Notas iniciais
Oi! Voltei Bom... capitulo quenteeeeee hehe apenas Jericho e Francine OOO Diliçaaa Boa leitura

Tímida ela se sentou no sofá de couro macio, e colocou as pernas sobre ele, descansando as costas no braço do móvel. Estava de olhos fechados, mas o sentiu se aproximar, e quando abriu os olhos ele estava trazendo a mesa de centro para perto com uma variedade de lanches que a impressionou.

_Coma!

Ela deu um suspiro profundo.

_Isso é comida pra um batalhão, meu estômago está frágil, fico satisfeita com meio sanduiche e um copo de suco.

_Muito pouco! Tente, comece a comer.

_Vocês mandam sempre assim?

_Sempre!

Ela não questionou. Apenas começou a comer enquanto ele a observava.

_Vai ficar me observando? Isso me deixa sem graça.

_Vou. Acostume-se.

_Sabe você não precisa ser grosseiro assim! Pode tentar ser delicado.

_Um homem do meu tamanho delicado? Está zombando de mim? Tenho DNA de primata não de um Bambi!

Ele disse sério e ela não conteve o sorriso.

_Não precisa ficar bravo ‘’homem primata’’. Daqui a pouco vai bater no peito e me arrastar pelos cabelos.

Ele estreitou os olhos. Como se não entendesse.

_Você devia ir dormir um pouco. – ele disse demonstrando que não estava a fim de papo.

_Você manda demais!

_E você já disse isso!

Sem muito que dizer ela se levantou e caminhou para a escada devagar. A comida verdadeiramente pesando em seu estômago.

_Obrigada pela comida.

_Bons sonhos!

Francine realmente não achou que poderia adormecer até se encostar-se aos travesseiros confortáveis o sono a reclamou em questão de instantes. E ela adormeceu profundamente.

Jericho terminou de comer calmamente antes de subir até o quarto, ela estava deitada de lado, e respirava regularmente, se aproximou devagar, queria poder deitar ao lado dela, sentir o seu cheiro e acariciar seus cabelos, mas resistiu ao impulso e saiu, após cobri-la com a colcha suavemente.

Verificou o perímetro, subiu no telhado da cabana para ter uma visão melhor do território. Estava tudo tranquilo, uivos ao longe demonstravam que outros estavam bem distantes. Eles estavam seguros. Verificou as trancas e entrou para o próprio quarto, precisava esfriar aquele desejo ou enlouqueceria, sua ereção reclamava seu toque como o diabo.

E ele enfim resolveu dar a atenção que ela exigia debaixo do chuveiro. Perdeu a noção do tempo e de quantas vezes seu corpo tinha se liberado sob o jato de água fria. Cansado se enrolou na toalha, sua pernas bambas pelos orgasmos que havia sentido e cada um deles ele havia gemido o nome dela. E agradeceu por ela continuar adormecida.

Deitou-se de barriga para cima, e abriu os braços esparramados pelo colchão, respirou fundo e adormeceu. Um cochilo rápido, pois ela apareceu nua em seus sonhos sorrindo, seus cabelos curtos presos atrás da orelha, brilhantes e perfumados, ela se balançava sobre ele, e suas mãos grandes envolveram o seio com luxúria. Acordou sobressaltado, sabia que havia sido um breve cochilo, e a ereção sob a toalha armando uma tenda que era impossível não notar, ele gemeu e fechou os olhos novamente. Droga! Aquilo não passava. E se isso não fosse normal? E se ele estivesse com problema em se manter... No lugar.

A coisa latejou e pulsou como seu próprio coração e ele a pegou, firme. Subiu e desceu suavemente.

Francine havia acordado há meia hora, e percebeu o silêncio, lavou-se rapidamente no banheiro, e saiu em busca dele. A porta estava encostada, e ela espiou, uma arma descansava na cabeceira da cama, como se estivesse prestes a ser usada. Empurrou a porta que cedeu sem fazer qualquer ruído, e a visão que teve a fez prender a respiração.

Ele estava ali, seu corpo jogado esticado sobre os lençóis emaranhados, uma toalha úmida por perto. A sua palma grande enrodilhava o membro enorme subindo e descendo devagar enquanto ele gemia suavemente. Seu coração saltou do peito, mas ela não se deteve, seus pés descalços não fizeram barulho e ela se aproximou da cama. Sabia que não tinha muita noção do que esperar de um ato sexual com ele, mas o formigamento entre suas pernas, em seu baixo ventre e em seus seios, a enlouquecia. E ele sussurrou seu nome.

_Francine!

_Estou aqui! — ela disse com igual suavidade.

Ele abriu os olhos com assombro.

