Notas iniciais
Este capítulo é INTEIRAMENTE dedicado a todos os leitores que nunca me abandonaram, que estão comigo desde que a fic começou, sempre comentando, me apoiando e me incentivando a continuar. Muito obrigada, amores! Desejo um ÓTIMO ANO NOVO para cada um de vocês. Que o ano comece com muito amor, saúde, paz, felicidade, sem violência, sem mais injustiças... e, claro, com bastante STASHA hahaha *u* Enjoy it... e sorry por qualquer erro de digitação Tradução do capítulo: Feliz Ano Novo

Meus olhos ainda não creem no que estão vendo. Os músculos de minhas coxas se esforçam para não falharem, já que minhas pernas estão amolecidas como gelatinas. Meus dentes se fincam no lábio inferior, para minha garganta não explodir em um grito de excitação. Minhas mãos se apertam em punhos, fazendo as unhas praticamente penetrarem a carne.

— Olá, Srta. Romanoff!

Steve repete sorrindo em minha direção de modo singelo enquanto começa a caminhar para perto de mim.

— Oi. – ele fala novamente bem perto de meu rosto. Sinto o cheiro de seu perfume... ah, que saudade...!

— O-oi. – gaguejo e limpo a garganta em seguida ao corar.

— Este é o Terry? – Steve aponta para o menino ao meu lado.

— Sim. – toco em sua cabeça e puxo seus cabelos trançados levemente para trás. — É ele.

Steve ri para mim e depois para Terry, que devolve a simpática ação. Sinto a mão de Terry se enroscar por meus dedos.

— Está o levando para casa? – Steve pergunta e eu acabo corando por algum louco e indecifrável motivo.

— Sim. Íamos pegar o metrô agora.

— Okay. Vamos.

— Ahn? Vamos?

— Vou acompanhá-los.

— Você? – Terry franze a testa. — Mas eu não posso deixar.

— E por que não? – Steve parece se divertir com o enfrentamento de Terry.

— Minha mãe diz para eu não falar nem sair com estranhos. – explica e tenho de admitir que assistir a esse pequeno "impasse" deles dois está sendo bem divertido!

— Sua mãe está certa e você mais certo ainda ao obedecê-la! – Steve olha rapidamente para mim antes de suspirar e voltar a fitar Terry. — Mas eu não sou um estranho. Sua amiga Natasha me conhece.

— É, mas eu não. – Terry rebate e eu acabo rindo de sua fala.

— Terry, fique tranquilo. – ignoro o espremer dos olhos azuis de Steve em minha direção. — Ele é meu amigo, não tem problema. É bom inclusive irmos com uma companhia a mais num dia como o de hoje. As ruas podem estar movimentadas.

— Okay... – Terry parece estar analisando as feições do rosto de Steve. — Vamos?

— Sim, Terry. Fury!

— Sim, Sr. Rogers?

— Vamos indo.

— Quem é ele? – aponto para o homem negro e alto parado ao lado de Steve.

— Meu motorista e segurança. Não se lembra dele?

— Ah! Sim! Desculpe. É que eu o vi poucas vezes. – involuntariamente, arqueio uma sobrancelha ruiva pela testa. — Mas... segurança? Sério? É mesmo necessário?

— Sim, Srta. Romanoff. O dia de hoje não é um dia comum. Não sabemos o que pode nos esperar. E estamos com uma criança, então é melhor redobrar o cuidado.

— Steve...

— Vamos logo, Srta. Romanoff. Estamos a pé e o Bronx...

— A pé? Nós vamos de metrô. – Terry tira as palavras de minha boca.

— Sim, mas o metrô não está aqui, então... – Steve faz um gesto com suas mãos para nós começarmos a andar.

— Ahn... Steve? – ele assente ao meu chamado.

— Sim, o que foi?

— Preciso passar num lugar antes.

— Qual lugar?

— Rebby me pediu para comprar três metros de tecido azul turquesa.

— Azul turquesa? – Steve indaga e eu assinto. — Fury, cuide disso por favor.

— Sim, Sr. Rogers. Providenciarei logo.

— Não, eu... – tento argumentar, mas Steve me corta.

— Natasha, é Ano Novo. Não encontrará nada aberto nem hoje nem amanhã.

— Eu sei, mas...

— Vamos, Nat. Por favor. Fury irá comprar os tecidos, não se preocupe. Agora vamos, pois quero lhe fazer uma surpresa.

