Notas iniciais
POV Paul
Termino de me ajeitar para a festa e me olho no espelho do banheiro, tenho duas fotos no bolso interno do meu blazer, uma tirada pouco antes do meu irmão Sean ir preso e de eu e Luci entrarmos aqui, minha irmã mais nova Emma tão graciosa como da ultima vez que a vi andando com as amigas na academia, olho para a foto e vejo apenas um garoto magrelo, com um sorriso amarelo, os cabelos ruivos caindo sobre os olhos, nada mais, nada haver com o garoto que aparece na outra foto, ele está cercado de amigos, com o corpo mais forte e os músculos definidos, rosto feliz e esperançoso, o cabelo agora completamente curto com o olhar abobado sobre a amiga que está em seus braços, ela olha pra câmera sem nem perceber o olhar dele que cai sobre ela. Mas o pior mesmo é que não sou mais o mesmo garoto e não me reconheço em nenhuma das fotos, na verdade há muito tempo não me sinto mais um garoto, é claro que ainda amo meus irmãos e adoro a companhia dos meus amigos, mas não posso me conformar em tê-la só como amiga, não agora que sei que a vida dela pode correr perigo.
– vamos Paul, se o Luke terminar de se arrumar antes de você, você será ridicularizado para sempre. – Ayla comenta me puxando dos meus pensamentos, ela está linda o longo cabelo negro cai liso pelas suas costas parcialmente nuas, seu vestido justo é como a noite variando do azul escuro até o preto, sinto que estou olhando-a como antigamente abobado e sem reação, coro levemente. Luke passa por ela chateado.
– olha, só para ficar sabendo eu ouvi o que você disse e não gostei – reclama com Ayla, ela avança até o espelho em que Luke está ajeitando o cabelo e o bagunça – ah! Você não fez isso, você vai ver o que eu vou fazer com você – ameaça o loiro, Ayla começa a andar para trás – pega ela Paul! – mas Ayla é mais rápida e escapa antes que eu chegue nela. – aquela danada! – comenta Luke voltando-se para o espelho.
Saio do banheiro, a maior parte já saiu para encontrar os pais, ou somente para curtir a festa, mas ainda vejo Veronique chorando na jaqueta de couro de Oliver, Luci prende alguns fios dourados no cabelo de Harley e então ajeita o seu próprio, tenho um sorriso bobo ao notar que ela cresceu e eu nem percebi, ela ajeita o vestido tomara que caia verde com detalhes nas barras em camadas de azul e puxa Norto que estava na verdade esperando Debye, mas não há nada que o garoto pode dizer que vá parar Luci, Ayla olha pra mim quando os dois passam pela porta e começamos a rir, Summer espera sentada o rosto apoiado na mão enquanto espera Luke, como sempre acontece nas festas e ele é sempre o ultimo a se arrumar, ela já está completamente pronta o cabelo preso em um coque puxado um pouco para a lateral, o vestido cinza com rendas e detalhes rosa na frente e atrás um decote discreto.
– você me parece quase nostálgico – sussurra Ayla no meu ouvido, ela me abraça por trás e apoia o seu queixo no meu ombro – estou enganada? Balanço negativamente a cabeça, Luke finalmente sai do banheiro, Summer levanta as mãos para cima e depois passa os braços pelo de Luke, assim saímos e percorremos o corredor que vai levar-nos para o saguão.
Ayla passa o braço pela minha cintura e deita a cabeça sobre o meu ombro, como costuma fazer quando está com sono, isso é tão costumeiro que ela nem percebe que prendo a respiração e solto lentamente, ela possui um cheiro cítrico inconfundível.
Luke leva Summer para falar com a mãe e a irmã mais nova, a mesma chama seus pais para conhecer a família de Luke. Levo Ayla até os meus pais, eles sorriem ao nos ver, minha mãe dá um forte abraço em Ayla enquanto aperto a mão do meu pai.
–como vocês estão? – pergunta minha mãe – ficamos sabendo que alguém se machucou nos testes – ela troca olhares com meu pai – ficamos tão preocupados que vocês... – ela não conseguiu terminar a frase, com a voz embargada e seus olhos estavam lagrimejando, abraço-a.
