I Love You... Te Quiero !

8 O Que Deu Nesses Homens ?


Notas iniciais
Espero que gostem, se não entenderem algo, podem perguntar *-* Esse cap vai para a LINDA, DIVA, MARAVILHOSA, TUDO DE BOM... ANNIE CRESTA ODAIR !! Obrigada linda, sua recomendação foi muito perfeita. Fiquei mega emocionada. Obrigada mesmo *-*
Boa Leitura.

Uma brisa suave entre pelo quarto, remexendo as cobertas do casal, que ali estavam – Dormindo e sonhando com algo a mais.

Logo a porta e aberta, se faz presente Atena e Poseidon, que entram na pontinha do pé, para não acordá-los.

Ao ver a cena... Intima dos dois, a loira retorce o nariz, desaprovando. Já o moreno nem liga.

Ele se aproxima do casal, para acordá-los, isso só não acontece porque a loira o impede.

- E se eles estiverem nus ?

Ele olha para ela incrédulo.

- Eles não estão, loira.

O lançou os cobria até o pescoço, então nada dava para saber, mas teimoso do jeito que Poseidon era, ele sempre ia descordar dela. Só por diversão.

- Como você sabe, não dá para ver nada.

- E você queria ver o que, em mocinha ?

- N-nada... E-eu nada... V-você entendeu o que quis dizer.

Ela muda rapidamente de cor, ficando vermelha como um tomate maduro, completamente envergonhada.

Poseidon solta uma leve e maliciosa gargalhada. Ela fica ainda mais vermelha com isso, mas só que agora era de raiva.

- Não ria de mim seu ogro.

- Calma, sobrinha querida.

- Definitivamente você e uma pessoa desprovida de qualquer célula boa e intelectual.

- Hã ?

- Você não tem inteligência, querido tio.

Ela sorri, feliz por ter desconcertado o moreno.

- Hum... Posso não ter inteligência, mas eu garanto ter outra coisa bem melhor – Diz entre sussurros, como se fosse um grande segredo.

- Hum... O que e melhor que inteligência ?

Ela estreita os olhos e ele logo sorri.

Ele desse seu olhar um pouco, passando o mesmo pelo seu próprio corpo, ela o acompanha por ser muito curiosa.

Ele para sua atenção, assim como a dela, justamente “naquele” ponto intimo. Sim, naquele lugarzinho muito proibido e desejado. O amiguinho dele já até dava sinais de sua existência.

Atena abre, levemente, a boca, chocada.

- Tem coisa melhor que meu...

- CALADO.

- Calma, loirinha. Você já tomou seu calmante hoje, minha querida ?

Ela sente seu sangue ferver.

Ele fica ainda mais feliz ao ver-lhe mordendo o lábio inferior em pura raiva.

- Não querendo atrapalhar esse momento tão... Único. Mais o que você fazem aqui, mesmo ? – Pergunta o loiro, recém acordado.

Ártemis ainda dormia serenamente, com seu corpo colado ao do irmão.

- Graças aos deuses que você acordou. Precisamos falar urgentemente com você – Diz a loira.

Ao ver a expressão, agora seria dos dois, o loiro percebe que era algo grave.

- Vamos falar em outro lugar, Ártemis ainda dorme. Não quero acordá-la.

Apolo se levanta, expondo seu peitoral definido e desnudo, ele estava sem camisa, apenas com sua calça preta, da noite passada.

A loira fica vermelha pela segunda vez.

Ele logo põe a mesma camisa da noite passada.

- Atena, eu acho melhor você ficar com Ártemis. Se ela acorda, não vai gosta de está sozinha – Sugere, Poseidon.

Ela loira não queria ficar, queria partilhar da conversa, mais como sabia que não tinha jeito, ficou sem questionar.

[...]

Os dois belos homens se sentam em poltronas que jaziam ali, no escritório do Castelo de Poseidon.

Antes não existia esse escritório, já foi o moreno que mandou construí-lo.

- Sobre o que é ?

- Existe uma doença, que só está afetando no momento os semideuses.

O loiro fica levemente surpreso.

- Onde ?

- No Brasil.

- Em que lugar mais o menos ?

- Eu ainda não sei, pretendo descobrir.

- Por que ainda não havíamos ouvido sobre ela ?

- Eu sei como deixar as coisas por baixo dos panos, loiro.

Apolo suspira.

Mais trabalho, pensa o loiro médico.

- O que queres de mim ?

- Que descubras um antídoto.

- Eu tenho uma condição – Diz o loiro, enigmático.

[...]

Ártemis aos poucos vai acordando, sentindo os raios, incômodos, do sol bater em seu rosto e corpo.

- Que bom que acordou.

A ruiva se espreguiça de leve.

Ela sente falta do cheiro masculino de Apolo, mas não comenta pois logo vê que ele não estava no quarto.

A ruiva encara a loira, a procura de explicações.

- Não me olhe assim. Apolo sai com Poseidon.

Ártemis suspira.

- Preciso de um banho – Diz, sonolenta ainda.

Atena joga uma toalha bem fofa para a irmã.

- Tome um banho. Enquanto isso pedirei que lhe sirvam o café aqui no quarto mesmo. Não precisa sair.

Ártemis da de ombros e se levanta da cama, rumando para o banheiro daquela suíte. Ela tinha uma leve sensação de que algo estava para acontecer, ela só não sabia o que era.

[...]

A loira entra no escritório onde os outros dois deuses estão.

- Não bate mais na porta não é loira ?

- Morre, Poseidon.

- Impossível, loirinha.

- Vocês não cansam de brigar, não é ?

- Não – Respondem em coral.

Apolo da de ombros e revira os olhos.

- Ártemis acordou. Ela está no quarto to... Mal educado.

