I can't lose you
14 Capitulo 13 - Objetivo três: Contato
Notas iniciais
–Sra.Smoak... Sinto muito te dar essa noticia assim pelo telefone, mas você está em Las Vegas e acho que não devo adiar ainda mais essa noticia. –Sua voz estava nervosa, e ele parecia controlar muito seu tom. Você está em casa?
Engoli em seco e meu olhar cruzou com o de Slade que me olhou de forma ameaçadora.
–S-Sim, estou em casa. O que houve?
–Bem... Ann, alguns dias atrás Fe-Felicity foi seqüestrada. –Disse.
Definitivamente, minha filha estava aqui comigo. Slade não sabia disso e fiz uma expressão surpresa e preocupada.
–O-O que? O que aconteceu com a minha filha? Ela está bem?
–Donna eu... –Começou. –Nós tentamos de tudo, a policia, o Arqueiro também se juntou na busca por ela, mas... Foi tarde demais. Felicity está... Ela... Felicity faleceu, o sequestrador a matou.
O que? Como assim Felicity morta? Isso não faz sentido. – Sinto minha cabeça latejar mais forte, meu coração disparar e as lagrimas se formarem. Isso não pode ser verdade, não. Olhei para Slade que parecia ansioso para encerrar a ligação.
–Não, o que? Oliver, eu quero minha filha! –Disparei. Respirei fundo tentando me acalmar, tentando me apegar ao grito que supus ser de Felicity, mas agora tudo parece tão confuso. Slade não faria a monstruosidade de seqüestrar Felicity e deixar os outros pensando que ela estava morta, faria? Qual o propósito de tudo isso?
Deixei que algumas lagrimas escorressem por meu rosto.
–Sinto muito... –Ele parecia também muito abalado. –Eu a amava e não pude salva-la. Mas, eu... Eu prometo a você que quem fez isso com ela irá pagar, vamos pegá-lo.
–Oliver... –Comecei e me calei, pensando no que dizer e torcendo para que suspeitasse de algo. Era inútil, isso era impossível. Minha mente começou a trabalhar rapidamente. –Isso tudo não é culpa sua ou... De ninguém. Só do maldito que fez isso, mas... –Funguei, respirando fundo e secando as lágrimas. –Felicity te amava, lembre-se disso.
Slade fez sinal para que eu acabasse logo com aquilo.
–Nunca vou me esquecer disso. –Murmurou. –Ainda... Ainda não temos um corpo para fazer um velório, mas... Assim que encontrarmos eu lhe aviso.
Funguei novamente e fiquei em silencio por alguns segundos.
–Tudo bem. –Minha voz saiu embargada, Slade parecia não desconfiar de nada.
Felicity é esperta e se ela esta mesmo aqui e me vê pelas câmeras, esta tentando algo para se comunicar. Tenho que ganhar tempo para ela.
–Termine agora! –Slade sussurrou exigindo. Pegou um revolver na mão e o destravou, erguendo em minha direção. Respirei fundo, tentando me manter calma.
–Me ligue então quando acharem o corpo eu... Irei para Starling assim que possível.
–Tudo bem. –Concordou.
Slade desligou o telefone e me olhou avaliando minha expressão.
–O que aconteceu com a minha filha! –Gritei. –O que você fez? Você a matou? Seu monstro, você disse que não faria anda a eles se eu cooperasse.
–Vamos. –Disse pra os capangas e deixou a sala, me trancando ali novamente.
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POV Felicity
Observei o capanga que ficava me observando acompanhar Slade para fora da sela. Forcei meu corpo pesado a se levantar e me arrastei até me encostar na parede, sequei as lagrimas ainda presentes em meu rosto e respirei fundo tentando me manter calma. Olhei a maquina ao meu lado e a ânsia me atingiu novamente. Respirei fundo, tentando manter o nada que eu tinha do estomago dentro dele.
