Ice girl [Hiatus Permanente]

18 Fazendo merda no laboratório e no banheiro (?)


Notas iniciais
Oiiiiie! Eu não apareci como prometido ontem, fui pra casa de uma amiga matar saudades e queria me aproveitar do Wifi dela - Mas a baranga num deixou :[ - e isso leva a outras duas coisas: * Meu wifi tá uma droga, vive caindo e eu roubo o do vizinho, então se eu prometer e não cumprir, me perdoem por favor. * Isso aqui é sério. Eu passo tempo demais no tablet, tá virando um vício. Passo mais de 12 h lendo fanfics e vendo vídeo do youtube. Eu viro a noite mexendo no tablet e ontem - No caso hoje - Fui dormir às 5:00 da manhã. Você pode pensar ''É só parar com isso'' mas não é simples, eu começo a mexer e esqueço de tudo, não vou comer (Passo até 9 horas sem comer) e só saio do quarto pra ir no banheiro. Eu estou tendo sintomas de insônia e não durmo enquanto não passar das 3:00. Vou passar um tempo longe das tecnologias até me readaptar a minha vida sem o Nyah! e eu volto, ok gatas? Espero que entendam. Agora, boa leitura!

O dia correu normal. Fui pra escola, passei as duas aulas de inglês jogando bolinhas de papel na Tooth, comi minha comida.. Até, chegar na aula vaga de algébra.

Tava sentadinha no meu canto quando a Gothel apareceu.

– Elsa, não esqueça de ir com a senhorita Swaderville até o laboratório para limpá-lo.

Bruaca. Eu já tinha esquecido.

Fiz que sim com a cabeça. Droga.

Caminhei pela pourra da escola toda e não achei a maldita. Quando estava indo no ginásio, quem aparece?

ANNA!

Em um movimento ninja, desviei o caminho, mas a coisa ainda tava lá me seguindo.

– Avá, sai quirida, tenho que ir dissecar sapos (?) — Falei correndo que nem uma modelo da Victoria Secrets com um salto 30 cm. Ou seja, tava andando toda tronxa -qq

– ELSA, EU PRECISO FALAR COM VOCÊ! — Oh, really?

– PRECISA NADA, TI SAI — Berrei, correndo ainda mais rápido. Eita.

O que é que acontece se juntar duas loucas gritando e correndo pelo corredor e um poste mexendo no celular no meio desse corredor?

Coisa boa é que num vem.

Eu tropecei na cabeça da pessoa (??) E caí com a cara no chão junto com o ser desconhecido, e Anna — Ao invés de desviar, besta quadrada — tropeçou em mim e caiu em cima da outra pessoa.

Deve ter quebrado todos os ossos, tadinho.

Eu praticamente engoli a porcaria do meu cabelo que veio todo na cara, e pra piorar tudo, o poste não parava de se mexer.

– Hey abor, seje menas tá? — Falei.

NOSSAM, SAIU IGUAL A VOZ DO DENNIS -q

– F..de...shedhsocnjd — O ser falou, e a últimaparte saiu assim por que eu meti a cara da pessoa no chão (??)

– Acho que ele quer respirar.. — Anna resmungou. — Mas já que estamos aqui, vamos direto ao assunto.

SÉRIO QUE ELA QUER BATER UM PAPO NESSA SITUAÇÃO?

– Olha Anna, vou falar, não quero papo com ninguém dos Arendelle.

– Você já foi e ainda é uma Arendelle. — Anna falou, com um olhar decidido.

– Nasci sendo, queria não ter sido e não sou uma Arendelle. Entenda isso ou seus neurônios pararam de funcionar que nem os da Indur e do Adgar, ahm? — Disse com um sorriso malvado, me levantando e saindo dalí.

Droga.

#

Eu encontrei Merida — Que estava agarrada a um extintor na entrada do colégio, dizendo que queria um vestido daquela cor (?) — e a arrastei para o laboratório.

– Mas Elsa..

