I Will Fight For You
2 Part 2; And I will die for you
Notas iniciais
Agradeçam infinitos à ohsucks: ela fica me obrigado a escrever e ~leva tapão~
Mentira, escrever esse capítulo foi a coisa mais engraçada do mundo~! LOL
Era ela escrevendo lemon de um lado, eu continuando minhas fics do outro e, no meio de "chupou-lhe o cu deliciosamente" e coisas mais, consegui finalizar o capítulo dois da fic.
Então espero que gostem. Postei rapidinho, nem vem que não tem u-u
O tanoshimi. Enjoy ♥
Tudo estava quase no fim e eu não sabia. Ninguém sabia. Frank voltara para seu lado e acabamos inventando que não consegui descobrir porque estava conosco. Não podíamos expor a todos o que começamos a ter. Aquilo só nós sabíamos e, quando tudo acabasse, ficaríamos juntos, apesar de tudo. Não sabíamos o que nos aconteceria, mas queríamos mais um tempo juntos.
No meio de todos os conflitos, acabei colocando minha vida em risco novamente, ignorando tudo e tentando manter minha palavra de que todos ficariam bem. Com isso, infelizmente, acabei ficando de fora naquele dia. Ficando no meio do fogo cruzado para que todos ficassem bem, acabei levando três tiros na coxa direita e um projétil alojado em meu ombro direito. Não conseguia fazer mais nada, mas queria morrer tentando.
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Ao final do dia, todos estavam rindo e alegres por um assunto estranho.
Teríamos vencido?
— Aquele maldito romeno... Não acredito que o pegamos!
Em seguida, todos urravam apoiando o comentário e riam ainda mais.
— O que há? — perguntei entre os risos deles, mal aguentando meu peso na perna direita.
— Aquele maldito que veio pegar tudo e mais um pouco conosco. Como era o nome?... Um tal de Frank Iero, se é que era o nome dele — em seguida riram todos novamente.
Senti meu sangue ferver.
— O que você disse? — agarrei-o pelo pescoço e rosnei, trincando os dentes e mal conseguindo controlar a raiva.
— Frank Iero... Morto... Nas trincheiras... Do nosso lado... — ele mal dizia as palavras, ainda tendo minha mão em seu pescoço, cingindo o aperto cada vez mais.
Esbravejei qualquer coisa e, sem me importar com nada, apenas sai daquele lugar, pouco ligando para a dor em meu corpo. Só tinha de encontrar Frank.
Revirei todo nosso perímetro e nada de encontrá-lo. Naquele momento, comecei a achar que ele forjara sua morte para escapar dos americanos. Torcia para que isso realmente tivesse acontecido.
Ao me aproximar de o que um dia já fora um parque com um enorme lago, vi um corpo que ao longe me parecia familiar. Aproximei-me com cautela e, ao chegar perto, senti todas as minhas esperanças morrerem. Então, desejei ter o mesmo destino que elas.
— Frank! Frank! Pode me ouvir?! Não faça isso comigo, por favor, não agora! E tudo que tínhamos pensado naquela noite? Não faça isso!
Tirei-lhe a parte superior de seu uniforme furiosamente. Não queria pensar que estava morto, não queria que fosse real.
Constatei seu corpo inteiramente tingido de vermelho, e o sangue pulsava pelas feridas cada vez mais e em quantidades alarmantes.
Tirei minha própria blusa e fiz o melhor para ao menos limpá-lo um pouco, em seguida pressionando seus ferimentos. Tinha plena consciência de que tremia, de que já não podia mais reprimir minhas lágrimas e todos aqueles sentimentos.
— Não me deixe... Por favor, por favor, não me deixe...
Senti uma leve movimentação sob minhas mãos que pressionavam com força seu peito.
— Gerard...? — ele murmurou, abrindo os olhos. Parecia não me ver. Aliás, seus olhos pareciam fora de foco.
— Estou aqui... Estou aqui.
