I Wanna be With You.
18 Capítulo 18 - A New Friendship.
Notas iniciais
A loira e a morena estavam deitadas na cama de casal da judia, abraçadas enquanto encaravam o teto e Quinn teimava a respeito do nome da filha.
– Daenerys é um ótimo segundo nome. Charlie Daenerys, ficaria perfeito! – Disse a loira,e Rachel revirou os olhos; Quinn teimava em colocar o nome da filha de algum personagem de livro medieval. –
– Quinn, você tá pedindo para Charlie sofrer bullying. – Respondeu a judia, se encolhendo contra o corpo da namorada. –
– Eu não zoaria alguém com o nome de Daenerys. Ela é muito respeitada na série. – A loira beijou o topo da cabeça da namorada, que revirou os olhos com um sorriso bobo no rosto. –
– Quinn, Game of Thrones não é para crianças. Elas não assistem, e consequentemente, não sabem quem é Daenerys Targaryen. –
– Esses pais desnaturados de hoje em dia ... – Disse a loira, balançado a cabeça negativamente. – Charlie vai assistir Game of Thrones comigo. –
A judia deu um tapa no braço da loira, que gemeu enquanto massageava o local que começou a ficar vermelho.
– Ouch! Oque foi isso? – Indagou a de olhos verdes, confusa. –
– Acabei de falar que Game of Thrones não é para crianças. – Respondeu a mais baixa, encarando ameaçadoramente a loira. –
– Por que? – Choramingou a mais alta. –
– Tem morte e sexo. Você não vai estragar a minha filha. – Disse a judia, e um sorrisinho nasceu em seu rosto. –
– Mais daí que é legal! E de que adianta eu ser mãe da nossa filha se eu não posso ‘estragá-la’? – Perguntou Quinn, dando ênfase em ‘nossa’. –
A judia revirou os olhos, e a loira entendeu aquilo como um sinal de ‘não e ponto final’.
– Hm ... Ok, então. E que tal Kara? Tipo Kara-Zor-El, a Supergirl? – Sugeriu a loira, repousando as mãos em cima do ventre da judia, que riu abobada da ação. –
A morena pareceu pensar, enquanto seus olhos chocolate encaravam os olhos de cor avelã, e então sorriu para a namorada.
– Charlotte Kara Berry-Fabray? – Indagou a judia, com a sobrancelha arqueada e uma expressão divertida no rosto. –
– Comprido, mas eu gostei. – Admitiu a loira, fazendo desenhos aleatórios sobre a barriga da pequena. –
– Que bom. Agora, espero que você goste de outra coisa. – O sorriso divertido da judia se transformou em um sorriso malicioso, enquanto ela levava a mão até o cós da calça da loira. –
– Sabe Quinn, as vezes eu acho que você não me acha mais tão sexy quanto quando nós começamos a namorar. – Disse a pequena, apertando o membro já ereto da loira por cima da cueca. –
– Oh ... Você está perfeita, Rach. – Respondeu a mais alta, em um gemido. –
– Eu estou gorda. – Disse a judia, passando tortuosamente o dedo indicador sobre a ereção da namorada por baixo do pano. –
– Você está grávida. – A loira mordeu o lábio inferior, respondendo a pequena com o ultimo resquício de sanidade que lhe restava. –
A Berry sorriu consigo mesma, antes de se livrar das calças da namorada. A ereção de Quinn era evidente, e a judia lambeu os lábios quando abaixou a cueca da loira, dando de cara com o membro ereto.
Num movimento rápido, a pequena o tomou nas mãos, masturbando a loira, que se segurava para não gemer alto o suficiente a ponto de Beth ou Shelby escutarem. A judia se aproximou do pênis da loira, engolindo-o de uma vez. Quinn gemeu alto quando sentiu seu membro adentrar a boca da morena.
– Quinn! – Ralhou a judia, tirando o membro da loira da boca. –
– M-me desculpe ... – A mais alta respondeu, num sussurro. –
A morena revirou os olhos, e voltou a chupar a loira. A mais alta colocou as mãos na cabeça da judia, movimentando seu quadril no mesmo rítimo da pequena. Quando Rachel deu uma mordidinha no membro de Quinn foi de mais para a loira, que se despejou na boca da morena.
– Mas já? – Indagou a pequena, lambendo o canto da boca. –
– ... Você me excita, oque eu posso fazer? – Perguntou a loira, olhando para qualquer lugar no quarto, menos diretamente para a judia baixinha a sua frente. –
Antes que Rachel pudesse responder, Quinn colou seus lábios, sentindo o próprio gosto.
