I Love You... Te Quiero !

13 Ele Tem A Queridinha Dele E Eu a Minha !


Notas iniciais
Essa cap explica um monte de coisas *-*
Espero que gostem.
Boa Leitura.

Uma melodia pesada, envolvente e ensurdecedora ecoava pelo templo daquele Deus tão reservado.

Ele não se incomodava com os apelos das ninfas, para que ele diminuísse o som, pois as mesmas queriam dormir. Mas ele não estava nem ai.

Ele não se importava com nada. A não ser... Talvez... Com ela.

O dia estava quase raiando. Era cedo. Mas para o Deus da Guerra, não.

Ares se levanta, e por fim desliga seu som – Potente e ensurdecedor.

Após um banho curto, ele se veste: Calça preta. Blusa preta. Sapato preto. Jaqueta de couro Vermelho, puxada para o vinho.

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O Deus da Guerra sai de seu templo, recebendo olhares nada amigáveis das ninfas do bosque.

- Que bom que te achei.

Hermes surge, repentinamente ao lado de Ares. O mesmo não fica surpreso, já que o irmão tinha essa mania chata de surgi nos cantos do nada.

Ares não para de caminhar só porque Hermes estava ao seu lado. Na verdade, ele aumenta o passo, para tentar despistá-lo.

- Ei, eu preciso te dar um recado – Diz o Deus Viajante, não dando oportunidade para Ares o despistar.

- Fale. Mas fale rápido, não quero ser incomodado por sua presença.

- Aff”, deixa de ser chato. Você ta precisando transar. Ta muito rabugento – Comenta, sem se preocupar com o olhar mortal que recebeu do irmão, Deus da Guerra.

Ares para é encara Hermes.

- Não me amole. Ou fala logo, ou vai embora.

- Cara ninguém fala mais a palavra “amola”. Você precisa de umas aulinha de gramática. Que tal a Atena como professora ?

Ares da as costas para o irmão e segue em frente, bufando de raiva.

- Desculpa, cara. E que te irritar deixa meu dia mais feliz – Hermes diz, já ao seu lado.

Ares nem dar-se ao trabalho de responder.

- Papai que ter vê. E algo serio, muito serio. Ele tava daquele jeito, sabe ? Meio paranóico e bolado.

- Hermes, ninguém mais fala a palavra “bolado” – Diz, tentado irritar-lo.

Hermes ri.

- Eu acho que to precisando de umas aulinhas de gramática também – Ao dizer isso ele simplesmente some. Com certeza indo para alguma nova aventura, já que o mesmo nunca para.

Ares suspira e vai de encontro ao templo de seu pai, sabendo que lá era onde ele estava.

[...]

Ares senta-se no sofá confortável, do templo de seus pais – Hera e Zeus.

Zeus senta-se a sua frente, em uma poltrona, igualmente confortável.

Hermes tinha razão, pensa o Deus olimpiano, ao vê o modo paranoico do pai.

- O que aconteceu, pai ?

- Atena e Ártemis sumiram.

- E o que eu tenho haver com isso ?

- Elas são suas irmãs, podem está em perigo.

- Pai, elas são imortais. Em que tipo de perigo elas podiam se meter ?

- Poseidon e Apolo também sumiram.

- Hum... Eles podem está em uma suruba.

Zeus se engasga com a própria saliva, e lança para o filho um olhar mortal, de pura raiva.

- Não seja louco. Elas nunca fariam isso.

- Mais é eles ? O que eles fariam ? Você sabe que eles não são santos. Nunca foram, nem nunca serão.

- Esse é meu medo. Que Poseidon possa tirar Atena de mim.

Atena, sempre a queridinha Atena, pensa Ares.

- Como assim ?

- Ares, eu e seu tio, Poseidon tivemos uma grande briga.

- Motivo ?

- Atena.

- Como assim ?

- Seu tio a quer para ele. Ele quer se casar com Atena, ele me pediu isso. Mas eu neguei.

- Por quer ? Só porque ela e virgem e sua queridinha ?

- Ares, eu amo todos os meus filhos igualmente. Não tenho preferidos.

Ares solta uma gargalhada.

- Pare de mentir, pai. Todos sabemos de sua preferência pela sua querida Atena.

Zeus suspira, não querendo brigar com seu filho.

- Ares, pro favor. Meu filho, eu preciso de sua ajuda.

- Com o que, exatamente ?

- Quero que traga suas irmãs de volta para cá. Não quero Atena perto de Poseidon.

- Tudo bem. Vou ver o que posso fazer. Mas quem devia ir buscá-las e o senhor, já que é o pai.

- Não posso abandonar o Olimpo. Sem contar que eu não quero ver a cara de Poseidon.

Ares se alinha na poltrona entediado.

Vou bancar a baba. Que droga ! Pensa, levemente irritado.

- Me conte onde elas podem está.

- Eu não sei. Esse e o problema. Eu não sei – Diz, quase desesperado.

[...]

O dia estava claro e bem arejado.

As ruas de São Paulo estavam movimentadas. Ares caminhava rapidamente, a procura do hotel onde elas estavam hospedadas.

Como ele descobriu isso ? Oras, ele é o deus da guerra. Sabe onde cada coisa está. Sem contar que ele tem muitos informantes, por toda parte. Pelo mundo interior, na verdade.

Ele vira algumas esquinas, até se deparar com uma grande aglomeração de pessoas: Policiais, paramédicos, enfermeiros e muito mais.

Mas uma morte insignificante, pensa nostálgico.

Ele ia passar direito, mas algo chamou sua atenção, os corpos.

Ele se aproxima dos corpos, mas logo e barrado por um policial.

Ares olha fundo nós olhos dele.

- Eu sou do departamento de homicídios, tenho autorização para está aqui – Diz, usando de seus poderes persuasivos.

Logo ele tem passe livre por toda a área.

Ele pede para um dos enfermeiros mostrá-lo os corpos. O enfermeiro retira o pano que os tava cobrindo, mostrando dois cadáveres mortos com diferentes golpes. O menino estava todo desfigurado, já o menina só estava com a garganta dilacerada.

Ares se afasta, já sabendo a causa da morte dos dois.

Atena e Ártemis, foram elas que os mataram, deduz o Deus.

Ele descobriu isso, por um simples fato, Atena era conhecida por ser levemente misericordiosa, ela não fazia suas vitimas sofrerem, ela apenas cortava-lhes a garganta. Já Ártemis gostava de brinca um pouco, sendo a deusa da lua e da caça, ela podia ser muito má quando queria, principalmente a noite, quando estava em seus domínios. Ártemis era levada pelo seus instintos animais, já Atena pela lógica corporal.

As duas eram diferentes e ao mesmo tempo parecidas.

Ares segue seu caminho, de encontro ao hotel das duas. Ele estava ainda mais intrigado com aquela história toda.

[...]

O deus bate na porta do quarto em que Ártemis estava hospedada. Mas nada, nem um único som e escutado pelo deus.

Ele invade o quarto sem cerimônias.

O como estava vazio, ele fica em silêncio por um tempo, até que se toca que não tinha indo ao banheiro vê se ela estava lá.

Ele abra a porta sem delicadeza alguma.

Ao vê-la ali, caída e perdendo sangue, Ares vê seus piores pesadelos se realizando.

Ele corre para socorrê-la.

Merda ! Mais o que aconteceu aqui ? O que aconteceu com ela ?

Notas finais
Gostaram ??
Espero que sim. Comentem e me digam, por favor !!
Gente eu tó muito feliz com a quantidade de comentários que eu recebi, por isso postei rápido *-*
Comentem mais, que eu posto ainda mais rápido *-*
BjsS.