I Won't Give Up (Meu Anjo)
7 Capítulo 7 -Que Ser o motivos que me mantem Vivo?
Notas iniciais
E, sim, era verdade que eles não se conheciam muito bem, mas diante do pouco tempo que haviam estado juntos, ele havia descoberto o suficiente para saber que poderia amá-la para sempre. --Nicholas Sparks
Pov. // Kristyn
06h Acordei e a primeira coisa que fiz foi sorrir tirei meus fones de ouvido com certo receio de acabar ouvindo alguma discussão de meus pais mais foi ai que me lembrei de que minha mãe não estava em casa oque significa que não terá gritos aqui hoje. Levantei-me é fui direto para o banheiro liguei o chuveiro é deixei água escorrer pelo meu corpo e novamente eu sorri, por que estou feliz assim?! Fechei meus olhos é uma imagem me veio à mente roubando mais um sorriso de mim; Nicholas me puxando pela cintura e beijando-me... O Cheiro do perfume dele o gosto de bala dos seus lábios, tudo me causava uma sensação única... Mais infelizmente eu preciso parar de pensar assim, Acorda Kristyn, Acorda... Para de sonhar, não vá se apaixonar por ele, você nunca se apaixonou não será agora que vai fazer uma besteira dessas. Gritava minha consciência dentro de minha cabeça... Mas não posso negar que estou me sentindo tão feliz Como nunca antes.
Terminei o banho arrumei-me para ir ao colégio... Peguei minhas coisas fechei a porta e sai não havia ninguém em casa... É mais um dia de aula espero que dessa vez eu consiga assistir a alguma aula. Pus meus fones...
Pov. // Nicholas
_Não Mãe, Por favor... Só dessa vez? --pedi eu como ultima esperança de fugir da quimioterapia Não quero encontrar Kristyn com uma aparecia horrível...
_Mais Filho... --tentou ela completar a frase mais eu fiz carinha de cachorrinho sem dono ela me olhou com um sorriso preocupado nos lábios. _Promete que essa é a primeira e ultima vez que você vai faltar à quimioterapia meu amor?! --Disse ela e eu a abracei.
_Prometo mamãe. --dei-lhe um beija na bochecha.
_Então eu vou trabalhar filho... Fique com Deus e Juízo. -- disse ela beijando minha testa... Sorri.
_A Senhora também mãe... --Ela sorriu e pegou sua bolsa saindo logo em seguida... Estou tão ansioso quero ver ela... Peguei uma toalha e fui tomar um banho.
Pov. // Kristyn
Cheguei ao Colégio, espero que aquela garota não tenha vindo hoje... Por favor, só hoje quero Paz... Entrei é dessa vez não quis provocar apenas fiquei parada peto das escadas esperando o sinal tocar. Ah estou ansiosa espero que meu pai não chegue vá para casa, bêbado hoje, não quero que ele de uma de suas crises na frente do Nicholas...
O Sinal Tocou Nenhum sinal da Lanna isso me fez respirar aliviada subi é fui até a sala nenhum aluno havia entrado ainda apenas eu estava lá sentada na terceira carteira em frete a mesa do professor... Alguns minutos se passaram e alguns alunos adentraram à sala logo em seguida o professor, colocou suas coisas sobre a mesa e olhou em minha direção.
_Aluna nova? --deduziu ele.
_Sim. --respondi afinal não consegui assistir nenhuma aula.
_Seu nome? --disse ele, pegando o diário de presenças.
_Kristyn. --respondi apenas o primeiro nome.
_Kristyn, Hum... Já ouvi falar de você. --disse ele rindo.
_Vejo que estou famosa. --disse eu com toda minha ironia. O Riso dele não se sessou como eu esperava acontecer pelo contrario ele riu mais, é pude o ouvi balbuciar Uma menina com personalidade Esse professor tem problemas pensei... Bom, a Matéria dele é Literatura e seu nome é Maycon e por mais estranho que seja ele parece ser legal e bonito alto, com olhos castanhos, claros cabelo preto...