Antes mesmo da loira terminar de falar, Apolo já tinha saído, a deixando furiosa.

Poseidon apenas ri, e muito.

[...]

Ártemis deixa a água quente, do chuveiro, escorrer por seu corpo, livremente.

Aquela sensação gostosa de água a limpando era delirante.

Apolo invade o banheiro, fazendo a mesma salta de susto.

- Mais que merda, Apolo ! Quer me matar de susto, é ?

- Matar, não. Comer.

O loiro perde todo o controle sobre si. Isso acontecia freqüentemente, desde de que a ruiva estivesse perto dele.

Ele ao ver-lhe tão... Sedutora e completamente nua, o deixou sem um pingo de juízo.

Ele a impressa contra a parede — de costas para ele — colando seus corpos, e principalmente molhando-se.

- A-Apolo, e-eu disse q-que era só o-ontem...

- Eu sei, mais como posso resisti a esse seu corpinho, me diga ?

Ele vasculha cada canto de seu corpo com as mãos, alisando suas costas e pernas.

Ele a vira para si, tomando seus lábios em um beijo selvagem e agressivo.

Ártemis tenta resisti a ele, mais falha, miseravelmente, já que ele conhecia seu corpo melhor do que ela mesma.

Sim, ele já tiveram muitos contados íntimos. Não, ele nunca chegou a penetrá-la.

Suas línguas estavam a travar uma batalha intensa, enquanto o loiro apalpava suas coxas as puxando para cima, para elas enlaçarem seu quadril. É isso o que ela faz, enlaça seu quadril com as pernas suculentas.

Apolo a pressiona ainda mais contra a parede, a deixando ainda mais louca.

Assim que se separam para ingerir ar, ela arranha seus ombros e morde de leve seu lóbulo da orelha, fazendo-o gemer seu nome baixinho.

Ela perde completamente a sanidade quando sente o “amiguinho” dele pressionar sua intimidade, por dentro da calça.

- A-Apolo... Hum... Ahh... Pare.

A loiro nem entender o que ela dia entendia, ele estava cego pelo desejo carnal.

Ele inicia uma trilha de beijos e mordidas, por todo os cantos de seu corpo.

[...]

- Apolo está demorando.

- Acalme-se, loira. Eles logo viram.

- Eles ?

- Apolo falou que só vai para o Brasil se a ruiva for com ele.

- Mais que absurdo !

- Absurdo não, amor.

- Para alguém tosco como você, fico surpresa por saber distinguir o que é amor.

- Loira, eu sou uma caixinha de surpresas.

- Não se ache tanto.

- Eu, me achar ? Eu sou modesto, lindo, gostoso.

- Não sonhe muito alto.

Ele solta uma gargalhada, ela se perde na risada dele.

Como é bonito ! Pará, Atena. Deixe de ser burra. Ele e se tio e seu inimigo. Ou quase inimigo, Pensa.

Ela fica tão submersa em pensamentos, que nem ver o moreno se aproximando.

Ela sente sua respiração se misturar com a dele, isso faz ela acorda para a realidade.

- Por que esta tão perto ?

- Curiosidade.

- Sobre ?

- Qual o gosto do seu beijo ?

- Como é ?

- Eles parecem tão macios e suculentos. Posso beijar-te ?

- N-não, eu n-não...

A loira sente os lábios do moreno sobre os seus, começou apenas como um leve selinho, mas já fez o corpo do moreno se incendiar.

Ela tenta empurrá-lo, colocando suas mãos em seus ombros largos. Mas ele não deixa ela se afastar.

Ele aprofunda mais ainda seu lábios nós dela. Sua língua pressiona os lábios dela, bem no meio, para pode obter uma passagem, para vasculhar aquela boca pecaminosa.

Atena não resiste mais. Sua curiosidade para saber se os lábios do moreno são tão bons quanto aparentam a faz dá passagem para a língua dele vasculhar a sua boca. Quando vossas línguas se encontram, a festa e feita. Uma tenta persuadir a outra, uma tenta seu melhor que a outra.

Atena nunca foi, nem nunca imaginou sendo beijada. Mais se mostrou uma aprendiz voraz, pois logo estava no mesmo ritmo que o moreno. Selvagem. Intenso. Malicioso. Intimo.

Eles se separam por falta de ar, a loira estava com o coração na a mil.

- Atena...

A loira não espera ele falar, apenas desaparece. Deixando-o para trás.

Ela se transportado para seu templo. Estava confusa, desnorteada e surpresa.

Poseidon só não foi atrás da mesma pois estava tão ou mais confuso que ela., pois não sabia o que dizer ou fazer.

Foi o primeiro beijo dela, ele percebeu isso. Só ao lembrar do jeito tímido com o qual o beijo começou, ele fica orgulhoso por ter sido o primeiro a beijar-la.

[...]

Apolo a pressiona ainda mais contra a parede do banheiro, deixando a água molhá-los.

Era tudo tão intenso, tão carnal. Objetivo.

Apolo se afasta um pouco, para respirar e deixar que ela respirasse.

- Se eu continuar, não conseguirei mais parar. É melhor nós separamos – Diz o loiro, ofegante.

Sempre que a coisa estava indo em um rumo muito perigoso, ele dava uma basta, para depois ela não se arrepender.

Ele deixa ela voltar ao chão, libertando seu corpo do seu e se afastando logo em seguida.

- Eu vou... Trocar de roupa. Depois preciso falar com você.

Ele sai a deixando sozinha, pois se continuasse a olhar aquele corpo pecaminoso não ia consegui se segurar.

Ártemis sente seu corpo como gelatina, mole.

Que homem é esse ?

Notas finais
Gostaram ? Espero que sim. Comentem então.
Mais uma vez obrigada Annie Cresta Odair, sua recomendação foi linda *-*
BjSS.