Notas iniciais
Olá pessoas, essa é minha primeira história, amo de coração corpo e alma Harry Potter, e resolvi misturar esse meu amor com outras paixões. E espero sair algo legal, digno da apreciação de alguns leitores.
A história já está completa em minha mente, só falta alguns detalhes...
Espero que gostem da minha humilde história, estou aberta a sugestões, reclamações etc.
Esse primeiro capítulo não é relativamente esclarecedor, mas quero deixar claro que essa foi a minha intenção, instigar leitores acompanhar a história. Os próximos farão mais sentido - isso é uma promessa - .

Pois bem, Vamos lá à história :)

Tudo começa ele, um garoto loiro e ambicioso. Que tinha um desejo incessável de saber os detalhes mais pitorescos, detalhes minuciosos da Segunda Guerra Bruxa. Quando criança sempre que podia pedia ao seu pai para lhe contar essas histórias para que ele pudesse dormir e sonhar com a Guerra épica que mudou a história bruxa. Ele era um Malfoy. Filho de Draco Malfoy, Neto de Lúcio Malfoy e Narcisa Malfoy. Seu nome era Scorpius Malfoy.

Na noite anterior de seu primeiro dia em Hogwarts ele pediu para seu pai lhe contar mais uma vez sobre aquela história que tanto lhe fascinava.

- Pai, amanhã eu estarei em Hogwarts, e lá eu não vou escutar as suas histórias de como foi a Segunda Guerra Bruxa, de como tantos bruxos morreram pela causa. De como Harry Potter acabou de uma vez por todas com o Bruxo mais poderoso de todo mundo bruxo e..

Seu pai lhe interrompeu

- Não filho, ele não era o bruxo mais poderoso. Dumbledore era.

- Mas pai, Dumbledore morreu. Snape matou ele. Se ele fosse tão poderoso como dizem ele deveria ter escapado da maldição da morte assim como o Lorde das Trevas.

- Faz tempo que ninguém se refere a Voldemort por esse nome. Scorpius meu filho, você tem que entender que o que faz um bruxo ser reconhecido são suas ações mesmo depois de morto. Dumbledore é o bruxo mais poderoso porque ele não teve medo de morrer pela causa certa, ele sacrificou sua vida para que outras gerações pudessem existir. Para que os nascidos trouxas ou mestiços pudessem circular livremente, que fossem tão bruxos como os puros sangues, sem sofrer nenhum tipo de tortura ou perseguição. Voldemort só era poderoso porque as pessoas tinham medo dele. Dumbledore era poderoso porque as pessoas o admiravam. Você entende a diferença meu filho?

- Sim pai, eu entendo a diferença. – Mas Draco não estava convencido disso, e ficou receoso, seu filho o fazia lembrar do jovem Draco Malfoy, um jovem ambicioso, sem escrúpulos, mimado, um jovem que ele se envergonha de ter sido, e não queria que seu filho fosse assim como ele.

Draco contou mais uma vez a história para seu filho. A história de como o céu ficava colorido com os feitiços lançados, que até as estátuas de Hogwarts acordaram para proteger o castelo, de como Voldemort foi derrotado, e o mundo foi salvo. Quando percebeu seu filho já estava dormindo, e provavelmente sonhando com aquelas cenas. Mas Malfoy sabia que não tinha sido algo tão fascinante como nas histórias, ver seus amigos morrendo, seus familiares, todo o sofrimento. Contudo, era melhor que seu filho visse como uma história incrível de como o mundo foi salvo pelo trabalho em equipe, lealdade e amizade.

Em um outro lugar do mundo bruxo, estava Rose Weasley, uma garotinha que também se fascinava por essa história. Na verdade ela era fascinada por qualquer tipo de história, gosto que foi herdado de sua mãe Hermione Granger. Essa sempre estava lhe dando livros de presente, tanto livros bruxos, quanto livros trouxas. Hermione conhecia ambos os mundos, e sabia reconhecer as histórias trouxas.

No dia anterior de seu primeiro dia em Hogwarts, Hermione presenteou sua filha com vários livros, incluindo aqueles que Dumbledore lhe deixou de herança. Seu pai Ronald Weasley por ser casado com uma nascida trouxa acabou se acostumando com o mundo trouxa. E quis que sua filha conhecesse o mundo de sua mãe. E mesmo que fosse difícil para Hermione retornar pois ele lhe trazia lembranças que sempre lhe deixava melancólica ela aceitou ir com o seu marido e sua filha para o cinema. Era a primeira vez de Rose no mundo trouxa. E ela ficou verdadeiramente encantada.

