I Love You?

29 The Best Friends I Could Ask For


Notas iniciais
Hey my loves! Que saudades de vocês meus doces de chocolate! Demorei muito? Desculpem-me pela demora... Deixei um recado no meu perfil caso tenham curiosidade sobre a minha ausência... Mas eu estou de volta! Obrigado por todo o apoio que vocês me deram enquanto eu estava fora, aprecio realmente todo carinho e só tenho a agradecer! Enfim... Esse capítulo está um pouco longo, mas é que juntei os dois que havia escrito para ficar bem divertido :3 Love you people! Espero que aproveitem...

POV Ally

– Ally?

– Hum? – Despertei lentamente enquanto via a figura do Austin em minha frente. Cocei meus olhos e espreguicei-me, bocejando no processo.

– Seu celular estava tocando há um bom tempo. – O agradeci e peguei meu aparelho telefônico de sua mão, observando o identificador de chamadas.

– Mãe?

– Filha? Onde você está? – Sua voz estava fraca e parecia que ela havia chorado durante um longo período — Você não atendeu minhas últimas três ligações e eu fiquei preocupada. Você está bem?

– Estou sim. Acabei dormindo. Sinto muito não ter te atendido, não escutei as chamadas.

– Tudo bem. – Ela respirou fundo, parecendo estar mais aliviada. – Desligaram as máquinas ontem e hoje cedinho seu pai... Ele faleceu. – A mesma fungou algumas vezes e eu sabia que suas lágrimas estavam rolando livremente pelos seus olhos.

– Eu sei mãe. Eu sonhei conosco e... Eu senti quando o mesmo se foi. Acho que ele está melhor onde quer que esteja. – Tentei mostrar que eu estava forte, mas minha voz me dedurava, porém, acho que ela não notou, já que a mesma estava mais fraca que eu.

– Isso mesmo filha. – Ela suspirou. – Estou no hospital ainda. Tenho que assinar a papelada para o funeral que será amanhã. Hoje de noite estarei em casa e vou levar alguns sorvetes, tudo bem?

– Sim. – Disse entusiasmada, com a minha melhor voz de criança e escutei ela rir um pouco. Depois de um instante, ela voltou a se pronunciar:

– Estava com o Austin?

– Sim... Como você sabe?

– Ontem eu te liguei e quem me atendeu foi ele. E ai, o que fizeram de interessante? – Imaginei suas sobrancelhas levantadas como ela sempre fazia quando estava questionando-me de algo e um pequeno e quase insignificante sorriso apareceu em meu rosto.

– Só passeando.

– Só passeando? Certeza? – Fiquei com o rosto vermelho, pois o Aus estava escutando nosso diálogo. Olhei para o seu sorriso malicioso e eu sabia que o loiro iria aprontar. Ele pegou o meu celular de minhas mãos, colocou no viva-voz e começou a conversar com minha mãe.

– Oi senhorita Dawson. – Tentei pegar o objeto de suas mãos, mas ele era mais alto e ficava se esticando para eu não alcançar.

– Oi querido. – Ouvi minha mãe com a fala mais alegre. – Passeando bastante com a minha filha?

– Sim. Levei-a para um de meus lugares favoritos e ela adorou. Um dia irei te trazer aqui também.

– Eu e meus netinhos?

– Com certeza! Quantos você quer?

– Uns três. – Fiquei chocada com o tópico tão repentino dos dois e dei um tapa em seu braço, indicando que era para ele parar de falar aquele tipo de assunto estranho com a minha mãe. – Ai! Sua filha tem a mão pesada.

– Eu sei. – Os dois pareciam estar se divertindo e eu apenas revirei os olhos. – Cuide dela direitinho Austin.

– Pode deixar senhora.

– Senhora?

– Quer dizer, pode deixar Penny.

– Muito melhor. Até logo meus amorezinhos.

– Até mais. – Ele desligou o telefone e devolveu-me. – Adoro sua mãe.

– Percebi loiro. – Revirei meus olhos enquanto ajeitava minha camiseta que estava amarrotada. – E ai? Não vai para aula hoje?

