I Wanna be With You.
25 Capítulo 25 - The Head Cheerio is Back.
Notas iniciais
– Então Frannie adorou a Charlie? –
– Sim, sim ... Oh, aí mesmo ... –
Rachel estava sentada sobre as costas de Quinn, massageando levemente cada pedaço da carne pálida e nua da loira. Ela se aproximou do pescoço exposto da loira e espalhou beijos por lá, indo e voltando em direção a clavícula.
A loira se virou, segurando a judia pela cintua.
– Eu te amo. – Disse ela, encarando os olhos cor chocolate. –
– Eu também te amo. – A pequena se abaixou até a altura dos lábios de Quinn, tomando-os vagarosamente. –
O beijo passou a ser mais desesperado quando Quinn passou a língua pelos lábios de sua namorada, pedindo passagem, que foi aceita sem demora. A loira desceu as mãos até a bunda da judia, apertando-a com força, arrancando um gemido da mesma.
– Nós não podemos fazer barulho, lembra? – Repreendeu a loira. –
– S-sim ... –
A judia desceu a mão até a boxer de Quinn, apertando seu membro enrijecido, fazendo-a gemer.
– Oh, nós não podemos fazer barulho, lembra? – Indagou a judia, imitando uma voz rouca e baixa, que deveria parecer com a de Quinn. –
– Hahaha, muito engraçado. –
Num movimento rápido, a loira deitou a judia, ficando por cima do corpo da menor. Ela lambeu os lábios e mordeu o ponto de pulso da judia, deixando uma marca no local. Roupas se tornaram apenas pedaços de pano jogados no chão.
– Espera, espera, espera ... Nós não precisamos de mais um bebê, Quinn. – Disse Rachel, sentindo a loira roçar o membro duro em sua intimidade. –
Quinn assentiu rapidamente, e se arrastou até a mesa de cabeceira ao lado da cama, abriu a segunda gaveta e retirou um pacote de preservativos. Rachel observou a loira desenrolar o preservativo pela extensão de seu membro, antes de voltar para o meio das pernas da judia, novamente roçando seu membro em seu centro molhado.
A loira afundou seu rosto no vale dos seios da judia, lambendo e mordendo ali, e sem esperar mais nada, penetrou na judia, e o quarto foi preenchido por um gemido abafado. Rachel apertou as costas de Quinn, mordendo sem ombro enquanto arrastava as unhas por toda a extensão das costas pálidas da outra mãe de sua filha.
Quinn mordeu o mamilo duro de Rachel, enquanto com a outra mão acariciava tortuosamente o outro seio da morena, que tinha uma das mãos agora na boca, para empedir que seus gemidos aumentassem.
Rachel beijou Quinn, um beijo ardente por desejo, e mordeu o lábio inferior da loira, passando em seguida a língua na marca vermelha criada na carne levemente rosada. Num movimento rápido, a judia rolou sobre a loira, ficando por cima.
– Uma dadiva dos ninjas! – Brincou a loira ofegante e suada. –
A judia revirou os olhos e cravou as unhas sobre as costelas de Quinn, e começou a se movimentar sobre o membro da loira. Os movimentos que eram inicialmente calmos, com o tempo passaram a se tornar mais rápidos e desejados.
Rachel apertou ainda mais os ossos da costela de Quinn, antes de chegar ao seu ápice junto da loira, tombando ao lado da loira na cama. Quinn retirou o preservativo e o jogou em algum canto do quarto, antes de abraçar Rachel por trás e beijar a nuca exposta da morena.
– Boa noite ... – Desejou ela. –
– Boa noite, eu te amo. –
– Também te amo. –
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– Quinn, acorda! Nós temos aula hoje, lembra!? – Gritou Rachel, saindo apressada do banheiro. –
A loira mal se mecheu, e Rachel, irritada – Pois odiava se atrasar – jogou a primeira coisa que viu em Quinn, ou seja, a escova de cabelo.
