I Love You... Te Quiero !
5 Ate A Deusa Da Noite Tem Medo Da Escuridão !
Notas iniciais
Lembrem-se que a Ártemis esta muito fria nesta fic, então nada de ficar com uma raiva profunda dela *-*
Boa Leitura.
A brisa suave daquela recém caída noite, trazia consigo o cheiro adocicado de algumas flores noturnas.
Um suspiro escape por entre seus lábios rosados.
Como foi que deixei ela me manipular daquela forma ? Eu não devia ter-la ofendido tanto, mas quem mandou ela vim me incomodar .
Ela estava irritada consigo mesma e com Afrodite, pois a deusa do amor havia intimado-a comparecer em uma reunião estúpida, é ela sem ter mais argumentos acabou afirmando que ia.
“- É só uma reunião formal, nada mais. Você não morrerá se for.
– Desista Afrodite, eu não irei. Entrarei em caçada neste mesmo dia.
– Desista da caçada então. Vá outro dia.
A ruiva revira os olhos indignada.
– Não, não desistirei. Afinal, é meu aniversário neste dia, farei o que eu bem entender.
– É aniversário de...
– Não fale o nome dele ! – Corta-a nervosa.
A ruiva já estava ficando nervosa com a insistência da morena.
Afrodite sorri.
– Você tenta esconder dele, de você mesma e de todos, mas não poderá esconder de mim. Não de mim. Eu sei o que sentes.
A ruiva morde o lábio inferior, tenta conter uma fúria crescente.
– Você se acha tão esperta, tão inabalável. Eu sei que me escondes algo, não sou burra. Meus instintos me guiam, não meu coração.
– Um dia você terá que da ouvidos a seu coração.
– Claro – Confirma sarcástica.
– Eu não te reconheço mais... Você era tão gentil. Carinhosa. Bondosa.
– As pessoas mudam, Dite – Aquele apelido foi proferido cheio de nojo e rancor – Como não posso ser má, aprendi a ser irônica e descontar minha raiva com palavras. Afinal, palavras doem mais que qualquer agressão física.
A morena respira fundo, tentando não se deixar abalar pelas palavras da deusa lunar.
– Essa sua raiva vai acabar te consumindo – Provoca a deusa do amor, certa de que conseguiria fazer-lhe ir para a suposta reunião.
– Esse seu alto amor vai acabar te deixando mais estúpida do que já és – Devolve a provocação de um modo duas vezes mais venenoso.
A morena não consegui mais formular nada em sua mente, só que aquela palavras ela se desarma.
Afrodite nunca imaginou que Ártemis falaria algo assim.
Ártemis sorri cruelmente.
– Não se preocupe, Dite. Eu irei para essa sua reuniãozinha, pelo menos para me divertir vendo o quão estúpida você a cada dia se torna – Um risada cruel se desprende de sua garganta.
Afrodite se transporta dali, completamente abalada.”
Lá estava ela irritada dentro de seu closet, a procura de algo “decente” para vestir.
Ela pega um belo vestido vermelho, frente única e ligeiramente curto.
Não, não é apresentável o suficiente, discorda do modelo em suas mãos.
Droga, Afrodite !
A ruiva odiava reuniões e principalmente festas.
Ela da uma boa olhada em seu closet, a procura de algo.
– Preciso comprar algumas coisas amanhã – Diz para si mesma.
[...]
Seu estado tremulo estava a assusta a Apolo e Poseidon.
A deusa bem vestida, Afrodite, após se tele transporta do templo de Ártemis para o seu próprio templo para encontro-se com o Deus-Sol e o Deus-Marinho, que já a aguardavam pacientemente. Mas a mesma estava em um estado lastimável, o que estava assustando os dois deuses, já que nunca avirão chorar e tremer daquele modo.
– O que aconteceu ? – O loiro pergunta, ela nada diz apenas se senta em uma poltrona branca que ali tinha.
– Foi tão ruim assim convencer aquelas duas ? – O moreno pergunta.
– Ár-Ártemis m-me odeia – Consegui dizer entre lagrimas.
Os dois deuses se entreolham, abismados.
Mas o que aconteceu ? Se perguntavam os dois.
[...]
A madrugada trazia consigo uma melodia suave tocada pelas mãos da natureza. Corujas piando, pássaros noturnos cantando uma melodia sincronizada, o vento dando suas lufadas raivosas.
Era tudo tão belo ! Belo e triste.
Era triste o modo como a ruiva deitada em sua cama lutava para conseguir dormi, nem que fosse poucos minutos.
Merda ! Esbraveja raivosa.
Sua mente dava voltas e mais voltas a deixando tonta e desnorteada.
Em seu quarto escuro e sem vida ela reflete sobre suas palavras.
“- As pessoas mudam, Dite. Como não posso ser má, aprendi a ser irônica e descontar minha raiva com palavras. Afinal, palavras doem mais que qualquer agressão física.”
Sim, palavras doem mais que qualquer coisa, pensa relembrando um certo acontecimento.
“- Apolo, como você idealiza o nosso futuro ? – Pergunta a bela garota ruiva a um formoso garoto loiro de olhos sorridentes.
Os dois estavam deitados em uma cama de casal, em um quarto chique, adornado todo em ouro puro. Esse era o quarto de Afrodite.
Ela acobertava os encontros dos dois, para que assim eles pudessem se amar sem restrições.
– Hum... Eu vejo sorrisos e muitos beijo. Você é a mulher com que eu quero passa minha imortalidade – Diz de modo confiante e verdadeiro.
