I Will Love You Till The End Of Time.
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Um bônus pra vocês já que a senhora criatividade resolveu aparecer!
Me deixem feliz nos reviews hein?! Beijo ♥
Me deixem feliz nos reviews hein?! Beijo ♥
— Palhaça! Eu estava sentindo falta do seu "senso de humor". — Respondeu, fazendo os sinais das aspas. — Esta tudo bem por aqui? — Indaguei. — Sim esta tudo ótimo... — E John? — Indaguei novamente procurando as chaves do meu apartamento no bolsa, decidi que minha moradia oficial, seria em Londres. — Ele esta meio nas nuvens, pensativo demais quero dizer... — Ah ótimo! — Nisso, chegamos ao meu novo apartamento, com somente algumas partes mobiliadas e cheio de moveis no chão, havia uma quantidade de pó enorme. Desviando de alguns moveis, abri as janelas e sentei-me no sofá empoeirado. Clara olhava pela janela a paisagem deixando os raios de Sol iluminar o seu rosto. Colocando as mãos sobre o parapeito, ela perguntou: — Ama ele ainda, não ama? Fiquei em silencio. Ela virou-se e fez a mesma pergunta novamente: — Ama ele ainda, não ama? — Sim, eu quero ele de volta Clara! — Respondi, colocando as mãos sobre a minha cabeça e abaixando-a. Clara sentou-se do meu lado e retornou: — As coisas vão voltar ao seu lugar. Espere! — Você promete? E ela respondeu com um abraço. Deixei minhas malas no apartamento e fomos andar pelas ruas de Londres. Clara mostrou-me alguns Pubs de que ela havia dito, depois sentamos em uma cafeteira e ela ligou pra Dominque, dizendo que eu havia chegado. Não demorou muito para que Dominique chegasse aonde nós estávamos, com um colar lindo em seu colo, iluminando ainda mais o seu rosto. — Charlie! Que saudades! — Abraçamo-nos. — Saudades mesmo Dô! Como voce esta? — Peguei em seu colar e retornei. — Que lindo! — Lindo e especial, foi Chad quem me deu! E por sinal, estou ótima. E você? — Ela disse, sentando-se. — Bem, eu acho. Passamos o resto de nossa tarde e tempo livre na cafeteria, dando muitas risadas, contando as novidades, falando sobre os nossos sentimentos. Era mais ou menos cinco horas da tarde quando decidi ir, Clara ofereceu-me carona mas eu neguei, não queria dar trabalho a ela. Ao chegar nas escadas que davam ao meu apartamento, abri minha bolsa para procurar as chaves, colando-a no colo e tentando me equilibrar em um salto agulha nada baixo. Pois é, minhas roupas já eram um pouco mais elaboradas, e aderi ao salto alto, ser baixinha não era muito fácil. — Presumo que precise de ajuda... Uma voz surgiu em meio ao silencio que estava na rua. Era doce e familiar demais. — Não, muito obrigada é que... — Levantei a cabeça e meu olhar cruzou-se com um que falava por si próprio. — John? — As palavras quase que não saiam. Ele ergueu uma caixinha e estendeu o seu braço para dar-me. — O que é isso? — Sorri. — Só direi se me deixar entrar, e a propósito, eu estava sentido falta do seu sorriso. — Ele sorriu, me dando a caixa e então, fiz que sim com a cabeça e deixei-o entrar.
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