I Told You So

8 Chapter 7 - I hope we can be good friends.


Notas iniciais
Heeeey meus lindos, volteeeeei! E sim, eu estou viva.... Sei que a maioria deve estar querendo me matar agora, mas antes que façam isso, deixem eu me explicar.... Infelizmente, eu tive que lidar com um bloqueio criativo, e confesso, foi horrível ter que ficar sem postar por tanto tempo devido a isso... e agora, pra piorar ainda mais a situação, minhas aulas voltaram, e logo vou começar a trabalhar, o que significa que meu tempo vai se reduzir consideravelmente, e ainda por cima o word do meu pc deu defeito, sendo assim vai ser difícil escrever os caps, e tem mais uma coisa que eu decidi e quero comunicar a vocês, mas vou fazer isso nas notas finais, portanto: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!!!!.... espero que me perdoem pela imensa demora, eu realmente sinto muito... Espero que gostem desse cap, foi o que eu consegui após meses sem ideias :/ Ah, agradeço a todos que comentaram, isso me inspirou bastante pra construção desse cap ^^ Divirtam-se :D Tradução do título: Espero que possamos ser bons amigos.

Chapter 7 – I hope we can be good friends

Eu ainda não conseguia acreditar que o garoto misterioso que salvou minha vida estava parado bem diante dos meus olhos, fitando-me com aquelas íris incríveis e um pouco confusas.

Foi então que eu me toquei estar parada feito uma boba o encarando fixamente sem dizer uma palavra sequer. Eu havia entrado em completo transe. Acho até ter esquecido de respirar.

– Então, não vai responder a minha pergunta? – sua voz é que me desperta, e tudo que eu faço é assentir levemente, o fazendo enrugar o cenho – Por que estava me seguindo?

Abro a boca, mas inexplicavelmente as palavras não saem. Eu parecia uma idiota daquela forma, e um pensamento me veio à mente enquanto eu analisava aquele rosto perfeito e corpo extremamente musculoso...

– Caramba! Você é bem mais bonito do que eu lembrava. – este foi meu pensamento totalmente involuntário. O que me deixou confusa foi o fato de um leve rubor aparecer subitamente nas bochechas do garoto, e automaticamente me perguntei por que ele havia corado, e a resposta que descobri fez-me odiar minha própria língua – Por favor, não me diga que eu falei isso em voz alta. – completo, com os olhos arregalados.

Um sorriso torto e divertido surgiu nos lábios dele.

– Tudo bem, então eu não vou dizer.

“Mas que droga, Natasha! Como você é tonta!”, xingo-me pela tremenda burrice, enquanto sentia minhas bochechas esquentarem, e isso indicava que eu deveria estar mais vermelha que um tomate.

– Ér, desculpe por isso. Não quis constranger você, eu só...

– Não se desculpe. – ele me interrompe de imediato, ainda sorrindo enquanto pronunciava – Acho que eu sei quem você é. – arqueio as sobrancelhas, fazendo um gesto com as mãos para que ele prosseguisse – Você é a ruiva do beco.

Ruiva do beco? É assim que ele me chama? Se aquele pequeno incidente não tivesse acontecido em um beco e o loiro não tivesse salvado a minha vida, e claro, se não fosse a representação perfeita de um deus grego, eu certamente teria me ofendido, e com razão. Porém, tudo que fiz foi sorrir meio sem graça.

– Sim. Isso mesmo. – apenas concordo, desviando o olhar para baixo, corando outra vez – E você salvou a minha vida. Eu só queria te agradecer por isso.

Pude ver de relance ele assentir, logo em seguida erguendo uma de suas sobrancelhas, prestes a me questionar novamente.

– Foi por isso que me seguiu até aqui? – sua pergunta me faz levantar os olhos outra vez, o fitando, percebendo que a pergunta fora mais como uma afirmação.

Assinto.

– Mais ou menos isso. – respondo, sorrindo um pouco nervosa, arrancando do garoto uma risada singela, que me deixou mais sem graça ainda – Então, obrigado por me salvar... Qual é o seu nome mesmo?

Quando o loiro estava prestes a me dizer seu nome, qual eu queria e muito saber, uma voz feminina gritou a poucos metros de onde estávamos...

– Steve! – percebi o garoto arregalar os olhos, e eu deduzi que aquele deveria ser o seu nome. Um nome muito bonito, por sinal. Novamente a voz é ouvida, e dessa vez nós dois pudemos avistar uma cabeleira loira atrás dos arbustos a curta distância – Steve, onde você está?

Sinto algo segurar meu braço com força reduzida, e quase derreti ao sentir o toque das mãos fortes e quentes do garoto em minha pele, o mesmo me encarava um pouco desesperado.

– Acho que me ajudar a fugir dela é uma ótima forma de me agradecer por ter salvo sua vida. – o mesmo pronunciou tão rápido que eu quase não entendi o que ele queria dizer.

Mas senti que ele queria, e precisava, da minha ajuda, então tudo que fiz foi concordar com sua afirmação, assentindo veemente, correndo os olhos pelo jardim outra vez, traçando uma rota de fuga.

