Notas iniciais
Não sei se ficou claro o que o Tony sente por ela, por isso esse capitulo é dele. Bem... n sei se vcs vão gostar, mas é isso hehehe

Anthony’s POV

Eu já estava pronto, peguei minhas coisas e só precisei atravessar a rua. Verifiquei se a porta estava aberta e logo entrei quando vi que sim. Chamei por seu nome e ouvi sua voz vinda lá de cima.

Subi a escada e procurei por qual das portas ela deveria estar, já que eu nunca estive naquela parte superior da casa não fazia ideia de onde era seu quarto.

Vi a luz acessa e logo pensei que fosse ali, cheguei até a porta e parecia ser o quarto dela, pelo menos tinha a cara dela, me encostei-me à porta e observei que tinha uma roupa separada em uma poltrona, mas só percebi que ela ainda não estava pronta quando apareceu de toalha no quarto.

Tinha acabado de sair do banheiro, mas parecia já ter terminado o banho há tempo, já que não estava com uma gota de água.

- Oi Tony. Eu já estou acabando de me arrumar.

- Tudo bem, a gente ainda tem tempo.

Talvez encantado fosse a palavra certa para o meu estado. Eu não conseguia desgrudar os olhos dela. O cabelo preso de um jeito bagunçado e algumas mechas insistiam em cair, a pela branca e macia me atraindo a cada movimento que ela fazia.

Tinha um espelho médio onde ela estava olhando o cabelo e o rosto, em baixo do espelho o lugar onde ela guardava alguns acessórios, como os brincos que acabara de pegar, percebi que ela estava fazendo a maquiagem, era bem simples.

Se inclinou em frente ao espelho me permitindo a visão de suas pernas, eu não iria resistir por muito mais tempo, essa garota me deixava louco todos os dias, parece que até o “oi” dela era excitante. Talvez eu estivesse ficando maluco.

Me aproximei dela que ainda olhava para baixo procurando por algo, e a abracei por trás, sem demoras comecei a beijar seu pescoço e logo surgiu aquele arrepio que eu adorava provocar nela.

- Tony, desse jeito eu vou me atrasar – ela disse devido aos meus beijos.

Não respondi, não estava em condições para isso, apenas precisava tê-la, senti-la. A abracei com mais força e ela já estava mais solta, olhei para o espelho para poder vê-la e ela estava de olhos fechado e mordendo os lábios, aquilo me deixou mais excitado ainda, mas o que foi a gota d’água, foi quando ela abriu os olhos, me deparei com o mesmo desejo que meus olhos demostravam nos dela.

Subi meus braços lhe soltando um pouco e fui até o nó que segurava a toalha em seu corpo. Para verificar se teria a aprovação para minha próxima ação eu soltei aquele simples nó vagarosamente. A toalha foi rapidamente ao chão exibindo o corpo torneado diante ao espelho.

Minhas mãos foram diretamente aos seus seios enquanto eu me juntava mais a ela, mais uma vez mordeu o canto da boca ao meu toque na pele macia. Eu a excitava com os movimentos, e ela tentava abafar os gemidos, encostou a cabeça em meu peito se entregando. Continuei a descer minhas mãos, me deliciando em seu corpo até chegar a sua intimidade, senti sua mão apertando a lateral da minha perna assim que comecei a estimula-la, não conseguia esconder os gemidos assim como eu não escondia meu desejo, verifiquei que ela queria o mesmo que eu e eu precisava sacia-la, assim como necessitava me saciar também.

Fechei os olhos enquanto beijava seu ombro e mais uma vez fui a seus seios, senti ela colocando as mãos sobre as minhas acompanhando o que eu fazia. Abri os olhos e ela me olhava com calmaria pelo espelho.

Se virou ficando assim de frente para mim, a medi, incrédulo de que estava a minha frente. Ela levou uma das mãos aos cabelos e tirou a presilha que os prendiam. As madeixas escuras e onduladas caíram com facilidade sobre os ombros, foi um gesto simples, porem extremamente sensual.