... As horas se passaram e as aulas acabaram hoje só pode ser o melhor dia da minha vida Lanna não veio para escola isso só pode ser algum sonho, um sonho muito bom... A sala se esvaziou o professor arrumou suas coisas e saiu eu ainda fiquei arrumando alguns livros em minha mochila separei dois que iria levar para devolver a biblioteca... Sai da escola já era 13h 15min fui andando para a biblioteca era um pouco longe mais gosto de andar... Cheguei à biblioteca e fui até o balcão onde ficava uma senhora que auxiliava a achar o livro desejado fui à ela apenas para devolver os dois livros, não trocamos muitas palavras ela apenas pegou os livros de minha mão, perguntou meu nome à respondi, deixei ela com seu silêncio e fui andando até as prateleiras peguei um que dizia Do Autor Voltaire; Voltaire foi um pseudónimo de François-Marie Arouet (Paris, nasceu 21 de Novembro de 1694 Morreu 30 de Maio de 1778), foi um poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador iluminista francês. Ele defendia a liberdade de ser e pensar. "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las." Assim dizia ele, é um grande poeta depois de William Shakespeare, coloquei o livro novamente na prateleira é fui para as outras que estavam mais atrás... Peguei dois livros que por muito custo consegui escolher coloquei meus fones e me sentei em uma das cadeiras mais afastadas... Se eu tirasse meus fones não ouviria nada, pois o silêncio ali reinava e não é disso que minha mente precisa ela quer barulho, barulho que seja capaz de ser mais alto que os gritos de socorro que dou dentro de mim mesma e não há banda melhor para isso 30 seconds to mars...
Pov. // Nicholas
Deitado no sofá com o controle na mão enquanto em minha cabeça mil coisas passavam-se, Na Televisão o desenho do Tom & Jerry O Gato correndo atrás do ratinho esperto Esses William Hanna e Joseph Barbera (Criadores das séries animadas de curta-metragem) tem uma imaginação mais que fértil. Esse ratinho que nunca consegui ser pego... Seria tão bom se na vida real fosse assim e a gente conseguisse fugir do perigo, seria ótimo eu fugiria do câncer o enganaria assim como Jerry faz com Tom... Nossa como esse desenho me faz rir que coisa mais sem sentido, como isso é engraçado e esse gato que só se ferra...
Fiquei ali deitado assistindo ao desenho e rindo feito uma criança até perdi a noção do tempo às vezes pareço ter sete anos de idade, acabei por nem prestar atenção na hora, já eram 17h 50min eu havia marcado com Kristyn às 19h faltava um pouco mais como estou ansioso vou me arrumar logo...
Pov. // Kristyn
"_... A Hazel é diferente. Ela anda suavemente, meu velho. Ela anda suavemente sobre a Terra. A Hazel sabe qual é a verdade: é tão provável que nós consigamos ferir o universo quanto é provável que nós o ajudemos, e é improvável que façamos qualquer uma dessas duas coisas. As pessoas vão dizer que é triste o fato de ela deixar uma cicatriz menor, que menos pessoas se lembrem dela, que ela tenha sido muito amada, mas não por muita gente. Mas isso não é triste, Van Houten. É triunfante. É heroico. Não é esse o verdadeiro heroísmo? Como dizem os médicos: em primeiro lugar, não cause dano ou mal a alguém. Os verdadeiros heróis, no fim das contas, não são as pessoas que realizam certas coisas; os verdadeiros heróis são as que REPARAM nas coisas. O cara que inventou a vacina contra varíola não inventou nada, na verdade. Ele só reparou que as pessoas que tinham varíola bovina não pegavam varíola. Depois que a minha tomografia acendeu como uma árvore de natal, eu entrei furtivamente na UTI e vi a Hazel quando ainda estava inconsciente. Entrei andando atrás de uma enfermeira de crachá e consegui me sentar ao lado da Hazel por tipo, uns dez minutos antes de ser pego. Eu realmente achei que ela fosse morrer antes que eu pudesse lhe contar que também ia morrer. Foi brutal: o arengar mecanizado incessante da terapia intensiva. Havia uma água cancerosa escura pingando do peito dela. Os olhos fechados. Entubada. Mas a mão dela ainda era a mão dela, ainda quente, as unhas pintadas de um azul-escuro quase preto, e eu simplesmente segurei sua mão e tentei imaginar o mundo sem nós, e por mais ou menos um segundo fui uma pessoa boa o suficiente para torcer que ela morresse e nunca ficasse sabendo que eu também ia morrer. Mas aí eu quis mais tempo para que pudéssemos nos apaixonar. Creio que meu desejo foi realizado. Eu deixei a minha cicatriz. Um enfermeiro chegou e me disse que eu precisava me retirar. Que visitas não eram permitidas. E eu perguntei se ela estava melhorando. O cara disse: Ela ainda está fazendo água.