Olhei o monitor do pequeno computador onde eu via minha mãe e percebi Slade em sua sela. Com dois capangas e um deles era o que ficava me vigiando. Forcei os olhos e percebi que ela segurava um celular.
Oliver!
Meu coração começou a bater acelerado. Os desespero querendo me dominar, eu tinha que fazer algo e tinha que ser agora! Me estiquei e tentei chegar até o computador onde eu via minha mãe, mas a corrente não me permitia chegar até lá.
Olhei em volta e peguei a pequena chave de fenda no chão, que eu estava usando para montar a maldita maquina. A enfiei no buraco da tranca da corrente e mexi, sem ter sucesso em abri-la. Soltei o objeto com força desnecessária ao chão. Olhei em volta e percebi que a parte em que a corrente se prendia ao chão continha parafusos. Voltei a pegar a chave de fenda e quase grite de felicidade por ter se encaixado. Estava duro, mas consegui girar os parafusos depois de um tempo e fazê-los se soltar.
Duas opções: Gastava tempo tentando pensar num jeito de sair da sela e fugir, correr o risco de Slade me pegar e matar minha mãe ou usar o computador para tentar fazer o contato com o team e alertá-los sobre o plano de Slade. É acho que a segunda opção tem mais chances de dar certo.
Me levantei meio zonza e peguei o computador rapidamente, respirei aliviada por Slade e os dois capangas ainda estarem lá. Rapidamente fechei a janela da câmera e comecei a trabalhar até enfim conseguir abrir uma pagina para mandar uma mensagem. Parei encarando a tela do computador. O que eu escreveria? Nem sei onde estou, não vou conseguir descrever onde estou para eles, talvez até pensem que é uma armadilha de Slade. Nenhum deles saberia tentar rastrear meu sinal. Pense Felicity, pense.
Barry. Claro, ele estaria na Star labs, ele, Caitlin e Cisco pesquisariam sobre as maquinas e tentariam me rastrear, ao mesmo tempo em que contariam com calma ao Team sobre mim. Digite o numero de Barry e comecei a escrever a mensagem. Ouvi alguns barulhos, tinha que ser rápida, o capanga ou o próprio Slade podiam estar voltando.
“Barry, pode ser estranho eu estar mandando essa mensagem pra você ao invés dos outros, mas não tenho tempo de explicar. Estou viva, foi tudo um plano de Slade, mas o mais importante. Ele está me obrigando a construir uma maquina (que aliás esta quase pronta) que lançará uma névoa por toda Starling (e algumas partes de cidades nos arredores) e fará todo mundo dormir por algumas horas. Outra sônica que fará a névoa entrar em lugares fechados. Enquanto todos estiverem dormindo e a cidade estiver um caos ele vai agir novamente. O tempo esta acabando, vocês precisam ser rápidos. Ele seqüestrou minha mãe e no momento está fazendo ela falar com Oliver fingindo que está tudo bem. Estou bem, não se preocupem muito comigo, precisam proteger a cidade agora, e derrotar Slade. Ainda tem uma esperança –Felicity”
Cliquei em enviar e senti as lagrimas de alivio virem aos meus olhos. Ouvi passos e rapidamente coloquei na janela das câmeras que filmavam minha mãe. Nem Slade ou os capangas estavam mais ali. Arrumei o computador no lugar onde estava e corri para onde eu estava antes. Encaixando os parafusos da corrente no lugar e rosqueando-os com os dedos. Me deitei no chão, encostada á parede e me encolhi, abraçando os joelhos e deixando as lagrimas rolarem propositalmente.
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Pov Barry
Corri a toda velociadade –Literalmente – Até a Star Labs, meu coração batia freneticamente. Muitas duvidas rondando minha cabeça, poucas certezas e preocupações, mas acima de tudo. Felicidade.
Cheguei á Star e todos os papeis da mesa quiseram voar. Caitlin, Cisco e Dr.Wells me olharam estranhando minha agitação sem eles terem me chamado para uma emergência. Respirei fundo, pensando na noticia que eu ia dar. Ela era muito boa para ser verdade, alias eu deveria ir direto para Starling e dar a noticia aos outros. Mas ela havia me mandado a mensagem por um motivo e eu tinha que fazer as coisas certas.
