I Wish I Was Strong...
21 ÚLTIMO CAP! - The End.
Notas iniciais
Mals aí, mas aqui está. Pequeno, logo avisando, mas leiam as notas finais! Aviso importante!
CRÉDITOS A MINHA LINDAAA DIARYOFHERMIONE!! PARTE DOS PENSAMENTOS INSPIRADA PELA SUA HISTÓRIA "Im Into You", SUPER RECOMENDAÇÃO AQUI!
♥33
–Não se preocupe, Sam. Eu vou cuidar de você.
A olhei. Sam colocou um sorriso no rosto, e apagou. Dei um abraço firme nela, e vi que ela dormia tranquilamente. Ah, Sam... A cada segundo, eu te amo mais. Não que isso seja possível.
Puxo um pouco os trapos da Sam, para conseguir cobri-la — ao menos o necessário — para passarmos pela festa sem ninguém ver aquele belo corpo. Eu procurava não olhá-la, apesar de ser quase impossível, e puxei o tecido azul para cima. Mas não cobri muito. Então resolvi colocar o meu smoking, e deu certo.
A puxei nos braços, e conduzi-a até o carro. Lá embaixo, tive que responder algumas perguntas como “por quê Sam estava quase pelada” ou “o que eu estava fazendo com essa loira sendo que minha acompanhante era Melanie”, mas eu as evitei com facilidade.
Quando miro a outra porta por um segundo, vejo a garota que me avisara sobre Sam. De verdade, eu queria muito saber quem ela é. Devo minha vida a essa ruiva. Eu dou um sorriso de agradecimento, e ela retribui, com o rosto nas sombras.
Giro a maçaneta, e saio do lugar. Lembro-me que tocava a música I Found You, do The Wanted.
Chegamos no carro, e depositei Sam no banco do passageiro, enquanto me arrumava no do motorista. Ela estava com os olhos fechados, e a boca um pouco aberta. Tinha esquecido os sapatos em cima da outra cadeira, tomara que Sam não se importe.
Eu a olho de novo. Seus traços totalmente perfeitos, ficavam mais bonitos ainda na luz da lua. Lua cheia, que brilhava no escuro da noite. Não estava tão frio assim, era até uma noite quente do inverno. O vento da minha janela – eu não conseguia ficar dentro do carro sem a janela aberta – batiam nos cabelos loiros, bagunçados agora.
Se eu pudesse escolher um momento da minha vida para reviver a cada segundo, seria esse. Eu os arrumo calmamente, depois passo o meu polegar nos lábios avermelhados de Sam. Ela respira um pouco mais forte, mas depois se vira para continuar a dormir. Isso é bom. Dizem que o sono acalma o álcool no sangue. Não lembro quem, mas sei que já ouvi isso.
Eu coloco as mãos no volante, com destino à minha casa.
...
“Quê? Onde eu estou?
Abro meus olhos bem devagar. Ainda meio sonolenta, acho. Não tenho certeza. O que aconteceu?
Minha cabeça doía, e minhas costas também. Parecia que um daqueles tratores de neve tinha passado por mim na noite anterior!
Eu me sento na cama, mas... Aii, minha cabeça! Que droga de parede é essa?
Eu, enfim, olho em volta. Onde eu estou, velho? Que quarto é esse?
Uma cômoda cheia de coisas de nerd, e outra mais ao canto, com uns remédios e livros. Ao lado, um pequeno banheiro com a luz acesa, depois a janela e do outro lado do quarto a mesa de computador e uma esteira de academia. Espera: eu conheço esse quarto. Já dormi aqui várias vezes.
Mas me vem a ideia de olhar para meu corpo. Péssima ideia.
‘MAS QUE PORRA É ESSA?!?!’ penso.
Eu estava com uma cueca boxer branca, e sem camiseta! Cadê os meus peitos? Eu apalpo o tórax da pessoa que eu tinha incorporado, e não tinha nada ali.
–O que está acontecendo?! – eu digo, mas paro bem aí. Que voz é essa? E a minha voz?
Olho pra baixo rapidamente. Uma... ”coisa” estava lá bem no meio das minhas pernas. Eu começo a tremer, e tremer sem parar.
–Fr-Freddie?
O volume no meu colo era imenso. E quando eu digo imenso, não quero dizer grande. Quer dizer imenso. Eu tenho bolas?! Como assim eu tenho bolas?!