— Sur-surpresa?

— Sim. – ele pega em minha mão e começa a andar comigo e Terry pela calçada coberta de neve.

— Que surpresa?

— Confia em mim, Srta. Romanoff?

— Ér... eu..

— Apenas responda.

Eu suspiro, mordendo o lábio inferior e observando as pupilas de Steve dilatarem mais uma vez, quase cobrindo a imensidão azul que destaca seus lindos olhos.

— Sim. – digo sem pensar, apenas perdida no brilho de seu olhar. — Sim, eu confio.

— Ótimo! Então espere e terá sua surpresa.

Sorrio e continuo a caminhar com Steve enquanto me sinto presa e espremida entre ele e Terry.

▪️▪️▪️

Já se passaram vinte minutos desde que saímos do Brooklyn para ir ao Bronx. De carro, levaria mais tempo. Mas, de metrô, tivemos uma demora menos curta.

Durante todo o percurso, Steve e eu trocamos poucas palavras. Tudo o que conversamos foi sobre ele achar nojento e inseguro andar de metrô, o estado de saúde de tio John e a localização de moradia de Terry. Tentei prolongar o assunto ou então conversar sobre nossa breve discussão de hoje de manhã, mas decidi desistir antes mesmo de tentar. Não queria iniciar uma nova briga com Steve, muito menos com Terry, Fury e mais outros passageiros como nossa escaldante plateia!

Gostaria que tivéssemos mais alguma coisa para falar, mesmo que fosse a mais idiota e sem noção, mas o silêncio tomou conta do ambiente há exatamente meio minuto atrás. Deus! Passaram-se apenas trinta segundos sem conversa e você já está desesperada...! Agora não, Little Red. Irei me controlar.

Depois de sairmos do metrô, caminhamos mais algumas ruas até finalmente chegarmos à casa de Terry.

— É aqui? – pergunta Steve.

— Sim. – diz Terry. — Obrigado, Steve. Feliz Ano Novo!

— De nada. Tenha uma boa noite, Terry! Feliz Ano Novo também! – Steve sorri simpaticamente.

Seguro na mão de Terry e me aproximo de Steve, vendo-o passar as mãos por seus cabelos loiros e me fitar atentamente.

— Já volto, vou deixar Terry com o pai. – ele concorda com a cabeça antes de eu me afastar.

Terry e eu giramos e caminhamos até sua casa. Ao chegarmos, toco a campainha enquanto Terry chama por seu pai, que aparece em nossa frente com um belo sorriso no rosto.

— Oi, menina Natasha! – exclama e, apesar de saber as boas intenções do chamamento "menina Natasha", gostaria de entender o porquê de todos me chamarem de "menina"! Quer mesmo saber? Eu posso lhe dizer... Não, Little Red. Não!

— Oi, Sr. Shay! – devolvo o mesmo sorriso. — Bem, Terry está entregue sã e salvo.

— Ele se comportou? – o Sr. Shay cruza os braços na altura do peito e finge uma expressão emburrada no rosto.

— Sim. – sorrio. — Ele sempre se comporta, até mesmo me ajudou a fazer o bolo de chocolate.

— Verdade? – ergue suas sobrancelhas e murmura um "hmmm" em seguida.

— Sim, pai! E estava muito gostoso! Vamos fazer um? Amanhã ou agora mesmo?

— Okay, okay, calma lá, rapaz. Vamos deixar para amanhã. – o Sr. Shay sorri novamente antes de desviar o olhar e encarar Steve. — Ahn... entre um pouco, Natasha! Nós...

— Ah! – percebo sua cautela em ver um estranho olhando para nós e trato de tranquilizá-lo rapidamente. — Não se preocupe. É apenas um amigo que nos acompanhou até aqui para não virmos sozinhos em noite de Ano Novo. – Sr. Shay suspira aliviado. — É de confiança, não se preocupe.

— Desculpe.

— Não, tudo bem. Eu entendo. – descanso as mãos nos bolsos. — Eu que peço desculpas. O senhor não o conhece. E ele ficou perto de Terry.

— Não tem problema. Sua palavra é um decreto! – Sr. Shay sorri ao depositar sua confiança em mim, o que me faz rir. — É seu namorado? – meu rosto enrubesce com sua pergunta. — Ahn... desculpe, menina Natasha, não quis ser invasivo.

