I can not let you go...
6 Capitulo 5 - Lutarei parte 2
Notas iniciais
Stefan.
Chego em casa e encontro Niklaus saindo do quarto do meu irmão.
—Nik como ele esta?—pergunto, ele me aponta o sofá e nos sentamos um do lado do outro.
—Cansado, Stefan temos que conversar sobre o que anda acontecendo.
—Eu sei Niklaus... —suspiro.
—Stefan seu irmão deu e daria a vida dele por você, no momento em que você tentou tirar isso dele, ele entrou em pane, a possibilidade de perder a única pessoa que sobrou da família mexeu com ele de um jeito que nem ele conseguiu controlar. Você sabe como é seu irmão, controlador, concentrado e fechado. Acho que vocês devem dar tempo ao tempo. Eu intendo o que você quis fazer, você acha que é um peso, mas não é. Você é uma pessoa importante para todos nos Stefan, se não fosse não lutaríamos tanto por você e com você. Nesses anos todo seu irmão conseguiu revolucionar o tratamento contra o câncer de uma maneira que ninguém jamais imaginou e tudo isso por você. Falta equilíbrio nessa relação mas nenhum dos dois esta bem para isso. De um tempo ao seu irmão, mas não o abandone nem desista dele.
Eu ouvi tudo atentamente, eu jamais havia visto Klaus falar assim, ele tinha razão.
—Farei o que você disse. Obrigada klaus.
Ele pisca pra mim e sorri de lado, retribuo o sorriso e ele vai embora.
Decido ligar para Caroline.
Ela atende e conversamos a noite toda animadamente. Ela me animou bastante.
Fui dormir tarde, eu estava exausto.
–----------autora
Caroline chegou de um dia exaustivo de trabalho tudo o que queria era um banho quente e a sua cama, ela agradecia mentalmente pela folga de amanha, não aguentaria mais um dia sem descanso, ela subiu as escadas e foi ao banheiro abriu a torneira ate a agua encher a banheira, aproveitou esse tempo para se despir na hora de fechar a torneira ela emperrou e quando ela tentou força-la ela quebrou em sua mão. Ela soltou um grito e ficou vermelha de raiva. Ela não sabia o que fazer, quando finalmente consegue uma folga, dá tudo errado.
A agua da banheira começa a transbordar e molhar o chão.
Ela joga a torneira no chão e pega seu celular e disca o número do reparador. E nada, ninguém atende.
—Claro Caroline é quase meia noite quem e sã consciência quebra a torneira à uma hora dessas?
Ela não pensa em nada a mais a não ser ligar para Stefan.
– Alô? — ele atende no primeiro toque com uma voz sonolenta.
– Oi, Stefan... sou eu, a Caroline.
– Oi Car.
– Desculpa tá ligando a essa hora. Mas eu meio que quebrei a torneira da banheira e esta alagando tudo. Será que você pode fazer esse favor de arrumar pra mim?
– Claro, já chego ai.
Caroline desliga o telefone e nota que está apenas de toalha, então ela corre para o seu armário e pega um roupão meio transparente. Era o único que tinha. Faz um coque no cabelo e prende com um lápis. Começa a morder os lábios.
Cinco minutos depois, Stefan bate em sua porta. Caroline vai rapidamente até a porta e a abre. Stefan solta um lindo sorriso e nota o roupão de Caroline, a olhando de cima a baixo. Ela fica com as bochechas coradas.
– Entra — ela diz.
– Onde fica o banheiro? — ele pergunta.
– No corredor a sua esquerda.
Ele vai seguindo até o corredor e Caroline logo atrás.
Quando Stefan abre a porta do banheiro, ele está completamente alagado.
– Nossa. — ele resmunga.
– É pra você ver a sorte que tenho. — Caroline sorri sem graça.
– Tudo bem, logo isso vai esta concertado. —Ele retribui o sorriso e vai ao banheiro.
Caroline apenas assente e o observa trabalhar. Ela também nota como Stefan é forte e seus músculos... Ela morde os lábios novamente. E vai até a cozinha preparar algo para ele comer.
Depois de 15 minutos, Stefan aparece na cozinha.
– Está tudo pronto. Consegui achar o registro e fechar a agua, mas a torneira já era.
– Tudo bem amanha chamo o encanador. Agradeço mesmo assim.
– Por nada.
Eles fazem silêncio por um instante.
– Vou fazer brigadeiro você quer?
–Claro porque não, já estou aqui.
Ele sorri e ela começa a preparar.
—Branco ou preto?
—Preto.
Passaram a noite rindo e se divertindo. Stefan teve que dormir no quarto de hóspedes .
Dia seguinte.
Katherine ----
Meu patrão Damon estava doente, Niklaus e Alaric estavam no hospital e Stefan saiu no meio da noite e ainda não voltou.
Só estávamos eu e algumas empregadas na casa.
Já feito todas as minhas tarefas fui ver como Damon estava.
Bato na porta, ouso a voz rouca de Damon dizendo pra eu entrar.
—Com sua licença Senhor. —Entrei.
Ele estava pálido e encolhido em meio às cobertas seu nariz era vermelho e seus olhos tinham olheiras.
—Já tomou seus remédios?