A antiga rivalidade entre os alunos das casas Grifinória e Sonserina foi deixando de existir, a rivalidade que ainda se via presente entre os alunos era uma rivalidade saudável. Rose entrou para Grifinória e Scorpius para Sonserina. Eles foram se conhecendo e criando uma certa amizade, pois compartilhavam gostos em comum. E sempre quando estavam com tempo livre iam para um lugar do castelo, onde eles pudessem ficar sozinhos sem que ninguém os interrompesse, e esse lugar era o corujal, lá dificilmente eles eram interrompidos e Rose gostava do ambiente e lá eles partilhavam seus conhecimentos sobre a segunda Guerra Bruxa, sobre Voldemort, sobre o trio de ouro. Rose que a cada ano ia conhecendo mais o mundo trouxa, sempre contava para ele como era, e ele ficava simplesmente encantado com a forma que aquilo encantava Rose. Ela contava sobre os filmes que ela assistia com seus pais, como funcionava o cinema, o shopping, lanchonetes ...

Com o passar dos anos, Rose foi deixando de ser uma menininha e foi se tornando uma bela adolescente com longos cabelos ruivos, porém seus gostos nunca mudaram, apenas foram se aprimorando. Assim como Scorpius que deixou de ser um garotinho com feições delicadas e inocentes, e foi se tornando um adolescente charmoso, encantador e muito atraente, mas que nunca mudou seu fascínio sobre a Guerra.

Scorpius e Rose passaram de amigos a namorados. Mas eles sempre brigavam pois o Irmão de Rose, Hugo Weasley, implicava constantemente com o pai de Scorpius, e ela sempre defendia seu irmão. Certo dia eles tinham discutido e Scorpius não gostava daquela situação, ele odiava brigar com sua namorada, e mesmo achando que estava certo em defender seu pai engoliu seu orgulho e fez uma surpresa para Rose. Ele tinha decorado todo o corujal, assim como nos filmes de romance que as vezes ela contava para ele e ele ficava com uma cara de quem lutava para prestar atenção. Ele jogou pétalas de uma flor que ele tinha achado na floresta por todo o corujal, fez um feitiço para que pássaros ficassem sobrevoando o lugar, e usou o mesmo feitiço que usaram no teto de Hogwarts para parecer com o céu noturno. Ele pegou dois colchonetes e deixou lado a lado. E comprou um presente para ela. E quando ela chegou ficou emocionada com a cena e eles fizeram as pazes e tiveram sua primeira noite de amor ali mesmo, no lugar onde eles compartilhavam suas histórias e seus desejos.

Na última semana em Hogwarts, Rose e Scorpius continuavam indo para o corujal, e Rose lhe contou sobre um filme que ela tinha assistido com seus pais sobre mutantes que viviam em um futuro sombrio e que a única solução que encontraram para fugir daquela realidade era mandar um deles para o passado e impedir que uma mutante os condenassem para um destino de mortes, escuridão e dominação. Enquanto ela contava sobre o filme ela notou algo diferente, Scorpius estava realmente prestando atenção. Ele parecia encantado com a história, e ela continuo. Contou que um deles foi enviado para o passado para mudar o futuro, e se ele conseguisse tudo que tinha acontecido nunca iria existir, que todas as mortes seriam evitadas, e viveriam em um futuro melhor. Quando ela terminou ele perguntou:

- Você acha que isso seria possível? Digo, mudar o passado e o futuro.

- Minha mãe me contou que isso já aconteceu Scorpius. Que existe um objeto chamado vira-tempo que pode mudar o passado. Mas não foi exatamente como o do filme. No filme só a consciência do mutante foi mandada, e na história da minha mãe ela diz que duas pessoas voltaram para o passado mas o seu eu antigo continuava existindo e passado e futuro jamais poderia se encontrar.

- Mas será que não existe nenhum feitiço, nenhuma poção?

- Como vou saber Scorpius? Tenho cara de viajante no tempo? – Disse Rose rindo, mas Scorpius continuava sério e para não chateá-lo ela parou de rir e falou:

- Talvez nos livros antigos existam algo sobre isso. Mas acho que isso pode ser magia negra. Voltar no tempo é algo muito sério. O tempo é traiçoeiro. Se algo der errado, tudo que conhecemos pode deixar de existir.