_Oh! Deus! Desculpe-me eu... — ele tentou se levantar, mas ela o impediu levando a mão direita em seu peito.

_Fique! Por favor!

_Você vai me desprezar pelo que eu estava fazendo? É errado? É... Inapropriado?

_Eu te desejo! Sinta! Sei que os novas espécies podem sentir. Jericho não podemos negar mais!

_Você precisa de mim, assim como eu preciso de você!

Ele ficou em silêncio, seu peito forte subindo e descendo com força, e com uma fina camada de suor recobrindo os músculos morenos. Ele pôs a mão sobre a dela. Ambos sentindo os batimentos de seu coração.

_Eu preciso de você!

Ela sorriu de aceitação. E em um segundo estava de costas na cama, não pode deixar de emitir de assombro e de tesão.

_Eu preciso de você! Oh Deus! Como eu preciso.

Ela não disse nada, apenas uniu a sua boca a dele, guiando um beijo profundo e sedutor.

Devagar ela abriu as pernas para que ele se acomodasse, a camisola que ela vestia era fina e não havia nada por baixo, então não demorou muito para a ereção dele pedir passagem entre suas dobras. Ele gemeu com o rosto enfiado em seus cabelos.

_Jericho! — ela segurou o rosto dele, e seus olhos vermelhos estavam como labaredas, flamejantes — Fale comigo ou apenas siga a diante e tome o que você quer.

_Me ajude! — ele pediu como um menino. Segurou a mão dele e levou até o membro dele – Nunca fiz isso antes! Você precisa me guiar até onde posso ir para ser bom para nós dois. – ele disse sem coragem de encara-la.

_Oh Jesus! Você é virgem!

_Estou sobre controle. Já me aliviei algumas vezes essa tarde. Não vou ser bruto com você. Mas preciso que me ajude.

Francine ficou confusa. Mas não era o momento de pedir satisfação. Tirar dúvidas. Estava chocada o suficiente. E orgulhosa por ser a primeira mulher que ele tocava.

_Você deve estar falando sobre eu ser a primeira humana com quem esta assim não é?

_Não. Estou falando que nunca estive tão próximo ao centro das pernas de uma mulher, seja ela humana ou espécie, e vou enlouquecer se eu fracassar agora.

Francine o acariciou onde sua mão estava. Definitivamente seus dedos não se fechariam sobre a circunferência dele, e ele era definitivamente muito longo e ela gemeu. Podia fazer aquilo, seria ela que não fracassaria com ele. Seu ego feminino estrelou em seu peito e a deixou com vontade de sorrir, mas não podia correr o risco de que ele se afastasse achando que ela ria dele.

_Jericho, olhe para mim. — ela pediu firme e ele obedeceu, ela colocou outra mão no peito dele o afastando, e ele estremeceu.

Porém a mão que ela mantinha em seu membro o manteve com a cintura no lugar.

_Vou te guiar devagar!

_Eu deveria te beijar primeiro, te deixar preparada, acho que pulamos algumas etapas.

_Estou excitada como os diabos, tão molhada que poderia pingar!

_Sua pele enrubesceu.

_Minha pele é escura demais para notar, mas minhas bochechas estão queimando. Então sim eu enrubesci.

_Sou o único que deveria sentir vergonha.

_Nenhum de nós precisa sentir vergonha!

Ela tentou sorrir, mas ele se moveu e a ponta de sua ereção pincelou sua entrada, e ambos ofegaram.

Suavemente ela circulou a glande do pênis e o colocou em sua entrada, sem deixar de notar o quanto estava úmida.

_Siga enfrente. Devagar! – ele obedeceu com um rosnado, quando ele venceu a resistência natural do corpo dela que enrijeceu mediante a invasão.

E ele retesou a coluna, muito sério, olhos fechados e sua mandíbula travada como se fizesse força.

_É normal meu corpo resistir. Há muito tempo eu não... Faço isso!

_Francine. Eu quero ir fundo! Quero muito! — Ele disse entre dentes.

_Vá enfrente! — ela ofegou- Estou pronta, não vai me machucar, só pare quando estiver todo dentro de mim ok?

Ele assentiu e rugiu alto. Colocou uma das mãos na cintura dela segurando-a no colchão e investiu forte.

Francine gritou, e suas unhas entraram nos ombros dele. Foi uma estocada e tanto, e seu corpo esticou até o limite. Sentiu suas paredes vaginais latejando seus sistema nervoso dando conta da invasão quase dolorosa que a exigia.

Ele rosnou.

_Oh Deus, estou todo dentro de você.

Ela não evitou o sorriso.

_Todo. Todinho. – ela segurou a cintura dele – Pode se mover devagar, sai devagar, e volte. Seu instinto vai se encarregar do resto. No princípio pode ser meio doloroso pra mim, mas vai ficar melhor.