– Eu te amo. – Sussurrou a loira no ouvido da morena, antes de lhe tomar o lóbulo na boca. –
– E-eu também te amo. – Respondeu a judia, arranhando as costas da namorada cobertas por uma camiseta vermelha com os dizeres ‘Bazinga’ em amarelo. –
A loira foi descendo os beijos pelo pescoço, clavícula, e finalmente parou nos seios médios de Rachel que cabiam perfeitamente em sua mão. Quinn começou a chupar e morder tortuosamente o mamilo duro da morena, que arranhava suas costas alvas deixando linhas vermelhas na pele branca.
A de olhos verdes sorriu ao ver o rosto em êxtase de sua namorada, e voltou a descer os beijos, revesando entre chupadas e mordidas até as pernas longas de mais para um corpo tão pequeno, despejando mordidas que deixariam marcas depois. Não demorou muito e a loira se sentiu excitada novamente, se deitando por cima da judia, roçando suas intimidades.
Rachel segurou o rosto de Quinn nas mãos, olhando no fundo dos olhos de cor avelã, antes de beijá-la com desejo, enroscando as línguas. A loira não conseguiu se aguentar mais e penetrou de vez na judia, e o quarto fora preenchido com um gemido alto. Quinn segurou a cintura de Rachel, fazendo um vai e vem que aos poucos foi ficando mais forte, devido ao prazer da loira.
A judia chupou o pescoço da loira, deixando uma possível marca em sua pele alva. A mais baixa fechou suas pernas em torno da cintura da loira, fazendo com que ela batesse mais fundo dentro da morena que gemia frenéticamente, ambas agora nem lembravam mais de Beth ou Shelby.
Quinn já estava quase alcançando o ápice quando sentiu as paredes internas da judia apertarem seu membro, levando as duas ao orgasmo.
A loira se jogou na cama ao lado da judia, e a pequena se aconchegou aos braços da namorada, ambas com as respirações ofegantes.
A de olhos verdes tomou os lábios da pequena, num beijo molhado.
– Eu te amo. – Sussurrou para a judia, que se apertou ainda mais contra o corpo da maior. –
– Eu também te amo. Nós te amamos. – Respondeu a judia, sentindo os olhos pesarem. –
E a loira sorriu, antes de beijar o topo da cabeça da pequena e aos poucos pegar no sono.
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– ... E por isso o Batman ganharia do Superman. – Concluiu a latina, cruzando os braços. –
– Você não citou o Superman Prime. – Respondeu Marley, apoiando a cabeça sobre a mão. –
– Então precisaria de um Superman ultra-mega-foderoso pra matar o Batman, que só é um humano normal? – Disse Santana. A latina nunca aceitaria que existisse algum super herói melhor que o Batman. –
– Sem Kryptonita o Batman não encostaria um dedo no Superman ... E ... E-eita ... – Gaguejou a morena, ao ver quem estava parado em frente a mesa do refeitório. –
Finn Hudson apareceu meio sem jeito, sendo seguido por alguns olhares curiosos até onde os casais estavam sentados, em uma mesa mais afastada. O sangue da loira ferveu ao bater o olhar no gigante, Rachel se sentiu meio intimidada, Santana e Marley estalaram os dedos, prontas para uma briga e Kitty e Brittany se encolheram no banco.
– O-olá ... – Disse o grandalhão, olhando fixamente para os pés. –
– Vai jogar oque em nós agora? – Indagou Quinn, cruzando os braços. –
– Rachel, Fabray ... Posso falar com vocês? – Pediu ele, coçando a cabeça. –
Assim que a loira foi se levantar, a latina a puxou para se sentar ao seu lado novamente.
– Não tão rápido, rubia. Vai fazer oque, Moby Dicky? – Indagou a latina, semicerrando os olhos. –
– É só conversa, eu juro! Nada de sangue de porco ou algo assim. – Respondeu o rapaz alto, levantando as mãos em forma de rendição. –
– Você tem cinco minutos. Se eu achar que você tá demorando eu vou atrás de você, e não vai ser bom se isso acontecer, ok, boneco da Michelin? –
Ele assentiu rapidamente, e a latina o encarou por alguns segundos antes de soltar o braço de Quinn. A loira e a judia o seguiram pelo refeitório, com vários olhares curiosos nas costas, até o corredor nesse momento deserto, já que todos estavam comendo. O Hudson se virou para as duas, dando de cara com o olhar assassino da loira; ele já havia feito sua namorada sofrer muito, e ela não perdoaria isso tão cedo.
