I Will Love You Till The End Of Time.
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Espero que não tenha ficado curto demais, e um tanto 'gay' :/
Bom, me desculpem se eu demorei rere. Enfim, espero que gostem e expressem isso nos reviews!
Beijão ♥
Bom, me desculpem se eu demorei rere. Enfim, espero que gostem e expressem isso nos reviews!
Beijão ♥
— O que é isso? — Eu disse, analisando o anel, e John tomando-o para colocar em meu dedo, respondeu: — Isso é uma maneira de me redimir diante a você. Sei que presentes não seriam a melhor maneira de pedir desculpas, mas achei que esse anel era a sua cara e um ótimo empurrão para começar o que tenho pra te falar. — Olhei-o e ele continuou. — No dia em que pedi um tempo á você, eu estava de cabeça quente e não pensei nas consequências, depois liguei alguns pontos e percebi que eu estava equivocado diante a minha opinião. Quero que me perdoe e... — Ele fez uma pausa. — Volte pra mim... — John disse, com as palavras quase não saindo. Aquilo era tudo o que eu precisava ouvir no momento. Em um movimento rápido, abracei-o forte, quase sufocando-o, por sinal. Dei um beijo em uma de suas bochechas e retornei. — Não me deixe mais, tudo bem? — Charlie... — Ele sussurrou em meu ouvido. — Acho que estou te amando. — Completou bem baixinho. — Eu já tenho essa certeza — Sorri e beijei-o, o que foi ficando cada vez mais acelerado e com movimentos mais brutos. Sentei-me em seu colo, e ele pegava meus cabelos, puxando minha cabeça levemente para trás. Olhava-mos como da primeira vez que nos vimos. Desabotoei sua camisa e tirei os seu óculos, colocando-o sobre a pequena mesa de centro, também coberta por um pano. John pegou-me no colo, para levar-me até o quarto, parando no meio do corredor e colocando-me diante da porta do banheiro. Os beijos estavam mais acelerados e os nossos desejos mais aparentes. Já estávamos sobre a cama quando John encaixou seu quadril sobre o meu, seus movimentos eram precisos e lentos, ele encostava o seu rosto sobre a minha nuca, enquanto o brilhar da Lua iluminava o quarto e uma pequena brisa percorria as cortinas e os nossos corpos, juntos.
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