— O que lhe houve...? — tocou meu rosto com as mãos ensanguentadas, mas pouco me importei.
— Coloquei-me no meio do fogo cruzado para salvar alguém. Não importa! Como lhe pegaram?
— Estava indo para seu lado, mas acabaram me pegando e acharam que eu estava me infiltrando novamente... Dói... Está doendo... — ele tornou a fechar os olhos, franzindo o cenho.
— Desculpe... Desculpe... Vou cuidar de você. Vai para casa, não pode mais ficar aqui. Mandarei-lhe de volta e será herói de guerra, que tal? — tentei sorrir por entre as lágrimas, não sabendo se fora convincente ou não.
— Não, Gerard... Quero ficar com você.
— Ficará em minha casa. Lá, ninguém vai poder lhe tocar.
— Não...
— Vou voltar... Então quero que me espere até a guerra acabar.
Ouvindo um farfalhar atrás de mim, em um segundo já estava com a arma empunhada e olhando para a direção de onde vinha o som.
— Gerard, é você?
Stanley havia me seguido?
— Você saiu daquela forma e sabe que não deveria sequer ter levantado da cama. Sua sorte foi que eu lhe encontrei, e não um daqueles cães malditos. Está tudo bem? Abaixe esta arma, sou eu.
Quando avançou um pouco mais, mirei em sua cabeça e disparei. Vi-o cair sem gritar e o baque surdo da queda veio em seguida.
— Stanley, você veio me procurar e foi ferido — olhei para Frank enquanto dizia o que ele deveria fazer.
Agora, sua expressão era atenta e não demonstrava outra coisa se não choque, medo e até descrença.
— Você... Acabou de... Matar um dos seus...? — sua voz demonstrava perfeitamente o choque.
— Por você. Além do quê, ele foi um dos homens que tentou matá-lo. Nunca poderia perdoá-lo por fazer o que fez.
— E você vai se perdoar?
Ignorei aquele comentário e, com as vestes de Stanley nos braços, voltei a me ajoelhar ao lado de Frank. Livrei-o do uniforme romeno e ajudei-o a colocar o americano. Ninguém o reconheceria, haviam coisas no semblante de Frank que o mudaram. A meu ver, ele continuava igual àquele homem que foi se declarar para mim em determinada noite.
— Ficou maluco? Solte-me, não está em condições disso!
— Tampouco você está! — então respirei fundo. — Quero você comigo, não importa o que for preciso ser feito: farei.
Quando chegamos a nossa base, fomos recebidos com os mais diversos tipos de reação, desde alegria até pavor.
"Stanley" recebeu os cuidados necessários e dispensado da guerra, voltando para a América como herói. Lá ele teria acompanhamento necessário. Fiz todo possível para que ele ficasse em minha casa e assim aconteceu, após não conseguirem contatar a família ou qualquer parente. Segundo fomos informados, todos mortos na procura de judeus. Como não poderia ficar sozinho, ofereci-lhe minha casa e meus empregados até tudo acabar por definitivo. Ninguém pareceu se importar e assim foi feito.
— Vou voltar, então ficaremos juntos — sussurrei-lhe e devolvi-lhe suas medalhas de identificação, já que ele portava as de Stanley.
Tinha de sobreviver por ele. E era uma promessa.
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Levou quase um mês para que ganhássemos. Logo em seguida voltamos.
"Stanley" estava presente no dia da comemoração, junto com todos os outros Aliados. Foi o primeiro momento que nos vimos desde que voltara. Sequer fora para casa, fiquei em torno de três dias fora, resolvendo os detalhes finais da guerra. Mas finalmente estava acabada.
Ele levou-me para trás do prédio em que tudo acontecia da melhor e mais animada forma possível.
Enquanto demonstrava tudo que sentia por mim por meio daquele beijo urgente, pôs-se a despir-me lenta e sensualmente.
— Quer mesmo fazê-lo aqui? — sussurrei meio entre o beijo e já um pouco afastado de seus lábios famintos.