– Mas porra nenhuma, vamos logo limpar isso. Ainda tenho que te ensinar inglês. — Resmunguei.

Comecei a limpar os tubos de ensaio — Por quê esse nome? — das prateleiras, e vi um com o nome legal.

– Linamarina. — Ri — Veneno com nome de mulher. Onde será que eu vi isso?

– Line Marina? Isso é nome de gente? — Merida perguntou, limpando o aquário de peixes (Que tá vazio)

– Tem um livro citando Linamarina, dizendo que é veneno com nome de mulher. LinaElsa. ElsaMarina. — Entrei na brincadeira. — Se chama A Marca de Uma Lágrima.

– Por que o nome? Lágrimas deixam marca? — Ô Jessé, a menina tirou o dia pra fazer pergunta.

– Tcs, cala a boca estrangeira. — Murmurei.

Guardei o vidrinho no lugar e voltei a arrumar as coisas, e por um acaso, um destino — Ou um cavalo, como diz Rapunzel (?) — Derrubei uma água verde na minha blusa, e ficou manchado.

– Cacetada, Merida, já volto. — Falei, correndo na direção do banheiro.

Nem prestei atenção em que porta entrei, só me escorei na pia e tirei a blusa, colocando ela debaixo da água.

– Droga, foi a camisa nova. — resmunguei.

Estava lá nada entretida em limpar a camisa, quando levei um puta de um susto.

– Belo Sutiã, Winter.

O susto foi tão grande que eu joguei a camisa pra trás, e ela caiu em algum lugar.

– JÉGUISSU, QUE QUI TUS FAZES AQUI, SER? — Berrei, socando ele.

– Aí, sua bruta! Eu tenho direito de estar aqui.

– Claro que tem, viado entra no feminino. — falei.

– E você é bem lésbica pra entrar no masculino, então? — Perguntou sorrindo.

EHM?

– Cê tá é fumando coisas, aqui é o feminino. — Disse com confiança.

– Então por que sua blusa caiu em um mictório?

AI MEU DEUS!

Corri até um mictório — Eca — e vi minha linda camisa dentro daquela coisa, provavelmente cheirando a xixi.

– Não! Isso é culpa sua, jéguissu! — Berrei, choramingando.

– Minha nada. Aliás, você tem belos seios.. — Ele riu.

– Ah, é? OLHA AQUI SEU DEPRAV-

– O que tá acontecendo?

Ok, o que você faria se ficasse sem camisa com um garoto, sozinhos, no banheiro masculino, e alguém — Um ser que estava no lugar errado e na hora errada — entrasse e visse os dois?

Caso se pergunte quem é esse alguém, é o Hiccup.

– Ãeeen, longa história. — Fiz um gesto com a mão — Depois te explico.

–Por que você tá sem camisa? — Hiccup perguntou, ficando rosa.

– Já disse, te explico depois. — Murmurei. — Culpa do Jack.

– Ei, não foi culpa minha! — Jack fez um bico. — Olha, vou me redimir por fazer sua camisa cair no mictório (??)

Vi ele tirar a camisa — Ignorem, não olhei nada — e vestir ela em mim.

– Isso seria fofo, se você não fosse alguém tão desprezível. — Sorri.

– Mas tu é uma ingrata, ehm? — Revirou os olhos. — Tenho a gentileza de te dar minha camisa e você me trata assim?

– Não preciso de sentimentos bobos. Você me deu tua camisa porque quis.Esqueçam tudo o que aconteceu — Apontei para os dois com um olhar ameaçador.

Saí do banheiro — Que realmente era o masculino — e voltei para o laboratório.

E foi esse o meu dia.

Normalmente normalmático, como normalticamente acontece nos dias normais -qqq

Notas finais
Gente, aquela história da Linamarina realmente acontece no livro A Marca de Uma Lágrima. Até a brincadeira do ElsaMarina e LinaElsa acontece - Só que com o nome da personagem. Até breve! Feliz ano novo, gatas S2