– Não. Tenho que cuidar de certa pessoa. Se ela passar mais de dois minutos sem mim, acho que a mesma desmaiará. – Ele piscou e eu sorri de lado, sabendo que o mesmo estava me pondo em primeiro lugar.

– Quais os planos para hoje então? – O observei apenas dar de ombros.

– Vamos tomar café da manhã.

...oOo...

– Austin, você não acha que comeu muito não? – O loiro deu outra garfada em sua segunda pilha enorme de panquecas com calda de chocolate e voltou-se seu olhar tão concentrado do prato para mim.

– Mas... – O loiro mastigou rapidamente e engoliu a comida com ajuda de seu suco. – Panquecas são tão deliciosas. – O garoto fez sua carinha de cachorrinho abandonado enquanto eu revirava os olhos e ria baixinho. Comi meu sanduíche tranquilamente enquanto o observava derramar mais calda em cima de sua comida. – Além do mais... Você não pode falar nada de mim senhorita Dawson! – Ele apontou o talher em minha direção acusadoramente.

– Como assim? – Levantei minhas mãos defensivamente.

– Você comeu uma pilha inteira de panquecas com morangos e ainda está comendo esse sanduíche estranho de picles. – Ri de sua acusação. – Não sei como você é pequena desse jeito, e olha que você não gosta de exercícios.

– Quem disse que eu não gosto?

– Você! – Ele riu enquanto dava outra garfada.

– Querido, você não tem provas que eu disse que não gostava de exercícios.

– Eu... Tenho testemunhas.

– Suas testemunhas não contam. Além do mais, não é que eu não goste deles, é que eu não gosto de praticá-los no sol escaldante.

– Ah... Então você faz algum esporte?

– Sim. Futebol e vôlei. – Ele abriu sua boca momentaneamente espantado. – Docinho, feche a boca antes que entre mosca. – Vi o mesmo cerrar os olhos e sabia que ele não estava acreditando em mim.

– Duvido.

– Duvida?

– Sim.

– Mas é verdade. Eu costumava jogar muito com o pessoal do meu antigo grupo de dança. Mas nunca mais os encontrei, então...

– Espera ai... – Ele interrompeu-me. – Você fazia aulas de dança?

– Nunca te contei? – O loiro balançou sua cabeça negativamente. – É que eu dançava muito mal. Realmente muito mal. – Tentei esquecer os micos que eu costumava pagar por ser uma péssima dançarina. — Meu pai pagou para mim as aulas e eu comecei a gostar então fiz durante um bom tempo. Hoje em dia eu danço razoavelmente melhor do que dançava antigamente.

– Mas naquele dia... — O mesmo começou a gaguejar. — Naquele dia que estávamos no quarto andar da escola você disse que não dançava.

– Eu não dançava mais por que não tinha mais vontade, porém aquilo não queria dizer que eu não sabia. – Ele continuava surpreso com o que eu tinha dito a ele. – Ainda não acredita em mim, certo?

– Mais ou menos. – Ele coçou a nuca enquanto ficava com uma expressão pensativa em sua face. – Você vai ter que me provar mais tarde.

– Tudo bem. Só não sou expert como você. – Ele mostrou-me a língua e eu ri. – Além disso, eu queria aprender para poder fazer uma melhor apresentação para MUNY. Quero entrar naquela faculdade desde que... Parei de usar fraldas. Música sempre esteve em minha família, então... – Deixei meu mini discurso morrer enquanto prestei atenção na cara de chocado do loiro. – O que foi?

– Você quer entrar para MUNY?

– Sim.

– Eu também! Mas não sei compor muito bem então...

– Eu sei e posso te ajudar se quiser. – Dei de ombros, sabendo que eu poderia auxiliá-lo.

– Eu sabia que você sabia compor. – Ele comemorou dando vários socos no ar. – Aqueles trechos de músicas no seu diário são originais, não são?

– Mas o quê? Você pegou o meu diário? – A raiva se alastrou pelo meu corpo enquanto observava o garoto dando um sorrisinho sem graça, permanecendo muito vermelho.

