Notas iniciais
Oie, para você aí... Bom, eu acho que eu não demorei, então não vou pedir desculpa. Foi mal o capítulo grande, mas quando se trata de Hijack, eu simplesmente não posso evitar. hehe Esse capítulo foi muito trabalhoso, tipo muito. E ainda acho que podia ter sido melhor, mas enfim... Não somos perfeitos, não é ?? Falo com vocês nas notas finais o/ Não revisado, sorry. Espero que gostem !!

Estremeci com o seu tom, e não evitei fechar os olhos com mais força.
Minha respiração começava a ficar descompassada, e em minha mente, só conseguia pensar no quanto eu o queria naquele momento.
Mas... E se ele só estiver me vendo como um passatempo ou algo do tipo; alguém que ele usa e descarta quando quiser? Não. Hiccup nunca faria isso com alguém, muito menos comigo.
E então, minha mente começou a clarear um pouco. Ele me queria do jeito que eu o queria? Será que...
Seus dedos ainda passeavam pela minha costa, e aquilo ainda conseguia fazer com que eu ficasse arrepiado. O garoto não me beijava mais, mas eu conseguia sentir seu corpo bem próximo ao meu.
—Jack.- sussurrou, falando próximo ao meu ouvido.- Eu preciso de você.
Mais um arrepio.
Hiccup, você ainda me mata...
Soltei um suspiro bastante pesado, e criei forças para virar, e encará-lo. O olhei nos olhos, assim que estava de frente com o ruivo.
Eu já estava ofegante, e sabia que aquilo não iria passar tão cedo. Ao contrário; aposto que tenderá a piorar.
Mordi meu lábio inferior fortemente, passando os olhos pelo corpo do garoto à minha frente. Observei quando sua mão subiu, e seus dedos passaram pelo meu peito.
Fechei os olhos, sorrindo pela sensação boa que é ter aquele toque em mim, e sentia meu corpo todo em transe. Meu coração batia rápido.
O olhei novamente, não gostando do seu rosto longe do meu. E então, eu me aproximei, já encarando sua boca.
Ele ia falar algo, mas o impedi quando colei nossos lábios.
Sorri contra sua boca, enquanto pedia passagem com a língua. Logo estava adentrando Hiccup, e sentindo seus braços em meus ombros.
Brincava com sua língua, enquanto movimentava minha cabeça para o outro lado.
Abracei sua cintura, colando seu corpo com o meu. A sensação de nossos peitos se encostando, era perfeita, o que me fez sorrir novamente.
Explorava sua boca, me surpreendendo com a intensidade que o beijo estava.
A água gelada caia sobre nossos corpos, mas eu me sentia mais quente que nunca.
O beijo era úmido, óbvio que era por causa do chuveiro ligado, mas de qualquer forma, todos aqueles fatores, tornavam aquele momento mais que perfeito.
Me afastei dele, puxando seu lábio inferior com força, o que fez com que ele soltasse um gemido, me motivando a sorrir.
—O que você ia falar?- perguntei, lembrando que ele ia dizer algo antes de nós nos beijarmos.
O garoto abriu os olhos.
—Ahn, nada.- respondeu.
Sorri satisfeito, olhando para seu lábio vermelho e para a forma como ele o mordia com força, me fazendo ficar arrepiado.
Eu o queria tanto, tanto, que só o fato de pensar na possibilidade de aquilo acontecer, me faz querer gritar, ou querer explodir.
O empurrei para a parede ao nosso lado. Me aproximei, com as mãos ainda em sua cintura, e cheguei perto seu ouvido.
—Posso continuar?- perguntei. Por favor, diga que sim.
—S-se não f-for incômodo...- disse, com a voz trêmula.
Ele estava nervoso, isso era evidente. Mas eu mostraria que não tinha motivo para ficar desta forma; tinha que fazer isso.
Olhei em seus olhos, com o intuito de lhe mostrar segurança, e quase ficando hipnotizado pelo seu lindo verde.
—Hic, seus olhos são tão lindos.- sussurrei, rente aos seus lábios.
