Notas iniciais
Bom gente, o que me deixou muito chateada e eu quase nem postei, foi o fato de não receber o tanto de reviews que esperava receber, fala sério, recebi NENHUMA, qual é galera, ta desanimando MUITO.

– Bah, não gostei desse também. — Resmunguei olhando para o meu vestido, deveria ser o décimo que eu estava esperimentando e não gostava, a data do casamento felizmente já estava marcada, faltava duas semanas e até agora nenhum vestido que eu gostei.


– Ariane, se decide mulher, a loja ja vai fechar. — Lea reclamava junto comigo.


– Mas é duas reclamonas viu, e escolher vestido que é bom ninguém me ajuda. — Val falava olhando um catalogo que tinha com todos os vestidos da loja.


– Se vocês escolhessem um vestido que eu goste mesmo, por que eu não posso escolher? — Eu disse virando para elas.


– Por que se não, você vai escolher um vestido todo tingido. — Minha mãe revirava os olhos.


– E qual o problema? Não quero casar de branco, vai sujar o vestido. — Me defendi retirando o mesmo.


– Ve isso ai, to cheia. — Val falou irritada jogando o catalogo em cima de mim, logo peguei-o e bati o olho em um vestido perfeito; o corselet dele era branco com várias pedrinhas banhadas a ouro, e a saia ela "bufante" e como o corselet, também tinha várias pedrinhas desenhando ele.


– AAAAAH ESSE AQUI ADOREI. — Gritei com os olhos brilhando e apontando desesperadamente para o vestido.


– É o que tem né. — Lea disse olhando o catalogo.


Esperimentei o vestido e coube direitinho, mas alguns ajutes aqui e outros ali não é demais né?


(...)


Era hoje! O grande dia, eu estava já com o vestido e estava fazendo a maquiagem, meu cabelo estava lindo, em um moicano todo cacheado e com flores brancas enfeitando eles.


– Eai, ta nervosa? — Val falava enquanto entrava no meu quarto.


– Não, magina to tranquilinha. — Ironizei.


– É só relaxar, se não vai fazer cagada. — Lea ria enquanto me maquiava.


– E você cala a boca se não vai borrar. — Eu disse.


Depois da maquiagem pronta, elas foram para a igreja na frente e minutos depois eu fui para o carro que me aguardava. Eu estava muito nervosa, sei que não podia pois eu teria chances de perder meu bebe, e claro, não era isso que eu queria, mas era o dia mais emocionante de toda a minha vida! O homem que eu convivi durante 5 anos agora era quase meu marido e pai do meu primeiro filho, e além do mais, eu o amava, mas que tudo, eu não poderia imaginar minha vida sem ele, é clichê, eu sei, mas realmente, é isso que eu sinto.


Depois de me ver pela trigezima vez no espelho, eu desci e fui para o carro.


(...)


– Você, Brian Elwin Haner Jr, aceita Ariane Medina, como sua esposa? — O Padre falava.


– Aceito. — Ele sorriu para mim.


– E você, Ariane Medina, aceita Brian Elwin Haner Jr como seu eterno marido? Até que a morte os separe?


– Sim. — Falei.


– Se tiver alguém aqui que renuncie este casório, falar agora, ou calar-se diante de todos. — Ele finalizava o casamento.


– Eu renuncio. — Michelle disse entrando pela porta da igreja e chamando atenção de todos, vindo diretamento para a nossa direção.


– Ah era só o que me faltava. — Falei revirando os olhos. — Segura meu salto amor. — Tirei os meus saltos e entreguei eles para Brian. — Ta fazendo o que aqui vadia? — Berrei indo em direção a ela.


– Impedir que o Brian faça o maior erro da vida dele. — Ela falava com as mãos na cintura.


– O maior erro da vida dele foi achar que te amava. — Cruzei os braços. — Agora vai se foder e não estraga o casamento dos outros, vadia. — Empurrei ela, logo os seguranças vieram e retiraram ela da igreja.


– Depois desse gafe... — Leana dizia rindo junto ao Jimmy.


– Mas eu mereço viu. — Disse pegando meus saltos e terminando o casório.


Ficamos na festa por tempos, até que decidi fazer uma pausa. Fui para fora do salão, precisava de um ar. Voltei porém na escada...


– Quem te deixou entrar? — Falei olhando para a Michelle que estava plantada no terceiro degrau da escada.


– Seu "maridinho" — Ela fez aspas com as mãos. — É o seguinte; você não vai ter esse filho, ou vai abortar e deixar o Brian, ou vou tira-lo na marra.


– Ha ha ha, poupe — me desse seu teatrinho ridiculo Michelle, anda, vaza daqui. — Falei subindo as escadas.


– Já que pediu. — Falou ela e logo me empurrou da escada que tinha vários degrais, a útima vista que tive, foi de ve-la saindo como se nada estivesse acontecendo.



Notas finais
e é isso.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.