I Knew You Were Trouble.
4 Capítulo 4 — Fumando.
Notas iniciais
Flew me to places I'd never been ....
BOM DIA GENTE! Ou boa tarde. ♥
Demorei? Cinco dias, então não demorei muito. Mas, eu ia demorar se não posta-se hoje. Acontece que, eu, meu pai, e meu irmão, fomos viajar, u.u e deu algo 'errado' em viajar.
Quando eu digo 'errado' é acidente. Estamos todos bem, mas, eu estou com o pescoço quebrado. MAS ESTOU VIVA!
E, por que eu iria demorar? Bem, meus pais acham que se eu ficar no computador, posso piorar o meu estado e sei lá, posso morrer #drama. Mas, eles saíram, e eu estou postando rápido, aqui.
Obrigada há quem comentou o anterior: Maria Inês and ErinSandersHenderson ♥
Desculpa se tiver UM MONTE de erros, não deu tempo de revisar!
Beijos até lá em baixo,
Bruna.
*Capítulo com foto.
Aquela semana passou muito rápido. Eu almoçava com Carlos todos os dias, e as pessoas já tinham se acostumando com nossos ocasionais agarramentos no meio do corredor. Eu não fumei mais desde aquele dia, apesar de muita gente me oferecer. Mas eu não correria o risco de alguém (lê-se James ) me ver com um cigarro na escola. Eu nem tinha certeza se aquilo era permitido.
Na sexta-feira depois da aula deixei James ir para casa com o meu carro, pois eu ia sair com Carlos. Ele não aceitou isso muito bem.
— Samantha, você não acha que devia se preparar para os testes? — Ele sorriu esperançoso. — Posso te ajudar com aquelas coisas da aula de física, se quiser.
— Vou estudar no fim de semana. — respondi, entediada, pendurando-me nos braços de Carlos. — Não preciso de ajuda, obrigada. Te vejo depois.
Carlos me levou para o seu carro. Estávamos indo na casa dele. Outras pessoas iam chegar mais tarde também. Resolvi que não queria ir na boate hoje, pois minha mãe tinha ficado louca quando perguntou que horas eu havia chegado, duas horas da manhã numa segunda – feira, e ela ficou doida.
Carlos vivia em um pequeno apartamento em um prediozinho velho. Aparentemente, a parte de seu pai estar no exército era verdade, e sua mãe meio que trabalhava o dia inteiro, e a noite ela também ia para as baladas, então ele praticamente vivia sozinho do apartamento.
Ele me levou ao seu quarto, que era um cómodo muito pequeno, com apenas um cama bagunçada, um armário de madeira e uma pequena mesa de cabeceira com duas gavetas.
Nós nos sentamos na cama.
— Então... — Disse ele, com um sorriso malicioso. — O que vamos fazer enquanto os outros não chegam?
Como resposta, subi no seu colo, um pouco insegura, e comecei a beijar seu pescoço. Ele afundou seu rosto no meu cabelo e apertou minha cintura. Ele pegou meu rosto com as mãos e pressionou seus lábios nos meus com força.
— UUUH! — Fomos interrompidos por risadas. — Carlos, você já está corrompendo a Santinha?
— Cala a boca, Jake. — Rebateu Carlos, afundando seu rosto na curva do meu pescoço.
— Parem de se agarrar por um segundo. — Disse Live. — Carlos, tem comida?
– Deve ter alguma coisa na geladeira.
O grupo saiu do quarto. Ele suspirou e me levou para a cozinha, onde um bando de adolescentes escancarava os armários. Aparentemente, 'comida', na verdade significa cigarros ou bebidas alcóolicas.
Eu me sentei na beirada da bancada.
— Hey, Sam. — Chamou John e me jogou uma latinha de cerveja. Eu não costumava beber esta hora da manhã, mas não queria ser zoada, então apenas abri a latinha, e a segurei, dandos pequenos goles de tempos em tempos.
Estávamos todos conversando na cozinha agora. Carlos estava sentado ao meu lado, Live sentada desajeiada numa cadeira, segurando uma garrafa, Sheila se esfregando em Jake, e John observando Jenny, que dançava, já completamente bebada em cima da mesa.