–Barry, o que aconteceu? –Cisco se levantou e veio até mim acompanhado de Caitlin.
Andei agitado pela sala.
–Felicity está viva! Temos que fazer algo, precisamos rastrear a mensagem e ver da onde ela foi mandada. Preciso avisar Oliver e meu Deus...
–Barry, calma. Respira! Como você... O que está dizendo? –Perguntou Caitlin. –Felicity esta...
–Não! Ela não esta morta. Me mandou uma mensagem, não sei como, mas é ela. Tem mais, ela me contou sobre o plano do Slade. Agora faz sentido ele ter nos roubado.
Peguei o celular e dei a ela que leu a mensagem junto com Cisco e Wells
–Isso pode ser uma armadilha Barry!
–E pode não ser! Fala sério pessoal, é o plano perfeito. Slade faz Oliver acreditar que matou Felicity, Oliver não procura por ela e ele a usa para construir a maquina para ele, enquanto isso Oliver está destruído demais para armar planos contra ele. Até porque, não achamos o corpo.
–Falamos para Oliver então. –Disse Cisco.
–Espera, ela mandou para mim por um motivo. Provavelmente um pequeno deslize de Slade na vigilância dela enquanto Oliver falava com a mãe dela. Temos que ser cautelosos, primeiro vamos tentar rastrear o sinal e então contamos cm cuidado para Oliver. E teremos que pensar em algo para deter todas essas maquinas, um pouco da coisa pode até vir para Central. Seria um desastre.
–Tudo bem, já comecei a rastrear, mas vai levar um tempo. –Caitlin avisou, digitando no computador. –Enquanto isso você vai para Starling e dá a noticia.
Paralisei, pensando se seria o certo contar tudo agora.
–Você não quer contar? –Perguntou, lendo minhas expressões.
–É só que, Oliver, ele vai surtar e querer na mesma hora sair a procura de Felicity, querendo tirá-la de lá. Pode ser uma coisa ruim de se dizer. Mas, ele perderá o foco.
–E o que pretende fazer? Eles precisam saber que a cidade deles está para se destruir. –Wells se pronunciou, vindo em minha direção com a cadeira de rodas.
–Talvez só contar que descobrimos sobre as máquinas.
–E como você descobriu sobre ela Barry?
–Eu invento qualquer coisa.
–E a mãe de Felicity. E a própria Felicity? Tudo bem que Oliver vai surtar, mas com razão. Elas precisam de ajuda.
–Olha, eu também estou preocupado, mas Felicity disse para não nos preocuparmos e nos concentramos em salvar a cidade. Slade está obrigando ela a construir, a chantageando com sua mãe. Ele não fará mal ás duas porque precisa delas.
Caitlin me olhou e sorriu se levantou e veio em minha direção.
–Então é exatamente isso que você dirá a Oliver para acalmá-lo Barry. Ele precisa saber que Felicity está viva e dando a certeza de que ela ficará bem enquanto Slade precisar delas, ele irá se acalmar pelo menos um pouco.
Respirei fundo e sorri, assentindo. Ela tinha razão.
Rapidamente parti em direção a Starling, levando a noticia que faria todo aquele Team brilhar novamente ao recuperar o pedaço deles que estava faltando há semanas.
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Pov Oliver
Desci da barra de exercícios sentindo o suor escorrer por meu corpo. Olhei a cadeira vazia a minha frente e meu coração se comprimiu.
–Oliver. –Disse Dig descendo as escadas acompanhado de Roy e Laurel. Richard provavelmente estava no pequeno laboratório secreto que havia na QC, um lugar onde achamos para ele fazer seus experimentos malucos que possam nos ajudar. Não confio totalmente nele ainda, mas sei que ele não fugirá ou terá motivos para isso, e se o fizer e estiver nos traindo a mando de Slade, ele não terá nada de útil para contar –Barry ligou e disse que está vindo para cá. Ele tem noticias sobre Slade e algo mais. Disse para nos reunirmos aqui.
