Leo estava nervoso, era o primeiro dia de aula de seu filho e ele tinha toda a missão de levá-lo até a escola. Calipso havia botado tanto medo nele sobre as possíveis atrocidades do mundo real que ele estava mais apreensivo que Milo.

– Vai ficar tudo legal, papai. — Seu filho disse, enquanto pulava com a mochila nas costas. — Eu já sou grande. Tenho sete anos!

O rapaz sorriu e bagunçou o cabelo do filho.

– Não vai explodir nada, não é? — Ele questionou a criança. — Eu prometi a sua mãe que você ia colaborar.

– Não vou brincar com fogo. — Milo tranquilizou-o. — Pelo menos, não vou deixar ninguém ver.

Leo estendeu a mão para um highfive, rindo.

– Meu garoto!