— Tenho. Depois faremos em casa. Está esquecendo quem é Frank Iero, o mísero militar romeno que praticamente implorou para que você o tomasse? — disse com humor e virou-se de costas para mim, rebolando sensualmente, fazendo com que me esquecesse de onde estávamos e todo resto, só ficando o fato de que ficaríamos bem e finalmente juntos.
Nem sequer as ameaças da Rússia me impediram de fazê-lo meu mais uma vez.
Introduzi um dedo em seu interior, recebendo um gemido baixo e contido em resposta.
— Duvido muito que alguém vá lhe ouvir, Romênia — sussurrei em seu ouvido de forma lasciva e em seguida mordi-lhe o lóbulo, estocando-o com calma, ainda apenas com um dígito.
— Não... Não... Logo... Entre logo... Ah!
— O que houve, meu anjo?
— Eu... Ah... Estava ansioso com sua volta... Mal sai do quarto, apenas pensando... Pensando em você... — confessou e, quando o fez, era visível o rubor em seu rosto entregue ao prazer.
— Então está bem acostumado? — murmurei desejosamente enquanto livrava-me parcialmente da calça escura que usava, apenas um mero pedido dos demais (todos com suas devidas medalhas, brilhantes e chamativas).
Nem sequer dei tempo para que ele respondesse e logo o tomei, penetrando-o em um ritmo contido, ouvindo os gemidos dele crescendo cada vez mais.
— Delicioso... — gemi sofregamente quando o penetrei por completo, arranhando seus quadris.
Poucos segundos se passaram e já estava estocando-o a um ritmo intenso, prendendo suas mãos sobre sua cabeça, mantendo-as firmes na parede em que ele se apoiava, enquanto ocupava a outra mão estimulando-o, friccionando seu membro túrgido e vez ou outra massageando seus mamilos, ouvindo-o praticamente gritar de prazer.
O fato de ser atentado ao pudor não nos impediu. Não nos víamos há muito e tudo aquilo, em minha concepção, era normal. Com ele, não haviam regras, não haviam barreiras, não haviam tratados e nada poderia nos separar.
Se tinha medo que porventura a verdade viria à tona? Claro que não. Encarregara-me pessoalmente de sumir com tudo que pudesse levantar suspeitas.
— Não... Ah... Gerard... Eu vou...
— Não me importo, mostre-me como se sente — cortei sua fala e sussurrei, em seguida mordiscando seu pescoço.
Poucos segundos mais tarde ele atingira seu ápice e eu o meu. Gememos e gozamos juntos; abracei-o com força e aspirei aquele aroma tão bom que em outros dias já me deixara com a cabeça turva e rodando, mas que agora só me arremetia felicidade, tranquilidade e amor.
Se eu condenava o homossexualismo? Bom, estava lutando contra aqueles que queriam apenas os arianos, livres de qualquer um que fosse diferente. Logo, a resposta era óbvia. Se Frank condenava? Sim, ele era um dos militares no Eixo, mas suas ideias eram completamente opostas à que seu lado propunha.
— Te iusbec... — sussurrou.
Deixei com que caísse em meus braços e o peguei em meu colo, deixando com que ele repousasse a cabeça em meu ombro.
— Te iusbec... Aishiteru... Ich liebe dich... [1] — continuou sussurrando apaixonadamente conforme respirava fundo.
E eu disse que o amava cada vez que ele expunha aquele sentimento tão nobre.
E cada uma das vezes foi com a certeza que era cada vez com mais intensidade.
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Parecia que a Rússia queria a todo custo destruir os Estados Unidos, então o que pude fazer foi levar Frank para o Japão. Certa vez, temendo que algo deste tipo acontecesse, adquirira uma casa em determinados países. O Japão era um deles. Depois da Guerra, estranhamente, tudo fora deixado de lado. Talvez porque eu já tivesse uma fama no país ou por outro motivo, já não sabia mais. Só o que me importava era deixar Frank seguro. Retornaríamos apenas quando tudo estivesse terminado e tudo bem.