Não pode ser! Saio correndo para o banheiro, que tinha um espelho enorme na porta. A imagem do Freddie pelado aparece. Dou um passo pra direta, e depois outro pra esquerda. Ele se mexia junto comigo. Coloco a mão no nariz, depois na barriga, e a imagem repete o que eu faço. O teste final: coloco minha mão na “coisa”, e ele põe também.
Mas... Mas...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!!
–Filho?! Está tudo bem aí?! – uma voz perplexamente irritada soa do outro lado do quarto. Sem ver o reflexo do ser com uma espada de esgrima na mão, a respondo.
–N-nada não...mãe. Eu só estava procurando uma roupa pra me vestir, e tinha uma barata aqui no banheiro. Só fiquei assustada. – percebo meu erro. – Do! Assusta-do! Porque eu sou homem!
Ela me encara com confusão.
–Tem certeza que você está bem, bebê?
–Claro q-que sim! Qualquer coisa eu te chamo. Pode ir.
Ouço o clic da porta se fechando. Graças a Deus. Sam, o que você fez?! Como você está no corpo do Benson?!
E isso aí no meio das suas pernas?
Falava com o espelho. Aquela voz grossa realmente estava me dando nos nervos. Não fazia sentido sair naquele tom da minha garganta.
Mas até que o nerd era bonitinho, hein?
As curvas da barriga, as coxas definidas, o tórax mais duro que pedra. E a cueca.
–Não, Sam. Você não vai se aproveitar da situação. – fecho os olhos. Mas como eu não posso resistir a isso? Está praticamente clamando pelo meu nome! Tem uma placa escrito me toque nele! Ah, não vai dar não.
Sem vergonha nenhuma, puxo a cueca para baixo. Abro os olhos.”
Mas não é aquilo que vejo. Estava deitada novamente na cama, com Freddie me encarando na frente, e uma expressão serena em seus olhos divertidos e negros como chocolate.
–Até que enfim acordou, loira.
Loira? Tinha voltado pro meu corpo?
Olho para frente. Estava vestindo uma camiseta cinza, e calça de moletom. Como eu vim parar aqui?
–O que...
Pronuncio as primeiras palavras, mas me arrependo profundamente. A garganta agora estremeceu e queimou com isso. Me curvo para frente automaticamente, e Freddie pousa sua mão em minhas costas.
–Tá tudo bem?
–A minha... garganta. O que aconteceu? – falo, me contorcendo.
–Sam, relaxa. Agora não é hora de explicações.
–Sim, é a hora perfeita para explicações. – digo, me sentando. –Como eu vim parar aqui? – minha voz sai fina e agradável, e não rude como eu esperava.
–Bem, a história é complicada... – ele vira o olhar para o chão. Aqueles rodeios que fazia não me deixavam menos ansiosa.
–Freddie, por favor... – pigarreei, para limpar a garganta, e isso me causou uma dor enorme – não enrola... Me diz na lata.
–Sam, eu... Eu estava com a Melanie, mas ela entrou na festa, e aí uma garota me acordou pra vida, e eu comecei a procurar você. E quando te achei...
Ele para de contar.
–Quando me achou o quê?
–Quando te achei, você estava quase nua... Na frente do Drew. Ele estava com a calça no joelho, e o pênis para fora.
Uma cara automática de susto surgiu no meu rosto. Freddie me dizia tudo muito triste, e perplexo.
–Eu ia... transar com ele?
–Presumo q-que sim.
PDV Geral.
Sam empalideceu. Estava chocada com o que tinha feito. Já prevendo a sua próxima pergunta, Freddie diz logo.
–Eu senti seu hálito forte. Ele te embebedou com algo que ainda não descobri. Mas, continuando, eu os vi naquela cena horrível – ele engole em seco – e... bati nele. Aí te trouxe pra casa e dei um remédio que minha mãe guardava dentro do pote de maionese na última gaveta do armário. Um que o médico louco dela criara esses dias para melhorar a ressaca. Ela nunca suspeitou que eu sempre soube disso. – por um momento, Freddie sorri.
Algumas lágrimas brotaram no rosto de Sam.
–Ei, por favor, não chora... – ele limpa uma lágrima que caía pela sua bochecha. Sam hesita em chorar muito alto, pois não queria parecer fraca na frente dele.
–Deve estar me achando uma idiota, né? Por qualquer coisa, eu me deixo levar, tomo todas e quase perco minha virgindade com um babaca. – ela disse, entre suspiros para conter seu choro.
