Notas iniciais
Yo! Olá, leitores queridos~ Siimmm, sou EU. Que novidade? kkk De novo eu surgindo depois de vários meses. Novidade: eu revisei a história, mudei algumas coisinhas, ajustei tudo certinho, refiz o roteiro e tudo o mais. Eu estou tentando também me disciplinar para escrever. Espero conseguir manter. To passando por um período de reeducação kkk. Enfim, eu agradeço de coração os comentários recebidos e agradeço a enorme espera, que eu sei o quanto é ruim. Eu apenas desejo uma ótima leitura e good vibes a todos~ Bjos, da Kiri!

A maioria das pessoas quando acorda sente uma preguiça incompreensível, daquelas que a gente nem sabe onde está. E aí percebe que estava babando durante o sono e tals, meio nojento. Mas, hoje, Sieghart acordou com uma sensação extremamente aconchegante, de noite bem dormida. Sentia-se envolvido por um calor gostoso, como se abraçado por várias cobertas.

Ele piscou várias vezes antes de virar o rosto para o lado oposto e ver Dio completamente adormecido. O rosto do mais novo pareceu pela primeira vez isento de qualquer maldade ou ironia. A franja longa espalhava pela bochecha e a boca estava entreaberta, ressonando baixinho. Era uma face de paz.

Sieghart se mexeu, tentando tirar o braço que o envolvia. No momento ele só queria sair dali, porque dava para sentir a ereção matinal de Dio encostando em suas costas.

— Hmm...

O italiano resmungou no sono, apertando os braços em volta da cintura do moreno e esfregando a virilha preguiçosamente no traseiro do Sieghart.

— EI. — Sieghart chamou, sombrio. Dava para sentir algo úmido.

Dio escondeu o rosto em suas costas.

— Fiammegianti. — Sieghart chamou de novo, dessa vez rangendo os dentes e puxando o cabelo daquele filho da puta atrevido.

— Ai! Ai! Ai!

— Acorda.

Logo o italiano estava sentado, esfregando os olhos. O cabelo de alguma forma misteriosa estava todo arrepiado e a camisa meio desabotoada.

— Que horas são?

— Na hora de ir pro colégio. — Sieghart respondeu, indo para sair da cama, mas o outro o segurou, puxando-o de volta devagar.

— Ei. Não vamos conversar um pouco? Ontem-,

— Olha. Eu fui impulsivo. — Sieghart disse, olhando para um canto qualquer e soltando o braço, com ar cansado. — Eu peço desculpas, apesar de você não merecer nenhuma. Podemos só... Esquecer tudo aquilo?

Dio sentiu o estresse começar a subir. Por que era sempre assim com ele?

— Tudo? Esquecer tudo?

— Bem...

— Os beijos também? — Dio indagou. Alguma coisa presa na garganta. — Você me beijou ontem, lembra?

O rubor subiu a face do moreno. Sieghart passou a mão no rosto, tentando compreender por que estava tão emocional no dia anterior.

“Mas um casamento forçado nos tempos de hoje mexe com a cabeça de qualquer um.” Pensou o moreno, cruzando os braços e encarando o italiano. Dio o encarava muito seriamente. Até assim ele ficava super másculo.

— É. Eu beijei e também disse que eu sentia coisas por você. — Sieghart repetiu, sentindo seu coração batendo muito rápido. — Mas isso não quer dizer que só por isso eu queira algo a mais.

Sieghart então se levantou, deixando Dio boquiaberto.

“Não quero te ver com raiva.”

— Espera, Ercnard-,

— Quantas vezes eu preciso falar para não me chamar assim?

Dio apertou os lábios. A surpresa estampada no rosto. Ele jogou as cobertas com violência e deu a volta na cama, segurando o moreno pelo braço, fazendo o moreno olhá-lo.

— Você pediu para eu ficar aqui.

— !

Os olhos de Dio eram um mar de fúria que ia consumindo tudo, mas Sieghart não conseguia. Simplesmente não conseguia. Ele só podia murmurar:

— Eu...