Eu era a única que ainda não tinha terminado minha primeira latinha. Não planejava fazer nada de mais hoje, mas quando Live me ofereceu um cigarro, resolvi aceitar. Já tinha pegado o jeito, então não me engasguei.
— Depois sou eu quem a estou corrompendo... — Comentou Carlos.
Live gargalhou abobada. Estranho. Tudo bem que ela estava bebada, e isso já era ruim o suficiente, mas parecia ter algo mais.
— O que houve com Live? — Perguntei a Carlos, tragando novamente.
Ele me encarou cautelosamente.
— Ela está bebada.
— Sim, mas, parece que...
— É, ela está drogada.
Aquilo me pegou desprevinida e eu arregalei os olhos.
— Sério?
— Aham. — Disse ele casualmente tomando um gole da bebida.
Eu o encarei preocupada.
— Você...?
Ele sorriu.
— Só de vez em quando.
— Oh.
Ele agora me encarava curiosamente.
— Você quer tentar? — Fazendo-me arregalar os olhos novamente.
Ele me soltou e andou até um pequeno armário, tirando de lá um potinho de pílulas, e voltando-se a sentar.
— LSD. — Disse ele. — Pra viajar. Quer?
Respirei fundo. Eu sabia que era errado, e sabia que não devia, mas... Carlos não era viciado, certo? Ele disse que só provava de vez em quando. Eu podia ser assim também.
Mas eu já estava com um cigarro na mão.
— Não. — Respondi. Por enquanto. — Talvez outro dia.
Ele sorriu e guardou o potinho.
— Certo, então.
Eu me aconcheguei em seu peito e observei as pessoas ao meu redor. Eu realmente era uma deslocada.
Algumas horas depois, Carlos me deixou em casa e foi embora.
Quando entrei em casa, procurei minha mãe e a encontrei junto com James, sentados na sala conversando.
— Oi, querida. — Disse ela, sorrindo. — Carlos não quis entrar?
— Não. — Respondi, encarando James. — Ele tinha... outras coisas para fazer.
Continuei encarando James.
— Oh. — Disse ele, finalmente. — Vim ver se você realmente entendeu como fazer balanceamentos, afinal, a prova é segunda. E a matéria de física e filosofia estão realmente difíceis, então pensei em vir estudar com você.
Ele sorriu inocentemente.
Eu suspirei, meio irritada. Eu andava irritada ultimamente.
— Certo. — Resmunguei. — Vamos lá para cima.
Ele me seguiu escada a cima. Quando chegamos ao meu quarto, eu me virei para ele com os olhos nervosos.
— Você está me seguindo? — Perguntei.
— Não. — Disse ele.
— Então, o que você está fazendo aqui?
— Já disse, vim estudar.
— Eu não preciso de ajuda, como eu lhe falei hoje mais cedo.
— Bem, eu acho que você precisa de ajuda, sim. E não só com a matéria.
Eu me aproximei ainda mais dele.
— O que você está insinuando, James Diamond?
— Que talvez você precise de ajuda para escolher um namorado. Onde você estava?
— Na casa do Carlos.
— E por que você está fedendo a cigarro?
Essa me pegou desprevinida.
Cheirei meu cabelo. O odor de fumaça realmente estava impregnado.
— Não estou fedendo.
Ele ergueu as sobrancelhas, muito sério.
Nos encaramos por algum tempo, até que sua expressão relaxou.
— Sam, me desculpe, eu só estou preocupado.
Eu suspirei.
— Eu sei, James, mas você vai ter que superar isso.
Sua cabeça pendeu para trás.
— Tá... eu vou. — Encarei ele. — Sério, prometo. Vou ser bonzinho.
— Ótimo. — E o abracei gentilmente.
Ele me afastou depois de um tempo.
— Certo, então... o que vamos estudar primeiro?
O que?
— James, você não estava falando sério.
— Claro que estava! Vamos lá, preguiçosa.
Gemi enquanto ele me empurrava para o quarto.
— Você é muito nerd. — Reclamei.
Notas finais
Gostaram?
Odiaram?
Comentem!
Beijos, Bruna!
♥
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