— Tudo bem. – volto a olhar em seus olhos castanhos. — Somos só amigos mesmo.

— Entendi. E como a Kisha está?

— Bem. Saímos de lá e ela estava dormindo. Deixamos o bolo para ela com um bilhete.

— Ah, que bom! Obrigado por cuidar dela e de Terry, Natasha. E Feliz Ano Novo!

— De nada, Sr. Shay. Feliz Ano Novo também!

— Tchau, Nat. Eu te amo, dorme bem. Eu gostei do Steve. – Terry me abraça.

— Ele também gostou de você.

— Legal! Tchau, Steve! – grita Terry, vendo Steve acenar de volta.

Sorrio para os dois, vendo que o Sr. Shay puxa Terry para dentro da casa sutilmente, sorrindo mais uma vez em minha direção antes de fechar a porta.

Viro, caminhando até Steve e, quando chego perto, ele pergunta:

— Preparada?

— Preparada? – repito com uma risada ansiosa. — Para quê?

— Ué! Eu te disse que tenho uma surpresa para você.

— Ah, sim, mas...

— "Mas..." nada. Confie em mim.

— Eu confio. – respondo com firmeza. — Só estou um pouco... um pouco...

— Curiosa?

— Sim. – continuo a sorrir. — Um pouco. Steve, o que está fazendo? Nós discutimos hoje e eu gostaria de...

— Shhh, venha comigo. – ele pega em minha mão livre e me conduz pela calçada.

— Aonde vamos?

— Pegar outro metrô.

— Por quê?

— Porque estamos sem carro, Srta. Romanoff. – sua resposta me faz comprimir os lábios num sorriso travesso. — Agora fique quieta.

Permaneço com a mesma expressão corada no rosto, firmando ainda mais meu toque ao seu e sentindo a eletricidade me percorrer de forma súbita. Nossa! Como isso é bom... Então por que está tão assustada? Não sei, Little Red. Eu não sei...

▪️▪️▪️

— Steve!

O grito eufórico invade meus ouvidos juntamente das cores brilhantes e vivas que queimam meus olhos. Pessoas alegres e vibrantes passam por nós apressadas e sorridentes, caminhando para o meio da rua de frente para um dos prédios mais altos.

— Steve, estamos na...

— Sim. Times Square!

— Oh, meu Deus! Mas eu não...

— Faz parte da surpresa.

— Como assim?

— Espere. Espere e entenderá. – ele sorri e pisca para mim, o que me faz corar e devolver o ato.

— Steve!

Novamente, o grito chama nossa atenção. Um homem alto e moreno, de barba, fita a mim e ao loiro parado ao meu lado.

— Oi, Tony. Esta é Natasha Romanoff. Natasha, este é Anthony Stark.

— Stark? – arquejo impressionada. — Oh, meu Deus! Oi! É um imenso prazer conhecê-lo! – aperto sua mão enquanto vibro euforicamente. Controle-se, Natasha!

— Olá, Srta. Romanoff. Feliz Ano Novo!

— Obrigada. – meus dedos ainda formigam mesmo depois de soltá-lo. Eu acabei mesmo de apertar a mão de Anthony Stark? — Para o senhor também.

— O Senhor está no céu. É só "Tony".

— Okay, então só Natasha ou "Nat".

— Gostei dela! – ele sorri para Steve, que assente e abraça meus ombros. — O show vai começar logo. Sugiro que corram para não perderem a queima de fogos e a bola descendo!

— Quei-queima de fogos e bola da Times Square? – Steve e Tony riem de minha gagueira. — Nós vamos... vamos...

— Sim, vamos assistir a tudo isso aqui na Times Square. – Steve pega minha mão e me puxa pela rua, entrando na multidão de pessoas e neve.

▪️▪️▪️

— Está animada?

Steve pergunta no meu ouvido ao me abraçar por trás e beijar meu pescoço. No início, seu ato ousado me assusta. Não por desconforto ou por me sentir pressionada, mas sim pela sensação trêmula que me atinge.

Eu já quase desfaleço quando Steve sorri para mim ou quando simplesmente segura minha mão. Sua boca em minha pele então, em meu pescoço, é o suficiente para me fazer delirar aqui em plena Times Square.

— Sim. – mesmo com a neve nos cercando, o calor de sua voz consegue me queimar de cima a baixo.

— Espero que goste.

— Sei que vou amar. – afirmo vendo os outros começarem a contagem regressiva.

