I Love You... Te Quiero !
33 O Impossível Que se Torna Realidade !
Notas iniciais
Seus cabelos ruivos eram bagunçados pelo vento, que com o cair da noite estavam meio escuros, já que havia muitas nuvens no céu. Seu vestido esvoaçava, dando-lhe um ar indomável.
A mesma estava distorcida demais para poder ficar com seu amado naquela noite. Mesmo com a insistência do mesmo para poder ficar ao seu lado, ela sentia-se mal. Precisa espairecer. E era por isso que estava naquela praia deserta à meia noite.
Ela senta-se na areia, não se importando de está sujando seu vestido caro. Olhava a imensidão escura da água. O cheiro salgado era trazido pela brisa noturna. O mar estava calmo, sendo banhado pela lua prateada, que não se deixar ser escondida pelas nuvens presentes no céu.
Seu coração se comprime ao lembrar-se de suas palavras.
“- Obrigada, Thalia. Mas mesmo assim, eu deixo para vocês decidirem se querem ou não. Darei um prazo de uma semana para isso. Se quiserem ainda serem guiadas por mim, agradeço-lhes e protegerei a todas em nossas batalhas. Mas se não quiserem... Se não quiserem mais, aqui é nossa despedida final.”
Doeu dizer aquilo para suas caçadoras, mandar-lhes escolher. E doeria mais ainda se elas negassem segui-la. Mas o que podia ser feito a respeito ? Ela nunca abandonaria Apolo de novo. Nunca mais queria se afastar dele.
O nosso amor está no em seu auge máximo. Nada pode nós parar. A não ser o destino... Esse gostava muito de brinca com nós os Deuses.
– Um doce por seus pensamentos, linda dama.
Essa voz... Não. Impossível.
Ártemis se vira com tudo para olhar o dono daquela voz, impossível de ser confundida.
Ela suprimiu um grito e se levanta, pondo-se em modo de batalha. Seu rosto estava tomado por descrença e certa fúria.
– Órion ? – Pergunta descrente de sua aparição – Você morreu !
Ele sorri. Um sorriso estranho. Isso faz suas entranhas se contraírem.
Ele endireita a postura de modo meio duro. Ele estava sentindo as conseqüências de ter sido mordo. Seu corpo estava meio enferrujado.
Um relâmpago corta o céu, no mesmo instante que Apolo aparece ao lado de Ártemis. Seu cabelo estava um pouco desgrenhado e seu rosto era marcado por resquícios sono. Isso provava que o mesmo estivera dormindo.
Órion alarga seu sorriso.
– Olha só quem apareceu, meu assassino preferido, o grande Apolo. Não que eu não goste de você meu querido, mas o que você faz aqui ? – Zomba o guerreiro recém ressuscitado.
Os músculos do corpo do loiro se contraem só em ouvir sua voz novamente. Apolo estava tomado por fúria e confusão. Sua visão sobra e chegada de Órion o tinha deixado atônico. Muito atônico, já que fazia tempo que o mesmo não tinha uma visão tão importante e perturbadora assim.
– Tive uma visão... Merda, você estava morto – Apolo estava transtornado, o que só fazia Ártemis ficar ainda mais perdida – Porcaria, por que não ficou morto ? – Órion estava se divertindo ao vê o loiro tão transtornado assim.
– Ora, por que não posso ressurgir dos mortos ? Assim você me magoa, Apolo. Pensei que você me amasse. Ah, tenho que confessa que suas visões são sempre um incomodo para mim – Diz tudo com uma doçura nojenta.
Ela sai de seu estado de transe, puramente por instinto.
– Não, você não pode está vivo, Órion. Isso é errado. Você morreu. Não sei por que te ressuscitaram, mas você tem que voltar. Isso está muito errado – Ártemis diz, com sua voz um pouco alterada e sua postura mais mecânica do que nunca.
Ela estava praticamente à beira de um ataque de nervosos, mas seus instintos não permitiriam isso. Não sem antes tentarem fazer-lhe se controlar.
– Minha senhora, assim você machuca meu pobre coração. Pensei que ficaria feliz ao me rever. Estou triste agora – Ao dizer isso, ele tenta tocar o rosto da mesma, mas sua mão e parada por Apolo, que segura seu ponho com uma força descomunal.
– Não se atreva a tocar nela, parasita. Não sei por que Hades te deixou sair do Elísio, mas uma coisa e certa. Você voltará para lá.
Órion puxa sua mão e se liberta do aperto dele.
– Palavras e palavras. Você é tão previsível. Ainda bem que Zeus me tornou imortal, não acha ? – Ao dizer isso, ele se delicia com a descrença e o horror estampado nos belos rostos dos dois deuses gêmeos.
– Impossível... Papai não seria tão baixo a ponto de... Não, isso é impossível – Sussurra Ártemis mais para si mesma do que para os demais.
– Nada é impossível, lady Ártemis. Bem, nós vemos outra hora, vou deixar vocês a sós. Afinal, eu vim para fica e retomar o tempo perdido. De um jeito ou de outro – Após esse comunicado ameaçador, ele desaparece.

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