I Want

1 Capítulo I


Notas iniciais
Bem, esse é o primeiro capítulo. Espero que gostem e comentem (:

Caterina POV.

Como já sabem, me chamo Caterina. Fui adotada por um casal, que hoje a minha mãe morreu e sobrou meu pai e minha madrasta, o ruim, é que meu pai vive no bar, e fica abusando da minha madrasta. Elisabete é um doce, sempre me ajuda e ela ama o idiota desse homem.

Hoje era mais uma tarde ensolarada no Rio de Janeiro, estava conversando com a Lisa sobre uma pequena empresa que havia em São Francisco, Califórnia, eles estavam escolhendo figurantes para uma apresentação que haveria em um programa de TV chamado "The X-Factor". Lisa disse que seria ótimo para minha carreira, mas era difícil por causa de Marcus, meu pai.

─ Ele não aceitaria. — comentei.

─ Ele não decide nada da sua vida, já tem 18 anos! — Lisa resmungou.

─ Lisa, eu quero muito ir, muito mesmo... — disse. — Mas tem meu pai e como eu viveria lá?

─ Olha, você sabe que eu sou americana. — me olhou. — E eu nasci em São Francisco, eu conheço muito bem lá.

─ Não sei Lisa, conversamos sobre isso depois. – disse encerrando o assunto.

Almoçamos, e como Lisa sempre faz depois do almoço foi dormir. Fiquei vendo tv, era o máximo que eu posso fazer. Eu estudo em casa, mas já terminei os estudos alguns meses atrás. Nunca saio de casa e isso é estranho, meu pai me tranca em casa, só saio quando Elisabete está em casa.

Passou algumas horas e Lisa desce as escadas com o notebook em suas mãos. Ela sorriu e sentou-se ao meu lado. Me entregou o notebook, estava na página do X Factor, sobre o tal concurso. E em outra aba estava uma coisa de hotel, abri essa aba e vi que Lisa tinha feito uma reserva nele.

─ Você é louca mulher? — perguntei indignada.

─ Sou... — riu fraco. — Arrume suas malas, estamos indo para São Francisco essa noite! — disse empolgada.

─ Como é que é vadia? — perguntou Marcus, ele estava com uma cara feia.

─ Marcus, não me chama assim! — Lisa disse brava.

─ Eu te chamo do jeito que eu quero! — retrucou.

─ Querida, suba e faça o que eu pedi, daqui a pouco estou lá! — Lisa disse e me deu um beijo na testa. Apenas a abracei e subi para meu quarto.

Tranquei a porta e comecei a arrumar as malas, isso é difícil, escutar os berros, gritos de Lisa. Meu pai certamente estava a estuprando, batendo nela. Ele é um covarde. Sem mais pensar liguei pra policia terminei de dizer o endereço e peguei meu diário que havia ganhado de minha mãe.

"Querido diário, hoje é mais um dia daqueles, Marcus está batendo em Lisa, escuto os gritos e eu não posso fazer nada. Marcus faria coisa pior comigo. Sei que ele não faz isso por mal, o motivo é pela minha mãe, desde que eles se separam ele está assim, mas quando que ela morreu ele piorou muito.

Não sei o porque eu fiz, mas eu chamei a policia á alguns minutos atrás. Escuto um barulho de sirene de longe, estão chegando. Não sei o que fazer quando eles chegaram, vou falar o que? Lisa o ama e não sei se ela vai ficar feliz ou se vai brigar comigo por isso.

A policia chegou."

O barulho de porta sendo arrombada dava para se escutar de longe, os berros de Lisa pararam. Na hora que ouvi tiros eu simplesmente desmaiei.

[...]

Estava tomando um suco na salinha de alimentação do hospital, Lisa estava com alguns ferimentos no braço e na perna direita. Depois de comermos ela foi pegar alguns papeis de recomendação médica, feito isso nós duas fomos para o táxi que estava a nossa espera. As malas estavam todas lá.

Entrei no táxi e me sentei no bando de trás, relembrei do acontecido de três dias atrás. Meu pai havia pegado uma arma que estava de baixo do sofá, que ele mesmo comprou, os policias falaram para ele jogar a arma no chão, mas ele não fez isso e atirou em um policial na perna, o que resultou em outro policial atirar no meu pai. Pegou no coração. Ele tinha machucado muito Lisa, e o pior, ela perdeu o bebê. Sim, ela estava grávida dele, mas nem sabia.

[...]

─ Não acredito eu passei! — falei ao pegar um envelope que havia chegado minutos atrás. — Lisa! — gritei.

─ Oi flor? — disse aparecendo do corredor. — Passou? — perguntou.

─ Sim!

[...]

Pronto. Eu e mais algumas pessoas nos apresentamos, depois fui procurar Lisa, que logo encontrei. Fui trocar de roupa, depois disso ela veio até mim sorrindo. Ela me levou para uma casa que ela tinha alugado enquanto não podia ir no banco pegar o dinheiro para comprar uma casa. Bom, eu tenho que arrumar um emprego e um curso para a faculdade.

Fui para o quarto e tomei um banho, coloquei meu pijama e fiquei olhando algumas faculdades, conversei com Lisa sobre isso e ela iria ir em algumas faculdades amanhã. Sobre o trabalho agora, eu achei um como assistente em uma gravadora, o salário era maravilhoso e seria ótimo para mim e para Lisa.


Notas finais
Meninas, comentem, quero saber a opinião de vocês! Malikisses!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.