Notas iniciais
aqui está o segundo cap. Minha mão ta doendo por causa da tendinite haha;P Eu ainda não li os reviews ok pq eu acabei de postar e comecei a escrever o outro. Só não continuo a história pq meu pulso ta doendo muito


Depois de séculos na sala de jogos e na sala de música, eu e meus irmãos – sim, eu chamo o Dan de irmão – Nós descemos para comer. Estávamos já a horas lá em cima e não tínhamos comido nada. Fomos até a cozinha com um pouco de sacrifício, já que nos perdemos algumas vezes. Poucas é claro, a casa nem era grande né pai? Pois é, nós dávamos muitas voltas até achar a cozinha e assim que entramos pedimos hambúrgueres. Tem coisa melhor? Não.

Nós ficamos um tempo na cozinha conversando e aproveitando nosso lanche, que agora estava incluso refrigerante haha, logo depois eu subi e resolvi dormir enquanto os meninos iam dar uma rondada na área, que era muito chique, pra ver o que de legal tinha para fazermos. Meu pai não me obrigou a vir? Então eu vou fazer o que eu quiser.

Subi para o meu maravilhoso quarto preto enorme, que até agora estava uma bagunça. Eu não tive a menor paciência de tirar as roupas e por arrumadinhas num closet. Então o estado do meu quarto era caótico. Roupas e malas pelo chão, enquanto meus pertences sagrados como minha guitarra, computador, violão e teclado, estavam no canto do quarto para serem arrumados. Pois é, podem se assustar, eu toco guitarra, violão e teclado. Estou aprendendo bateria, mas eu só toco com Matt e Dan, os outros que se danem, por isso nunca aceitei a proposta de meu pai de me tornar famosa. Além do mais, eu teria que ser legal com as pessoas, e isso é impossível.

Me joguei naquela enorme cama de casal super confortável, liguei meu rádio bem alto com um rock pesado e apaguei sem nem pensar quem estava naquela casa.

Acordei com alguém desligando meu rádio e me sacudindo. Cobri-me até a cabeça, pensando que era Dan com alguma novidade. Naquele momento eu não queria saber de nada então para tirá-lo dali joguei uma almofada que estava na cama em alguma direção que não sabia qual era.

- Vaza Dan, agora!! Tá querendo morrer ou só ficar sem
brincar com o seu amiguinho?? – perguntei irritada em inglês – Sai do quarto agora e me deixa dormir!! E liga a porra do rádio.

Eu gritei e logo joguei um travesseiro na minha cabeça pra
não ouvir nenhum barulho alheio, estava esperando ele ligar o rádio morrendo de sono e quase voltando a dormir quando alguém ri. E não era Dan ou Matt. Conheço eles de trás para frente e nenhum dos dois ri assim. Tirei o travesseiro e o cobertor da minha cabeça e me sentei na cama para olhar quem era.

— Oi – disse um garoto de cabelos cacheados que nunca vi na minha vida. – Seu pai pediu para que eu te chamasse. Ele quer que você vá até o escritório dele.

Eu fiquei o encarando com uma cara de tédio, esperando que ele ligasse o meu rádio e desse o fora pra eu dormir novamente, mas ele só ficou me encarando com um sorriso no rosto que me deu vontade de voar no pescoço dele.

- Tá esperando o que para ligar o rádio que você desligou e vazar do meu quarto?

Ele me encarou agora com uma cara muito estranha. Me pareceu
meio assustado mas dane-se.

- Seu pai me pediu para te chamar. E eu vim. Você não acordava de jeito nenhum então desliguei o rádio e te balancei. Seu pai disse para você descer a qualquer custo e só assim consegui te acordar. – ele disse assustado.

- Eu estou pouco me ligando pro meu pai ok? Ok, agora sai do
meu quarto que eu quero dormir e da próxima vez bata na porta e não entre. Se entrar você morre ouviu??

- Eu ouvi sim- disse gaguejando – Mas seu pai pediu que eu
te chamasse e disse que era pra você ir pro escritório com mais dois meninos.

- Infeliz – murmurei baixinho e me levantei da Cama. O
garoto ficou me encarando por muito tempo. – Que foi garoto, eu já levantei agora vaza.

Foi ai que eu percebi. Estava só de calcinha e sutiã e ele
me secava. Eu me estressei e empurrei o garoto pra fora do quarto e logo bati a porta na cara dele, sem deixá-lo pronunciar nem mais uma palavra. Coloquei um short jeans preto com uma blusa do Red Hot, Calcei meu all star cano médio de caveiras, peguei meu celular e dinheiro. Eu ia passar no escritório pra ver o que aquele infeliz queria e ia vazar e achar os meninos.