Ela sorri.
Ah, como ele amava vê-la sorri.”
Você disse que nós iríamos passa a eternidade juntos, então por que mentiu para mim ? Porque fez aquilo ? Porque ? Se pergunta mentalmente.
“A ruiva sorridente andava as pressa de encontro ao templo do irmão-namorado, já passava das dez da noite, mas ela não se importava.
Ela entre pela porta da frente, ela tinha uma copia da chave, já que ele havia lhe dado. A cena que ela viu a seguir foi grotesca, repugnante.Ele estava nu, tendo como companhia ela...
Lagrimas escorrem por sua face enquanto ela corre de volta para se templo. A dor que vinha consigo em seu coração era desumana.”
Ela se senta em sua cama.
Estava cansada de todo aquele sofrimento, de toda aquela solidão.
Ela acende a luz de seu abajur, que fica do lado de sua cama de casal.
Ela se permite chorar.
Era quase sempre assim, quando ela se sentia esgotada sem vontade de continuar ela acendia a luz do abajur ou qualquer luz para tenta desviar a escuridão que predomina em seu coração, em sua alma negra e marcada por sofrimentos.
“As vezes a noite, em meu quarto, acendo a luz para não ver minha própria escuridão”
[...]
Ela estava impecável, perfeita.
Aquele vestido verde esvoaçante a estaca deixando muito sensual, ao ver dele, do Deus-Sol. Ele só faltava a comer com os olhos.
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– Uau, ela esta linda – Comenta o moreno.
Os dois estavam atrás de uma pilastra enquanto as pessoas iam entrando. Ele tinha uma vista privilegiada de toda a entrada.
Ele ficou a encarar-lhe, logo uma loira delicada entra em seu foco, ela cumprimenta a ruiva e as duas começam a conversa.
Apolo percebe o quão agitado Poseidon fica.
– Perfeita – Suspira o moreno.
O loiro sorri ao ver como o tio estava... Hipnotizado.
Mas não era para menos, ela estava linda, não tão linda quanto Ártemis ao ver do loiro, mas estava linda.
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[...]
A loira se aproxima de ruiva.
– Parabéns, lembro-me que hoje e seu aniversário – Diz casualmente.
A ruiva sorri, mas nada diz.
– Eu pensei que isso aqui seria uma reunião de meninas – Comenta a loira para a ruiva.
Atena olhava tudo com desgosto.
Bebidas e mas bebidas eram servidas para todos.
– Eu já espera essa frescura, apenas vim para ver até onde essa palhaçada vai – Diz fria.
– Espero que esse circo de hipocrisias não demore muito, tenho um bom livro para ler – Diz vendo dois deuses que se odiavam se abraçando e se cumprimentando como bons amigos.
– Sobre o que é esse livro ? – A ruiva pergunta, tentando se distrair.
A loira sorri e seus olhos brilham.
Ela dispara falando sobre o livro.
Elas ainda não tinha percebido, mas estavam sendo observadas de perto por dois belos homens.
[...]
Os dois deuses estavam como gaviões olhando suas presas, que no caso eram Ártemis e Atena.
Dois deuses menores e falantes se põem a frente dos dois impedindo eles de olharem para suas musas.
– Cara, você viu aquela loirinha, ela e muito gata – Um deus jovem diz.
– Cara não se mete com ela, ela e uma das três deusas virgens, Atena se não me engano – Outro deus responde, amigo do primeiro.
O moreno deus dos mares estava sendo segurado pelo sobrinho, para não atacar o outro deus.
– Tio, para. Não vou deixar você entregar a festa por conta de ciúmes – Diz o loiro baixo para não denunciar sua posição.
– Você ouviu o que ele disse dela ? – Pergunta indignado.
O loiro revia os olhos.
– Você gamou na loira. Bem a ruiva era bem gostosinha, só não chego nela por conta de que ela e muito puritana, mas mesmo assim...
O deus menor cambaleia para trás e cai no chão ao receber um soco do Deus-Sol.
– Você chamou minha irmã de que ? Repita se for homem – Manda o loiro, possesso de raiva.
Poseidon se mete entre os dois, para não ver o deus menos apanhar, apesar de querer acabar com os dois deuses menores.
– Eu quero que saiam daqui, agora – O moreno diz.
Não foi dois segundos os dois deuses menores já tinha desaparecido.
Quem seria louco o suficiente para se meter com Poseidon ?
Algumas poucas pessoas que passavam por ali ficaram olhando, mas logo voltaram a seus afazeres já que não queriam levar um soco do Deus da Medicina.
– Se controle – Poseidon manda.
O loiro volta a olhar para a bela dama da noite, enquanto o moreno olhava para a linda deusa da sabedoria que agora conversavam com Perséfone.
– O que fazem aqui ? – Uma voz grave e rouca pergunta os dois deuses.
Poseidon olha para trás.
– Hades, cale a boca – Manda.
O moreno deus dos submundo faz cara de indiferença.
Hades era extremamente parecido com Poseidon, talvez seja por isso que ele se dêem tão bem.
– Se gostam tanto dela porque não chegam nela ? – Pergunta o deus dos mortos, não sabendo a história sofrida dos dois.
– Tio, se fosse fácil assim eu já tinha ido falar com ela – Apolo resmunga olhando para ele.
– Bem, não precisa vocês irem, elas estão vindo ai – Diz dando de ombros.
Apolo sente sua pulsação se acelerar.
Merda !
Notas finais
BjSS.
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