– Desembucha. – Murmurou a Fabray, no melhor estilo Santana Lopez que conseguia imitar. –
– Queria me desculpar com vocês. – Disse de uma vez o grandalhão, coçando a cabeça. –
A expressão séria de Quinn mudou para um sorriso descrente. Finn Hudson pedindo desculpas? E depois oque, Judy também pediria? E o inferno, congelou?
– ... Espera ... Repita, por favor. – Pediu a loira, achando que havia escutado coisas erradas. –
– Disse que queria me desculpar, sobre mentir sobre o filho de vocês e todas as humilhações ... Eram coisas da Norah, sabe? Ela morre de ciúmes de vocês. Nós tivemos uma briga e terminamos a algum tempo atrás e eu percebi que andei sendo um idiota. Foi mal. – Disse o grandalhão, parecendo realmente arrependido. –
A mandíbula de Quinn parecia ter soltado do crânio, ela não acreditava no que escutava. Rachel permanecia quieta, acariciando a barriga que quase alcançava os quatro meses de gravidez.
– É ... É sério? – Indagou Quinn, arqueando uma sobrancelha loira. – Tipo, de verdade? –
– Não tem escutas em mim e Norah não me mandou aqui. – Disse o mais alto, levantando as mãos. –
– Não sei se posso confiar em você. – Rebateu a loira, cruzando os braços. –
– Estou pedindo trégua. – Admitiu o Hudson, levantando a mão fechada para que a loira socasse. –
Ela pareceu pensar. O Hudson nem sempre foi um cara mal, sem dizer que era muito amigo de Sam. Ele era meio abobado, então pensando por esse lado não faria nada de ruim se a mente perversa de Norah não estivesse por trás.
Quinn observou o Hudson, e lhe deu um sorriso de lado, socando seu punho.
– Eu ... Acredito em você. Mas lembre-se que se eu quiser eu posso quebrar seu nariz de novo, boneco de posto. – Disse a loira, em tom falso de ameaça e o mais alto riu. –
– Ok. Bem, eu tenho treino. A gente se fala depois. – Respondeu ele com um sorriso no rosto, piscando para a judia e a loira, antes de sair andando pelo corredor. –
Quinn sorriu consigo mesma e se virou para a namorada, que ficara quieta desde o inicio da conversa. A judia mantinha o olhar na barriga de, provavelmente, dezessete semanas, até que a loira a cutucou de leve no braço.
– Rach? – Indagou ela, e a judia levantou o dedo indicador, pedindo silenciosamente para que a loira esperasse. –
Nisso Quinn entrou em pânico internamente, pensando em milhares de coisas, como por exemplo, um trabalho de parto, algo errado com o bebê, ou qualquer coisa que deixariam pais de primeira viagem loucos.
Com um sorriso abobado, a judia pegou a mão da loira, colocando-a em sua barriga saliente.
– Você consegue sentir? – Indagou a pequena, recebendo um olhar confuso da loira. –
– Oque exatamente? –
– Charlie ... – Respondeu ela, com um sorriso no rosto. Eram como se várias borboletas se movimentassem em alguma direção aleatória em seu ventre. –
– Está se mexendo? – Indagou a loira, sorridente. Ela não sentia nada, mas se Rachel falou que sentia ela sentiu e ponto final. –
– Aham ... – Murmurrou a judia, ainda olhando fixamente para a barriga. –
O momento das duas foi interrompido por uma fungada vinda de suas costas. Assim que ambas se viraram, deram de cara com Marley, Kitty e Brittany chorosas, e Santana tinha os braços cruzados, os olhos lacrimejando por trás das lentes dos óculos.
– Isso ... É tão lindo, cara. – Disse a morena, abraçada a Kitty. –
– Isso é muito gay, isso sim. – Respondeu a latina, com a voz falha. –
– Lindo. – Repetiu a de olhos azuis. –
– Gay. –
– Lindo. –
– Gay. – Repetiu a latina. Ela achava sim aquilo lindo, mas sua máscara de durona não poderia cair por causa de um simples movimento de um bebê no ventre da mãe. -
A loira revirou os olhos; as duas nunca teriam jeito mesmo, eram duas idiotas. – Não que Santana precisasse ficar sabendo disso, mas ... -
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