– Eu não disse que dei uma observada no seu diário alguns dias atrás? – Neguei com a cabeça repetidas vezes. – Opa, então tinha esquecido...

– Austin! – Fiquei chateada com seu comentário e cruzei meus braços, abismada.

– Foi mal Ally, eu...

– Foi mal Ally? Você toca num livro que contém basicamente toda minha vida e diz “foi mal Ally”? – Pisquei os olhos algumas vezes tentando deixar a tristeza e a ira de lado, mas elas não quiseram me largar. – Obrigada pela consideração Austin. – Peguei minha bolsa e sai apressada da lanchonete.

Andei rapidamente pelas ruas, esbarrando em algumas pessoas pelo caminho, quando escutei passos atrás de mim. Acelerei ainda mais minha corrida, porém não foi o suficiente, já que logo senti sua mão forte em meu braço.

– Ally? – Observei o loiro arrumar sua franja bagunçada e em seguida encarar-me com aqueles seus olhos tão hipnotizantes. – Desculpe-me mesmo por ter lido. Eu sei que não deveria ter feito o que fiz, mas de verdade, eu só li alguns trechos de música. Nem cheguei a ver seu diário em si. Eu achei que estava invadindo sua privacidade e larguei o livro. – Ele fitava-me tão intensamente que eu não conseguia desviar meus olhos dos seus. – Acredite em mim, por favor. – Gemi irritada, sabendo que não deveria ceder a seus olhinhos de cachorrinho abandonado.

– Que ódio Austin! Por que não consigo ficar estressada com você? – Ele sorriu para mim.

– Sou um charme em pessoa, deve ser por isso. – Revirei os olhos enquanto deixava o mesmo me dar um abraço de urso. – Você me perdoou mesmo não foi?

– Sim bobão. – Sabia que ele estava sorrindo, mesmo estando apoiada em seu peitoral (forte e incrível, por sinal).

– Ótimo. – Ele soltou-me e agarrou minha mão, enlaçando seus dedos aos meus, deixando-me amolecida pelo seu ato. – Por que senão iria ficar muito triste em levá-la à praia sabendo que estaria zangada comigo.

– Praia? – Grunhi e o mesmo notou arqueando um de seus supercílios.

– O que houve?

– Você sabe que eu não curto muito a praia.

– Então o que você quer fazer? – Sorri para o mesmo com alguns planos em mente.

...oOo...

– Fliperama? – Entramos no clube e as luzes piscavam fortemente, me deixando com os olhos levemente irritados. Os cerrei momentaneamente, enquanto puxava o loiro comigo e ia até o final do salão. Comprei cinco fichas e continuei andando. Avistei a máquina de dança e sorri satisfeita.

– Sim Austin. Você não disse que me queria ver dançando? Está ai sua pequena prova.

– Mas máquinas de dança só mostram a sua coordenação e não seus reais passos.

– Então vem, vamos ver quem consegue ganhar. – Pisquei sapecamente para o loiro, que entrando em meu jogo, aceitou o desafio. Coloquei as fichas e escolhi “Can’t Hold Us” do Macklemore para tocar. Ativei o expert e, nós começamos.

Os passos não eram tão fáceis e passavam na tela rapidamente. Consegui os captar rapidinho, mas o loiro não estava tão atrás de mim. Deixei de olhar para ele e concentrei-me na tela à minha frente, mantendo o foco. Quando a música acabou, eu estava respirando pesadamente. Olhei para o lado e vi que o Aus estava do mesmo modo. Olhei para nossas telas e sorri, percebendo que eu havia feito alguns pontos a mais.

– RÁ! Ganhei! – Sacudi meus braços animadamente, enquanto dava pulinhos alegres.

O loiro, ainda meio atordoado, cerrou os olhos para mim.

– Quero revanche, por que essa não valeu. Estava muito ocupado te observando que não percebi meus próprios movimentos. – Aceitei de bom grado seu pedido, enquanto ficava ruborizada com sua fala.

