I Love-hate The Way You Are
9 As vezes se machucar não é tão ruim
Notas iniciais
Normal’s POV
Sa-chan: Gin-san, o que você está fazendo aqui?
Gintoki: Só dando uma volta. Não que eu me importe, mas você não tinha dito que vinha em serviço pra esse hotel.
Sa-chan: Apenas um alvo que tinha de ser eliminado.
Gintoki (apontando o tornozelo de Sa-chan): Mas pelo visto esse alvo não estava a fim de morrer.
Sa-chan: Ele não reclamou muito, isso aqui foi apenas uma queda da janela.
A garota estava agindo de forma diferente do normal, até mesmo seu tom de voz estava mais calmo. Por mais que achasse o que estava prestes a fazer uma total maluquice que daria todo tipo de pensamento indecente na cabeça da kunoichi, Gintoki segurou Sa-chan nos braços e começou a se dirigir ao seu quarto.
Sa-chan: Gin-san, o que está fazendo?
Gintoki: Não leve pro lado pervertido, eu só não quero que fechem a piscina por causa da sujeira que você estava fazendo.
Sa-chan não falou mais nada, apenas aproveitou o momento para ‘‘tirar uma casquinha’’. O corpo do samurai irradiava calor em sua pele fria, e os batimentos cardíacos calmos dele a deixavam numa tranqüilidade tão profunda que teve de se segurar para não dormir ali mesmo. Quando chegou até o quarto da ninja, Gintoki a colocou na cama, e se dirigiu ao banheiro pra procurar qualquer coisa que servisse pra fazer um curativo.
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(Todos estão no restaurante)
Otae: E então Kagura-chan, tudo resolvido com seu pai?
Kagura: Sim, eu passei o dia inteiro com ele hoje.
Shinpachi: Quem diria que todo mundo ainda estaria acordado essa hora.
Sougo: Todo mundo não, o Danna e a masoquista não estão aqui.
Kagura: O Gin-chan disse que estava entediado e foi dormir.
Otae: E a Sarutobi-san disse que tinha uns assuntos pra resolver e eu não a vejo desde de tarde.
Kagura: Ei, que tal irmos olhar o parque de diversões amanhã?
Otae: Aqui também tem um? Nossa, faz muito tempo que eu não vou em um.
Shinpachi: Parece divertido. Podemos ir de manhã.
Hijikata: Sinceramente, essa é uma ideia muito infantil, quem iria querer ir num lugar desses?
Sougo (modo ultra hiper sádico on): A china girl quer ir. Está criticando ela Hijikata-san?
Hijikata: N-não i-imagina. Viva, nós vamos para o parque!
Kondo: Hahaha, é muito fofo ver o Sougo defendendo a namoradinha.
Kagura: Eu não preciso ser defendida seu sádico inútil, se o maionese idiota tem algo contra o parque, eu mesma acabo com ele!
Sougo: O único que vai matar o Hijikata-san aqui sou eu, sua chinesinha mal amada!
Kagura: Se eu sou mal amada a culpa é sua né sue retardado. Eu que vou matá-lo!
Sougo: Não, quem vai sou eu!
Hijikata: Ei, quando isso virou uma competição de quem vai me matar?
Sougo e Kagura: Calado!
Otae: Algumas coisas nunca mudam...
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Já faziam alguns minutos desde que Gintoki havia levado Sa-chan para o quarto, mas ele continuava procurando curativos no banheiro. Enquanto isso, a kunoichi de cabelos arroxeados já tinha planejado sua nova tentativa de conseguir ficar com aquele homem. E dessa vez ia conseguir, ou não se chamava Sarutobi Ayame. Se levantou da cama silenciosamente e ficou parada na porta entreaberta do banheiro, esperando qualquer aproximação de seu alvo. Quando Gintoki cruzou a porta, foi interceptado pela garota, que o agarrou, deixando uma distancia de milímetros entre seus lábios.
Gintoki: O que está fazendo sua maluca?
Sa-chan: O que parece?
Gintoki: Quando eu penso que você vai sossegar um pouquinho por causa do machucado...
Sa-chan: Eu sempre estou em alerta quando o assunto é você Gin-san.
Gintoki: Dá pra me soltar!
Sa-chan: Não. Hoje nada vai me impedir, porque eu tenho certeza que não pode me colocar pra fora.
Gintoki: Posso te jogar pela janela.
Sa-chan: Você faria isso mesmo sabendo que isso partiria meu tornozelo em dois? Desse jeito eu nunca mais poderia trabalhar.
Nessa ela realmente tinha pegado o samurai de cabelos prateados, ele já tinha a agredido inúmeras vezes, mas nada tão grave assim. Aproveitando um momento de distração, Sa-chan segurou as mãos de Gintoki e as fez percorrer todo o seu corpo, e foi as nuvens quando viu ele começar a suar.
Sa-chan: Ainda vai dizer que não me deseja Gin-san?
Gintoki: Eu estou falando muito serio, é melhor você me soltar ou eu vou perder a cabeça.
A garota levou sua boca pra ainda mais perto da de seu amado, pra que ele entendesse muito bem qual eram seus pensamentos.
Sa-chan: Você ainda não entendeu Gin-san? Eu quero que você perca a cabeça.
Isso foi o bastante para que Gintoki finalmente provasse os lábios da kunoichi, que finalmente tinha realizado seu objetivo. Em meio a um beijo carregado de luxuria, praticamente a jogou na cama e se levantou para apagar a luz. Com toda a certeza já não haviam mais riscos dele fugir da situação, então Sa-chan apenas ficou observando ele devorar seu corpo com os olhos antes do quarto ficar completamente escuro. Logo depois, sentiu o peso de alguém em cima dela, e logo depois, um par de lábios colados novamente nos seus.
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(Sougo e Kagura estão sozinhos nos corredores do hotel)
Kagura: Nossa, já está bem tarde mesmo!
Sougo: Qual o problema, passou da sua hora de dormir?
Kagura: Calado! Ei, esse é o quarto da Sa-chan, não é mesmo?
Sougo: Sim, por quê?
Kagura: Não seria melhor avisarmos logo a ela de amanhã?
Sougo: Pode ser.
Kagura: Estranho... A luz está apagada mas eu tenho a impressão de estar ouvindo alguma coisa. Você consegue ouvir?
Sougo: Não com você falando. (Kagura fica quieta e Sougo consegue ouvir os ‘‘barulhos’’ |N/A Sé é que vocês me entendem|) É... China girl, eu acho melhor nós falarmos com ela só amanhã.
Kagura: E se ela não quiser ir por ter sido avisada de ultima hora?
Sougo: Não se preocupe com isso, tenho a impressão que ela vai estar de ótimo humor amanhã.
Kagura: Por quê?
Sougo: Intuição. Apenas pura e simples intuição....
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