Ele sorriu em resposta. Também sorri, pelo fato de ele ter sorrido, e depositei um selinho em sua boca.
Abaixei os beijos para sua bochecha direita, e fiz questão de descer mais até estar em seu pescoço. Distribuía vários beijos por aquela região.
Comecei a passar a língua pela sua pele, vendo seus pelos eriçadas.
Suas mãos apertavam meus ombros toda vez que eu substituía os beijos por mordidas, que eram poucas.
Eu acariciava sua cintura, enquanto ainda beijava seu pescoço, imerso naquele momento, imerso no ruivo a cada segundo que passava.
Sentia o tecido molhado, e não via a hora de arrancá-lo, mas eu tinha que ser mais paciente por ele.
Mordi seu ponto de pulsação, deixando um leve chupão no mesmo lugar. Hiccup arfou, apertando meu ombro novamente, o que me fez sorrir, ao que me afastava de seu pescoço.
O olhei por alguns segundos, percebendo sua respiração ofegante, e seus olhos fechados. Sua cabeça estava um pouco inclinada, e sua boca, levemente entreaberta.
Tirei minha mão de sua cintura por alguns segundos, pegando em seu queixo e abaixando o mesmo, o que fez com que ele me olhasse.
Mordi meu lábio inferior, antes de me inclinar e juntar nossas bocas.
Sua cabeça bateu contra a parede, o que me fez sorrir, escutando seu gemido fraco.
Logo estava beijando-o intensamente, e devido ao fato mencionado, também não demorou muito pra ficarmos sem ar.
Me separei da boca alheia, demorando um pouco para abrir os olhos, logo sorrindo de lado, ao que encarava o garoto à minha frente.
Outra vez me peguei pensando no quanto eu queria aquilo. Queria mesmo. Mas, não posso ser egoísta e pensar somente em mim; eu preciso saber se ele está bem com tudo o que está acontecendo.
Olhei em seus olhos, mordendo o lábio inferior, o que fez com que o ruivo desviasse seu olhar do meu. Soltei um risinho, também desviando a atenção para sua boca.
Ele parecia mais nervoso. Muito mais nervoso.
Sorri, inclinando minha cabeça um pouco para baixo, tentando ver seus olhos.
Hiccup pareceu perceber o que eu estava tentando fazer, ao retribuir o olhar e, sorri mais abertamente, pegando em seu queixo e acariciando de leve a região.
—Ei, está tudo bem?- sussurrei, me aproximando mais dele.
O garoto assentiu com a cabeça, voltando seu olhar para baixo.
—Hic, olha para mim. Só pra mim.- falei, passando o dedo que estava antes em seu queixo, em seu lábio inferior.
Ele logo fez o que eu disse, me causando um sorriso de lado.
E sem falar nada, e ainda olhando para o garoto, dei um jeito de desligar o chuveiro. Quando não sentia mais a água gelada em minha pele, peguei nos braços de Hiccup, e o virei para o lugar onde eu estava.
Então, eu o empurrei, e o ruivo começou a andar de costas. O segui, percebendo que logo estávamos à porta.
Me aproximei de seu corpo sorrindo pequeno, e levando minha mão até a maçaneta. Nos afastamos, quando abri a porta e não demoramos muito para sair do banheiro.
O guiei até a cama, sem quebrar o contato visual, até que a parte de trás de sua perna bateu contra o colchão, e sorri ao ver sua expressão assustada.
—Calma, Hiccup.- sussurrei, antes de juntar nossos lábios, num selinho demorado.- Eu já volto.
Dei de ombros, andando até a porta do quarto.
Tranquei a fechadura, isso porque minha mãe está em casa, e vamos dizer que Hiccup não é muito silencioso. Então...
Olhei para o ruivo, e vê-lo ali parado e com o corpo quase todo descoberto, me fez querê-lo mais do que em outro momento.
Não demorei mais para andar até o garoto.
Percorri meus olhos pelo seu corpo lentamente, antes de ter seus braços pelos meus ombros. Fui para trás, por causa do impacto de nossos corpos, e ele logo atacou meus lábios, pedindo para entrar com a língua.