- É eu sei. – Ele disse isso e a beijou. – Eu tenho aula agora, você vai ficar aqui?

- Vou, eu gosto desse lugar.

- Pensei que você só gostasse porque eu vinha aqui.

Ela riu.

- Ele me lembra de quando éramos crianças.

- Você não deveria lembrar de tempos assim. – Disse ele fingindo uma falsa seriedade.

- Por que não?

- Você tinha um cabelo estranho, e me assustava um pouco.

- Mas você sempre me procurava.

- Alguém tinha que responder meus pergaminhos.- Disse ele rindo.

- Seu bobo.

- Também te amo. – Ele a beijou pela última vez e saiu.

Scorpius não tinha aula, na verdade ele tinha ido à biblioteca procurar algo sobre viagens no tempo. Ele passou o resto do dia ali, assim como no dia seguinte e no próximo. Uma procura sem êxito. Até que lhe ocorreu o pensamento que o livro poderia estar na antiga sala de Dumbledore. E quando a noite chegou ele entrou escondido na sala e procurou por algum livro que mostrasse esse feitiço. E ele achou, em um livro chamado “POÇÕES E FEITIÇOS PROIBIDOS”. Ele saiu de lá antes que fosse pego. Quando chegou no seu dormitório ele analisou o livro página por página. E achou o que ele queria, uma poção para voltar no tempo. O plano de Scorpius era simples, ele iria fazer como no filme, ele sempre quis isso. Queria vivenciar o passado, e mudar algumas coisas do futuro. Quando criança ele admirava a família Potter, mas desde que entrou em Hogwarts e via como Alvo Severo Potter era admirado por ser filho do Homem que derrotou Voldemort, o que era admiração passou a ser inveja. Ele queria ser tratado assim. E não como filho do Homem que tentou matar Dumbledore e não conseguiu. Filho do Homem que não contribuiu em nada para a melhoria do mundo. Ele sabia que era errado pensar assim, mas ele achava que estaria fazendo um favor para seu pai, ele iria mudar a história da família Malfoy, iriam passar de covardes para Heróis. Iria falar para seu avô o futuro, ia evitar que ele seguisse Voldemort e envergonhasse a família no futuro, ele iria falar para Lúcio Malfoy salvar a vida de Harry Potter, e ser conhecido como o Homem que salvo o futuro.Com esse pensamento ele arranjou tudo o que precisava e fez a porção. Mas antes de usar deixou um recado, que não importa o que acontecer ele e Rose sempre estariam juntos, que ele sempre ia amar ela.

Na noite anterior a formatura ele foi para o corujal e começou a recitar as palavras do livro e jogar a poção na parede, fazendo assim uma passagem, um tipo de portal para o passado. Na preparação da poção ele tinha que misturar com o resto dos ingredientes um pedaço de pergaminho dizendo a data que ele queria voltar, e no pedaço de pergaminho ele escreveu 31/06/1981. Ele atravessou o portal. Porém algo com que ele não esperava aconteceu. Ele desmaiou e quando acordou estava no chão caído como um mendigo e não lembrava de quase nada. A única coisa que ele lembrava é que tinha voltado no tempo por algum motivo. Mas não lembrava qual. De repente ele sentiu uma forte dor de cabeça e ele começou a lembrar de alguns detalhes, seu nome era Scorpius Malfoy, filho de Draco Malfoy um ex Comensal da Morte e Lúcio Malfoy que também era um ex Comensal da Morte. Ele deduziu então que também era um. Mais detalhes vieram a sua mente, juntamente com pontadas em sua cabeça. Agora ele lembrava de como ridicularizavam sua família, de como diziam que eram covardes e fracassados, lembrou da inveja que sentia da família Potter. Então chegou a uma conclusão. Tudo de ruim na sua vida era culpa de Harry Potter, o garoto que sobreviveu. O garoto que matou o Lorde das trevas. E ele iria corrigir isso. Ele iria matar o garoto que era culpado por tudo de ruim em sua vida. Scorpius iria matar Harry Potter, ele iria matar o garoto que sobreviveu.

Notas finais
Bem, é isso ai...
Amo histórias com Rose e Scorpius, então resolvi postar minha versão..
Espero que tenham gostado ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.