I want to be much more than your friend.
17 Capítulo 16
Notas iniciais
HEEEY...
Nem vem falar que eu demorei, porque é mentira !!!!
Conteúdo adulto. Se não se acha maduro o suficiente, não leia !!
Não revisado.
Espero que gostem !!
Acordei; não que eu tivesse dormido durante a noite. Mas eu também não tinha sono, apesar de achar que cochilei um pouco durante a madrugada.
O sol dava os seus primeiros raios, o que eu achei estranho; pensei que hoje iria nevar. O garoto ao meu lado respirava profundamente, e eu apenas não me cansava de olhar para seu rosto. Sorri, antes de beijar sua bochecha, e então levantei do colchão, indo até a porta do quarto. Abri e saí do cômodo. Andei pelo corredor, em direção a escada. Fui para a cozinha, sabendo que não haveria ninguém na mesma. Acho que acordei cedo demais. Peguei algumas frutas, e os biscoitos da mamãe. Estava esquentando o leite, quando a mesma apareceu na cozinha.—O que? Como assim você acordando cedo?- perguntou irônica. Rodei os olhos e a abracei.—Deixa que eu termino.- me empurrou para o lado.- Cadê o seu amigo?—Ainda está dormindo.- respondi, me sentando à mesa.—E ele dormiu bem?- perguntou, colocando leite em um copo. Limpei a garganta, desviando o olhar.—Bom, não sei... Peguei uma maçã, e mordi um pedaço da fruta. Ela realmente não havia escutado nada... Pensei que...—Bom dia.- falou, indo em direção à mamãe. Ele estava com a blusa amarela de ontem, e com a calça também.—Bom dia. Como foi a noite?- a mulher retribuiu o abraço do ruivo, dando um beijo em sua testa. Hiccup me olhou, e suas bochechas estavam um pouco vermelhas. Já estava me preparando mentalmente por sua resposta. Talvez não seja a que eu quero, e...—Foi ótima, obrigado.- falou, desviando seu olhar do meu.—Que bom.- minha mãe falou. Hiccup se virou para mim, e sorriu de lado, olhando para as suas mãos.—Bom dia, Jack.- disse.—Bom dia, Hiccup.- respondi, sorrindo para ele. O ruivo se sentou de frente para mim, e minha mãe, do meu lado. Começamos a comer e buscava contato visual com o garoto à minha frente, mas toda vez que ele me pegava o olhando, desviava a atenção, enquanto corava. Olhei para o seu pescoço, vendo as manchas vermelhas espalhadas pelo mesmo. Não sabia que eu o tinha marcado. Será que havia em outros lugares? Espero que não. E quando ele me olhou e mordeu o lábio inferior, não pude deixar de lembrar-me da noite passada. ···· Se eu tinha consciência do que estava fazendo? Absolutamente. Mas... Eu só precisava daquilo. Eu só precisava beijá-lo e sentir o gosto de sua pele quente. Só precisava mostrar o quanto eu gosto dele, e o quanto eu estava a fim daquilo. Não queria ir longe demais, pois apesar de ele não falar nada, sei que não está pronto ainda. E em meus planos, eu não iria ir longe, eu não iria correr; eu iria respeitá-lo. Continuava a beijar a pele macia de seu pescoço, e não acho que em alguma hora eu irei enjoar; Hiccup é perfeito até nisso. Minha mão passeava por suas costas, sentindo-o elevar o corpo por causa de meu toque frio. Tocava as pontas dos dedos só para provocá-lo. De vez em quando, eu o mordia no pescoço, mas logo voltava com os beijos. O ruivo gemia baixinho, e droga... Eu estava fazendo o possível para me controlar. Sua pele se arrepiou assim que minha língua subiu de seu pescoço para a sua bochecha. Seus olhos estavam fechados, e sua boca, um pouco entreaberta. Quando ele percebeu que eu parei, abriu os olhos lentamente. Eles estavam tendendo um pouco para o verde escuro, longe do mais claro original e suas pupilas, dilatadas. Mordi meu lábio inferior, antes de inclinar meu rosto e beijá-lo. Logo pedi passagem com a língua, que foi prontamente concedida. Explorava sua boca com rapidez e sem medo. Era um beijo diferente; eu o estava tornando daquela forma. Queria ultrapassar meu desejo através do nosso ato, porque eu preciso dele; precisava muito tê-lo. Hiccup também me beijava de maneira diferente, e ele estava realmente bom em fazer isso. Logo me separei da boca alheia, sabendo que o ruivo já estava bastante sem ar. Sua respiração batia em meu rosto descontroladamente. —Uma hora... Você vai me matar.- sussurrou mordendo seu lábio inferior. Aquela visão só me deixou com mais desejo ainda, e suspirei pesadamente.—Você também.- respondi, apertando sua cintura. Me aproximei mais dele, beijando seu pescoço, que estava um pouco vermelho. Peguei o cobertor posto em cima de nós, e o afastei lentamente, continuando o que estava fazendo com o ruivo. Empurrei o ombro do garoto de leve, o que fez com que ele não ficasse deitado de lado, mas sim com as costas no colchão. Minhas mãos estavam em sua barriga, e eu as subi até pouco depois de seu peito. —Você não quer tirar?- sussurrei em seu ouvido. Ele pareceu nervoso com a pergunta, e começou a tremer. Não sei se era de medo, de frio, ou de ansiedade. Ele não respondeu, apenas se sentou e tirou o moletom, ficando apenas com a blusa amarela. Ele queria o que estava acontecendo entre nós. Ele queria mesmo. Se não o quisesse, não teria cedido à pergunta. Sorri de lado, olhando para o seu corpo, e Hiccup pareceu ficar envergonhado, me fazendo dar um risinho.