Sorri, e novamente estávamos pele contra pele. Calor com calor. Batimentos sincronizados. Línguas entrelaçadas. Respirações se misturando. Emoções juntas.
Enlacei sua cintura com mais força, fazendo com que nossos quadris se tocassem sem medo.
Gemi contra seus lábios, gostando daquele contato dele em mim.
O beijo? Muito intenso. E droga, estava bom; bom até demais.
Hiccup puxava os fios de cabelo de minha nuca, enquanto parecia realmente desesperado. Quando nos separamos, não pude deixar de sorrir, ao que encostava nossas testas.
Tentava normalizar minha respiração, enquanto sentia o aperto ao redor de meu pescoço, o que me fez sorrir.
—Hic, eu não vou fugir.- sussurrei, me inclinando, e lhe dando um selinho.
Abri os olhos, no momento em que o ruivo revirou os seus, me fazendo soltar um risinho, não demorando em começar a beijar seu pescoço.
Minhas mãos, antes em sua cintura, passaram para suas costas. O sentia se arrepiar por causa de meus toques com as pontas dos dedos.
Mordia a pele macia, para logo depois me afastar do ruivo. Olhei em seus olhos, sorrindo de lado.
Voltei minhas mãos para a cintura fina, e comecei a empurrar o garoto. Ele logo estava sentado no colchão.
O assisti engatinhar até o meio da cama, depois bater no espaço ao seu lado, me chamando para me juntar a ele. Não hesitei em o fazer.
Cheguei perto do ruivo, aproximando nossos rostos, enquanto meu corpo estava um pouco mais elevado que o seu. Nós estávamos mais ou menos na posição em que ficamos na noite em que o garoto dormiu em minha casa.
Segurei em sua cintura, que ainda estava um pouco molhada, e olhei em seus olhos.
Sorri, averiguando seu corpo e demorando um pouco no processo.
Ele é muito lindo.
Era o que pairava em minha mente.
Olhei em seus olhos novamente, antes de me inclinar e me aproximar de seu ouvido.
—Hey, você ainda está muito molhado.- sussurrei, deixando uma leve lambida em sua bochecha. E então sorri de canto, antes de continuar.- Mas não se preocupe, eu vou te secar.
E foi o que eu fiz, começando pelo seu pescoço.
Meus beijos deixados ali eram lentos e leves. Eu não tinha tanta pressa no que estava fazendo, apesar de querer tê-lo o mais rápido possível, mas eu tinha que ter calma. Calma por ele.
Desci os beijos, chegando em seu peito, tendo os flashbacks daquela noite, e não podendo deixar de sorrir ao lembrar do momento em que ele foi meu. Só meu.
Sorri de leve com o pensamento, enquanto beijava a pele coberta pelas gotas de água. Às vezes, até usava a língua, vendo o ruivo gemer baixo por causa do fato.
Fiz isso por todo o seu abdômen e peito, não esquecendo os braços.
Depositei um beijo em sua mão, levantando um pouco a cabeça para fitá-lo.
O observei por um momento, vendo a forma como ele apertava os lençóis, mesmo depois de eu já ter parado de beijá-lo. Ele tinha os olhos fechados e respirava pesadamente.
Sorri, e então me abaixei um pouco mais em seu corpo.
Distribuía beijos pelas suas coxas, também com o intuito de tirar as gotas de água, e Hiccup aumentava seus gemidos ainda mais.
Beijava perto de sua virilha, antes de sentir seus dedos em meu cabelo. E então ele me puxou para cima, aproximando nossos rostos imediatamente.
Olhei em seus olhos, logo desviando para a sua boca. Me inclinei mais, encostando nossos lábios num beijo já intenso.
Me atrevi a tocar a parte de trás de sua coxa, perto de sua bunda. Apertava aquela região, sentindo os gemidos do outro de forma abafada.
Me separei dele, mordendo seu lábio inferior e o puxando para mim.
Sorri, e o olhei.