Cheguei no corredor e fiquei meio perdida, não tinha nem ideia de onde era o escritório e nem sabia se Dan e Matt estavam em casa. Parei no meio do corredor e gritei por Matt e Dan, que não responderam nem se quer uma palavra. Deduzi que eles ainda estivessem na rua. Peguei meu celular e vi as horas, já eram umas 19:00 e eles não estavam em casa. Provavelmente acharam alguma mulher por ai.

Desci as escadas e fui em direção à cozinha. Lá sempre tinha alguma mulher esperando eu pedir alguma coisa, além disso, a cozinha era o único lugar que eu sabia onde ficava, além da sala de jogos e música, o que não ajudaria muito. Percebi que além da mulher que trabalhava ali tinha um garoto loiro muito entretido com sua comida. Dei de ombros e me dirigi a mulher.

- Hey!! – a chamei irritada. – Aonde é a droga de escritório que o meu pai esta?

O garoto levantou a cabeça, sorriu para mim e levantou.

- Vem comigo! Eu estou indo pra lá agora, só vim fazer um lanche.

Eu assenti mesmo não querendo ir pra lá. Eu queria ver logo
o que o meu pai queria comigo agora pra eu poder ir logo pra algum lugar. Nós caminhamos em direção a um corredor que eu ainda não tinha ido. Ainda bem, escritórios são iguais a lugares chatos, então aonde tem um escritório o resto todo por perto é chato. O escritório de meu pai era grande. Eram três salas embutidas. A primeira uma biblioteca com diversos tipos de livros, tanto em inglês quanto em português. A segunda sala que dava para a biblioteca era pequena. Tinha uma mesa com uma cadeira e mais duas viradas de frente para a mesa. Havia uma estante no canto do lado de uma porta. Na cadeira maior estava uma mulher que parecia uma recepcionista. Ela perguntou meu nome e eu não respondi, só abri a última porta já esperando meu pai ali dentro.

A recepcionista ficou irritada comigo e vinha na minha direção para me impedir de entrar na sala. O garoto loirinho não disse nada porque novamente ele estava entretido com seu hambúrguer. Eu empurrei a secretária e abri a porta, o loirinho me olhou assustado mas mesmo assim me seguiu. O escritório do meu pai era enorme e tinham umas cinco cadeiras. Ele estava sentado na maior e tinha mais quatro garotos sentados nas outras. Um reconheci como o garoto de cabelos cacheados que me acordou. Ao abrir a porta com força, todos viraram para mim assustados.

- Filha, entre. – meu pai falou carinhoso. – Entre Niall também.

- O que você quer ein? – perguntei estressada ignorando os
outros ali. – Você fez esse menino ai me acordar e nem me deixou sair com Dan e Matt. Enquanto eles tão ai com alguma mulher eu to aqui presa nesse inferno.

Me olharam surpresos de novo e meu pai continuou com aquela
cara amorosa que para mim era mais de cú. Eu me sentei no chão encostada a parede esperando ele começar a falar. Liguei meu ipod num volume um tanto quanto alto na música In The End do Linkin Park. Continuaram me olhando
assustados, acho que agora pelo volume da música.

- O que é, vocês não tem mais o que fazer não?- perguntei
irritada pelos seis pares de olhos virados para mim. – Da pra você falar logo? Eu quero sair.

- Desliga a música Para eu poder te apresentar aos meninos.

- Eu não quero que você me apresente a ninguém, eles tocam
rock? Não, então não me apresente a eles. Era só isso? Porque se sim eu já to vazando. – Eu disse sem tirar os fones e abaixando a música.

- Desliga a música. O que u vou falar é sério. Anda.

- Caraleo, você não me deixa né?

- Já desligou a música?- perguntou ignorando o que eu falei. Me irritei. Tirei os fones do ouvido e joguei ele e o meu Ipod com força em
cima de sua mesa.

- Melhorou?? Agora já pode falar. — sorri sínica.

- Melhorou sim. Filha esses são Harry – apontou pro irritante que me acordou. – Niall – pro loirinho que me trouxe até aqui. – Liam – pro com a pinta no pescoço. – Louis- para um com um suspensório estranho – E Zayn. – apontou por fim para o mais decente dali. – Eles são a nova banda que vão gravar no meu estúdio, e como você sabe, as bandas que estam fazendo os maiores sucessos moram na minha casa. Eles – disse apontando para os garotos – Vão morar aqui, nos quartos que estão sobrando. Eles já conhecem a casa então eles podem te ajudar.