Deeez, nooove, oooito, seeete, seeeis, ciiinco, quaaatro, trêêês, dooois, uuummm... FELIZ ANO NOVO!

A queima de fogos começa. As luzes sobem do chão ao céu onde explodem em várias cores. A grande e colorida bola de Ano Novo desce e milhões de papeis coloridos flutuam pelo céu, chegando ao chão lentamente.

Steve e eu sorrimos e eu o beijo. Sim, eu o beijo! Não espero que aproxime o rosto ou que me toque, apenas posiciono as mãos nos dois lados de seu pescoço e encosto nossos lábios num beijo ardente e intenso.

— Gostou da surpresa? – ele pergunta ainda com a boca colada à minha.

— Eu amei! – afirmo com a voz ofegante.

— Tem outra.

— Outra?

— Sim.

— E qual é?

— Saberá quando chegarmos à minha casa.

— À su... sua casa? – indago. — Eu vou para a sua casa?

— Sim. Ao menos eu peço que vá, Srta. Romanoff.

— Ma-mas... eu...

— Por favor, Natasha, vá. É importante que vá.

— E por quê? O que quer de mim?

— Lembra quando eu te disse que meus gostos são singulares e que eu tenho um foco para as minhas prioridades?

— Sim, mas...

— Se aceitar meu convite, Srta. Romanoff, poderá entender tudo.

Engulo a saliva com certa dificuldade, sentindo um calor seco se formar em minha nuca e descer para as costas.

Finalmente poderei tirar todas as minhas dúvidas e confusões repentinas sobre Steve. Terei a chance de conhecê-lo e compreendê-lo. Preciso aceitar, eu tenho de aceitar.

— Certo. – concordo com a voz rouca. — Eu vou.

— Que bom! – Steve sorri e se aproxima. — Pois eu não tinha planos de deixá-la ir embora.

Começo a formular uma resposta, mas minha vontade é arrancada de mim de maneira ríspida ao sentir os doces e macios lábios de Steve envolverem os meus, formando um calmo e ao mesmo tempo excitante beijo. Levanto as mãos na intenção de segurar seu rosto, mas Steve as pega e firma seus dedos em meus pulsos enquanto continua a me beijar.

Tenho a sensação de que nosso toque pode dar origem a outros, mas, antes que eu possa comprovar minha tese, Steve separa nossos lábios com rápidos selinhos, pegando uma mão minha e voltando a assistir aos fogos comigo, vez ou outra beijando a área exposta de meu pescoço.

▪️▪️▪️

— Bem-vinda ao meu lar mais uma vez, Srta. Romanoff!

— Uau! Tinha me esquecido de como é grande! – a risada de Steve bafora meus cabelos logo atrás de mim.

— Eu sei. Venha. – ele pega minha mão e me puxa mais para dentro enquanto fecha a porta. — Pode explorar o lugar o quanto quiser. – sussurra antes de me dar um rápido beijo na bochecha.

— Okay...

Adentro mais ao enorme salão e me deparo com um imenso e elegante piano escuro. Não me lembro de tê-lo visto da outra vez em que vim aqui. Provavelmente eu estava aturdida demais em imaginar a maneira em que vim parar em sua casa para sequer conseguir reparar em todo o resto da decoração.

— Você sabe tocar? – deixo meus dedos passearem pelas teclas brancas.

— Sim. Você sabe? – Steve se aproxima de mim após pegar alguma coisa dentro da geladeira.

— Minha mãe me ensinou quando eu era pequena. – sorrio. — Faz tempo que não toco, mas acho que ainda sei.

— Pode tocar, se quiser. – oferece antes de voltar à cozinha.

— Qualquer dia, eu toco para você! – grito, sorrindo e observando ainda mais o salão.

Caminho mais para frente, cruzando os braços e admirando o ótimo gosto de Steve para decoração!

Corro até o final da sala e me jogo no sofá cor preta, sentindo a maciez do assento me transmitir um maravilhoso conforto. Abro os olhos e admiro ainda mais a vista ampla do do salão.

— Está com fome?

A pergunta de Steve quebra minha distração. Sorrio, levantando do sofá e caminhando até ele. Céus! No meio do caminho, posso reparar que até mesmo a parte de trás da escada é bonita!

Continuo a andar até Steve, mas o trajeto é interrompido por minha queda ao chão. O motivo? A sola de meu sapato deslizou contra o piso, o que me fez estatelar de bunda.