“Eu não estava brincando com você!” Sieghart gritou em sua mente, sentindo os olhos úmidos.

Dio virou o rosto, largando-o. Calmamente ele trocou de roupa, a face dura. Sieghart ficou parado por um bom tempo, vendo o italiano agressivamente se mover pelo quarto e ir em direção à porta.

— Não precisávamos ir para o colégio? Anda logo.

Quando saíram, devidamente vestidos, Sieghart bateu de frente com sua empregada pessoal.

— Bom dia, Mestre. — ela reverenciou levemente, olhando de Dio para o moreno.

— Bom dia, Estela.

— O Sr. Sieghart pediu para eu relembrá-lo que hoje o senhor deve comparecer ao encontro com a Família Onette. A chegada vai ser às 14h00. — a rapariga informou, refazendo a reverência e sorrindo educada. — O café já está servido. Quer se juntar à Sra. Erika?

Dio olhou para o moreno, que ficou pálido e calado por um momento.

— Estou atrasado. Avise-a que não vou poder me juntar a ela esta manhã.

Estela acenou com a cabeça, parecendo um pouco constrangida com a presença dos dois rapazes que eram quase o dobro de sua altura.

— Nesse caso, logo o carro estará à disposição, Mestre.

Ela saiu rapidamente, deixando o par. Sieghart balançou a cabeça e indicou o caminho para Dio, que estava quieto demais, até atingirem o portão e serem recebidos pelo elegante motorista, um senhor de idade uniformizado e de bigode branco.

— Bom dia, Mestre.

— Bom dia, Claude. Para o colégio.

Dio franziu o cenho ao olhar para o senhor, que cobriu os olhos com a aba do boné.

“Esse homem acabou de sorrir?” Dio se perguntou, entrando no carro atrás do moreno.

XXX

Um som alto fez o ruivo saltar da cama naquela manhã. Ele virou, sonolento e observou com curiosidade o vizinho sentado na escrivaninha, roendo a unha e balançando o pé enquanto olhava o celular. Jin juntou forças para falar:

— Ei. Lupus, que barulho foi esse?

— Uhm? — Lupus indagou, totalmente distraído. Ele voltou a olhar o celular, ignorando o ex-monge.

Jin fez um bico e esticou os braços.

— Cara, nunca te vi assim. O que aconteceu?

— Nada.

— Você está nervoso com alguma coisa. Dá pra ver.

Lupus bateu o celular na mesa e girou a cadeira na direção do ruivo.

— Ah é? Te incomoda?

Ainda sonolento Jin bocejou, nada afetado pela agressividade do veterano. Ninguém conseguia mexer com sua vibe – exceto uma pessoa.

— Não, mano. Só tô preocupado.

Enquanto falavam, a porta se abriu. A atenção de ambos atraída na direção do estranho par. Dio entrou em silêncio e frio. Sieghart, atrás, estava calmo, mas nos olhos havia perturbação.

— E aí? — cumprimentou o moreno.

Dio nem quis saber. Ele sempre havia agido como se aquelas pessoas não existissem e continuava pensando da mesma maneira. Então, foi ao banheiro, trocou de roupa e pegou sua mochila, saindo sem cerimônia. Claro, ele havia sentido o olhar pesado do moreno, o de antipatia de Jin e o de nojo de Lupus.

Já Sieghart, só colocou a bolsa na cama e se sentou, pegando o celular. Havia uma mensagem de Elesis, muito preocupada com o que ia acontecer naquela tarde.

— Sieg.

O moreno deu atenção a Jin, que o encarava intrigado, mas não disse nada, só tinha uma expressão interrogativa.

— Quê?

— “Quê”? Como assim “quê”? Pensei que você odiasse aquele monte de bosta. — Jin xingou, de forma exaltada “controlado”.

— Jin.

— Não é coincidência demais o Fiammegianti magicamente receber uma ligação pela noite e sair correndo e no dia seguinte você aparecer junto com ele? Por que, tipo, é óbvio. Vocês estavam com uma “aura”. — Lupus disse, entrando na conversa.