‛ Bênção do deserto, maldição do oceano. O que mais? Ela é tão linda! Não me canso de olhar para ela. Não me preocupo se ela é mais inteligente que eu: sei que é. É engraçada sem nunca ser má. Eu a amo. Sou muito sortudo por amá-la, Van Houten. Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas. Espero que a Hazel aceite as dela. Eu aceito, Augustus. Eu aceito... (Livro//A Culpa é das Estrelas)"
Sequei algumas lágrimas que teimavam em rolar esse livro é realmente lindo, perfeitamente Lindo... A Culpa é Das Estrelas Respirei fundo e tentei piscar sem que mais lágrimas rolassem pela minha face que já estava por ficar um pouco avermelhada pelo curto e silencioso choro... Peguei meu celular dentro da bolsa e vi a hora 18h 15min fechei o livro rápido oque fez certo barulho fazendo com que algumas pessoas que estavam inertes em sua leitura olharem para mim, não dei importância peguei minhas coisas e sai da biblioteca marquei com Nicholas às 19h... Depois de certos segundos andando cheguei ao prédio entrei no elevador e me em costeei-me no espelho do elevador e respirei fundo estou cansada andei rápido demais... O Elevador parou e eu sai parei em frente a minha porta e procurei às chaves dentro da bolsa quando finalmente achei à pus na fechadura não precisei nem girar a chave pois a porta se abriu sozinha e eu fiquei olhando sem entender o apartamento estava escuro será que meu pai ele chegou bêbado e deixou a porta aberta?! Hã! Só vou saber se entrar, pus minha mão na maçaneta e empurrei a porta para dentro, entrei liguei a luz a sala estava toda revirada as almofadas do sofá estavam jogadas no chão os vasos de flores que pus perto da janela estavam quebrados, Respirei fundo estava assustada e não sabia oque fazer, olhei para um lado e para o outro procurando algum sinal de vida do meu pai mais acabei por tomar mais um susto quando fui até a cozinha havia um homem sentado em uma das cadeiras, um homem alto e muito forte com uma cara de mal e olhos de sangue, cabelos negros, seus olhos mais negros ainda, pele pálida muito pálida;
_Quem é você? ---perguntei nervosa ele sorriu. _Cadê meu P-pai? --fiz mais uma pergunta mais parecia que ele não me ouvia apenas sorriu, um sorriso malicioso e cruel... Ele levantou-se e andou até mim que retrocedi alguns passos... Ele continuou caminhando até a mim e eu andando para trás até que minhas costas se encontraram com a parede fria minha respiração estava acelerada ele estava perto de mais conseguia sentir o mal cheiro de seu aleto de bebida... Sua mão esquerda se ergueu e ele a pousou do lado de minha face, virei meu rosto para direita apenas para tentar fugir de seu toque...
_Vejo Que Eduardo tem uma bela filha. ---disse ele abaixando seu rosto até o meu e cheirando meu cabelo Sua mão ainda acariciava meu rosto, tentei o empurrar para longe mais não consegui. _Já que não encontrei dinheiro aqui, já sei uma forma da divida que Eduardo tem comigo ser paga... ---sua mão direita desceu para minha cintura, fiz de tudo para me livrar das mãos dele mais não conseguia.
_Quem é Você? Que divida?... --pausei. _Pare com isso... --disse eu enquanto tentava impedir a passagem das mãos dele sobre meu corpo...
_Sou alguém que vai apenas se divertir um pouco. --ao dizer isso o meus puxou-me fortemente contra si, não... Não quero isso, por que ele não para, não tenho culpa das dividas de meu pai. Meus olhos estavam marejados e algumas lágrimas já escorriam. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e colou-me brutalmente encima da mesa, suas mãos começaram a tentar invadir minhas roupas. Nojo & Raiva! Era tudo que eu conseguia sentir nesse momento...