— Natasha! – Steve corre até mim e estende as mãos para me ajudar a levantar. — Você se machucou?

— Eu caí que nem uma merda. – faço uma careta quando ele posiciona as mãos em meus quadris. — Desculpe. Parece que você me vê mais no chão do que em pé.

— Será que você poderia parar de tropeçar e cair quando estiver comigo?

— Vou tentar. – coro fortemente ao vê-lo rir. — Pare! Eu... tenho um problema com meus dois pés esquerdos.

— Desculpe. – Steve tenta se controlar, o que me faz rir ainda mais. — Está doendo alguma coisa?

— Já estou amortecida com o tanto que já caí. – afasto suas mãos de minha cintura e solto mais uma risadinha. — Estou bem.

— Okay. – Steve sorri com minha brincadeira. — Está com fome?

— Não muita. – ele pega minha mão e nos conduz até a mesa. — Mas acho que posso comer alguma coisa.

— Ótimo! Sente-se. Eu já volto.

— Okay.

Steve se afasta enquanto eu puxo a cadeira para me sentar. Ele volta em rápidos segundos segurando um prato retangular de cor vermelho telha nas mãos.

— Você gosta de sushi? – pergunta assim que o deposita na mesa à minha frente.

— Eu adoro sushi, Steve! – exclamo com água na boca. — Como adivinhou?

— Apenas supus. E estava torcendo para estar certo! – ele se junta a mim. — Coma.

— Já entendi. – sorrio e reviro os olhos com seu tom ácido. Steve suspira e aperta os punhos enquanto encara minha ousadia. — Posso te perguntar uma coisa?

— Diga, Srta. Romanoff.

— Por que sempre fica assim quando eu te contrario?

Assim como, Srta. Romanoff?

Assim... meio irritado e tenso comigo! – sorrio novamente. — E então, se está me chamando de "Nat" ou Natasha, passa a me chamar de "Srta. Romanoff". – meu tom de tom sai grosso e robusto, o que provoca uma risada em Steve.

— Já te disse que revirar os olhos não é um hábito educado.

— Eu sei. Mas...? – deixo minha dúvida solta no ar, mas não tenho a sorte de Steve pegá-la.

— Apenas coma, Nat. – sua língua brinca com a pronúncia de meu apelido. — Trataremos de disciplinas quando terminar sua refeição.

O quê? Disciplinas? Como assim, menina?

— Disciplinas?

— Sim.

— Como assim? – tento entender sua fala enquanto pego um bolinho de arroz com os dedos, dispensando o uso dos pauzinhos. — Ér... tem... tem algo a ver com os livros que você comprou?

— Entenderá. – Steve suspira misteriosamente.

— E não pode me explicar agora? – questiono enquanto mastigo.

— Coma primeiro.

— Nenhuma dica?

— Coma, Natasha. Já é uma da manhã.

— Okay. – eu me dou por derrotada ao pegar um pedaço de salmão e mergulhá-lo no molho agridoce. — Seja o que for, espero que eu entenda mesmo.

— Você irá. – Steve me olha atentamente enquanto passa as pontas dos dedos pelo queixo. — Irá entender perfeitamente, Srta. Romanoff.

Notas finais
Links da casa de Steve que não abriu no capítulo: Salão --> https://arquiteturainteriores.com/wp-content/uploads/2015/02/01-700x400.jpg Parte --> http://roomdecorideas.eu/wp-content/uploads/2015/02/BL1.jpg E aí? Será que agora que a Nat descobre? O que vai acontecer? E o hot? Rola? Hmmm... ( ͡° ͜ʖ ͡°) E sim!!!! Sim! Pai de Terry é Chris Rock! AMO esse cara hahaha *0* E aí? Gostaram de Tony Stark na fic? Em? Em? :D Bom, como já falado antes, terá o contrato na fic. E, como já disse antes também, FOI APROVADO PORQUE EU ENTREI EM CONTATO COM UMA ADMINISTRADORA DO NYAH! Então, antes que pensem em denunciar a fic, já estou cortando as asinhas :3 E... a fic "Just give me a reason" foi atualizada. Passem lá e comentem: https://fanfiction.com.br/historia/542669/Just_give_me_a_reason Por favor, comentem, meus petecos :3 Beijocas e, mais uma vez, Feliz Ano Novo!