— Agh. Okay, gente, já entendi. — Sieghart interrompeu, passando a mão no cabelo. Estava cheio de coisas para pensar. — Eu tô enrolado nuns assuntos com o Fiammegianti, okay? E ele pode não ser tão horrível quanto eu achava.

— Tá zoando comigo. — Jin resmungou, visivelmente irritado. Ele se levantou, jogando as cobertas para o lado e indo pegar uma troca de roupas.

— Mano, por que você tá nervoso? Jin!

— Ele é um tremendo de um babaca. — o ruivo disse, apontando para Sieghart. — Você sabe que eu não gosto dele.

— Ele não é tão ruim assim.

— Mano... — Lupus resmungou também, cruzando os braços e cheio de indignação.

— Você também? — Sieghart apontou, batendo a mão na coxa. — Cara, eu só tô relevando um pouco.

— Ele te pagou por acaso? — Jin indagou.

— Jin, cara! Qual o problema de vocês?

— Percebeu que faz dias que você se esqueceu do mundo e só fala desse cara? — Lupus perguntou com o tom de voz ferido.

Sieghart ficou quieto uns instantes. “Não lembro disso”, pensava. Mas ainda tentou argumentar:

— Nós estamos passando tempos juntos normalmente. E eu não me lembro de ter ficado falando dele o tempo todo.

— Sieg. Você não passa mais tempo jogando com a gente como sempre. Até o Zero falou que você sumiu. O ZERO. — Jin explicou, sinalizando com as mãos.

O Presidente inspirou profundamente e levantou as mãos.

— Só faz uma semana que eu me afasto um pouco e vocês já vêm com esse ciúme todo. — Sieghart cuspiu as palavras, uma ruga em sua testa. — Como se a gente não se visse todo o santo dia. Nós nos vimos na festa da Elesis também!

— Caralho, irmão! — Jin soltou, abrindo os braços, fora de si. — Você tava se cagando pra gente!

Antes de o moreno abrir a boca, Lupus o interrompeu:

— Sei que você está numa situação complicada. Algo na sua cara diz isso. Mas você sempre se abriu com a gente, Sieg. O que aconteceu? Por que você não fala nada?

— Lupus, eu-,

Sieghart engoliu a voz.

“Por quê? Não consigo dizer... Não consigo falar que eu tô... Afim de um cara”.

— Olha só pra você. Tá pálido! — Jin apontou, cruzando os braços, totalmente frustrado.

— Você nunca, nenhuma vez, negligenciou as nossas tardes de sábado na mansão, Sieg. Faz quatro anos que fazemos isso, mas dessa vez algo aconteceu. Não é coincidência. — Lupus concluiu, virando a cabeça.

O clima pesou naquele momento. As orelhas e bochechas de Sieghart estavam vermelhas como tomate. Seu coração batia intensamente.

— Foi mal gente. Eu posso sim ter desviado a minha atenção nos últimos tempos e não compartilhado meus problemas. Por isso eu peço desculpas.

— Então você vai admitir que-,

— MAS! Quero deixar claro para vocês respeitarem a minha decisão de não contar. Quando for a hora eu vou contar a vocês. E repito: Dio não é tão ruim assim.

Jin franziu o cenho. Parecia que um leão ia sair rugindo furioso dali.

— Faz o que quiser. — Jin finalizou, irritado, e continuou arrumando sua mochila.

Lupus só olhou firmemente para o moreno, esperando que ele cedesse. No entanto, Sieghart não faria isso.

Assim, o Presidente pegou a própria bolsa e se retirou do quarto.

Ele fechou a porta atrás de si e deu um longo suspiro. O moreno olhou para o chão por um instante e então sentiu a presença intensa ao lado.

— ACK!

Sieghart no susto, arregalou os olhos e foi para dar um passo para o lado, mas a mão de Dio foi mais rápida, segurando seu pulso no ar.

O italiano atrevido não sorria, mas tinha um brilho tão irritante de vitória nos olhos que dava vontade de socar!