Pov. // Nicholas
19h em ponto já estou pronto peguei meu celular e sai do meu apartamento fechei a porta e fui apertar a campainha do de Kristyn, fiquei em duvida se apertava ou não ouvi alguns gritos e achei que fosse os pais dela a brigar novamente, estava quase desistindo e voltando para o meu apartamento quando ouvi;
*_Para! Por favor, Para. --uma voz feminina gritava em desespero.
*_Cale a boca menina... Mais que gracinha, hum... --agora uma voz masculina falava... Menina?! Não pode ser a mãe de Kristyn, será que é a Kristyn, ela está pedindo para parar?! Quem está com ela?! Oque estão fazendo com ela?!... Não consegui pensar muito apenas vi que a porta estava entre aberta entrei, e segui os gritos de suplicas para que parasse... Cheguei até a cozinha Kristyn estava sentada encima da mesa sem blusa chorando, com um cara alto e forte tentando a forçar... Senti meu sague borbulhar como uma panela com água fervente...
_Solta ela! --gritei com todo ar que resta em meus pulmões. O Homem virou-se pra mim sorrindo à deixando em paz, olhei para ela que apenas se encolheu e tentou esconder o próprio corpo...
_Quem é você piralho? ---disse ele aproximando-se.
_Eu quem pergunto... Quem é você? ---falei e ele aproximou-se mais de mim, olhei pra o relógio e completei. _A Proposito eu já liguei para a policia que por sinal já deve está quase chegando. --Não, eu não liguei para a policia não tive tempo de fazer isso não conseguia pensar... _Aah! --Rosnou ele pegando o cinto que estava no chão e passando por mim bufando, não tenho forças para brigar, e se eu brigasse com ele provavelmente pioraria ainda mais minha saúde... A porta da sala bateu isso era sinal de que aquele verme tinha ido embora. Aproximei-Me de Kristyn que chorava encolhida em um cantinho da cozinha sentei-me ao seu lado e a abracei, ela me apertou forte... E chorou se soluçar.
_Calma, já passou eu estou aqui. --disse eu retirando uma mecha de seu cabelo que estava sobre seus olhos.
_Ele... Ele... --ela tentava formular uma frase mais escondeu seu rosto em meu peito oque abafou sua voz... Por Alguns minutos ficamos assim abraçados... Ela já estava parando de chorar mais ainda premia em meus braços.
_Vem. --levantei-me e ajudei a mesma levantar também a perguntei para onde era o seu quarto, ela me disse a levei até lá.
_Vou... Vou tomar um banho... ---disse ela com sua voz ainda falhada.
_Okay! ---falei eu. Ela pegou uma toalha e entrou no banheiro foi quando ela esticou o braço que eu vi as marcas vermelhas que aquele homem deixou nela... Como isso me deixou com raiva, quem é aquele cara? Por que ele estava fazendo aquilo com ela? Sentei-me em uma cadeira que estava perto da sacada, ouvi quando ela ligou o chuveiro e mesmo com o barulho da água eu pude ouvir o choro dela ecoar, isso partia meu coração em pedaços...
Pov. // Kristyn
Que nojo, que nojo daquele homem, que nojo de mim. Que raiva do meu pai, a culpa é dele, só dele, que ódio... Nicholas ele sempre salva, como foi bom abraçar dele senti meu corpo reagir ao toque dele parecia que minha alma estava adormecida em algum lugar escuro e ele fosse a luz que a acordava... Como eu queria que ele gostasse de mim, mas Se até eu me odeio... Por que alguém me amaria?... Pensar isso só me deu mais vontade de chorar... Desliguei o chuveiro pus minhas roupas e me olhei no espelho meus braços estavam com marcas vermelhas doloridas, senti mais vontade chorar mais não fiz, apenas olhei para o alto respirei fundo e abri a porta do banheiro vi Nicholas sentado perto da janela com um olhar distante mais que se voltaram para mim quando ele percebeu minha presença...
♪♫ "City Of Angels (Cidade dos Anjos) — 30 Seconds To Mars" ♪♫
Ele levantou-se e andou em minha direção, fiquei parada, ele tocou minha face com sua mão direita e puxou meu rosto delicadamente para que eu pudesse olhar para ele.
_Você está bem? --perguntou ele com a voz tranquilamente linda, seus olhos azuis percorreram a minha alma ao me olhar no fundo dos olhos... Ele parece um Anjo.