Agora, minhas mãos brincavam com a barra de sua cueca, puxando e soltando logo depois. Espiada de vez em quando, seu membro coberto pelo pano.
Olhei em seus olhos novamente.
—Posso tirar?- perguntei, me referindo à cueca.
—Hmrrum.- sussurrou, fechando os olhos.
Sorri, e então comecei a despí-lo.
Hiccup já estava mais ou menos ereto.
Massageei seu membro, observando sua expressão de prazer. Passava a mão por toda sua extensão, chegando até sua glande, onde rodeava com o dedo. O ruivo murmurava algumas coisas, enquanto respirava com dificuldade.
Era engraçado vê-lo desse jeito, e de certa forma, excitante.
Parei de massagear seu membro, escutando um resmungo da parte do ruivo, o que me fez soltar um riso.
—Calma, Hic. Chupa pra mim, huh?- falei, e lhe dei dois dedos.
Me abaixei pelo seu corpo, pegando na base de seu membro, e já sentindo Hiccup fazer o que eu havia falado.
O olhei de relance, para logo depois começar a lamber sua glande avermelhada.
O ruivo, que antes só chupava meus dedos, agora começou a mordê-los, enquanto arqueava sua costa.
Fiquei o observando por alguns segundos, e então abocanhei seu membro por completo. Ele gemeu mais alto dessa vez. Eu subia e descia lentamente, enquanto ainda olhava para o garoto.
Estava me sentindo tão quente... E igualmente agoniado.
Passava a mão livre por sua coxa, enquanto aumentava o ritmo e escutava o ruivo arfar. Eu sabia que ele estava quase lá, então apenas continuei, com mais rapidez. E quando o vi tombar a cabeça pra trás, logo senti seu líquido em minha boca.
Engulo, me afastando dele e o olhando.
Hiccup ainda tem meus dedos em sua boca, mas não os chupa mais. Apenas olha para o teto, enquanto se apoia com os cotovelos, se recuperando do orgasmo.
Sorrio de lado, tirando meus dedos de sua boca. Me aproximo dele, afastando suas mechas de cabelo grudadas em sua testa, e lhe dou um selinho.
Beijo seu pescoço, e então sussurro em seu ouvido:
—Hic, você quer continuar?
Em minha mente, eu torcia para que a resposta fosse a que eu queria. Mas não tenho certeza se será.
Ele estava demorando um pouco para responder, e quando eu pensei que ficaria só por isso mesmo, escutei em meu ouvido:
—Quero. Eu quero você. Mais que tudo.
Meu sorriso não podia ficar mais largo do que aquilo.
Me afastei de seu pescoço, e o encarei nos olhos.
—Mesmo?- perguntei.
—Mesmo.- respondeu, e me puxou para um beijo rápido. Apenas selinhos, mas que significou muito.
Sorri contra seus lábios, lhe pedindo para ficar de lado. O ruivo não demorou em fazê-lo.
Eu o observei daquela maneira, e sem pensar, apenas passei a mão por sua costa lentamente, enquanto a descia até seu bumbum. Acariciei ali, e então desci ainda mais.
Meu dedo rodeava sua entrada, enquanto eu o observava de relance. Ele apertava os lençóis, e tinha os olhos fechados.
Comecei a forçar sua entrada com um dos dedos que pedi para ele chupar.
Hiccup estremeceu.
—Hey, relaxa. Fica calmo.- com a outra mão, fiz carinho em sua coxa.
Quando ele pareceu mais tranquilo, entrei mais. Deixei o ruivo se acostumar com o desconforto, antes de começar a colocar o segundo.
Esperei, assim como fiz com o primeiro dedo, e quando vi que o ruivo havia parado de apertar os lençóis, comecei a mexer minha mão. Meus dedos se moviam lentamente, apenas com medo de machucá-lo.
Fazia movimentos em tesoura, com o intuito de alargá-lo, e Hiccup gemia baixo, ao que, depois de um longo tempo, parecia não sentir mais dor, o que me incentivou a aumentar o ritmo.