— Di-... Você! — Sieghart gritou murmurado, com o braço levantado no ar, tentando se soltar.

Dio molhou os lábios lentamente, chegando o corpo perto do moreno. A outra mão envolvendo-lhe a cintura. Sieghart não conseguiu conter seu corpo reagindo àquela imagem sensual.

— Ih! — Sieghart resmungou, agarrando a cara de Dio com a mão livre. Nem por isso o italiano cedeu, pelo contrário, forçando-o em direção à parede com o corpo. — O que você-,

Nos olhos de Dio havia luxúria. Ele era uma besta naquele instante. Sua língua molhou sem escrúpulo entre o dedo indicador e o do meio do moreno, que no mesmo instante reagiu, encostando na parede e afastando a mão. A deixa foi o suficiente para o mais novo prensar seus corpos, tirando o fôlego do moreno, e beijar a boca aberta em surpresa.

— U-Uhm-,

Ouviu-se o som da porta do quarto abrindo.

Sieghart abriu os olhos, percebendo que estava à mercê do italiano, sua língua entrelaçando com a dele a meio caminho no ar. As mãos de Dio o segurando com força e as cinturas coladas.

Pelo canto do olho viu o ruivo, encarando-os com um ar surpreso. Foi só assim que Sieghart percebeu que tinha fodido tudo.

Com uma força tirada de algum lugar misterioso, Sieghart conseguiu jogar Dio para o lado, mas antes de conseguir abrir os lábios, Jin já havia se virado e saído rapidamente, não dando tempo para Sieghart falar um A.

— Caralho... — murmurou, colocando as mãos na testa.

Dio se recompôs ao seu lado, abaixando a boca na orelha de Sieghart.

— Preocupado?

Sieghart se afastou, o corpo todo tremendo de excitação e adrenalina.

— Vai se fuder.

Dio sorriu com os lábios. Queria provocá-lo mais. Especialmente agora.

— Eu não sou tão ruim quanto você pensava? — Dio disse, indo atrás de Sieghart, que já se afastava para a aula.

Sieghart não respondeu, dando a brecha para Dio segurá-lo novamente e empurrá-lo para a parede outra vez.

— PORRA, MANO! QUAL O SEU PROBLEMA? — Sieghart gritou, tentando se afastar.

Dio só mostrou os dentes num sorriso sádico.

“QUE CARALHO! POR QUÊ?!” Sieghart mordeu os lábios. “Por que eu me excito com isso?!”

Dio via o desejo podre nos olhos prateados, úmidos, indefesos.

— Eu sou péssimo. Eu sou muito pior do que você imagina. E você é pior do que eu. — Dio disse, sua voz grave fazendo o moreno tremer da cabeça aos pés. Aproximou a boca do ouvido do moreno e sussurrou. — Por que você quer que eu te toque, mas você só quer me usar.

— ! — Sieghart pronunciou um som incompreensível e seus olhos encaravam o chão. Ele estava quase chorando.

— Menino mau.

Dio mordeu a orelha de Sieghart, ignorando a possibilidade de passar pessoas pelo corredor.

— H-Hm... Pára...

Dio sentia o aroma dos fios negros, passava a ponta do nariz pelo pescoço do alemão e as mãos seguravam os braços por sobre o uniforme azul marinho. O Presidente não resistia mais.

Os corações de ambos batiam rapidamente. Dio começou a respirar com dificuldade e a face corada do moreno não ajudava em nada.

“Para aonde foi aquela raiva toda, hein?” Dio suspirou na mente, puxando o moreno para alguma direção.

Sieghart se deixou levar, fraco, por que sua cabeça doía. Ele estava tão tenso por causa da discussão com os amigos, agora Jin tinha descoberto tudo e ele estava tão, tão zangado.

Os dois foram parar num almoxarifado em poucos minutos. Dio tirou o blazer e jogou as bolsas no chão, chegando impaciente, segurando o rosto e tomando a boca do moreno com uma fome animal.