Não sabia que ele não tinha muito costume com a cultura de Tóquio, então passei a ensiná-lo todos os dias, inclusive o alfabeto katakana [2]e, por que não, os kanjis [3]? Ele apenas tinha conhecimento com o alfabeto romano, então pouco sabia ler, mas conhecia todo vocabulário. Foi deveras divertido.
Deixara-o sozinho em casa enquanto ia ao Consulado Americano dar minha parte na ação. Depois da Segunda Guerra, fora dispensado, mas na certeza de que o “Urso Cinzento” jamais seria esquecido. Aquilo, na verdade, pouco me importou.
Quando chegamos ao país e nos instalamos, a primeira coisa que fiz foi encontrar algumas moças que pudessem ficar com ele enquanto eu estava fora. Especialmente alguém que falasse pelo menos um pouco de inglês.
Naquele dia, eu não deveria ter saído de casa.
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Out POV~
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Assim que Gerard saíra da casa, os oficiais adentraram, com o propósito apenas de encontrá-lo, mas deparar-se com ele ou não já não fazia muita diferença.
Uma das empregadas da casa levara Frank para um anexo no meio da floresta congelada pelo inverno. Aquele era, digamos, um pequeno esconderijo que o outro fizera questão de construir. Ele era precavido com tudo, então Frank acabara passando o restante do dia lá, juntamente com Katsumi, a jovem mulher que sabia tanto inglês quanto japonês.
— O que eles querem comigo?
— Não sei, mas, por favor, não saia daqui — a voz da mulher estava apreensiva enquanto o deixava sozinho naquela pequena casa escura.
Na casa principal, os soldados procuravam por Frank em todos os lugares possíveis, revirando a casa mil vezes e nada de encontrá-lo.
— Onde ele está? — Robert indagou severo para as cinco mulheres que trabalhavam na casa.
Natsuki respondeu aos gaguejos que não sabia de quem estava se referindo e que não diria mais nenhuma palavra até que seu chefe retornasse do Consulado.
— Frank Iero, aquele maldito romeno! — gritou a plenos pulmões, se irritando com as mulheres.
Kaoru, a mais jovem dentre as cinco, fora agarrada pelos cabelos negros, de forma que, assim, seu coque fora desfeito e o enfeite em sua cabeça posto para fora do lugar correto.
— Vocês sabem de quem estou falando. Seu superior esconde um traidor do Eixo, que matou um soldado americano e tomou seu lugar. Tudo leva a crer que isso tudo foi armação. Gerard matou Stanley e fez um troca-troca! Frank Iero mal se punha de pé quando isso aconteceu, como ele poderia?
Katsumi ordenava que Robert saísse da casa e levasse consigo seus homens, já que era invasão de propriedade privada e eles não tinham ordens para fazê-lo.
— Ótimo! — bradou e soltou Kaoru com violência, fazendo com que esta batesse com as costas na parede. — Quando eu voltar, vou encontrar este maldito homem e ele vai morrer.
Em seguida, saiu da casa e levou seus homens consigo.
As três mulheres ajudaram Kaoru a se levantar e a acalmaram enquanto ela chorava, borrando sua maquiagem enquanto tinha os cabelos e enfeites arrumados pelas três. Katsumi saíra da casa e fora olhar a região, apenas certificando-se inúmeras vezes que ninguém estava no local e que tampouco a veriam ajudando Frank a voltar.
— Katsumi... O que eles querem?
— Eles querem lhe matar.
Notas finais
[2] Katakana = sistema de escrita japonesa.
[3] Kanji = sistema de escrita japonesa, porém mais simplificado e abrangente.
~
Vish, fodeo LOL~
Que será do Fronks e da Geralda quanto a isso? ~le música de suspense~
Revieeeeeeeeeeeeeeeeews, onegai~
Kissus. Way.
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