–Sammy... Não se sinta assim – ele se aconchega um pouco mais perto da garota, colocando sua cabeça no ombro/pescoço dele. – Não quero te ver assim. Já passou. Está tudo bem agora.
Essas palavras a acalmam um pouco, e Sam continua a respirar com uma dificuldade, que logo desaparece. Aquele ombro quente e gostoso de Freddie realmente fazia as coisas melhorarem.
–Freddie, eu... Eu fui para aquela festa pra... pra te dizer que...
–Eu te amo, Sam.
Ela move sua cabeça, para olhar em seus olhos. Freddie sorria, e fazia carinho do outro lado de seu rosto.
–Eu te amo muito, Sammy. De um jeito que nunca amei e nunca vou amar ninguém. Como se nós tivéssemos nascido para ficarmos juntos. Quando estou com você, tudo parece melhor. Só me sinto bem com sua presença. A cena de te ver com outra pessoa me quebrou o coração e, se pudesse, nunca mais ia deixar isso acontecer, pois você seria só minha. Até o último dia de nossas vidas.
Ele dizia tudo isso a encarando olho no olho. Sam admirava tudo aquilo com suas pérolas verdes bem abertas, e marejando aos poucos. O que antes era um choro de vergonha, virara agora um choro de felicidade.
–Oh, meu Deus, Freddie... Eu... Eu nem sei o que diz... – ela é interrompida pelo dedo indicador do garoto em seus lábios.
–Não diga nada.
Ao pronunciar a penúltima sílaba, ele foi se aproximando de seu rosto. Dessa vez, não tinha receio. Receio de não proporcionar um bom beijo à garota dos seus sonhos. Receio de não bater os dentes. Não sentia nada disso. A única coisa que poderia descrever no momento era a felicidade. Ansiedade era o segundo plano. Parecia que seu lugar era ali, ao lado da loira.
Pensava e pensava, mas seus lábios permaneciam a um milímetro de distância.
–Freddie... Me beija.
Foi dito, e logo feito. Ele juntou seus lábios com os dela, pondo um fim à sua ansiedade. Era quase como o rimeiro beijo dos dois, no apartamento. Freddie a segurava pelo rosto, enquanto Sam apenas se deixava ser conduzida. Os dois poderiam estar a mil quilômetros de distância, mas a sensação desse simples beijo duraria para sempre.
[...] PDV AUTORA QUERIDA [...]
E você aí deve estar se perguntando: quem era a garota misteriosa que impediu Freddie de fazer burrada e ajudou na relação Seddie?!
Quer saber mesmo?!
A Charlotte! Charlie, como eu gosto de chamá-la. O motivo? Simples. Ela sempre quis se afastar da patricinha sem sal. Desde pequena, que sofria bullying na escola, tentava se livrar das pessoas que a faziam sofrer, e a alternativa que encontrou foi se juntar às mais top da escola, mas praticamente forçada. E mais: tinha uma leve quedinha pelo Benson lindo, e teve que massacrar seus sentimentos para salvar a vida de Sammy. Não era o que queria, mas era o certo ase fazer. Então passou uma maquiagem e foi pra festa fantasiada de cúpida!
(Isso de ‘cupida’ é no sentido literal, depois eu vejo se dá pra colocar a foto do vestido dela.)
Aí vocês me perguntam: E quanto à Carls + Drew = Darly ou Crew?
Resposta: Carly tinha um “segredo secreto” que ninguém poderia saber, muito menos seu pai, Vazaram algumas fotos dela fazendo coisas com um garoto no acampamento de verão, e usando drogas. Quem pegou? Exatamente. Drew. E vocês sabem que ele tem um leve probleminha com ejaculação precoce, e nessa parte a chantagem entra. Sempre que ele estava afim, obrigava Carly a fazer o tcheco tcheco com ele, e dessa forma podia melhorar e fazer isso com outras garotas.
Bem, não sei se está faltando mais alguma coisa a explicar. Ah, é! Sra. Benson! Essa daí ligou para o Freddie no outro dia e disse que só ia voltar na Páscoa. Fazer o quê, ingleses são irresistíveis! Talvez até traga um bebê dessa viagem...
E essa foi a fic! Mais coisas nas notas finais!
Notas finais
Beijoooooooooooos ;*
Fale com o autor