I Love a Boy from Another Planet.
6 Capítulo 6 - Pensamentos de Wren.
Notas iniciais
Espero que gostem e deixem reviews, se tudo der certo, sexta eu posto mais XD
[Algumas horas antes]
Eu estava em meu quarto, Vincent estava no escritório dele com Katherine... Eu tive um mau pressentimento sobre ela... Durante todo o jantar ela me olhou de forma estranha, Vincent também percebeu mais não disse nada e continuou se comportando normalmente.
Eu senti que Julie também sentiu á mesma coisa... Isso não pode ser uma coisa boa, eu tenho que ficar atento, pode ser que já que eles foram embora ela possa aproveitar para então botar o plano dela em prática, se ela esta mesmo pretendendo fazer algo á mim... O que mais vem me chateando é que ela vai acabar machucando ou magoando Vincent e eu não quero isso, ele não merece sofrer, ele é uma boa pessoa, é uma pena que ninguém acredita nele, e isso é tudo culpa minha... Só ele e Julie que realmente confiam em mim... Quem mais acreditaria num garoto que veio de outro planeta?
E então eu escutei barulho vindo do primeiro andar, eu abri á porta devagar e vi que vinha uns policiais em direção á porta de meu quarto... Droga, eu sabia que ela não era confiável, eu tenho que sair daqui, mas não posso deixar Vincent... Eles podem machuca-lo e eu não quero isso, ele foi á primeira que me ajudou quando cheguei aqui, quando todos estavam querendo me matar ou me torturar para arrancar respostas, ele foi e me salvou, me deu um lar e uma família, eu tenho que sair daqui com ele, eu não posso deixa-lo se não eu nunca irei me perdoar.
- WREN, EU SEI QUE ESTÁ AI, DESÇA AGORA OU VINCENT IRÁ SE MACHUCAR. – gritou Katherine no alto-falante.
Droga, eu preciso fazer algo... Eu estou feliz pelo menos por causa de uma coisa, Julie não está aqui... Eu tenho certeza que se eles á pegassem eles poderiam á machucar seriamente e á torturar para arrancar respostas dela, eu fico mal só de pensar nisso.
Espero que ela esteja bem e que ninguém á machuque.
Eu então respirei fundo e desci ás escadas devagar, eles estavam olhando para mim com um sorriso sínico, Katherine então segurou minhas mãos e ás prendeu.
- Você devia ter fugido. – disse Vincent.
- E deixa-lo aqui? Não mesmo. – eu disse e então me levaram para fora da casa.
Tinha um enorme carro preto parado em frente á casa, eles me colocaram atrás com dois caras de terno preto, Katherine foi em um outro carro, quando olhei para trás o carro de Katherine partiu e entrou um outro carro de policia e Vincent saiu da casa e entrou nele... Quando o carro em que Vincent entrou estava quase saindo, um outro carro entrou, Julie, Zoe, Mark e Amanda saíram dele... Espero que Julie fique bem e que eles não façam nada de mal para ela.
[Algumas horas depois]
Á viajem foi longa, eles me vendaram e quando entramos eles tiraram á faixa que tampava meus olhos, depois me levaram ate uma sala subterrânea.
Tinha vários homens e mulheres de preto, todos me olharam com nojo.
- Finalmente o pegaram... O que devemos fazer agora? – perguntou uma mulher de cabelos castanhos preso em um coque.
- Nós vamos fazer algumas perguntas, se ele não colaborar, usaremos o plano B... Eu cuido dele e mantenham todos longe da sala M... Vincent virá depois, primeiro ele vai dar um depoimento na delegacia da cidade e depois eles ligarão avisando que podemos ir buscá-lo, você vai com Dennis, é só isso, fique atentos, se aparecer algo novo, me avisem. – esse cara disse e depois ele me levou ate á sala que tinha um enorme M na porta.
- O que esse M significa? – eu perguntei.
- Mentira... Morte, depende do que você me falar, se eu perceber que é verdade você vive, mais se eu não acreditar, você morre. – ele disse se sentando em frente á mim.
Eu então abaixei á cabeça... Ele não irá acreditar em mim, eu irei morrer e nunca mais irei ver Julie e Vincent de novo.
- Pode começar. – ele disse e então ligou um aparelho em mim.
Eu então contei exatamente tudo, desde quando meu planeta foi destruído ate quando eu fui salvo por Vincent, claro que eu não contei sobre meu relacionamento com Julie, eu não quero que eles á machuquem.
- Incrível. – ele disse de olhos arregalados olhando para á tela do aparelho que estava com um fio em minha testa.
Ele então voltou á olhar para mim.
- Você é algum tipo de espião? – ele perguntou.
- Não, senhor. – eu disse e ele olhou surpreso novamente para a tela do aparelho.
- Isso nunca aconteceu antes... Esse aparelho nunca falhou, isso não pode ser verdade... Essa história não pode ser verdade. – ele disse e então ficou de pé, nisso alguém entrou na sala, ele então pediu outro aparelho.
Ele então colocou em mim e deu o mesmo resultado... Depois de um longo tempo testando todos os outros aparelhos em mim ele desistiu.
- Eu desisto... Eu não acredito que estou falando isso, mas eu acredito que você está falando á verdade, mais isso não quer dizer ainda que você é do bem... Quero que você nos conte tudo sobre os Darkness e sobre ás fraquezas deles, entendeu? – ele disse.