Ela deslizou as mãos por dentro da minha camisa, e eu logo a tirei, mas sem tirar os olhos dela. Mais uma vez subiu suas mãos em meu peito vagarosamente, até por fim segurar em minha nuca, deu um passo a frente e juntou nossos corpos, seus seios pressionados ao meu corpo, e seu toque estava sendo uma tortura.

Num ato talvez até um pouco bruto, passei minha mão em suas costas e a puxei tentando deixa-la mais próxima. Eu precisava dessa mulher enlouquecidamente.

Saciei minha vontade de seus lábios em um beijo desesperado e delicioso. Eu ainda queria estimula-la mais, brincar, sentir que ela é minha e que precisa de mim assim como eu dela.

A conduzi ainda a beijando até a cama e num simples ato a deitei, já indo sobre seu corpo. Estava difícil parar aquele beijo, mas logo que desencostei meus lábios dos dela fui para seu pescoço, não enrolei muito nesse trajeto, eu queria chegar logo ao meu alvo. Encostei a boca em seus seios e ela arqueou o corpo junto com um gemido, comecei com leves beijos, mas depois parti para as longas chupadas, uma de minhas mãos foi novamente ao seu sexo, lhe surpreendendo, ela gemeu no mesmo instante do meu toque, e aquele certeza de que estava gostando só me animava mais a continuar o que eu estava fazendo. Olhei para cima e ela estava de olhos fechados a cabeça afundada no colchão e as mãos segurando o lençol com força, mas logo vieram para o meu corpo tentando me puxar. Me levantei rapidamente tirando o resto da roupa.

Voltei para seu corpo e pressionei meu quadril no dela, gememos juntos no instante que a penetrei, nossos copos encaixados e num movimento perfeito.

Enterrei meu rosto no seu pescoço, onde comecei a dar longas chupadas, as quais provavelmente ficaram marcadas, mas isso não me importava. Seus braços antes estavam fixos nas minhas costas, mas eu os peguei e os levei para cima deixando os esticado, sai do pescoço e me levantei um pouco para encara-la, nossas testas juntas, eu estava com o meu olhar preso ao dela, que tinha um sorriso calmo e só servia para me deixar mais alucinado.

Aumentei a intensidade e seu sorriso foi interrompido por seu gemido, o prazer estampado em sua face, a deixava encantadoramente linda de uma maneira erótica.

Ainda entre seus gemidos a beijei totalmente maluco por seus lábios, seus braços agora livres de minhas mãos me arrepiava com suas brincadeiras em minha nuca.

Ela parou o beijo e eu logo entendi o porque, senti também o orgasmo chegando, seu corpo totalmente mole. Sua respiração ofegante, fazendo com que seus seios fizessem um movimento longo e demorado, eu também ofegava, mas a necessidade de tê-la parecia ser maior do que a de respirar, então voltei com os beijos para seu corpo.

Eu não sei o que ela tem e como ela consegue mexer desse jeito comigo, só sei que preciso dela. Não me arrependo de nada até agora, nem de aguentar a minha duvida em relação ao John, tudo para não estragar as coisas com ela.

Fui envolvido num doce cafuné, me virei e ela me beijou calmamente. Agora eu estava com ela ao meu lado e a envolvi em meus braços, parecendo a deixar inocente e dependente de mim naquele momento.

Atrás de mim provavelmente tinha um relógio, pois eu vi o espanto em seus olhos quando olhou para algo por ali.

- Anthony – sua voz calma dessa vez.

- Diz.

- Acho que a gente perdeu o voo. – olhei para trás e vi que já passava mais de uma hora do horário da viagem.

- A gente vai ao aeroporto e paga o próximo para NY. – ela apenas concordou. – Não era minha intenção nos atrasar.

- Foi melhor assim. – sorriu e se levantou.

Ela pegou sua roupa e foi em direção ao banheiro, eu fui logo em seguida e entrei junto antes que ela alcançasse o interruptor para iluminar o ambiente eu a segurei mais uma vez.

- Voos para NY têm de monte – mordi seu lóbulo antes de continuar — já que perdemos o nosso, acho que devemos aproveitar esse tempo. Não acha? – falei baixo em seu ouvido.

- Como você quiser. – aquilo bastou pra mim, eu ainda a desejava loucamente e logo voltei a beija-la.

Fim Anthony's POV