– estamos bem agora – tranquilizo-a.
–onde está Emma? – Ayla pergunta, dando pela falta da minha irmã.
– Luci a levou pra pegar alguns doces.
A comandante Taylor anuncia para que os pais se sentem e que em instantes começara a nossa graduação, pegamos uma mesa perto da família de Luke e Summer, Luci volta com Emma em seus calcanhares, assim que a pequena me vê ela corre e me abraça depois me larga e abraça Ayla nos desejando boa sorte no Norte, então se senta ao lado de nossos pais que estão assistindo a uma atração da academia e nos conta como foi sua manhã no apagão causado pelo ataque no oeste.
– vocês eram para ter esperado mais sete meses e então eu poderia ser chamada com vocês – Emma reclama emburrando levemente o rosto.
– um dia ainda vamos nos reencontrar no Norte – conforma Ayla indo para o lado de Emma — eu sei disso – diz piscando o olho para minha irmã.
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– ela finalmente decidiu ir embora? — pergunta Ayla com um olhar zombeteiro para mim
– sim, eu tive que insistir um pouco mais, mas Emma acabou por aceitar que deveria ir dormir — Ayla está revirando os olhos para mim e isso me dá vontade de rir, pois não há nada mais que esperaria que ela fizesse além disso.
– ela poderia ter ficado mais um pouco você sabe? — Ayla dá de ombros, mas não quero admitir que queria me livrar logo de Emma para poder ficar a sós com ela.
Luci passa na nossa frente, carragando Norto, como ela insistiu em fazer a noite toda, ela dá alguns girinhos e até pulinhos sem deixar o que está no recipiente da taça cair.
– Luci! — eu grito, para que ela me ouça, ela vira para mim e nesse momento ela já sabe o que vou dizer, ela se aproxima quase escodendo a taça.
– oi maninho! eu to meio ocupada sera que... — levanto a mão para ela parar.
– luci o que você pensa que está fazendo? — luci olha para mim impassivel, batendo um dedo na taça, atrás de mim Ayla está revirando os olhos — você bebeu? — pergunto apontando para taça.
– só um golinho — ela explica.
– luci!
– o que?! Paul isso é uma festa, pessoas bebem em festas! — rebate.
– não você! me dê a taça! — estendo a mão para pegar, luci recua batendo em Norto sem querer.
– mas foi um admirador que me deu essa taça, eu tenho que beber — ela tenta, ainda protegendo a taça de mim.
– luci me dê essa taça agora! — luci está ofendida, mas me entrega a taça de bom grado e então puxa Norto e sai batendo os pés.
– crianças — Ayla sussurra para mim agarrando minha cintura e apoiando sua cabeça em mim. — eu gosto da música que está tocando agora, você quer dançar? — ela pergunta como se fosse algo comum, mas algo estranho em sua voz, um nevorsismo com qual nunca ouvira falar antes.
não tenho tempo de responder e alguém está me cutucando, Ayla fecha a cara para a pessoa atrás de mim, quando me viro vejo que é Belle, a garota para qual a abri a porta mais cedo, não tinha reparado o quanto ela era bonita, seus cabelos loiros caindo em camadas lisas, um decote no vestido vermelho que satafaz todas as curvas da loira, deixando as pernas longas da moça amostra, Ayla empurra meu queixo de volta ao lugar com muita força, aponto de me fazer desviar os olhos de Nele e encara-la, ela possui uma carranca e uma sobrancelha erguida para mim.
– desculpe-me, não quero incomodar, mas agradeceria muito se você dançasse comigo — olho para Ayla, ela abaixa os olhos, — por favor só uma musica — Belle segura minha mão e então Ayla desvencilha seu braço do meu.
