Idade Média: A Idade Das Trevas
5 Capítulo 5 - O outro Tecnomago...
Notas iniciais
Desculpem pela a demora!
Boa leitura.
A garota acorda, e percebe que está em um pequeno quarto, ela percebe que o ferimento onde a flecha ficou, estava curado na verdade todos os ferimentos.
Ela levantou da cama e abriu a porta do quarto e começa a descer as escadas, no andar de baixo havia uma mesa grande com quatro cadeiras e logo a frente da mesa havia uma pequena lareira com algumas carnes sendo esquentada em um pedaço de madeira, ela olhou para a mesa e havia um garoto de aparência de 16 anos tinha cabelos pretos bagunçados e olhos vermelhos que estavam centrados no pequeno caderno da garota.
-Por favor me devolva isso – disse ela se aproximando da mesa.
-Vejo que acordou Mari... – disse o garoto.
-Como sabe o meu nome? – disse Mari um pouco assustada.
-Você é uma dos últimos tecnomagos! – disse o garoto se levantando.
-Um dos últimos? – perguntou Mari
-Sim, eu e você somos os últimos – disse o garoto se aproximando dela.
-O que? Isso é um engano, eu sou a ultima.
-Eu sou um Tecnomago, prazer em conhece-la eu sou Zefran. – disse ele esticando a mão e dando um pequeno sorriso.
-Não pode ser – disse Mari ignorando a apresentação dele – eu sou a ultima!
-Pare de descordar, eu sou um tecnomago!
-Prove!
-Tudo bem...
Zefran pegou um livro e abriu ele, mas estava sem nenhuma escrita ele mostrou para Mari que não tinha nenhuma escrita e depois colocou o livro na frente dele, ele começa a sussurrar algumas palavras que Mari entende pois só Tecnomagos sabiam dessas palavras, e então vários números começa a rodear ele e os números começam a ir para o livro e formar as frases.
-Viu? Só Tecnomagos fazem isso – disse Zefran dando o livro a Mari.
-Então é verdade... Existe mais Tecnomagos?
-Não... – disse ele cabisbaixo, mas de repente ele soca a mesa – Eu...Eu irei trazer Calnat de volta!
-Sim...Nós iremos... – disse Mari cabisbaixa – Você é metade robô? pois eles estavam fazendo algumas pesquisas sobre isso.
-Não... E você com certeza não é! Eu avaliei o seu corpo – disse ele dando um pequeno sorriso e voltando a olhar ao caderno.
-Você fez o que?! – disse Mari ficando estressada com a atitude dele.
-Brincadeira! – disse Zefran contendo o riso.
Mari olhou séria para ele, mas ele não parava de rir por causa da expressão de Mari.
-Ta bom, agora me conta sobre Calnat.
-Por que quer saber disso? Você não é um Tecnomago?
-Eu sou, mas meus pais fugiram de Calnat na primeira guerra que teve. – disse ele olhando seriamente a Mari – Irei descobrir o que houve! Por favor me fale!
-Eu não lembro... Nem do meu passado, nada... – disse Mari desviando do olhar dele. – As únicas que sei está nesse pequeno caderno...
-Mesmo assim me conte! Me conte tudo o que você sabe sobre Calnat – disse Zefran com as mão no ombro de Mari.
-Tudo bem...
Enquanto isso na base da Grand Chase:
-Lothos! O Zero voltou!! – disse Lire abrindo bruscamente a porta.
Lothos e Lire descem a escada e vê Zero o garoto que estava no meio da montanha, ele estava sentado na cadeira, em volta dele havia uma poça de sangue ele tinha a respiração acelerada e ofegante, sua espada Grandark estava encostada na parede.
-Arme pega um pote de agua e um pano úmido! – disse Lothos se aproximando do pequeno grupo que estava em volta de Zero.
Arme deixa o balde do lado de Lothos que se ajoelha em frente de Zero, ela pega o pano e começa a por no rosto de Zero para limpar o sangue.
-O que houve? – perguntou Lothos séria.
