I Love You... Te Quiero !

17 A Lua E A Testemunha De Seus Pecados!


Notas iniciais
Esse cap vai para a linda, Nívea. Flor vc me fez chorar. Sua recomendação foi linda demais. Vc tem o dão de me emocionar e me fazer chorar Ç.Ç Obrigada por ter gostado da fic e obrigada por recomenda-la. Vc e demais.
Esse cap vai para vc, sua linda.
Boa Leitura.

A lua brilhava com toda sua intensidade e graça. As estrelas reluzentes enfeitavam o céu.

O farfalho das folhas era um som calmante.

As guerreiras deslizavam por entra a floresta. Por onde passavam deixavam o aroma de liberdade e coragem. Sua líder andava na frente, empunhando seu arco prateado, que reluzia ainda mais quando a luz lunar o banhava. Era um arco-íres prateado.

Seus passos eram calculados e sem som algum.

Ártemis estava a frente daquela caçada com dois únicos propósitos, um era tenta esquecer seu amor, Apolo. O outro era mais sombrio, vingança.

Ela andava decidida a matar um dos monstros que mais a deu trabalho, o Leão de Neméia.

As ninfas daquele bosque. Ou floresta, abriam passagem, deixando o caminho da ruiva e suas guerreiras mais livre.

Algo que poucos sabiam era da ligação maternal que a deusa lunar tinha com as ninfas. As ninfas consideravam a ruiva sua protetora, ela por sua vez as protegia.

As ninfas por mais que adorassem seu deus Pã, também detinha de um amor pela ruiva, já que ela era uma caçadora, mas que sempre fez de tudo para não ferir a natureza.

A ruiva logo avista a entrada da caverna.

Ela faz um breve sinal para as caçadoras se espalharem e não a seguir.

– Milady ?

– Thalia, você e as caçadoras fiquem pela floresta, não entrem na caverna. Essa caçada será só minha por hoje.

– Mas, senhora...

– Me obedeçam.

Elas se espalharam, com medo de irritá-la.

– Não e prudente ir sozinha, deusa. Ele é mal.

Ártemis olha para a ninfa que tinha acabado de surge ao seu lado.

– Sou mil vezes pior que ele.

– Não, não é. Você tem um bom coração.

– Por que dizes isso, ninfa ?

A ninfa sorri.

– Se fosses ruim, não protegia nossa floresta. Nem se importaria em destruir esse monstro horroroso. Deixaria ele nós amedrontar.

Ártemis fica calada, sem saber o que dizer.

– Não sei o porque de você gostarem tanto de mim. Apolo e quem banha vocês com a luz solar dele. Deveriam gosta mais dele do que de mim – Confessa a ruiva.

– Lord Apolo e muito amado por nós, mas a senhora também. Não temos preferência, apenas deixamos nosso coração nos comandar.

– E quando o coração as faz fazer coisas idiotas ?

– O coração, ele só nós faz fazer coisas idiotas porque ele saber que essas coisas idiotas nós farão bem de alguma forma, futuramente.

– Obrigado, ninfa.

A ninfa olha para a deusa, sem entender nada.

– Obrigada pelo que ?

– Por me mostra que o coração sempre tem razão.

– De nada – Diz sorrindo.

– Qual o seu nome ?

– Kalyu.

Ártemis tira do bolso de sua calça jeans, uma pequena e delicada pedrinha.

– Tome, Kalyu.

A ninfa examina a pedrinha, maravilhada. http://3.bp.blogspot.com/_kbHxHnCqt3g/TAlLhGKnqXI/AAAAAAAAEi8/JxP0NyfJXd4/s400/Gema_pedra-da-lua.jpg

– E uma pedra da lua – Afirma, encantada.

– Se qualquer coisa acontecer com você, me chame por ela.

– Como faço isso ?

– Leve a pedra até o coração, depois diga meu nome e deseje me vê.

– Obrigada.

– Preciso ir – Diz, sem querer realmente ir embora.

Ártemis dá-lhe as costas.

– Espere, posso lhe da um presente ?

– Não e preciso, Kalyu.

– Mas eu quero. Por favor aceite.

– Tudo bem.

– Espere aqui, voltarei já.

Ártemis vê a ninfa desaparecer, a deixando sozinha.

Ela pensa em ir embora, mas só em pensar que com esse ato ela ia ferir a pobre ninfa, Ártemis desiste.

– E algo simples. Eu fiz hoje de manhã – Ressurge a ninfa.