— Ahn... — gemeu o moreno, agarrando a camisa do mais novo enquanto suas línguas entrelaçavam e os corpos começavam a se encaixar num tipo de dança íntima. Sua razão muito longe dali.

Havia uma espécie de armário ali, no qual Dio sentou o parceiro. Ambos encaixados, as pernas do moreno ao lado e o italiano entre elas. Os braços de Sieghart ao redor do pescoço de Dio.

— Hm... — Dio murmurava entre um beijo e outro, segurando o cabelo de Sieghart com certa força de vez em quando, expondo o pescoço branco.

Sieghart virava os olhos, sentindo arrepios por todas as partes. Dio beijava seu maxilar, acariciava seu queixo, nuca, braços. Em troca, ele tocava o peito do italiano e deixava as mãos passearem em suas coxas e subirem dentro de sua camisa.

— Ercnard. — Dio sussurrou, lambendo o lóbulo do moreno, mordendo-o levemente.

Sieghart apertou os dedos, uma mão subiu para o pescoço de Dio, convidando-o para mais perto. Os fios longos do italiano eram extremamente macios.

Os lábios se tocaram e esfregaram inúmeras vezes até Dio se sentir no direito de inclinar o corpo até fazer Sieghart praticamente deitar, com meio corpo encostado à parede. Aí, o italiano desceu os dedos pela camisa do moreno, abrindo botão por botão, enquanto passava a simular movimentos de penetração.

— Hm... E-Ei... — Sieghart chamou-o, com o olhar desfocado. Até o ar que saía de sua boca parecia estar pegando fogo.

Dio passou a mão pelo rosto de Sieghart, empurrando toda a franja para trás, e se inclinou, calando-o com outro beijo. Eles claramente estavam duros, as ereções bem juntas e umedecendo as calças.

— Ei. — Sieghart murmurou num gemido, franzindo o cenho.

— Hm? — Dio gemeu também, chupando a base do pescoço do moreno, que encolheu-se de prazer.

— A gente não devia...

As vozes eram apenas murmúrios. De vez em quando ouviam passos do lado de fora.

Dio abriu os olhos, apenas por um instante. Sieghart estava com a cara.

— Você é um gostoso muito filho da puta... — Dio resmungou, tocando o abdômen do rapaz, mirando os mamilos escuros.

Sieghart apertou os olhos claros e tentou olhar para outro lado. Os dedos do italiano pinçaram o mamilo direito, fazendo Sieghart apertar os dentes e as sobrancelhas.

— É bom, não?

Dio desceu a mão esquerda para o meio das pernas, massageando as bolas do moreno.

— O-Ow... — Sieghart suspirou baixo, tentando se controlar.

— Vai negar isso?

Sieghart se apoiou nos cotovelos. Sua face lutando para ficar séria.

— Cala a boca.

— Haha, eu calo...

Dio apertou o falo avantajado do moreno, desejando que a roupa estivesse no chão e não naquele corpo maravilhoso.

A diversão foi interrompida por um som alto do lado de fora e uma tentativa frustrada de tentar entrar. Os dois se entreolharam e Dio viu que o moreno estava dividido entre querer continuar e o medo.

— Vamos embora daqui. — Dio sussurrou, sinalizando um sinal de silêncio.

Quando conseguiram sair do almoxarifado, Sieghart só trocou um olhar de constrangimento com o italiano.

Sieghart suspirou, ambos seguindo para a sala de aula como se nada tivesse acontecido.

“Eu sou um idiota... O que foi que eu fiz?” O moreno ia pensando, as mãos suadas nos bolsos.

Continua

Notas finais
Olá querido leitor! Escrevendo esse capítulo eu percebi o quanto gosto desse casal, sabe? Eu planejo trabalhar os outros casais no próximo capítulo, então podem esperar TRETAS! kkk Por que agora é o momento pra isso né? Esperem mais Ações agora do que Pensamentos. Chega de enrolação nessa merdx! Um abração, obrigadíssima por ler e até o próximo (se possível?). Bye-bye!