_Tem certeza de que pode me tomar?

Ela não respondeu, apenas o puxou para um beijo, e quando suas línguas se uniram ele se moveu, cheio de instintos. Era um homem! Era um animal! Sabia o que queria!

Sem pensar muito ele colocou as pernas dela sobre seus antebraços grossos a abrindo ainda mais, afastando seus troncos se moveu. Ditando um ritmo suave, que a levava a loucura e ela tremeu chamando por ele.

_Você está se segurando! – ela acusou notando o suor dele.

_Preciso te saciar primeiro.

_Vamos fazer isso juntos! Estou pronta, por favor. – ela gemeu suavemente

Mas a resposta veio com um rugido que quase a amedrontou, mãos fortes apertaram suas coxas a ponto de marca-las... E ele se arremeteu sobre ela sem medo. Sua cintura encontrando o ritmo instintivo e antigo. Sentiu o pênis dele entrar mais fundo como se aumentasse, e ele rosnou mordendo os próprios lábios até sangrarem. O semem dele a atingiu quente, firme, como ela nunca sentira antes, não era humanamente normal, e o orgasmo a atingiu fazendo sua cabeça rodar e seus olhos verem estrelas.

Fechou os olhos enquanto seu coração se acalmava dentro do peito e seus pulmões encontravam o ritmo certo. Abriu os olhos devagar, e os olhos amendoados e levemente vermelhos a espreitavam de perto. Como se a analisasse.

_Oi! – disse ela com um sorriso languido- Como você está?

Ele gemeu baixo, um rosnado de aceitação que não era humano. Mas ele não respondeu como estava, apenas moveu os quadris devagar demonstrando que ainda estava ereto. Não era preciso palavras.

_E você como está?

_Feliz! Por ser sua mulher! Sua primeira mulher.

_Nunca mais quero outra fêmea. Quero monta-la! A-G-O-R-A!

Ele não disse nada, apenas saiu de dentro dela em um rompante e a virou de bruços, ela gritou baixo de assombro, mas sentiu seu ventre pulsar de desejo como se não tivesse gozado minutos atrás. Ele beijou suas costas. Gemendo longamente.

_Posso?

_Não pergunte. Apenas faça!- ela disse se colocando de quatro e se abrindo para ele.

_Assim vou mais profundamente, e com mais velocidade.

_É assim que desejo!

Ele rugiu alto, e com uma única e profunda estocada se pôs dentro dela. Francine tentou se manter forte porém suas pernas vacilaram mediante a invasão e braços firmes a seguraram.

_Desculpe-me, fui muito forte!

Francine sentiu seus olhos marejarem de prazer, algo que beirava a dor, e gemeu. Com um fio de voz disse:

_Seja você mesmo, e siga seus instintos.

_Não peça isso fêmea. Sou um animal.

_Estou feliz por isso!

Ele não se conteve e se moveu firme e cadenciado, levando-a a um orgasmo inesperado, que a fez suar e estremecer. Gemeu o nome dela quando o segundo orgasmo se formou em seu ventre e ele continuava firme. Agitou-se alguns instantes depois e aumentou o ritmo a velocidade alarmante, sua garganta emitindo sons deliciosamente animalescos e sensuais. Sentiu as mãos dele mudarem de lugar e agarrarem seus ombros, ele abaixou a cabeça, fazendo com que a sua respiração ofegante ficasse muito próxima a seu ouvido e ela sentiu suas presas em sua nuca.

Jericho nunca tinha sentido algo desse tipo e seu corpo parecia que entraria em colapso. Suas bolas apertaram e ele sentia as paredes do corpo dela convulsionando, queria travar as presas nela mantê-la no lugar, até que se derramasse completamente dentro dela. E foi isso que fez.

Francine gemeu ruidosamente ao sentir as presas dele fazerem pressão em seu ombro muito próximo ao pescoço. Por um milésimo de instante teve medo de que ele a ferisse seriamente, mas a sensação se perdeu quando sentiu que ele gozava dentro dela, seu sêmem a alagando quente, como se pudesse queima-la e ela se derreteu em seu próprio orgasmo e não teve medo de mais nada...

Notas finais
Nota autora: E entao... valeu a pena esperar? Quem teve invejA da Francine levanta a mão! EUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU kkkkkkkkkkkkkkk Obrigado quem não me abandonou, sei que os coments caíram muitooooooooooo desde que eu fiquei um tempinho sem postar, mas espero voltar a postar regularmente. E no próximo capitulo? Será que ele a machucou? como será que ele vai reagir? E ela? Opnioes e sugestões estão sendo aceitas... quero saber o que vocês pensam!