- Uh mais que legal, novamente vou ter que morar com uma
bandinha de pop. Cara eu já te pedi pra você fechar contrato com bandas de rock, eu me daria muito melhor com os integrantes, mas não, pop é a melhor merda do mundo.

Abri a porta com força, sai e bati com força. Não acredito que novamente vou ter que morar com uma banda pop, pelo menos não são garotas metidinhas. Eu quero muito achar o Matt e o Dan, eles pelo menos não gostam de pop, mas não, quando eu mais preciso aqueles desgraçados resolvem sair para “festejar” com as mulheres. Peguei meu celular e logo lembrei que deixei a merda do Ipod na mesa do meu pai. Voltei lá já com o celular no ouvido chamando o Matt. Abri a porta com força novamente ignorando a mulherzinha que me chamava.

Peguei meu Ipod sem falar uma palavra com ninguém e quando ia abrir a porta pra sair meu pai me chama.

- Filha?! – mas felizmente a anta do meu irmão atende.

LIGAÇÃO ON

- Desgraçado vagabundo!! Aonde você está viado??

- Oi pra você também maninha, eu estou bem.

- É, eu também, agora responde essa porra. Cade você?

- Calma, eu já to chegando em casa.

- Então vem logo que você vai amar a notícia – ironizei

- OWT! Já vi que vem merda.

- Não vem não. Já ta aqui haha.

- Ok então maninha, já to chegando beijos.

- Espera, Dan ta ai com você?

- Tá sim. Você tem que ver as gatas aqui da rua.

- O babaca, eu sou mulher, eu não quero saber se tem mulher
gostosa ou não na rua. Viu algum homem?? Isso é pergunta que eu faço.

- Tá. Mas agora eu que não tenho resposta. Não fico olhando
para homens.

- Tá tá amorzinho, até daqui apouco, tchau viado

LIGAÇÃO OFF

- Então filha. – meu pai continuou. – Eu gostaria que você conhecesse o meninos, então vocês vão a alguma boate hoje ok.

- Finalmente uma notícia que preste.

- E sobre a escola. Você, Matthew e Daniel vão estudar em casa, junto com Harry e Niall.

- Quem é Harry e Niall? Eu já não pedi pra abandonar a escola??

- Você não vai abandonar nada. Harry e Niall levantem-se e digam quem é cada um.

O loirinho me estendeu a mão e disse que era Niall e o idiota
que me acordou disse que era Harry. Eu não acredito que vou ter aula com eles.

- Ta, ta. Agora posso ir ou vai me dar alguma notícia mais
emocionante que essa? – ironizei e o de suspensório riu. Me virei para ele e o encarei. – Que é??

- Nada não. – disse e riu, continuei o encarando com uma cara mortal, ele virou para frente e parou de rir.

- Só uma coisa- disse me virando pros seis. – Eu vou ter que
morar nesse inferno com vocês – apontei pra eles. – Então, não traguem nenhuma amiguinha inocente — ironizei de novo – De vocês pra cá, enquanto eu estiver presente, isso serve pra todos os cinco. – Dan e Matt entraram – E isso serve pra vocês também ouviu? – disse me referindo aos dois, que assentiram. Nisso meu pai saiu da sala para atender o telefone e eu continuei. – Porque se eu encontrar alguém fazendo barulhos irritantes nessa porra, vocês tão ferrados e nunca mais verão a garota de novo.

Eles me olharam assustados, mas assentiram. Dan confirmou
que quando eu queria me livrar de alguma garota que estavam com eles eu conseguia e eles nunca mais conseguiam ver a garota de novo. Eles se
assustaram. Que bom. Eu não matava ninguém é claro, só inventava mentiras e pequenas ameaças e elas sumiam. Depois de eu contar para os meus lindos irmãos que aqueles garotos metidos morariam com agente eu, Matt e Dan subimos para o meu quarto. Liguei o rádio novamente nas alturas e começamos a conversar.

- Samy – era assim que eles me chamavam, pois achavam Juliet
ou Julie muito patricinha. Samy vinha do meu sobrenome Sumlee. – Vamos sair né? – perguntou Dan

- Vamos sim, eu só quero descansar e agente vai. Alguem
comprou meu cigarro?

- Eu – Dan gritou animado. Matt revirou os olhos. Matt tem
os mesmos gostos e personalidade que eu mais não gostava de fazer muita coisa errada.

