I want love
7 Vampiros? - 1parte
(Narradora)
Todos foram para casa, Damon sabia que estava na hora e por isso ficou diferente, apenas seu irmão notou isso. Esme falou com sua melhor amiga Esther Mikaelsen.
– Querida senta-te, temos que falar. — pediu Esme nervosa
– Terei que ir embora não é? — perguntou e olhou triste para Damon
– Sim mas não é só isso...não sei como te falaremos isto. — Rosalie bufou
– Somos vampiros. — disse a loira sem rodeios
– O QUÊ? — apanhou-a de surpresa
– Rosalie, não é assim! — repreendeu Damon
– AFF primeiro Isabella quando era humana, agora essa...sério não tenho paciência.
– Rosalie Sofia Hale Cullen, pede desculpa á Mafalda.
– Nem pensar!
– Tia deixe estar. — olhou para a loira muito calma — Sabes porquê que nunca serás mãe? Além de seres uma vampira, por causa disso mesmo, não teres paciência com ninguém, seres mimada, teres mau feitio. Sinceramente Miss Perfeita, o facto de desrespeitares esta família que te acolheu enjoa-me. Achas que eu pedi isto? Será que quis fugir de casa? Eu não gosto de não saber se meus pais estão vivos ou mortos mas se te irrito assim tanto não te preocupes querida estou indo embora!
Mafalda não teve limites ao responder á loira que ouviu tudo de cabeça baixa pois sabia que era verdade. Mafalda sentiu-se mal e desmaiou.
– isto é culpa tua! — Damon estava fora de si
– Damon tem calma.
– Eu não queria magoá-la!
– agora é tarde! Se não acordar mato-te!
– DAMON CHEGA! — ordenou Carlisle
Para muito alivio do moreno, Mafalda acordou e estava a chorar.
– Mafalda me perdoa.. — pediu a loira
– Esquece isso!
– Porque choras então?
– eu sonhei com minha mãe. — Esme paralisou. — Ela disse "confia na tua tia! Eles te amam."
– Ela disse mais alguma coisa?
– Eles são prisioneiros dos tais Volturi, só eu os puderei salvá-los na hora certa.
– ok
– Será que posso falar contigo a sós? — pediu a loira
– Claro. — foram para a cozinha — Podes falar
– Aquilo que disseste é tudo verdade, eu não tenho o direito de respeitar esta familia por me ter acolhido quando estava a morrer, desculpa por ter falado aquilo daquela maneira.
– Não tem problema, até te entendo. É complicado teres uma sobrinha da Esme, estranha para toda a gente aqui em casa. Mas eu não queria isto, magoa-me saber que terei que fugir sem saber o porquê... — Rosalie abraça-a
– Amigas?
– Irmãs! — riram-se juntas e voltaram para a sala
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