– Ouch! – Esbravejou a loira, passando as mãos sobre o cabelo bagunçado. – O que foi isso? –
– Alô, Quinn, Terra chamando, as férias acabaram! –
– Ah, é ... Espera ... Caralho, a gente vai se atrasar! – Um vulto loiro pulou da cama e correu em direção ao banheiro. –
A judia revirou os olhos; Ela estava falando isso a trinta minutos! Ela ia pegar seu celular em cima da mesa de cabeceira quando se deparou com a camisinha usada por Quinn na noite passada.
– Quinn, quantas vezes eu vou ter que repetir pra não jogar ... Suas coisas no chão? – Ralhou a judia. –
Segundos depois a loira saiu do banheiro já devidamente arrumada. Rachel que já estava ficando irritada jogou novamente a primeira coisa que viu em Quinn, dessa vez foi o preservativo.
– Ugh! Por que? – Indagou a loira, fazendo uma cara de nojo. –
– Eu já falei pra não jogar as coisas no chão. –
– Ok ... Desculpe. –
Rachel revirou os olhos e deu um selinho rápido na loira.
As duas sorriram uma para a outra e sairam do quarto, se dirigindo ao andar de baixo, onde Shelby falava com alguém no celular enquanto fazia o café da manhã e Beth fazia caretas para Charlie, que ria da tia como se sua vida dependesse disto.
– Bom dia. – Desejou Rachel, beijando a bochecha de Beth e em seguida o topo da cabeça de Charlie. –
– Bom dia! – Gritou Shelby, e voltou a sua conversa com a pessoa do outro lado da linha. –
– Hey, da próxima vez que forem brigar por causa de uma camisinha jogada no chão, falem mais baixo. – Disse normalmente Beth, que agora tinha um pedaço de panqueca na boca. –
– Como você? –
– Deduzi. Na noite que vocês conseguirem acordarem Charlie eu vou rir muito. –
– Ok, mas falando na Charlie ... Você sabe de tudo, não é? – Indagou a judia, levando a colher com papinha até a boca de Charlie, que parecia lambusar as bochechas de propósito. –
– Sei de tudo o que? – Perguntou Beth. –
– Vai começar ... – Comentou Quinn. Rachel apenas revirou os olhos e ignorou a namorada. –
– Se ela chorar, ou está com fome, ou está com a fralda suja. Se ela dormir você não deve fazer absolutamente nenhum barulho, porque ela fica estressada quando é acordada e começa a chorar. Ela tem medo do Barney ... Ah! E se ela se lambusar quando comer ou vomitar em você, dê um banho nela, mas cuidado para não deixar a água muito fria, e também cuidado para não entrar água nos ouvidos dela. Também se ela começar a chorar e não estiver com fome ou com a fralda suja, nine ela até ela parar de chorar ou dormir e ... –
– Rachel. – Chamou Quinn. –
– Rachel. Rachel. Rachel! – A loira cutucou a judia, que se sobressaltou. –
– O que? –
– Está na hora, vamos. – Quinn se levantou e deu um beijo no topo da cabeça de Charlie, que riu abobadamente da mãe loira. –
A judia assentiu e pegou Charlie no colo.
– É tão difícil te deixar aqui sozinha. – Choramingou a morena, apertando a criança no colo. –
Charlie ria para Quinn que fazia caretas para filha sobre as costas de Rachel, alheia ao receio da mãe menor em deixá-la com Beth. Sua irmã mais velha nunca se saiu muito bem com bebês, convenhamos.
– Rach, você já deixou Charlie com Quinn, Marley e Santana, e mesmo assim ela está bem. O que você acha que vai acontecer? –
– Hey! – Reclamou Quinn, franzindo o cenho. –
Beth apenas revirou os olhos e pegou a sobrinha dos braços de sua irmã mais nova.