– Vem comigo. – falo rapidamente, começando a correr em direção a um corredor qualquer do jardim em forma de labirinto, puxando o suposto Steve pela mão, levando-o junto comigo.

Era impressionante como nós dois corríamos rápido, parecia que estávamos fugindo de terroristas malucos que nos perseguiam com a intenção de nos matar, o que foi uma comparação ridícula, tenho que confessar.

O engraçado é que estávamos fugindo de uma provável garota loira que estava procurando por Steve, e eu nem sei quais motivos eram os dela para estar tão desesperada para encontra-lo.

Só espero que não seja a namorada dele.

[...]

Felizmente, após minutos correndo da loira, enfim conseguimos sair daquele labirinto. Passando por um pequeno portão que desembocava na rua do outro lado do muro. Foi bem fácil despistar a garota, só viemos tão longe por precaução mesmo.

– Obrigado pela ajuda. – ele agradece, um pouco ofegante assim como eu.

Sorrio levemente, tentando sustentar meus pulmões de forma desesperada.

– Não foi nada, acredite. – respondo, quase desmaiando ao ver aquele sorriso encantador surgir em seus lábios – Quem era aquela garota? Sua namorada? – pergunto, a curiosidade me vencendo.

De certa forma, algo dentro de mim, desejava fortemente que a resposta dele fosse não, e isso me intrigou bastante. O garoto balança a cabeça negativamente como se o que eu acabara de perguntar fosse um tremendo absurdo.

– Não, ela é apenas uma garota maluca que eu conheço e que é estranhamente apaixonada por mim, nada mais. – sua resposta foi bem imediata e comprida. Apenas assinto, indicando que havia entendido, rindo da forma que ele descrevera a loira. O silêncio se estabeleceu entre nós, e eu desviara meus olhos para um ponto qualquer – Steve Rogers. – o loiro pronuncia novamente, me fazendo lançar-lhe uma expressão um tanto confusa. Fracamente ele ri – É o meu nome. – então a ficha cai, e eu apenas assinto sorrindo um pouco sem graça – E o seu, qual é?

– É Natasha... Natasha Romanoff.

– É um nome bonito. – ele elogia, deixando-me corada outra vez. Mas que droga! – Você é russa?

Engraçado, as pessoas sempre me perguntam isso, e tenho certeza de que não é só por causa da minha aparência e sotaque.

– Acho que meu sobrenome me entrega. – falo divertida, o fazendo rir e assentir. De novo o silêncio se estende, e ficamos nos encarando o tempo todo. Eu porque estava, outra vez, hipnotizada por aqueles olhos azuis incríveis. Mas não demorei a recobrar minha sanidade, decidindo pronunciar-me novamente – Bem, eu já vou indo pra casa.

– Você mora aqui perto? – Steve questiona, parecendo interessado.

– A três quarteirões daqui. – respondo, dando de ombros – Dá pra ir andando. – acrescento, e nem sei por que falei isso.

– Eu posso acompanhar você? – ele pergunta, meio sugestivo, fazendo-me sorrir internamente – Não estou a fim de voltar pra festa.

– Tudo bem, eu vou gostar disso. – respondo, mais uma vez arrancando um fraco riso do loiro, que era definitivamente o riso mais lindo que eu já ouvira.

– Você primeiro. – ele estende a mão, indicando para que eu fosse na frente, como um cavaleiro de verdade, enquanto um sorriso brincalhão estava estampado em seu rosto.

Assinto, resolvendo entrar na brincadeira, passando pelo mesmo, imitando uma dama da nobreza, o que o fez rir outra vez, sendo acompanhado por mim, enquanto começávamos a andar, rumo ao prédio onde moro no Queens.

Enfim eu conheci o loiro que salvou a minha vida e tive a chance de agradecê-lo por isso, e espero que possamos ser bons amigos, pois apesar de não saber nada sobre ele, tenho a impressão de que vamos nos dar muito bem.

Notas finais
Então??? Dá pra me perdoar? Eu espero que não tenha decepcionado vocês :XX comentem! Façam suas críticas.... me ajudem a melhorar a história, pois o bloqueio criativo não foi totalmente embora, por isso, se tiverem sugestões e ideias, eu aceitarei de bom grado u.u AVISO: Eu estive pensando durante a minha ausência, e decidi que, temporariamente a fic ficará em Hiatus, ou seja, não será atualizada por um tempo... o que me levou a essa decisão? Bem, acontece que eu tenho muitas fics pra atualizar, e como meu bloqueio está sendo mais forte pra essa, decidi me focar um pouco mais nas outras.... mas não se preocupem, eu não vou desistir da fic, isso nem pensar... Mas caso suas ideias e sugestões me inspirem, pode ser que eu descarte essa ideia, mas por enquanto vocês podem considerar a fic em Hiatus..... sinto muito por ter que fazer isso, mas infelizmente é necessário :( Enfim.... me perdoem, por favor! COMENTEM, FAVORITEM, ACOMPANHEM E RECOMENDEM!!!! Vejo vocês nos reviews Õ/ Kisses ;****
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.