- Sim. – eu disse.
- Ótimo. – ele disse.
- Senhor Jones, Vincent chegou. – disse á mulher de coque.
- Ok, Anna... O mande para cá. – ele disse.
- Mas... – ela ia dizendo.
- Agora. – ele disse e então ela saiu da sala.
- Você acha que eles estão perto de chegar á terra? – perguntou Jones.
-... Eles já chegaram. – eu disse.
- COMO? – ele gritou.
- Foi na noite em que eu cheguei á terra. – eu disse.
- Droga, droga, DROGA. – ele disse andando para lá e para cá.
- Eles usam os feitiços que estão no livro de George Peter. – eu disse.
- O escritor mais famoso de Nova Iorque? – ele me olhou incrédulo.
- Se ele é o mais famoso eu não sei, mais os Darkness tem o poder de tornar feitiços que não são reais em reais... George Peter escreveu uns feitiços muito bons, parece que foram feito exatamente para eles. – eu disse.
- Anna? – disse Jones no celular.
E então Anna entrou com Vincent, ele parecia bem...
- O que foi, chefe? – ela perguntou.
- Ache á localização de George Peter e o traga ate aqui, precisamos dele. – ele disse e então ela concordou e saiu da sala.
- O que você esta pretendendo fazer? – perguntou Vincent.
- Nada, mais se apresentarem serem “perigosos” teremos que usar uns métodos para calá-los. – ele disse.
- O que o fez mudar de ideia? – perguntou Vincent.
- Ás máquinas da mentira disseram que ele esta falando á verdade e então eu acredito nele, mais isso não quer dizer que ele seja bom. – ele disse.
- Ele é, você vai perceber isso com o passar do tempo. – disse Vincent e então Jones sorriu.
- Chefe, encontramos á localização dele... Ele está aqui fora, ele disse que precisa falar com o senhor urgente. – ela disse, ela estava preocupada.
- Tudo bem... Eu vou falar com ele, tome conta deles e se algo acontecer, os levem para o outro esconderijo. – ele disse e então saiu.
Ela se sentou de frente para á gente, ela parecia desconfortável.
Eu então olhei para Vincent, ele estava pensativo.
- Posso dar um telefonema? – ele perguntou.
- Eu não acho uma boa ideia. – ela disse.
- É só para acalmar minha filha e minha sobrinha, elas estão preocupadas. — ele disse.
- Tudo bem. – ela disse entregando o telefone para ele, ás mãos dele estavam soltas e então não teve problema.
Ele então ligou para lá só que ninguém atendeu... Onde será que eles estão? Será que os Darkness foram atrás de mim lá? Será que eles pegaram Julie e os outros? Eu sinceramente espero que não.
Depois Vincent ligou para outra pessoa, essa pessoa atendeu mais não deu para entender nada, pois ele estava falando muito baixo e eu não entendi o que ele disse, Anna também achou estranho e então quando ela ia pegar o celular dele, ele empurrou á mesa na direção dela e ela, para não se machucar, se afastou e acabou batendo á cabeça na parede.
- Sinto muito por isso, mais precisamos sair daqui, eles estão chegando. – disse Vincent para á mulher.
Ela estava abrindo e fechando os olhos, ele então pegou á chave dela e saímos da sala, ninguém nos olhou, nós então encontramos á saída por que tinha umas pessoas vindo daquela direção e então foi fácil sair.
Quando chegamos no lado de fora, lá estava George Peter, ele é um jovem escritor de vinte e poucos anos mais estava com uma aparência bem cansada e muito mais velha, ele estava conversando no lado de fora da cerca de proteção com Jones, tinha uns homens de preto no lado de fora protegendo eles e ao nosso redor... Dois deles nos virão.
Jones olhou para nós e então uma forte luz apareceu na nossa frente, quando olhei para cima, lá estava minha nave... Minha nave... Como ela pode estar aqui? Ela esta danificada.
- Wren, quanto tempo. – disse Zayla saindo da nave e vindo voando ate mim.
- Zayla, quanto tempo. – eu disse.
- É, você mudou bastante, ate parece humano. – ela disse e então logo depois riu.
- O que esta fazendo aqui? – eu perguntei.
- Viemos te buscar seu bobo. – ela disse.
- Eu não posso ir, eu vou ajuda-los á derrotar os Darkness. – eu disse.
- Eles não podem ser derrotados. – ela disse.
- Na verdade, podem. – disse George Peter.
Zayla olhou de cara feia para ele e ele nem se importou.
- O que temos que fazer então? – perguntou Jones.
- Temos que usar á eletricidade... Eles usam magia mais sentem muito medo da eletricidade, não é atoa que á nave deles é feita de espelhos e eles á movem com magia, eles são sensíveis de mais á luz solar e a eletricidade os machucam e podem causar grandes queimaduras ou ate mesmo matá-los. – ele disse.
Nós então nos entreolhamos... Então poderemos derrota-los, mais será difícil atraí-los para fora quando estiver sol e eles não são idiotas de se aproximarem quando estivermos com algo elétrico conosco... Como poderemos atraí-los?
- Podemos usar Wren como isca, eles não se importaram com o sol ou mesmo com a eletricidade, só se importaram em pegá-lo. – disse Jones.
Nós então concordamos... Espero mesmo que funcione.
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