Inseri mais duas fichas e vi “Troublemaker”. Dei play na música, escolhendo expert novamente e nós demos início.

Eu estava um pouco cansada, mas não deixei a fadiga me vencer e consegui acertar a maioria dos passos, porém acabei errando alguns de bobeira. No final, quem ganhou foi o Aus.

– Viu, eu consigo ganhar quando quero. – Ele piscou para mim e eu apenas dei de ombros, tentando não levar em consideração o seu ego que se demonstrava poderoso no momento.

– Vamos fazer outra coisa. – Saímos dali e andamos através dos jogos, procurando algum divertido para matar o tempo.

Vimos uma máquina de basquete e o loiro insistiu para que jogássemos aquele. Fui meio emburrada, porque aquele seria o último de todo o local que eu jogaria.

– Vai ser divertido. – Ele botou a ficha, enquanto as bolas de basquete desciam. – É só você tentar acertar a cesta. Quanto mais acertar, mais pontos, e mais créditos. – Acenei enquanto pegava uma e mirava.

Fiz uma força maior que a necessária, e a bola bateu na cesta e voltou mais rapidamente que a ida. Sofreria uma pancada se o Austin não tivesse me puxado para o lado.

O encarei assustada enquanto a bola picava atrás de nós. Ele apenas tirou o cabelo de meu rosto e observou-me preocupadamente.

– Você está bem? – Acenei enquanto ele sorria e dava um leve “poop” em meu nariz, buscando o objeto, que já estava parado no chão. – Vem, vou te ajudar.

O loiro colocou a bola na minha mão e se posicionou atrás de mim. Segurou meu pulso e fez um leve movimento que eu deveria seguir.

– Não se trata de força, e sim de jeito. – Ele falou baixinho, mas eu estava meio atordoada com sua respiração em meu pescoço, que não consegui me concentrar totalmente. Engoli em seco, tentando voltar meu foco, e quando percebi, o mesmo já estava ao meu lado, escorado na grade do jogo, sorrindo confiante para mim.

Arremessei, e por incrível que pareça, acertei. Recebi um beijo na bochecha como “presente” seu, e logo depois saímos, já que, não fizemos pontos suficientes para o crédito necessário.

– Então, para onde vamos? – O loiro arqueou uma sobrancelha, e eu sorri, puxando-o comigo e levando-o para fora dali.

...oOo...

– Então, o seu nome do meio é Mônica? – Meu estômago já doía por causa da quantidade de comida que havia ingerido tardiamente — logo após nossas voltas por "lugar nenhum" — e piorou com a quantidade de loucura que acabamos tendo em nossa conversa. Ri sem parar dos micos que o loiro havia cometido e ele ria dos meus descaradamente, como se fossem as coisas mais normais do mundo. E sinceramente, eram.

– O que tem demais? É só um nome. – Vi um enorme bico ser formado em seus lábios e eu sorri.

– Tudo bem. É normal. – Dei de ombros, enquanto o mesmo acenava aliviado por mudarmos de assunto.

Estávamos nesse momento na praia (sim, o loiro conseguiu convencer-me a botar meus pés na areia grudenta que eu tanto “amava”) esperando algo acontecer. E por esse algo, era um evento misterioso que o Aus tanto queria esconder de mim após uma ligação que o mesmo teve no almoço.

– Eu já estou ficando curiosa ao extremo Austin. E quando isso acontece, eu começo a falar de mais, o que não é legal porque minha boca parece que adquire conta própria e... – Eu comecei a divagar até ser interrompida por seu lábios, que se conectarem com os meus por curtos segundos.

– Não precisa ficar curiosa, porque sua surpresinha já chegou. – Como eu estava extasiada pelo mero minuto de sua boca conectada a minha, eu não percebi quando uma pessoa me abraçou com força.

– Ally! Você está bem? – O Dez soltou-me logo por que a Trish já estava o empurrando para longe.

– Dez, minha amiga há mais tempo, então eu tenho totais direitos. – A latina agarrou-me com força e eu fiquei momentaneamente sem ar. – Como você está? – Ela soltou-me e encarou-me com olhos tristes.

