I Make Plans To Break Plans
3 Capitulo 1 - parte 2.
Notas iniciais
Segunda parte desse capitulo *-*
obrigado pelos reviews lindas :*
♥
“Piadinha velha hein Oo” – falei voltando a tomar meu chá com uma expressão superior.“A única coisa velha e rabugenta aqui é você, lindo.” – ele disse em seguida agradecendo pela xícara que o garçom lhe entregava.“u.u que tipo de gente é você?”.“O tipo de gente que você cai aos pés, implora pra ficar perto e baba só de se aproximar...” – ele falou me lançando um olhar que fez minhas pernas tremerem por baixo da mesa.Fiquei boquiaberto, não sabendo o que responder, quase engasgando com o chá. O olhei com um olhar de desprezo, afinal, ninguém me trata dessa forma, ninguém me deixa sem resposta. Mas infelizmente, nada me vinha para falar. Minha fúria por este fato era tão grande que por mais vencido que estava, levantei e bufei com uma cara desprezível.“Pode ficar na mesa...” – falei dando as costas e andando em direção a porta deixando notas contadas em cima do balcão, pagando o meu chá.Abri a porta já sentindo aquele vento cortante em minha pele branca, mas não ligando o que eu mais queria era sair dali. Dei dois passos, já cruzando meus braços e ouvi alguém me chamar.“Ow, você!” – ouvi aquela voz que embrulhava meu estomago falar novamente. Olhei sobre meus ombros para traz e apressei o passo. – “espera...” – ele disse segurando meu braço, enquanto caminhávamos pela grossa neve que havia na calçada.“Ta vendo a baba escorrendo?” – falei lhe observando.“Não Oo.” – ele fez com cara de confuso.“Pois é, eu não babo por você...” – falei dando um sorrisinho falso de canto e voltando a andar com passos apressadas e tremendo um pouco. Ele riu, e continuou a andar atrás de mim.“Pode não babar, mas treme só de estar perto...” – ele disse sorrindo convencido andando com a cabeça levantada logo atrás.“Não sei se você percebeu, mas ta nevando, to congelando aqui fora e eu to tremendo de frio...” – fiz uma pausa. – “mas acho que não, afinal, seu ego é muito maior que esse frio”. – falei piscando os olhos lentamente e voltando a cruzar os braços por causa de um vento forte que nos alcançou.“Não é meu ego, é a realidade... diga que você não sentiu nada ao me ver entrando naquele lugar...” – ele provocou rindo convencido pela minha demora de resposta.“Por que deveria? Pode ser real, os outros caindo aos seus pés, babando, ficando maravilhados com seu rostinho bonito...– falei lhe dando um falso sorriso, como se o que eu havia dito fosse verdade [n/a: aham ta], vendo-o sorrir convencido. Troxa . – “mas quer saber, eu vivo fora da realidade idiota...” – disse sorrindo na altura do seu ego e saindo com a cabeça erguida, assobiando a primeira coisa que me veio a cabeça.Ele ficou parado lá com a maior cara de troxa que o cavalo meteu. E eu saí com o meu amor próprio mais forte. Pois é, até eu me amo. Que coisa não ;D.
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