Sou levado para a pista de dança, a musica tem um ritmo agradável, mesmo sendo lenta que nos faz balançar de um lado para o outro, nunca imaginei me sentir bem abraçado por outra pessoa além de Ayla, mas com Belle as coisas não são tão mau assim, ela tem um cheiro delicioso e um lindo sorriso, além de levar a conversa de um jeito agradável e bem humorado sem que pareça forçado, como se pudesse flutuar enquanto danço com ela, mas algo me pendendo, me puxando ao chão, algo que nunca conseguiria trocar, Ayla está sentada sozinha em uma mesa, o olhar baixo com um desolador, isso me faz parar de dançar e caminho para Ayla, ela fita a taça que estava com Luci e então bebe, ela faz uma careta depois de engolir tudo, ela olha pra mim surpresa.
– estava ficando quente — ela diz se desculpando. Estendo a mão para ela sorrindo — vai me levar para dançar? — nego balançando a cabeça — onde você vai me levar — ela estreita os olhos e segura na minha mão isso só me faz sorrir mas.
– tenho algo pra te contar, mas tem que ser segredo — sussurro em seu ouvido, passando o baraço por sua cintura fina, ela me olha, seus olhos grandes é como se neles eu me encontrasse, é como se ela soubesse o que vou dizer, levo até a porta, onde quero contar que a amo longe de olhares curiosos e maldosos, mas de relance percebo algo estranho com Ayla, ela põe uma no meu ombro me parando, empalidece, sinto-a fria, suas pernas fraquejam, mas estou la para pega-la, ela parece fazer força para puxar o ar. Sua pulsação esta fraca, ha lagrimas em meus olhos e estou embalando-a para que ela não se vá. Ela seca minhas lagrimas, tenta dizer algo, mas nada sai de sua boca a não ser um fraco suspiro. Ela esta imóvel, os olhos fixos em meus olhos, mas não ha mais vida, náo ha mais doçura, somente o instante congelado entre a despedida e uma lagrima.
Cintia esta chamando os soldados doc e ha uma pequena multidão a nossa volta, vejo Luke puxar summer em nossa direção os rostos espantados e pasmos, Luci se aproxima dispensando norto de seus calcanhares, ela grita algo mas não estou ouvindo minha visão se preenche com Ayla e nesse momento ela é tudo que vejo e tudo que quero ouvir, mas não ha som nem ruido. Quando os doc chegam não quero me afastar dela , nem deixa-la fora de meu alcance, mas sinto a pequena mão de summer tocar meu ombro, ela tem a maquiagem borrada pelas recentes lágrimas e delicamente me tira de perto de ayla, para que os doc cuidem dela.
David e sum me levam ate o quarto,me perguntam se estou bem, se estou sentido alguma coisa, mas não consigo sentir a mim mesmo no momento. Luke entra no quarto com Madison e Luci nos braços dele desacordada, me levando para ver como ela está, mas me seguram de volta na cama que estou sentado.
– ela esta bem — tranquiliza Madison — ela desmaiou, acho que não aguentou. — ela puxa David de lado e conversam algo sobre o que aconteceu.
Summer pega um frasco de perfume e o passa perto do nariz de luci.
Tento reunir todos os acontecimentos dessa noite e achar alguma coisa que responda o que aconteceu, mas nada vem a mente, nenhuma resposta, nada que possa explicar.
A uma dor crescente no meu peito, como se alguém o despedaçasse lentamente, Luci esta chorando novamente Madison a consola e ate vejo algumas lagrimas sair de seus olhos, mas náo ha nada em mim estou seco por dentro e sem noção de qualquer coisa, estou perdido, os outros aniquiladores começam a voltar para o quarto, alguns apenas se deitam em suas camas e tentam ignorar o que aconteceu a ayla, esses eu odeio, os outros perguntam sem saber sobre o que aconteceu e se demonstram preocupados e tristes, esses eu odeio mais ainda, o que ele acham que são para se importar com ela, somente os amigos dela tem essa direito e eles náo Podem tomar essa dor de nós. David tenta explicar o maximo que ele sabe e tranquilizar-nos. Logo apos a saída de David e mad anunciam o toque de recolher, mas continuo acordado sem conseguir dormir, Luke esta sentado perto da janela com summer cochilando em seu ombro, sei que ele esta monitorando a mim e a Luci, para que náo façamos nada de impulsivo.