–Porque ele não disse logo por telefone? –Roy perguntou, se sentando em cima da cama de ferro.
Coloquei minha camisa e o ar soprou forte a nossa volta.
–Porque, o que eu tenho pra falar não poderia ser por telefone. –Barry respondeu ofegante.
–O que aconteceu? –Perguntei.
–Okay, antes de qualquer coisa descobrimos o plano de Slade.
Barry disparou a falar sobre o plano maluco de Slade, tudo agora fazia mais sentido. Como parar uma coisa assim, quando nem ao menos sabíamos quando ele faria isso ou onde ele se encontrava.
–Como você descobriu tudo isso Barry? –John perguntou. Coisa que não tinha pensado até aquele momento.
Como Barry sabia disso tudo?
Ele torceu os dedos um no outro de modo que demonstrava claramente seu nervosismo, soltou o ar exageradamente dos pulmões e seu olhar se fixou de forma hesitante em mim.
–É nessa parte que quero que vocês mantenham a calma. Principalmente você Oliver. Não é cem por cento de certeza, digamos que seja noventa e cinco por cento de certeza e...
–Barry. –Chamei, me sentindo mais nervoso a cada minuto.
–Fala logo. –Roy apressou também impaciente.
–Okay, ai vai... –Tomou fôlego para falar, abriu a boca e a fechou novamente, soltando o ar que tinha pego.
–Barry!
–Tudo bem! Olha, eu não falaria isso nem de brincadeira, tecnicamente eu nem iria contar agora e... –Fechei o punho e ele se desesperou. –Okay okay! Sei de tudo isso porque... Eu recebi uma mensagem em meu celular hoje...Da Felicity.
Silencio. Ninguem parecia respirar. Como isso seria possível?
–Felicity ela... Esta viva. –Continuou.
Percebi meu peito se mexer mais rápido acompanhando o ritmo da minha respiração e coração acelerados. Não, não era possível. Era?
Alguém disse algo, mas eu não ouvi. As únicas palavras que se repetiam em minha mente eram essas três. “Felicity está viva” “Felicity está viva” Senti meu estomago gelar e meu coração se acelerar, minhas mãos esquentaram e meus olhos arderam. Ainda estava parado, imóvel. Sem reação. Os sentimentos dentro de mim travando uma batalha árdua, disputando quem predominava, desativando completamente meu controle sobre meu corpo. Apenas me mantendo de pé e imóvel. Naquele momento não me lembrei mais de qualquer plano de Slade, da cidade explodindo. De Barry me olhando apreensivo. De qualquer um que dissesse algo naquele momento. Eu simplesmente mergulhei no torpor e nas simples palavras que significavam: Ter Felicity de volta na minha vida, no meu mundo, nos meus braços.
–Oliver! –A voz de Dig me trouxe de volta. Todos me olhavam, sorrisos brincando nos lábios de cada um. Todos pareciam compartilhar do momento de esquecer os problemas e se focar no milagre da noticia. Ter Felicity de volta.
–Dig, ela... –Minha voz saiu fraca. E finalmente consegui formar o sorriso em meu rosto. Barry respirou aliviado e Dig veio em minha direção.
Nos abraçamos fortemente. Compartilhando daquela emoção, me separei de Dig e com um braço abracei Roy pelo pescoço.
–Felicity está viva espantalho. –Brinquei, com o outro braço apertei Laurel contra mim também.
–Ollie? –Ouvi a voz de Thea que descia as escadas, confusa com toda a cena.
Soltei Laurel e Roy e corri até minha irmãzinha, abraçando-a fortemente pela cintura, a erguendo no ar fazendo-a pular o ultimo degrau da escada e a pousei no chão.
–Viva Thea, ela está viva. –Mal percebi as poucas lágrimas escorrerem por meu rosto.
