I Will Not Give Up On You
1 Capítulo Único.
Notas iniciais
Strawberries lindos! ♥
Vejam só, já é final do mês. E amanhã minhas aulas começam novamente, sendo assim, resolvi vir aqui postar o que eu deveria postar para vocês.
Deixarei o Hentai por último, então para fazer um clima descontraído, coloco aqui uma Kusaka & Konoha, eu jamais gostaria desse casal, mas depois daquela declaração, né gente... Eu virei fã!
Enfim, espero que gostem! ^^
Boa leitura!
I Don't Give Up to You. — Kusaka & Konoha.
Capítulo Único.
Meio do Inverno na cidade de Inazuma. O frio era agradavelmente terrível. Konoha não via jeito de se acostumar com aquela nova vida. Estava feliz com o progresso que tinha feito com a Raimon. Poderia mostrar a todos que era ao contrário do que todos pensavam dela. Que era forte, e determinada. Aparências não diziam nada sobre a pequena garota.
E agora ela podia confiar nos amigos que tinha. Sabia que eles estariam com ela, a apoiando a cada momento de sua jornada pelo futebol feliz.
Há algumas horas, depois do jogo, sua mãe havia anunciado que sairia para uma viagem e demoraria algum tempo para voltar. Ela havia pedido a sua filha que ficasse na casa de alguma amiga. Konoha já havia falado com Sorano Aoi, e amanhã estaria na casa da azulada.
Não pode ter ido no mesmo dia, porque a neve estava forte demais para ela ir a algum lugar, e não queria pôr em risco algum acidente na família Sorano. Então, apenas decidiram que se veriam na manhã seguinte.
Por hora, Konoha estava em sua cama, colocando meias em seus pés. As meias eram rosas, com desenhos de gatinhos cinza em ambas partes, com coraçõezinhos vermelhos cheios de glitter, onde em cima havia letras de mão, em inglês, onde sua tradução era: Eu amo gatos.
A garota estava pronta para pegar seu lençol e se cobrir até ficar quentinha, mas então ouviu algum barulho vindo de um lugar do qual não podia especificar, o quarto estava escuro.
Rapidamente, Konoha tentou alcançar o abajur, para ligá-lo, afim de ver melhor. Quando o fez, notou Kusaka invadindo seu quarto pela janela.
“Kusaka! O que está fazendo?” Perguntou ela pegando o tecido roxo, e cobrindo para que o garoto não visse seu pijama. “Você não sabe que invadir a casa dos outros é crime?”
“Oi, Konoha. Desculpe invadir assim.” Kusaka tirou a neve do ombro e sorriu a garota.
“Você enfrentou essa nove toda só para vir aqui? Ficou doido? Podia pegar um resfriado, ou ser atropelado por um caminhão desgovernado, sei lá... Kusaka!”
“Tudo bem, tudo bem Konoha, eu estou bem. Estou inteiro e vivo, viu só?”
“Mas o que você veio fazer aqui? Aconteceu algo grave?”
“Não. Ei, você está aqui sozinha? Sua mãe não atendeu a porta.”
“Ela foi viajar. Amanhã vou dormir na casa da Aoi-Chan.”
“Entendi. Mas me diga, como se sente?” Kusaka sentou-se na beirada da cama de Konoha.
“Em relação a quê?”
“Ao jogo de hoje. Você realmente foi incrível.”
“Me sinto mais confiante. E animada. Acredito que agora, posso ajudar a Raimon de alguma forma.” Konoha sorriu.
“Hai. É uma sensação incrível não é mesmo? O Tenma ficou muito feliz por você.”
“Fico feliz em saber que poderei ajudar a Raimon agora. Isso muda totalmente a percepção de Shindou-san sobre as coisas, você não acha?”
“Acho sim. Uma hora ele vai aceitar, que estamos ali para ajudar o nosso time a vencer o Holy Road Internacional e vai se juntar conosco.”
“Eu espero. E espero que ele pare com aquela rivalidade boba que ele tem com Ibuki. Você vai ver, os dois virarão melhores amigos. Assim, como Kyo-su-ke e Tenma-capitán.”