-Me desculpe Lothos...Não fui capaz de ir até o final da caverna – disse Zero com uma voz fraca.
-Está tudo bem...A culpa é minha, por mandar apenas uma pessoa...
-Eu encontrei cinco magos no fim, eles fizeram uma magia de conjuração e apareceu monstros com garras enormes...E eu sai correndo pois não iria sobreviver... – disse Zero cabisbaixo.
-Arme, por favor cura ele e o resto continuem fazendo os seus deveres! – disse Lothos.
-Sim senhorita! – disse todos.
Enquanto isso com o Zefran e Mari:
Mari estava sentada esperando Zefran que estava fazendo chá para os dois, Zefran agora que sabia tudo estava com a consciência pesada e estava triste ao mesmo tempo.
-O que você fará agora? – perguntou Zefran servindo um pequeno copo com chá a Mari.
-Terei que voltar a Grand Chase e depois se nossa comandante deixar, irei voltar para ver qual é a chave.
-Eu posso ir com você? Talvez eu possa ser útil – disse Zefran se sentando em outra cadeira a frente de Mari.
-Sim... – disse Mari tomando o chá.
-Obrigado... – disse Zefran – Vamos partir amanha bem cedo!
-“Ele está muito determinado...Tem chance de que esteja tudo destruído...” – pensou Mari.
Enquanto isso na base líder do clã dos assassinos:
Rey é jogada ao chão, com a mão cheia de sangue e o braço todo arranhado ela tenta se levantar mas não conseguia.
-Eu não acredito! – disse o Líder de todos os clãs do assassinos, era um homem alto sempre com capacete e o olho direito era vermelho e o esquerdo era preto – Como não conseguiram matar por cinco mil?!!
O líder começa a se aproximar de Rey, Dio estava no canto todo machucado e deitado.
-Não toque na Rey... – disse Dio tentando se levantar.
-O que foi? – perguntou o homem se virando.
-Eu disse...Não toque na Rey... – disse Dio se levantando lentamente.
-Vai me enfrentar agora? – perguntou o homem dando um pequeno sorriso.
Dio se levanta ,uma energia sombria fica em volta dele, ele começa a cerrar os punhos e levanta o rosto, os olhos deles estavam todo escuro, ele deu um largo sorriso. Seu braço estava mais demoníaco do que já era ele pega a foice e começa a andar lentamente em direção ao homem.
Com a mão demoníaca Dio aperta o pescoço do homem e o lança contra a parede, ele segura firme a foice enquanto o homem se levanta, Dio corta no ombro dele o fazendo cair mais ao chão.
-Não irei perdoa-lo! – disse Dio com uma voz demoníaca.
Dio solta a foice ao chão e segura o homem contra a parede com a mão demoníaca no pescoço dele. O pescoço de Dio começa a ficar escuro, como se fosse a escuridão indo para o corpo dele.
-Você tem medo de mim? – perguntou Dio.
O homem nada responde, ele estava perdendo o ar já, rosto de Dio já estava começando a ficar demoníaco.
-Garra demoníaca!!! – gritou Dio.
O homem cai ao chão sangrando, Dio olha para Rey e seu corpo começa a voltar ao normal.
-Desculpe faze-la ver essa forma... – disse Dio.
-Eu já tinha visto... – disse Rey.
-Quando? – perguntou Dio se aproximando.
-Quando o clã quase caiu, você...
-Eu?
-Você quase matou todos...
Dio olhou friamente a Rey e desviou o olhar, ele levanta a Rey que estava muito ferida e carga ela pelas as costas.
-Vamos sair daqui... – disse Dio
-“Dio está diferente...” – pensou Rey. –“Ele está melhor assim...”
Enquanto isso na base da Grand Chase:
-Olá,eu desejo entrar na Grand Chase – disse o mesmo garoto de olhos verdes e cabelos pretos arrepiados.
-Não... – sussurrou Elesis espionando o escritório de Lothos onde estava o garoto e Lothos.
Continua...
Notas finais
E em breve novo capitulo!
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