Meus dedos tentavam achar sua próstata, e quando toquei em um ponto em que seu gemido foi mais alto, sorri abertamente. Com certeza era ali.
Aumentei o ritmo, agora acertando somente aquele lugar.
O via começar a ficar duro novamente, e para que o ruivo não gozasse outra vez, retirei meus dedos dele.
Hiccup se virou para mim, mordendo o lábio inferior.
Cheguei perto dele, beijando sua testa, e me encaxei entre suas pernas, tendo um incentivo do garoto, que não teve receio em me receber.
Fazia linhas imaginárias em seu peito, demorando um pouco para olhar em seus olhos. Quando o fiz, engoli em seco.
As pupilas verdes me encaravam sem medo, e de uma forma diferente.
Limpei a garganta, desviando meu olhar do seu, só para voltar novamente, milésimos depois.
Sorri.
—Você confia em mim?- perguntei.
Ele me devolveu o sorriso, mas o dele, era muito mais tímido.
—Claro.- respondeu finalmente.
Meu coração batia rapidamente, e eu não aguentava mais em excitação.
Levei minhas mãos até o pano que me livrava da completa nudez, e não demorei em retirá-lo.
A sensação de liberdade logo me preencheu, e não pude deixar de suspirar, enquanto fechava os olhos.
Minha agonia sumia aos poucos, quando finalmente voltei minha atenção para o ruivo.
Encarei o outro, antes de começar a deixar leves beijos em seu peito. Usava isso como uma forma de distração, já que eu estava prestes a penetrá-lo.
Forcei sua entrada, escutando seus resmungos, o que me levou a acariciar seu braço, enquanto beijava seu pescoço.
Entrava um pouco, e esperava ele se acostumar.
Hiccup gemia, ao que eu continuava a entrar, mas eu sabia que não era de prazer,
—Ei, já vai passar. Confia em mim.- falei, quando já o havia preenchido por completo.
Entrelacei nossas mãos, me inclinando para beijar seus lábios vermelhos. Pedi passagem com a língua, logo adentrando sua boca. Explorava cada pedaço, sentindo o ruivo fazer o mesmo comigo. Nossas línguas se mexiam em um ritmo único e perfeito, me fazendo sorrir, isso por causa do fato, e porque o beijo estava realmente bom.
Quando estávamos sem ar, me distanciei dele.
Coloquei uma mão em cada lado de seu corpo, e olhei em seus olhos, antes de começar a me movimentar dentro do ruivo.
Saí lentamente, vendo sua expressão de dor, logo depois entrei no mesmo ritmo.
Peguei em seu membro, o masturbando no mesmo ritmo que entrava e saía dele. A penetração era lenta, mas ainda sim era prazeroso.
Hiccup mesmo com a preparação, ainda era muito apertado. Gemia baixo por causa de sua parede me esmagando. Imagino se não o tivesse preparado...
Aumentei o meu ritmo, parando de masturbar o ruivo, ao que seus gemidos não eram mais de dor, e a expressão que ele tinha, mostrando incômodo, não estava mais lá.
Hiccup passou seus braços pelo meu pescoço, aproximando nossos restos e me dando um selinho. Sorri, enquanto ainda entrava e saía.
—Jack, mais... rá-rápido.- ele sussurrou, enquanto fechava os olhos.
O obedeci, aumentando o ritmo.
Nossos gemidos eram a única coisa que prevalecia no quarto; nossos gemidos e o som de nossos corpos se chocando.
Senti as pernas do ruivo se entrelaçarem em minha cintura, no momento em que acertei sua próstata, fazendo-o gemer mais alto.
Agora as estocadas eram demasiadas rápidas. Eu saía quase por completo, para logo depois, me afundar novamente, forte o bastante.
Estava muito mais fácil para entrar e sair.
Nós ficamos naquilo por bons minutos, bons e intermináveis. Meus movimentos de vai e vem eram incessantes, mas acredito que, depois de um tempo, tudo tem um limite. E eu já estava no meu.
Puxei Hiccup para meu colo, e fiquei sentado com os joelhos dobrados.