Ártemis pega aquela pequena e coroa nas mãos.

– E muito lindo.

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A ninfa sorri em satisfação.

Seu sorriso desaparece ao vê sua pequena coroa de flores desaparecer das mãos da deusa.

– Mais... Cada ? Para onde foi ? Eu não fiz nada – Se desespera.

A ruiva ri.

– Não se preocupe, eu apenas a enviei para meu templo, para não se destruída com minha luta.

A ninfa relaxa.

Ártemis em um ato de harmonia da um leve beijo na testa da ninfa, para logo ir embora sem falar mais nada. Deixando para trás uma Kalyu feliz.

[...]

A caverna era fedida, cheirava a carne podre. Suas rochas eram escorregadias e íngremes.

Ártemis já estava habituada com lugares assim, por isso que não se importava com o cheiro nem com as rochas.

– Quem está ai ? – Uma voz rouca e cheia de fome pergunta.

A deusa não responde. Ela continua a adentrar a caverna, sem medo.

Ela para de frente para a leão, ele já estava em pé e alerta. Ai vê ruge.

– Você de novo ?

– Dessa vez, você cairá.

– Se da primeira não conseguiste, porque achas que desta vez ira ?

A ruiva sorri de lado.

– Desta vez digamos que eu estou com mais disposição.

[...]

O fogo crepitava, exalando uma fumaça intoxicante.

A lua era a única testemunha daquele ato.

– Até que fim conseguimos – Diz o loiro.

Ele sorri vitorioso, enquanto vê as chamas consumirem a carne daquele homem.

– Nunca pensei que esse semideus poderia fazer algo assim. Criar uma planta que afetasse só semideuses !

– Ele não gostava de seus irmãos, ou não gostava de nós.

A causa da doença dos semideus já estava resolvida, tinha sido um filho de Némesis, deusa da vingança, que por raiva tinha criado uma planta para só afetar os semideuses.

– E agora ? – Pergunta o loiro.

– Você voltará para o Olimpo e eu para meu reino. O que você dirá quando Zeus pergunta onde você estava ?

– Direi que estava em seu reino.

– Certo.

– Ele não pode saber que matamos esse semideus.

– Eu sei.

Eles ficam em silencio, apenas observando o semideus queimar.

[...]

Ártemis olha para aquele animal no chão, ele ia se deteriorando e virando pó.

Ela havia conseguido se livrar do leão. Estava orgulhosa de si mesma.

– Lady ? – Chama uma de suas caçadoras.

– Podem entrar – Diz, sem desviar a atenção do leão se deteriorando.

As meninas ficam em silencio também vendo o animal se deteriorar. Elas nunca, nem por um minuto, pensaram que ela não ia conseguir.

– O que faremos, agora ? – Pergunta, Thalia.

– Hum... Talvez embarca em mais uma nova caçada.

– Milady, a senhora nesta ultima semana matou mais de 5 monstros... Não temos mais nenhum monstro por agora.

Ártemis olha para cada uma delas. Eram guerreiras fortes, mas estavam cansadas.

A ruiva suspira.

– Vamos voltar para o Olimpo, então.

Elas suspiram em coral.

[...]

– Está ocupada ? – Pergunta, da porta, sem entrar.

– Não, papai. Pode entrar.

Zeus entra no templo de sua filha, Atena.

Ela estava sentada em um sofá de dois lugares, enfrente a sua lareira.

Zeus senta-se ao seu lado.

Eles ficam em silencio, um podia ouvir o coração do outro batendo.

– Eu não engoli aquela história de que você e Ártemis saíram para passear. Eu sei que Apolo e Poseidon estavam com vocês.

– Eles estavam, mas não ficaram conosco – Mente.

Atena estava calma por fora, mas por dentro estava um furacão.

– Atena, Poseidon...

– Papai, eu não quero falar sobre ele.

– Tudo bem. Me conte então onde foram, para passear.

– Lojas e hotéis.

– Isso não tem nada haver com sua personalidade, nem com a de sua irmã.

– As vezes e bom varia.

Zeus fica em silencio, sabendo que sua filha estava a mentir. Ele iria descobrir o que realmente tinha acontecido, custa-se o que custa-se.



Notas finais
Gostaram ?? Eu espero que sim *-* Obrigada por ler. Comentem, meus amores. Amo vossos comentários *-*
PS: Mas ima vez obrigada Nívea pela recomendação linda.
BjSS.