_Sim. --disse a ele e andei até a cama e sentando-me, não quero parecer seca ou algo do tipo apenas estou envergonhada com essa situação. Ele olhou-me.
_Então vou indo. --disse ele meio sem jeito indo em direção à porta, não quero que ele vá quero que fique.
_Nicholas. chamei eu, ele olhou para mim. _N-não vai não, fica aqui comigo Por favor. --pedi gaguejando. Ele sorri de canto e voltou a se aproximar de mim sentando-se ao meu lado na cama.
_Claro. --disse ele, eu não estou mais me importando pra nada deitei minha cabeça no peito dele, ele pôs sua mão em meu cabelo e ficou acariciado...
_Obrigada... --falei baixinho.
_Não precisa agradecer. --disse ele. Sentei-me na cama e o fitei curiosa por que ele me parece tanto um anjo? Por que minha mente Cisma em me dizer que ele é o meu Anjo?! Ele sorriu e suas bochechas ficaram coradas.
_Oque foi? --perguntou ele...
_Poço te fazer uma pergunta? --Okay eu já havia feito um pergunta... Mais oque quero perguntar e algo serio e que meu coração clama por essa resposta.
_Logico que pode. --afirmou ele sorrindo.
_V-você Seria capaz de... Gostar de mim? --perguntei olhando para o chão. Ele parecia surpreso com minha pergunta ficou em silêncio por alguns minutos, o silêncio que quase me matou, até que.
_Você acharia estranho se eu te dissesse que já gosto de você? --falou ele e eu o olhei, agora a surpresa era mim...
_E-eu bom, eu... Você está falando serio? --perguntei incrédula...
_Nunca falei tão serio em toda minha vida... ---disse ele aproximando-se de mim, Senti sua mão sobre minha cintura me puxando para ele, eu já podia imaginar aonde aquele a proximidade iria nos levar, nos levaria a mais um beijo, fechei meus olhos minha mente ficou em branco esqueci as duvida o medo os problemas... Nossos lábios selarão, mas uma vez estava eu sentindo o melhor sabor que um dia experimentei...
♪♫... Havia verdade, Havia consequência Contra você, uma defesa fraca Então, havia eu, tenho dezessete anos Procurando uma briga A minha vida inteira Eu nunca estive presente Sou apenas um fantasma Fugindo de medo Aqui nossos não são feitos Eles vencem Perdido na cidade dos anjos... ♪♫
Ele pediu passagem e eu cedi... Uma saborosa luta por espaço entre nossos lábios... Pus minhas mãos em sua nuca enquanto as dele apertava de leve minha cintura... O Ar foi preciso então nos separamos... Praticamente abraçados nós estávamos ele me olhou.
_Quer ser um dos motivos que vai me motivar a continuar vivo? --perguntou ele, não entendi muito bem mais achei lindo. _Sei que te conheço há pouco tempo mais para o meu coração é tempo suficiente... Quer namorar comigo? --o completou senti meus olhos lacrimejarem.
♪♫... Lá no conforto dos estranhos Me encontrei nos Alpes queimados Na terra de um bilhão de luzes Comprei meu destino, direto do inferno Uma segunda olhada valeu a pena Para uma mãe, um irmão e eu O prata do lago à noite Os Alpes de Hollywood em chamas Uma avenida de esperança e sonhos Ruas feitas de desejo Perdido na cidade dos anjos... ♪♫
_Só se você me ensinar a Amor. --disse eu e uma lágrima escorreu dos meus olhos enquanto meus lábios sorriram, ele sorriu e meu beijou novamente.
_Será uma honra lhe ensinar a Amar. --disse ele e eu o abracei... Deitei-me na cama e ele deitou-se ao meu lado fazendo carinho em meus cabelos... Deitei-me em seu peito e adormeci com a melodia do seu coração...
♪♫... Lá no conforto dos estranhos Me encontrei nos alpes queimados Na terra de um bilhão de luzes Me encontrei nos alpes queimados Na terra de um bilhão de luzes, Anjos, Anjos. Estou em casa, casa, casa Perdido na cidade dos anjos Lá no conforto dos estranhos Me encontrei nos Alpes queimados Na terra de um bilhão de luzes Uma vida, um amor À cidade dos anjos... ♪♫
Notas finais
Bjs divinhas :***
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