Idas e Vindas do Amor
16 Capitulo 16. Stefan Incrível Salvatore.
Notas iniciais
–Uma hora você vai precisar lidar com isso, você sabe. – Stefan me diz enquanto tomo um longo gole do achocolatado que ele acabou de preparar.
Faz quatro dias desde o casamento de Katherine.
Tenho evitado as diversas ligações de Damon e tenho evitado os diversos e-mails e torpedos de minha agente procurando saber do artigo para o jornal. Tenho evitado tanta gente.
Exceto Stefan.
Eu nem acho que ele seria capaz de me deixar puxa-lo para longe. Ele é teimoso demais quanto a me manter na linha e oh, com certeza, na cama dele e apesar de sentir falta da companhia de Lexi na casa, Stefan disse que seria melhor para ela passar um tempo com a mãe.
–Eu sei eu sei, apenas me deixe pensar na melhor forma de fazer isso.
–Não existe melhor forma, Elena.
Reviro os olhos.
–Sua ajuda é sempre bem vinda. – digo sarcasticamente.
Stefan me lança aquele olhar irônico e bem humorado enquanto caminha da minha direção no outro lado do balcão.
–Hey, vamos lá. Você pode fazer isso. Katherine é sua irmã e por mais que vá ser difícil no começo... As coisas vão se ajustar. – diz.
Respiro fundo.
–É, bom, eu sei disso. Mas acho que poderia dar a ela essa semana de casamento perfeito antes de jogar essa bomba em suas mãos.
Stefan balança a cabeça.
–Tudo bem. Essa é uma escolha sua, mas poderia, por favor, atender as ligações de Damon? Ele provavelmente deve estar paranoico agora.
–Você tem falado com ele? – pergunto.
–Uma vez ou outra. Mas ele não menciona você, não se preocupe.
Encolho os ombros.
–Ele deve estar envergonhado em saber que você sabe... – murmuro.
Stefan me analisa por uns segundos.
–Posso fazer uma pergunte? Honestamente?
–Claro.
–Você sentia algo por ele?
Encaro-o, abismada. Abro a boca, mas nenhum som sai.
–Você está brincando? – finalmente digo.
Ele vira o rosto e se nega a olhar na minha direção.
–Você disse que responderia...
Fecho os olhos e inclino minha cabeça contra o balcão frio.
–Por Deus, é obvio que não! Nunca senti nada por ele e nunca vou sentir. Toda maldita vez que penso no que aconteceu tenho vontade de vomitar.
Stefan faz uma careta.
–Você se lembra?
Resmungo alto.
–Porra, Stefan.
Ele balança a cabeça e suspira.
–Eu sei eu sei... Ok. Não vou falar mais nisso, tudo bem?
Dou de ombros.
–Só não quero que pense bobagens.
–Não tem como não pensar, Elena.
Bato em seu braço.
–Se você soubesse como eu era antes de te conhecer, perceberia que é bobagem ficar chateado por isso.
Ele faz cara feia e sei que disse a coisa errada dessa vez.
Stefan se move para longe da minha mão e porra, eu com certeza disse a coisa errada.
–Você escreveu seu artigo? – pergunta mudando de assunto.
Respiro fundo.
–Umas duas frases, provavelmente. – digo. – Você me deixa cansada demais pra pensar em outras coisas.
Um meio sorriso acaba aparecendo em seu rosto.
–Você está me culpando agora?
–Nem um pouco. Venha aqui.
Stefan volta para perto de mim novamente e suas mãos encontram minha cintura e ele me puxa contra si, depositando um beijo leve no meu pescoço, fazendo todos os pelos de meu braço eriçarem.
Ele beija minha clavícula exposta, depois minha bochecha, têmpora, maxilar... Ele é tão bom com a boca. Tão deliciosamente bom. Então encontra finalmente meus lábios e eu arfo entre nós dois. Ele sorri contra mim e acho que posso morrer agora e ser feliz o resto da eternidade.
Porque o jeito que ele me olha.
Ninguém nunca me olhou assim antes.
Suas mãos encontram a bainha da minha camiseta e ele está tirando rapidamente. Ajudo-o com a sua, então minhas mãos puxam o zíper de sua calça jeans para baixo, deixando que esta deslize por sua perna. Segura sua ereção e ele geme contra nossos lábios, puxando-me para mais perto.
Ele me faz sua novamente.
Bem ali, exatamente no meio da cozinha.
Stefan geme meu nome baixinho enquanto entra e sai de mim vezes seguintes antes de nossos músculos relaxaram, quase ao mesmo tempo.
Porra, eu não poderia ama-lo mais.
Por ser incrível na cama. Por ser incrível com palavras e ações e em qualquer coisa que faça.
Por ser tão bom que machuca às vezes.
Pensar nisso me deixa emotiva e chorosa.
Quando Stefan vê minha expressão, ele se alarma.
–Hey... Está tudo bem? Machuquei você?
Balanço a cabeça.
–Fui ruim? – pergunta, meio chateado.
Uma risada escapa entre meus lábios.
Deus do céu.
–Não... Você foi incrível. Você é incrível, Stefan. É quase seu sobrenome. – digo.
Ele exibe um sorriso meigo.
–Então porque está chorando? – pergunta.
Encolho os ombros novamente.
–É que você é tão bom... – murmuro baixinho.
Sinto meu corpo tremer e percebo que Stefan está rindo encima de mim.
–Na cama, você quer dizer?
Balanço a cabeça.
–Não, não só nesse ponto. É tudo. Mas com certeza, muito na cama.
Ele acena positivamente, parecendo pensar no assunto. Então sorri.
–Você também é incrível. – diz, e beija minha bochecha. – E esperta. – beija meu pescoço. – E linda. – beija e morde minha orelha. – E gostosa. – beija minha clavícula. – E inteligente. – beija o vão entre meus seios e eu arfo. – E ótima na cama.
Beija mordica e lambe um seio. – E deliciosa.
Beija mordisca e lambe o outro seio. – E tão cheirosa.
Beija minha barriga. – E maravilhosa em tudo que faz.
Beija a parte logo abaixo no umbigo. – E a garota mais fantástica que eu já conheci.
Beija minha coxa interna, gemo e trinco os dentes. – E tão tão gostosa, Deus, eu já mencionei isso?
Beija a outra coxa interna e minhas mãos estão em seus ombros. – E eu te amo.
Então ele beija tudo. Todas as partes de mim. Ele me marca por inteira.
–E minha. – diz um único momento antes de entrar em mim novamente.
Sou dele.
Sem volta.
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