O ruivo ainda tinha as pernas ao redor de minha cintura, e os braços rodeados em meu pescoço.
Antes de voltar com os movimentos, não deixei de beijar seu pescoço, fazendo várias marcas ali. Sentia as unhas do ruivo se afundaram em minha pele, o que me fez gemer de dor.
—Desculpe.- ele falou.
—Não se desculpe.- respondi sorrindo de lado.
Então sem mais cerimônias, peguei em sua cintura, elevando o seu corpo, e o enterrando novamente em meu membro.
Hiccup gemeu alto, tombando a cabeça para trás.
O penetrei rapidamente, fechando os olhos para o enorme prazer que me invadia. Mordia meu lábio inferior, para assim impedir meu gemidos. Hiccup, ao contrário de mim, gemia abertamente, e... Preocupado com o que poderia acontecer se ele continuasse assim, apenas puxei sua boca para a minha, de uma maneira, que não percebi na hora ser bruta, sem parar meus movimentos com sua cintura.
Estava tão calor; sentia isso em todas as partes de meu corpo. Minha pele ardia, e o prazer era tanto, tanto, que me deixava quase tonto e entorpecido.
Me afundava nele a cada segundo, enquanto sua boca ainda estava na minha.
Senti as pernas ao redor de mim, começarem a ficar fracas, e sabia que Hiccup não demoraria muito para gozar. Então, eu o joguei novamente para o colchão, sabendo que eu também já estava quase lá.
Deixei de lado seus lábios, para logo comeiçar a meter duro e rápido nele.
Seus gemidos eram frenéticos e constantes.
Quando acertei sua próstata, foi o suficiente para ter seu líquido em nossos estômagos.
Ele gemeu alto, enquanto eu ainda o penetrava. Mais três vezes, e eu já estava gozando em seu interior.
Tombei a cabeça para trás, gemendo arrastado. Fechei os olhos, sendo preenchido pelo orgasmo.
Meu peito subia e descia rapidamente, enquanto eu tentava reverter isso. Minha pele ainda queimava, e em meu abdômen ainda tinha aquele nó. A sensação de prazer, parecendo durar segundos, mas segundos esses que demoraram para se findarem.
Meu coração batia freneticamente, enquanto eu tentava assimilar o que havia acabado de acontecer. E quando finalmente estou respirando normalmente, e já consigo entender o que ocorreu, o sorriso em meu rosto é completamente inevitável.
Eu desvio minha atenção para o garoto, que tem os olhos fechados. Acaricio sua bochecha e ele finalmente me encara.
Como eu, sua boca logo vira um sorriso largo.
Eu me inclino, e lhe dou um selinho ou dois.
Não me atrevo a sair dele, então para que eu possa deitar, me aconchego em seu peito.
Enlaço seu pescoço, enquanto sinto seu coração.
Ele bate rapidamente. Quase que nem o meu.
Sorrio, fechando os olhos.
A felicidade realmente não cabe em mim, e não quero ter que deixá-la transbordando ao redor.
Antes de dormir, eu me lembro de algo que eu queria falar para Hiccup, mas não levanto de seu peito para encará-lo.
Suspiro, olhando para o chão, sussurrando um incentivo para mim mesmo.
Vamos lá, Jack.
—Hic.
—Hum?- responde num sussurro, e sinto seus dedos em meu cabelo.
Sorrio, gostando do carinho feito em minha cabeça, antes de continuar.
—Eu quero ser muito mais do que seu amigo.


"-I want to be much more than your friend."

Notas finais
E aí, foi bom pra você ?? Gente, eu estou morrendo de medo de você aí não ter gostado. Bom, eu espero que tenha sido bom de ler, e que não tenha ficado ruim. Pff, o apelo de hoje, é deixar seu comentário, dizendo se você gostou do lemon. E se não tiver gostado, ou acha que algo precisa ser melhorado, também pode comentar falando. Bom, se saiu ruim, não foi a minha intenção... *suspira* Não posto se não tiver comentários... TE AMO.