– Relaxa, vai ficar tudo bem. – Assegurou ela, rindo de Charlie, que apertava seu nariz e ria como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. –
– Tá bem ... T-tchau ... – Disse a judia receosa, beijando novamente sua filha. –
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Rachel estava na sala de Sue Sylvester, a mulher loira de expressão fria lhe encarava por cima dos óculos na ponta do nariz.
– Berry, está afim de voltar para as minhas Cheerios? –
– B-bem, foi por isso que eu fui fazer o teste, treinadora. –
Refazer, na verdade. A judia mal pisou na quadra e Sue a chamou para sua sala, para o desespero da ex-Head Cheerio.
– Como eu posso ter certeza que não ficará grávida de novo? Arrancando seu útero, talvez? –
Rachel estremeceu com as palavras da treinadora, mas ela não se deixaria abater, não quando Norah Puckerman estava no seu lugar como rainha do McKinley.
– Treinadora, você sabe que de longe eu sou melhor que a Puckerman. Sem dizer que a Trindade Profana conquistou inúmeros troféus para sua coleção, e até hoje eu não vi nenhum novo desde que eu saí das Cheerios. E se me lembro bem, na época em que eu saí, estávamos treinando para as regionais. Aquelas antas precisam de mim. –
E Sue sorriu satisfeita. Ela sentia falta da velha e ruim Rachel Berry que não teve o coração amolecido por Quinn Fabray e jogava raspadinhas nos outros apenas por diverção.
– Hah, eu sentia falta da mini-Sue Sylvester em você. A Puckerman não sabe arquitetar meus planos. – Sue sorriu satisfeita. – Seja bem-vinda de volta, minha garota de ouro. –
– Com uma condição. – A Berry impôs. –
– Diga seu preço. –
– Quinn, Marley e Santana não serão mais um alvo das Cheerios, e você não vai tentar me fazer terminar com ela, ou Kitty com Marley e Britt com Santana. –
A loira pareceu pensar. Ela já deu altas risadas com os tombos de Quinn Fabray e a Liga da Justiça, mas existiam outros nerds para atazanar, afinal.
– Como quiser. Mas esse é um favor e é único. – A mulher de meia idade estendeu a mão para a judia, que a apertou. –
McKinley que se cuide, Rachel Berry está de volta.
...
Quinn conversava com Blaine, um amigo de infância que acabara de voltar para Lima e coincidentemente iria estudar no McKinley junto dela. Aquilo foi no mínimo nostálgico; Os dois não se viam desde os nove anos de idade.
– Eu não acredito que você já tem uma filha! – Disse o rapaz, ajeitando os óculos que teimavam em cair para a ponta do nariz. –
– Sim, sim, e ainda é da maior perdedora dessa escola! – Uma voz respondeu por Quinn. –
‘Norah ...’ – Pensou a loira.
A Puckerman empurrou Quinn, fazendo com que as costas da loira batessem contra o armário.
– E aí, que sabor de slushie vai ser hoje? Ou prefere ser afogada no vaso sanitário? Você que sabe. –
Um sorriso surgiu no rosto de Quinn.
Norah foi brutalmente puxada para trás pela Trindade Profana. Quinn suspirou quando viu Rachel em seu uniforme de Cheerio com a pose de mandona, aquilo era tão sexy.
– Sue me pediu para te dizer que você está expulsa, vadia. –
E três copos de raspadinhas foram jogados na cara da agora ex-Cheerio. Norah bufou irritada e saiu correndo, sendo seguida pelas risadas de todos no corredor.
– Wow ... – Disse Blaine, de queixo caído. –
– Se eu fosse hétero, eu pegava. –
Quinn cruzou os braços e semiserrou os olhos para o amigo de infância.
– Ela é a mãe da minha filha. – Respondeu a loira. –
O rapaz corou e abaixou a cabeça, murmurando um pedido de desculpas. Quinn apenas revirou os olhos, o ano com certeza seria muito longo ...
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