O celular de Matt tocou. Ele olhou no visor, mostrou a Dan e
os dois falaram que tinham que sair. Encontrar alguma mulher com sempre.
Revirei os olhos e dei tchau para eles, pedindo para voltarem cedo, eu não queria ir sozinha para a boate. Fui para a varanda de meu quarto com o cigarro e deixei a porta de vidro aberta para ouvir a música melhor. Ela estava nas alturas mas amo assim.

Fechei meus olhos e comecei a tragar o cigarro. Logo sinto alguém
sentar do meu lado mas nem me mecho. Eu senti que a pessoa estava me olhando, mas ignorei. É eu sei quando estão olhando para mim. A pessoa continuou, então abri meus olhos e encarei a coisa. O de cabelos cacheados estava ali. Esse garoto vai me irritar sempre?

- Vai ficar me encarando??

- Cigarro não faz bem.

- Te perguntei alguma coisa sobre meu cigarro?

- Não, mas não faz bem.

- Vem cá. Você é surdo? – ele balançou a cabeça negativamente.
– Eu disse pra não entrar sem bater. Ta fazendo o que aqui?

- Vim conversar.

- Eu não quero conversar. Então, vaza – apontei a porta.

- Só se você for comigo.

- Não, sai caralho.

- Você vem junto. – ele se levantou sorrindo maroto, continuei
séria. Logo desviei o olhar e fechei os olhos de novo esperando ele ir embora. Senti que estava sendo levantada e abri os olhos. Não, eu não gritei como uma garotinha. Eu simplesmente comecei a socá-lo com força e ele estava já gemendo de dor.

Ele estava me levando para a sala de jogos. Sem me importar
continuei a socá-lo. Ele então abriu uma porta dentro da sala de jogos,
revelando uma enorme sala de vídeo. Mesmo admirada com a sala continuei socando – o sem me importar com o resto do seu grupinho me olhando. Finalmente ele me pôs no chão e eu dei um soco bem forte em seus braços.

- Caralho, eu disse não valeu? Porra, eu não queria vim pra essa merda de sala.

Ele só riu e foi se sentar junto com o resto, que ainda olhavam assustados para mim por bater tão forte nele.

- Você é louca? – Perguntou o de topete. – Machucou o Harry.

- Problema o dele. Eu disse que não ia sair do meu quarto e
ele me obrigou então se ele se machucou o problema é dele. Se está tão
preocupado porque não pega um kit de primeiros socorros e cuida do bebezinho? – perguntei sínica.

Ouvi um barulho de tranca e a porta de saída daquela sala foi fechada. Eu gritei para a porta e
meu pai riu.

- Você tem que se entender com eles, então assista uma maratona de cinco filmes juntos.

- Vai se fuder. – gritei estressada e soquei a porta.

Os meninos riram e eu revirei os olhos. Fui me sentar na
última fileira pra ouvir música no Ipod e aproveitei para ligar para Dan.

LIGAÇÃO ON

- Viado? – falei sem me importar com o filme

- Quem é?- perguntou uma voz irritante

- Não interessa. – disse grossa. – Passa pro Daniel agora.

- Quem você pensa que é vadia?

- Olha aqui! Vadia é a puta que pariu ouviu. Vira essa boca para lá e entrega o telefone pro Dan.

- Eu não vou entregar nada. Ele foi no banheiro.

- Foda-se aonde ele foi, entrega essa porra pra ele.

- Quem você pensa que é?

- Você ta me irritando porra, passa a droga do celular pra ele agora.

- Quem é você?

- Quer saber quem sou eu vadia? A namorada dele agora, por favor, passa o celular dele pra ele. Eu não sabia que ele tava me traindo e me irritei, me desculpas ok? – ela murmurou um uhuum meio decepcionada.

- Dan seu babaca, sua namorada no telefone.

- Eu não tenho namorada.

- Ah não? E a garota no telefone é quem? Ela quer falar com você, está no viva voz.

- Quem é?- Dan perguntou irritado

- Sou eu amorzinho – respondi sínica.

- Por que está me ligando agora?

- Ué e namorada tem hora pra ligar?

- Você não é minha namorada Sumy.

-Com? – gritei – Como você pode dizer que não sou sua namorada? Garota ele é louco, estava aqui em casa agora pouco e disse que me ama. Isso é o que?

- Você é um idiota Daniel. – a garota gritou e saiu chorando.

- Porra Sumy... – gritou irritado

- Ah amorzinho fico tristonho é? Então a festa foi boa é?

- Eu queria ela mais vezes.. Porra Sumy.