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CINTIA abre lentamente a porta e "nas pontas dos pés" chama a nós quatro e enquanto andamos para onde supostamente Ayla está, nos explica que ela esta sofrendo de um forte invenenamento, os médicos só vão conseguir manter ela acordada durante um tempo suficiente para uma, e despedida e então ela entraria em coma.
Meu peito ardia, não sabia dizer se as noticias eram boas ou ruins, isso fazia com qie eu me sentisse confuso, apreensivo e ansioso. chegamos a sala de espera que não passava de um corredor com dois bancos dispostos um de frente para o outro e então uma sessão de portas senguindo até o final do corredor.
– aguardem um momento — CINTIA pediu entrando na sala em seguida. Luci desabou no banco as mãos cobrindo o rosto, sentei-me a seu lado e passei um braço por ela tentando acalma-la. CINTIA saiu com o médico de Ayla logo atrás dela, ele não parou para nos tranquilizar ou algo assim, ele seguiu para outra porta na qual ele entrou. — ela está acordando — avisou CINTIA — quem vai ser o primeiro?
Summer deu um passo a frente, luke a seguiu e então olho para Luke, depois para mim e Luci.
– podemos entrar nós dois? — ela sugeriu apontando dela para Luke — CINTIA confirmou com a cabeça.
– sejam breves — relembrou e então seguiu para mesma sala do médico.
Assim que Summ e Luke entraram, Luci levantou seu rosto, ela possuía os olhos verdes cheios de lágrimas e inchados de tanto chorar.
– o que iremos fazer sem ela? — ela choramimgou.
– faremos o que ela gostaria que fizéssemos — a essa altura era difícil falar, tinha um nó alojado na minha garganta, mas precisava tranquiliza-la.- depois de um momento, eladecidu falar o que estava a incomodando.
– Paul... E se ela morrer? — ela fitou a parede a nossa frente.
– ela não vai morrer — disse em sussurros, era mais uma prece do que uma confirmação- ela ficará em comae ficará bem, será como a estoria que a mamãe contava para você e Emma.
– da menina que dormiu por muito do tempo e só acordou com o beijo do menino que a amava? — balancei a cabeça — você poderia ser o menino beijo — ela sussurrou — eu bem queria pensei em dizer, mas de qualquer forma sabia que Luci estava só pensando alto — como você sabia dessa estória? — ela pergunta um pouco mais alto para mim.
– eu escutava atras da porta, todas as noites, era a única forma de escutar a mamãe desejar boa noite, o Sean não deixava ela entrar no nosso quarto -luci olhou para mim chocada.
– eu não sabia disso... — me desculpe por... — balancei a cabeça e dei de ombros, tanto importava agora, Luci me abraçou — como? Como eu nunca consegui ver isso?
– você era muito nova e ele era o nosso irmão mais velho, até mesmo eu idolatrava o cara — revirei os olhos, me calando assim que Summer e Luke atravessaram porta.
– Paul... — Luci me chamou timidamente, assim que a olhei entendi que ela queria falar com Ayla e balancei a cabeça concordando — você é o melhor irmão do mundo- ela sussurrou antes de se apressar pela porta.
Luke se sentará a minha frente, deixo algumas lagrimas caírem, como iria viver sem ea? se nos últimos anos, nos anos mais importantes para a construção do seu novo eu, era ela que fazia-o se manter firme no chão. Summer pôs a mão em meu ombro.
– estou preocupada com você Paul — ela sussurrou, a voz saíra rouca e em seus olhos eu conseguia enxergar uma dor que espelhava a minha — você nunca ficou assim tão arrasado, nem quando a Emma ficou doente. — ela desceu sua mão para minha e a apertou, naquela época eu tive que me manter forte por meus pais e por Luci, mas agora por mais que eu tente não consigo fazer o mesmo.
– eu sei... — sussurro a voz saindo com dificuldade — mas ela irá... — não consigo completar a frase e Caio em prantos, ela me abraça e me fala para me acalmar, mas não posso Ayla foi Invenenada, alguém tinha feito isso a ela e eu não aceitaria, não me a calmaria até descobrir o culpado.
