. – E esse é Nicolas, meu chefe?!

– Só chefe? – Ele se fez de magoado. – Sou noivo de Sebastian também.

– Bom, é um prazer te conhecer, Kurt. – Disse Sebastian e o castanho sorriu para ele. – Nós já fizemos os pedidos, espero que não se importem.

– Sem problemas. – Disse Blaine.

– Então, Kurt... – Começou Nicolas. — ... onde você trabalha?

– Eu trabalho em uma revista. Sou o editor chefe. – Kurt disse orgulhoso de seu trabalho.

– E se interessou por um mísero jornalista? – Perguntou Sebastian, levando um olhar repreensor de Blaine.

– Ele não é um simples jornalista. – Kurt disse envergonhado.

– Bom saber. – Blaine comentou rindo.

O jantar foi totalmente agradável, com direito a uma conversa tranquila, sem envolver problema algum, com eles falando apenas sobre assuntos confortáveis de se manter uma conversa.

Blaine ficava olhando para Kurt com um olhar de segundas intenções cada vez que a palavra "casamento" era citada durante a conversa.

– Já que estão falando tanto nesse casamento... – Começou Kurt, ignorando os olhares de Blaine. – ...quando será o grande dia?

– Questão de poucos meses. Apenas o suficiente para planejarmos tudo que é necessário. Vai ser em um salão de festas e, depois da “cerimônia”, vamos fazer uma festa mesmo. – Respondeu Nicolas.

– E nós queríamos que Blaine fosse nosso padrinho, aumentando o convite agora para incluir você, Kurt. – Disse Sebastian, deixando Kurt sem palavras.

– Me incluir? Me sinto honrado. – Kurt disse sorrindo.

– Com uma condição. – Se pronunciou Blaine.

– O homem das condições. – Brincou Sebastian.

– Podemos cantar para vocês? – Blaine perguntou quase que implorando e sorriu grandemente ao ouvir o amigo sorrir e assentir. – Então está tudo certo. Que venha esse casamento, então.

O restante do jantar seguiu na calmaria e, após ele, Kurt e Blaine foram para o apartamento de Kurt, mas Blaine não ficou por lá, já que no dia seguinte precisaria acordar mais cedo que o normal para o trabalho.

Blaine se despediu de Kurt com um breve beijo e voltou ao carro, logo seguindo seu caminho com calma para casa.

Ele chegou e foi tomar um banho. Durante o tempo que ele ficou dentro do banheiro apenas Kurt vinha a sua mente.

O castanho era tão perfeito e conseguia fazer Blaine ficar cada vez mais apaixonado. Como isso era possível? Blaine não saberia dizer, ele só sabia que o amor dele aumentava cada segundo mais.

Após o banho Blaine deitou em sua cama e pegou seu computador para fazer uma pesquisa.

Mas que pesquisa era essa?

Blaine pegou em um pen drive todos os arquivos sobre o ano que o irmão de Kurt nasceu e resolveu juntar todos os itens para ajudar o namorado.

Quanto mais ele pesquisava, mais percebia o fato de que ele e Kurt tinham todas as coincidências no mundo para serem irmãos.

Se calcular a data que a mãe de Kurt foi embora já grávida e contar os meses que davam até o bebe nascer, da exatamente no mês de Blaine.

Blaine nasceu na Califórnia, lugar para onde a mãe de Kurt supostamente fugiu.

O Anderson não tem pai.

Mas, o principal... Kurt tem os mesmos olhos da mãe de Blaine.

O moreno queria acreditar que eram apenas coincidências, mas ele tinha quase certeza de que não eram.

Não podiam existir tantas coincidências assim.

Aquele quebra-cabeça estava quase completo. Só precisava da peça final. E não é que o destino sempre ajuda quando queremos?

O celular de Blaine começou a tocar e ele viu no visor escrito "mãe".

"Oi, mãe!" – Disse ele.

"Oi, meu amor. Como você está?" – Ela perguntou do outro lado da linha.

"Bem. E você, mãe?" – Perguntou largando o computador de lado.

"Estou do lado de fora do apartamento do meu filho." – Ela disse soltando uma risada.

Blaine levantou-se e andou preguiçosamente até a porta, logo a abrindo e vendo sua mãe.

A mulher entrou e abraçou seu filho com uma enorme saudade no peito. O abraço foi retribuído, obviamente, já que Blaine também sentia a falta de sua mãe.

– Que saudade que eu estava. – Ela disse sorrindo para o filho.

Os dois se sentaram no sofá e um silêncio irritante se instalou entre eles, que nem pareciam mãe e filho naquele momento.

– O que anda fazendo, meu amor? – Ela perguntou carinhosa.

– Ah, estou trabalhando, terminei a faculdade, estou namorando e ajudando meu namorado a encontrar o irmão dele. Nada demais. – Blaine disse sem vontade.

Ele queria olhar nos olhos da mãe dele e perguntar se ela conhecia Kurt, mas ele sabia que ela desconversaria e falaria sobre outra coisa qualquer, sem dar importância alguma a ele.

– Namorando, uh? – Ela perguntou ainda sorrindo. – Posso saber o nome do sortudo?

–Kurt. – Ele disse e viu a mulher ficar nervosa, como se ele tivesse falado sobre um fantasma. – Kurt Hummel.

Insistiu nas palavras, mas obteve o silêncio como resposta.

– Mãe, eu posso te perguntar uma coisa? – Perguntou calmamente.

– Claro. – Ela disse ainda nervosa.

– Você tem outro filho?

Notas finais
Então, o que acharam? Terminou em suspense, como sempre faço... mas não é de propósito, só quero dar um motivo para vocês voltarem aqui... Eu estou completamente desanimada, por isso que não atualizei A Lost Soul como tinha dito que faria. A próxima agora é ALS ♥ Bjo ♥