- Foi mal amorzinho. Hahaha, ela tava chorando? Sério mesmo?
Cara, ela sabe que foi uma noite né? Quem chora por uma noite?

Eu cai na gargalhada e ele tava puto. Ouvi-o bufar, mas ele logo riu comigo, me fazendo rir ainda mais.

- Viado vem pra casa. Meu pai idiota me tranco na sala de cinema para eu assistir cinco filmes com as coisas da banda.

- Ih, se fudeu... Haha

- Vadio não tem graça, ta querendo morrer, ai aproveita que te enterro junto com o resto que esta perto de mim haha.

- Tá ta eu já to indo, Tchau amorzinho.

- Tchau amorzinho haha. Espera. Cade o viado do meu irmão?

- Ih, ta na night com alguma mulher.

- Aquele viado, sai pra se divertir e eu to aqui. Manda ele
trazer algum gostoso pra mim, beijos

LIGAÇÃO OFF

Desliguei o telefone e comecei a rir histericamente. Mas parei ao perceber que tinham cinco par de olhos bem perto de mim e me encarando.

- Que é?

- Você é má. Porque não deixou ele curtir a noite.

- Eu sei que sou má, e não deixei ele curtir a noite porque enquanto eu estou aqui com vocês ele ta pegando quantas mulheres ele quiser.

- Se quiser pode me pegar – o Harry disse safado.

- Não, não. Obrigada, mas até na esquina tem gente melhor.

O Louis começou a rir e logo todos os outros riam também, menos eu e Harry que me olhava desanimado.

- Que é porra? Para de me encarar.

- É que o Harry nunca foi dispensado – disse o loirinho

- Ownt, que peninha eu to de você – ri sarcástica e os outros me acompanharam.

Meu pai abriu a porta e mandou agente ir se arrumar para a
boate que iríamos e já eram dez horas. A boate abriria à meia noite. Ele acha o que? Que eu levo duas horas para me arrumar? Não, definitivamente não.

Cada um foi para o seu quarto se arrumar, enquanto eu ia para o meu tentar dormir um pouco, mas não deu porque o Louis entrou no meu quarto correndo fugindo do Harry.

- Dá pra parar com a viadagem? Vocês não tem quarto não?

- O meu é junto do dele. – Louis disse – E ele quer me matar porque eu ri da cara dele.

-Harry Vaza. – Disse autoritária indicando a porta do quarto, não sei porque mas ele não protestou.

- Obrigada.

- De nada, agora você também vaza e vai se arrumar.

Eu tomei um banho e sai enrolada na toalha. Fui direto para
o closet escolher um vestido preto. Ele era curto, mas não era vulgar. Levei-o até a minha cama, mas esta estava habitada.

- Zayn? – perguntei

Ele se virou para mim, olhou meu corpo e voltou a encarar
meus olhos. Percebi que de novo estava só de calcinha e sutiã. Revirei os olhos.

- Que foi? – perguntei meio grossa.

- Nada.

- Então porque esta aqui?

- Estou te esperando. O pessoal já foi e como eu demoro mais para me arrumar e você também nos deixaram aqui.

Nisso Dan e Matt entram no quarto. Olham para Zayn com cara de mal já que eu estava só de calcinha e soutiã e Zayn na cama.

- Eae viados.

- EAEW nada. Você me tirou da cama pra você poder ir pra cama?

Comecei a rir da cara de Dan.

- Cara eu só to me arrumando pra boate, relaxa. Hoje você não vai ter que brigar com ninguém não.

- Então ta bom — Matt disse.

-Tá uma gata em Sumy – Dan disse e Matt o fuzilou com os olhos

- Eu sei que sou demais, haha.

- É uma pena eu ser seu amigo/irmão.

- Dan ta querendo morrer? — Matt perguntou

— Foi mal Matt

Comecei a rir

- Cara vocês dois são uns babacas

Continuei me vestindo ali mesmo. Eu estava de roupas intimas
praticamente um biquíni, eu não via problema em andar pela casa assim. Quando terminei de por meu vestido Zayn e os meninos já conversavam. Pelo que eu ouvi esse era o mais parecido com agente. Peguei meu brinco, cordão e anel de caveira. Peguei um perfume masculinho no closet e espirrei em mim.



Zayn estava me secando, mas não dei a mínima. Fomos até o
carro e em direção a boate. Vou me divertir essa noite e beber muuito haha ;P

Notas finais
é isso gatinhas. Quem tiver lendo obrigada. Deixe reviews dizendo o que posso melhorar. Vou tentar postar o proximo essa semana pq semana que vem eu tenho prova tds os dias.
malikisses *__*