– Paul — Summer fala com preocupação — você está afundando a maquina de lanches.
Olho para trás e vejo a maquina de salgadinhos até a metade enterrada na terra.
– acho que perdi o controle do poder por um tempo.
A porta se abre Luci sai com os olhos cheios de lágrima, Luke a recebe com um abraço.
– vai cara — ele se dirigi a mim — nós cuidamos de Luci.
Antes de entrar vejo Ayla deitada na cama o peito subindo e descendo mas lento do que o normal ela poderia só está doente e amanhã ela já estaria de pé novamente, mas eu sabia que não seria assim ela ficaria um bom tempo em coma, talvez até toda a sua vida. Em sua cama alguém botou uma poente* a seus pés, me pergunto quem teria sido, pego a flor as pétalas ainda vivas.
– nunca lhe disseram que não se deve mexer na flor dos outros? — Ayla sussurra, mesmo fraca e rouca a voz lhe sai brincalhona — quase pensei que você não viria, mas eu deveria saber que você não faria isso.
– Ayla... — tento terminar a frase mas não consigo a um nó se formando em minha garganta e luto contra as lagrimas, ela levanta a mão e percebo então que um vilamento como se fosse uma veia saltada, desenhando a linha do seu braço, até se perder debaixo da rouba da enfermaria.
– Paul, você precisa me ouvir sinto que estou enfraquecendo Maís a cada momento- ela retira um cordão do pescoço e me entrega, a pedra na ponta brilha levemente a pouca iluminação. — meu pai me deu depois que voltou da primeira missão no norte, ele me disse que um dia essa pedra precisaria voltar pra lá, eu não posso leva-la, mas por favor leve por mim e antes que não tenha mais força pra falar, quero que você pegue a uma caixa que está nas minhas coisas e leve com você, a pedra do cordão pode servir de chave.
– Ayla por que está me dando essas coisas?
– não parece óbvio pra você? — ela respira fundo piscando para manter os olhos abertos — tem coisas que não dizemos por medo, que não fazemos por medo, mas no fim são essas coisas que nos destroem por dentro, quero que fique com essas coisas porque é uma maneira de ainda me sentir viva, embora já aparente estar morta, e não há mais ninguém tão qualificado para eu entregar a mi ha vida que não seja você. — ela me entrega o cordao e segura-o na minha mtao , entao fecha os olhos — lembre-se de mim — ela sussurra e sua mão enfraquece na minha.
– Ayla? — minha voz beirando o desperto — Ayla? Não, não, não, Ayla volte, eu preciso te dizer... Você tem que saber... Por favor acorde!
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Povo Narrador
Dentro da pequena sala em que o legista em instantes entraria, uma pequena reunião é discutida aos sussurros.
– eu não acredito que estão me pedindo para fazer isso! — Madison eleva um pouco o tom da sua voz, ao saber de todo o plano de David — ainda mais você CINTIA — ela diz olhando para a robô e de volta ao corpo da garota morta na sua frente — você sabe o que ela pode sofrer.
– temos que fazer o que for necessário, não devia ser assim, não devia ser ela, mas não podemos mais voltar atrás — David afirma apertando sua mão — precisamos de você do nosso lado.
– de uma maneira tosca isso faz sentido, mas... eu vi a reação daquele menino, eu vi odio em seus olhos, ele odeia a academia acha que fizemos alguma coisa proposital e ele está Certo! estamos infligindo muita dor eu só espero que por uma boa razão.
– Paul vai ter que arranjar uma maneira de superar isso todos nos vamos — David sussurra fitando o rosto da jovem Aniquiladora morta, podia-se ver um certo arrependimento ali.
– vamos logo James chegará para examina-la, é uma decisão difícil, mas é a certa, eu espero que quando descobrirem não achem que somos os vilões. — a robô cobriu o rosto de Ayla e arrastou sua maca por uma saída de emergencia, antes que alguém Visse. Tudo tinha que da certo ou tudo estaria perdido.
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