—Não.
Eu vou ate a cômoda e pego os remédios, levo ate ele com um copo de agua.
Ele toma os comprimidos junto com a água, se ajeita na cama e fecha os olhos.
—Mais alguma coisa?
—Não Katherine obrigada.
Eu saio.
Ele esta mal mesmo, pálido e cansado, talvez eu possa tirar vantagem disso.
Sorrio, é eu irei fazer isso.
–-----Elena
Minha vida deu uma acalmada, tudo vai bem no consultório e ganhei novos pacientes.
Não posso deixar de pensar no homem do lago mas não me prendo muito nisso.
Era a hora do almoço quando Jer me convidou para comer no melhor restaurante da cidade.
Meu estomago roncava de tanta fome.
Nossa eu poderia comer um búfalo sem problema algum.
Eu não gosto desses restaurantes finos onde a beleza do prato e melhor que a sustância, prefiro um lugar mais requentado que sirva um bom x-coração.
Mas como meu irmão e eu não nos vemos ha semanas eu não reclamei.
Chegando lá tive a surpresa de encontrar uma moça morena de cabelo Chanel.
Ao me ver meu irmão apresentou sua namorada Bonnie.
Fiquei chocada em descobrir que já fazia 5 meses que eles estavam namorando e ele não me contou.
Nos conversamos, ela parecia legal, comi feito um moribundo em sua ultima refeição.
Meu irmão não parou de caçoar de mim por isso mas eu nem ligo.
Voltei ao trabalho com meu humor renovado.
Meu emo metido a besta achou alguém.
Torço para dar certo.
–---Stefan
Car e eu nos divertimos a noite toda, ela dormia tranquila, chamei o encanador e paguei eu mesmo.
Lembrei que tinha que ver Damon então deixei um bilhete e fui embora.
Quando cheguei em casa Katherine me olhou indiferente.
Estranhei sua atitude, ela era sempre tão doce.
Fui ate o quarto de Damon e o encontrei dormindo.
Fiquei lá lendo um de seus livros ate ele dar sinal de consciência, bem na hora de seu remédio.
Seus olhos azuis se abriram para o mundo.
–Oi irmão-eu disse chegando perto da cama.
–Stefan. – ele sorriu e tentou levantar, mas eu o mantive deitado.
–Não mesmo, o Ric mandou você ficar de molho por três dias e você vai ficar.
–Mas já me sinto melhor- tentou de novo.
–Você só sai dessa cama com autorização do Ric nem que eu tenha que te amarrar nela Damon Salvatore.
–Nossa deu medo papai. – ele sorriu e se contentou em ficar apenas sentado na cama.
Ele parecia melhor, a cor tinha voltado para seu rosto, estava ate rindo.
–D podemos conversar?- ele pareceu murchar como uma flor, o sorriso sumiu de seus lábios.
–Claro-suspirou
–Porque você fugiu?- sentei na cama ao lado dele.
–Porque tentou se matar?
–Damon...- instintivamente me levantei andando pelo quarto em busca de palavras- Eu, bom eu sinto que prendo você a mim. Todos vocês. Você não faz nada a não ser lutar por mim, eu cansei de ver você lutando em vão, talvez se eu desistisse traria outro sentido a sua vida.
–Outro sentido a minha vida? Stefan você esta se ouvindo? Você acha que eh só a você que eu ajudo? Há dezenas de pessoas com câncer que eu ajudei graças a você. Você me deu um proposito. Eu luto por eles, por mim e por você. Ser medico é uma das minhas maiores realizações, poder cuidar de você te manter vivo, avançar nas pesquisas, é pra isso que eu vivo. – Ele se levantou da cama e parou atrás de mim, eu não consegui olhar pra ele.
–Não, você e escravo do seu trabalho pra cumprir a sua promessa feita a mamãe, sim Damon eu ouvi você prometer antes dela morrer. Isso não é justo com você nem com o Ric nem com o Klaus que estão sempre aqui. — eu comecei a chorar.
–Stefan olha pra mim- não tive coragem. — Stefan olha pra mim. — disse mais uma vez, sua voz era doce e severa ao mesmo tempo como quando me mandava tomar os remédios, eu me virei. Ele colocou as mãos dos dois lados do meu rosto e me fez olhar em seus olhos.
–Eu te amo, eu luto por você por isso, por você ser meu irmão e a única coisa que eu tenho. Você não intendo o que a possibilidade de não ter mais você aqui faz comigo. Por isso eu fugi, porque não podia olhar pra você sem me sentir inútil e impotente, por não poder salvar você de si mesmo. Eu não consigo sozinho Stefan. — A voz dele vacilou e uma lagrima brotou de seus olhos- não me deixa sozinho nessa, irmão.
Ele começou a chorar, eu nunca tinha visto Damon chorar, eu o abracei e o levei ate a cama. Ficamos ali ate ele dormir depois fui para o meu quarto.
Eu achei que faria um favor a ele, mas só acabei o machucando. Como fui idiota.
Car me ligou e conversamos, contei a ela o que aconteceu. Ela me apoiou totalmente e pensei no que ela disse sobre procurar ajuda, não só pra mim, mas para Damon também.
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