–Quem? –Perguntou.
–Felicity. Ela está viva! –Thea sorriu feliz e me abraçou novamente, não fez perguntas, apenas compartilhou daquela alegria conosco.
–Isso é ótimo Oliver.
–E então? –Disse John sorrindo, indo até ao lado do vidro onde ficava nossos trajes. –Vamos trazer a loira de volta?
–Não. –Disse Barry.
Todos nos viramos confusos para ele. A bolha da felicidade tinha estourado.
–Como não? –Perguntei.
Ele respirou fundo.
–Isso foi demais pessoal, ver todos vocês assim. Mas, Felicity diz na mensagem que está bem e que temos que nos concentrar em salvar a cidade. Sei que querem salvá-la, eu também quero claro. Mas, Slade precisa delas, aliás. Donna está la também, Slade está fazendo Felicity construir a maquina e usa Donna como incentivo. Enquanto ele precisar delas elas estão a salvo. Sei que vai ser difícil, mas teremos que ser pacientes. Salvamos a cidade e Felicity juntos.
Passei a mão nos cabelos, respirando fundo. Era pedir muito auto controle me contar que a mulher que eu amo e que acreditava estar morta, na verdade está viva e me pedir para não ir atrás de tentar salva-la. Muito auto controle mesmo.
–Não sei se posso fazer isso. –Falei,
Barry tirou o celular do bolso e me deu, com a mensagem aberta.
–E é por isso que ela deve ter me mandado. Nós estamos tentando rastrear o sinal lá da Star Labs e ver se conseguimos saber onde elas estão. Enquanto isso vamos nos focar em como impedir Slade. Oliver, derrotando Slade, salvamos Felicity.
Respirei fundo novamente, buscando calma. Aquela mensagem era de Felicity, aquelas palavras, mesmo não sendo o propósito me acalmaram, só pelo simples fato de serem dela.
–Tudo bem. Mas, o que faremos?
–A nossa vantagem é sabermos seu plano. –Disse Barry. –Vamos usar isso contra ele.
–Como?
Barry suspirou preocupado.
–Eu não sei, mas precisamos bolar algo. E logo.
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POV Felicity
A porta da sela se abriu e minha mãe passou pela porta, sendo praticamente jogada por um dos capangas, que fechou a sela e ficou parado nos olhando do lado de fora.
–Mãe! –Gritei. Me levantei ignorando a dor e a abracei apertado.
As lagrimas rolavam e meu coração batia acelerado no peito, minha mãe também chorava, passando a mão em meus cabelos. Sorri, sentindo pelo menos um alivio em a ter ali comigo, bem.
–Vai ficar tudo bem. –Eu disse me afastando para olhá-la. –Vou dar um jeito de nos tirar daqui, logo estaremos em casa.
Ela sorriu e limpou as lágrimas.
–Eu deveria estar lhe confortando, sou sua mãe.
Sorri e passei a mão em sua bochecha para secar mais outra lagrima e ela fez o mesmo em meu rosto.
–Eu sei. Você está bem? –Perguntei.
–Sim. Ah Felicity, ele me fez mentir para Oliver. Eu queria tanto dizer a verdade e nos tirar daqui.
–Mamãe, está tudo bem. Eu disse que vamos dar um jeito. Oliver vai descobrir alguma hora, e se não descobrir a policia já está sabendo de Slade, eles devem estar tentando fazer algo para ajudar. A cidade já passou por muita coisa, vai sobreviver a mais essa.
–Espero que sim.
A abracei novamente e ficamos ali por um bom tempo. Ah Oliver, espero que vocês tenham algum plano. Espero que não faça nada sem pensar.
Apesar de todo o medo, preocupação e insegurança. Em uma coisa eu acredito, tenho certeza. Oliver Vai me salvar, salvar a minha mãe e fazer o possível e o impossível para salvar a cidade, porque ele é um herói. E é isso que heróis fazem.
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