“Kyousuke.” Kusaka corrigiu.
“Mas Kusaka, dá no mesmo! Kyosuke, Kyousuke! Ué, não muda que ele e o Tenma são grandes amigos. É muito legal isso tudo.” Konoha explicou.
“É verdade. Você estava se preparando para ir dormir?”
“Não, eu não estava com sono. Só quis ficar aqui, porque minha cama, e meu lençol são quentinhos. E acho que você deveria estar na sua casa fazendo o mesmo. Você não concorda?”
“Eu o farei. Mas antes preciso lhe dizer uma coisa.”
“Eu aprendi, Kusaka.” Konoha suspirou feliz. “Eu vou confiar mais em mim mesma, vou tentar dar o meu melhor. Não vou ter mais medo de confiar nas pessoas também.”
“Que bom.” Kusaka assentiu e se levantou, aproximando mais de Konoha.
Konoha recuou um pouco.
“Kusaka...”
“Eu não menti quando disso aquilo no jogo hoje.” Kusaka pegou o rosto de Konoha delicadamente, olhando dentro dos olhos da pequena, sussurrando baixinho. “Eu gosto de você. Gosto do jeito como você é quente, e de como seu rosto é fofo. Eu farei de você minha namorada, Konoha. Eu não vou desistir de você.”
“Kusaka...”
“Você ter dito não para mim, não vai mudar como me sinto em relação a você. Eu realmente a amo. E não desistirei de você tão cedo.”
“Kusaka...”
Kusaka se aproximou de Konoha, e beijou sua testa suavemente.
“Boa noite, Konoha.” O garoto saiu da cama, e voltou a descer pela janela.
Konoha não sabia o que dizer. Ela confiava verdadeiramente em Kusaka, gostava da maneira de como eles eram amigos, de como ele se preocupava com ela, do como estavam sempre conversando, e se ajudando de alguma forma.
Ela estava meio boba agora, se sentia mais quente que o normal, e obviamente, estava com certo rubor em seu rosto. Ele havia enfrentado umas das maiores tempestades de neve, só para dizer que gostava dela, e que não desistiria dela tão cedo.
Não tinha como ela não corar, ela estava se sentindo amada. Mesmo que não soubesse como dizer algo a ele. Talvez, em algum futuro próximo, lhe daria uma chance. Porque sabia que o que Kusaka sentia, era real. Não era nenhuma brincadeira.
Konoha saiu de sua cama e se escorou na janela. Respirou o ar gelado, que congelou o pulmão, e gritou o nome do moreno.
“Konoha?” Kusaka perguntou estático -e preocupado- no jardim da menina.
“Eu só queria dizer obrigada. Por isso tudo.”
“Você pode cair daí, não se escore tanto.” Avisou Kusaka.
“Eu estou bem. Não se preocupe. Obrigada por isso, Kusaka!”
Kusaka sorriu.
“Ei, vamos tomar sorvete algum dia desses?” Konoha convidou.
“Nesse frio? Sorvete?”
“HAI! Ah, não vai me dizer que tem medo de um frio desses, né Kusaka?”
“É claro que não! É só combinar!”
“Boa noite, Kusaka!”
“Boa noite, Konoha.”
“Até amanhã!”
“Até!” Kusaka foi embora andando devagar.
Konoha escorregou da janela para o chão do quarto. Estava começando a sentir aqueles sentimentos de quando as coisas dão certo com um garoto.
Ela apenas balançou a cabeça, e se jogou em sua cama, pegando seu lençol, e se encolhendo sobre o tecido. Então, sorriu uma vez com o calor do tecido e de seus pensamentos. Ela estava começando a gostar da ideia.
É bom mesmo que Kusaka não desista dela tão cedo.
Konoha adormeceu, e em seus sonhos, ela estava feliz. Sonhos que começaram a se tornar realidade.
Notas finais
Quer dizer que anda lendo o que eu escrevo né?
Essa meia que a Konoha tem é igual a minha! *--* (Mas eu não amo gatos... #apanha)
Espero que tenham gostado, e comentários, sempre são bem vindos! *00*
Até o próximo post!
Morangos ou Melancias? ♥
Bye! o/
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