—Deixa que eu tiro essa.- falei. Arranquei a roupa do corpo do ruivo, o analisando por alguns segundos. Lindo. Era só o que eu conseguia pensar. Dei um selinho em seus lábios, não resistindo em dar mais alguns. Ele se deitou novamente, e eu me inclinei para beijar seu pescoço. Demorei mais um pouco no que estava fazendo, mas logo desci mais meus beijos. Beijei seu peito exposto, ouvindo seus gemidos, e desci mais até o seu abdômen, passando a língua por ali, sentindo o ruivo se remexer. Ele ainda estava tremendo, quando eu baixei mais os beijos. —Está com frio?- perguntei, levantando um pouco o rosto.—Um pouco.- respondeu.—Não se preocupe, você já vai esquentar. Comecei a beijar novamente seu corpo, escutando seus gemidos baixos e tímidos. Minha mão foi em direção ao seu membro, e eu passei o dedo por ali, fazendo pressão e o vendo elevar as costas.—Jack, está doendo.- sussurrou num gemido sôfrego. —Eu sei. Já vai passar.- respondi, e então peguei em sua calça marrom claro. Abaixei um pouco a roupa, beijando a pele que começava a ficar exposta e não demorei mais para me livrar de sua calça e de sua cueca. O membro do ruivo já estava ereto, e um pouco vermelho, o que me fez pensar que era por isso que ele reclamou de dor. Hiccup estava muito vermelho, e sabia que era de vergonha. —Ei, não precisa ficar com vergonha, tudo bem?- falei, e cheguei perto de seu rosto. Ele assentiu, e eu o beijei. Peguei em seu membro durante o ósculo, o massageando. Hiccup se remexia em baixo de mim, e já se encontrava sem ar, então decidi me distanciar de sua boca. Sorri de lado para o ruivo, antes de me abaixar pelo seu corpo. Encarei seu membro, decidido a fazer aquilo o melhor possível. Decido a lhe dar prazer mais do que em outro dia. O olhei, antes de passar a língua em sua glande. Ele não tardou em fechar os olhos, e soltar um gemido. Fiquei apenas naquilo por alguns minutos, e então o coloquei em minha boca. O ruivo arqueou as costas, gemendo mais alto dessa vez, bem mais alto. Levei minha mão até sua boca, lhe dando dois dedos. Sei que minha mãe dormiu faz tempo, mas não quero correr o risco. Comecei a chupá-lo num ritmo devagar, apenas subindo e descendo, me importando apenas em observar as reações do outro. Olhava para cima, hipnotizado pela cena que presenciava. Hiccup estava com a cabeça virada para cima, e olhava o teto. Naquele momento, pude sentir minha calça mais apertada, e sentir que somente com esta visão, eu poderia chegar facilmente ao meu limite. Com a outra mão, massageei suas coxas, arranhando sua pele algumas vezes. Sugava seu membro, trazendo como consequência, a respiração mais descompassada do garoto e aumentei o ritmo, o ouvindo arfar. Já sabia que não iria demorar muito para Hiccup gozar, pois logo o vejo tremer um pouco as pernas. E com isso, não hesito quando decido aumentar ainda mais o meu ritmo, o que faz Hiccup apertar os lençóis, e morder um pouco forte meus dedos, mas não me importei com a dor, só me concentrava em causar prazer ao ruivo. E depois disso, sinto seu líquido se derramando em minha boca. Engulo o gozo doce, e me afasto de seu membro. Limpo a boca com a mão, vendo o ruivo deitar exausto. Visto a cueca e a calça no garoto, antes de me deitar ao seu lado. Ele tem os olhos fechados, mas os abre assim que eu pego em seu rosto. Me mostra um sorriso fraco, e fecha novamente os olhos. Não evito sorrir e me aproximo, lhe dando um selinho demorado. Ele já está dormindo, eu via sua respiração calma, o que me dá segurança para fazer o próximo ato.—Então, não sei se você sabe, mas se não, eu tenho um segredo para te contar.- me aproximo de seu ouvido, simulando mesmo lhe dizer algo confidencial.- Eu... Eu gosto de você Hic. E não é somente um gostar de amizade, é um gostar de... Mais que amigos. Eu juro que eu não queria que acontecesse, mas, foi inevitável. E eu só queria que você se sentisse da mesma forma; era o que eu mais queria... e também queria que você tivesse acordado para escutar. Quem sabe na próxima, huh? O beijei, e coloquei o cobertor em cima de seu corpo.—Boa noite, meu Hic... ····
Notas finais
Não teve lemon, pq eu realmente achei que ainda não era a hora, então...
Bom, eu estava um pouco hesitante com esse capítulo, mas espero que tenham gostado.
Não posto se não tiver comentários...
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