Cassidy e Dallas estavam atrás dela, com olhares esperançosos e... Penosos, por assim dizer. Os dois me olhavam como se eu fosse um animalzinho abandonado de rua, o que acabou me levando a mentir de forma descarada.

– Estou ótima pessoal.

– Claro que não está! – A latina gritou segurando minhas mãos com força. – Nós já sabemos que seu pai faleceu Ally e eu sei que, por mais que não fossem tão próximos, vocês se amavam muito. – As lágrimas queriam escapar de meus olhos, mas as segurei, enquanto era envolvida em um abraço em grupo.

– Não fique assim. – A Cassidy disse, enquanto alisava meus cabelos calmamente. – Isso passa meu doce. Lembro-me de que quando minha tia morreu. Éramos tão apegadas que aquilo fez com que meu coração se fechasse um pouco com a dor. Mas as lembranças felizes vão te ajudar a superar, e a saudade que ficar, vai ser algo bom, pois significará que vocês eram apegados o suficiente para sentirem a falta um do outro. – A loira falou tranquilamente, o que me deixou com um enorme sorriso no rosto pelo seu pequeno discurso incentivador.

– É Ally, não fique assim. Nem que a gente tenha que comprar todo chocolate do mundo, você ficará bem. – O Dallas falou animado e eu ri de seu entusiasmo.

– Se quiser, pode ficar com os que eu tenho na minha mochila. Te dou até minha geleia favorita. – O ruivo deu de ombros enquanto alcançava-me um potinho rosa.

– Como vocês ficaram sabendo que meu pai faleceu? – Todos olharam para o loiro, que levantou a mão.

– Culpado. – Ele pediu desculpas silenciosamente. – Eu só queria saber que você ficaria ok.

– E amiga – a Trish me puxou de ladinho, deixando-os com caras surpresas nos rostos, e se distanciou comigo o máximo possível para não sermos escutadas – eu já sabia do câncer de seu pai.

– Como assim? – Estranhei a fala da baixinha a minha frente (sim, ela conseguia ficar mais baixa com suas rasteirinhas).

– Um dia, fui para um trabalho no hospital, e seu pai estava sentado nos bancos da frente. Estranhei aquilo e ele disse que ficar em um cubículo por tanto tempo era demais para ele, e que sempre que podia dava uma escapadinha e ia respirar um ar puro. – Sorri, sabendo que aquilo era totalmente coisa de meu velho. – Comecei a conversar com ele, e o mesmo perguntou como você estava na escola. O atualizei de tudo e o mesmo disse para eu sempre cuidar da princesinha dele ao máximo possível, por que um dia, em um futuro próximo, ele não estaria mais entre nós, por causa de sua doença, que já estava extremamente grave. E foi o que, infelizmente aconteceu. – Acenei e a abracei com força, deixando o choro sair livremente. Respirei fundo e vi uma coisa, que ajudou a me acalmar.

– Você sabe o quê?

– Hum?

– Eu vou ficar ótima, mesmo sem meu pai. – A mesma levantou uma sobrancelha interrogando-me.

– Tem certeza?

Observei de longe o Dez brincando de luta com o Austin, até que os dois caíram na areia e começaram a rir, enquanto o Dallas segurava a mão de Cassidy e gargalhavam da palhaçada dos dois ao chão.

– Sim. – Ela sorriu e eu a retribui, entrelaçando meu braço ao seu e acompanhando-a até nossos amigos.

Notas finais
Gostaram? Não Gostaram? Deixem reviews do que acharam :3 Ps¹.: Acham que eu esqueci das perguntas? Nananinanão. Ainda quero saber mais sobre vocês. Adorei que alguns se envolveram mesmo no questionamento e deixaram-me conhecê-los melhor, mas ainda tem mais algumas :3 A desse capítulo é: Quais são as séries favoritas de vocês? Pode incluir A&A, mas não precisa ser necessariamente ok? Ps².: Até a próxima pessoal e Beijões Recheados de Chantilly para Vocês! XOXO