I Knew You Were Trouble.

1 Capítulo 1 — Conhecendo o Carlos.


Notas iniciais
Oooooooooooooie minhas princesas?
Prontas para lerem o primeiro capítulo?
Espero que gostem muuuuuuuuuuuuuuuuito
Deixem comentários!
Beijos,
Bruna.
*Capítulo com foto.

\"\"

Prólogo

Me arrumei e encarei no espelho os estragos. O que aconteceu comigo? Por que eu fiz isso? Minha mãe, por que eu a traí? Por causa dele. Do garoto da balada. Ele foi embora e me deixou. O amor.... olhe onde eu estou. Caída no poço. Sem ninguém. I Knew You Were Trouble Carlos, disso eu sei.


— Vai querer beber o que hoje? — O barmen super gato perguntou me encarando.


— Coisa simples, uma cerveja. Ou, sei lá. Me de o mais forte que você tiver. — Falei me ajeitando na cadeira.


— Está sozinha hoje? — Ele colocou uma bebida na minha frente, e me dando uma cara de malícia. Já sabia, queria sexo.


— Não, meus amigos estão aqui. — Olhei para a boate.


Lá estava Chloe, Selena e seu namorado, e o meu melhor amigo, James. Eles estavam dançando. Sempre vamos aqui. Mas, não fique achando que somos baladeiros, a gente só vem de vez em quando — mas é sempre aqui — James veio em minha direção rindo e dançando, ele é sempre assim, doido. Ele estava com um copo na mão, obviamente, de cerveja.


— Vamos lá, Sam. Se divirta, é bom deves em quando. — Ele bebeu um gole da minha bebida e fez uma cara feia. — É forte.


— Eu sei. — Pisquei para o barmen que riu. — O meu amigo fez para mim.


— Vamos lá, é raro a sua mãe deixar você sair. E quando deixa, você fica ai, toda parada. Só bebendo.


— É raro eu beber, okay? Deixe-me aproveitar. Quando eu achar que é hora de me divertir, é por que é hora de me divertir. — Bufei irritada.


Dei uma olhada pela boate, quatro garotos estavam entrando. Um de casaco de couro me chamou a atenção. Seus olhos castanho brilhantes eram encantadores. Hora de me divertir, pensei alegremente. Deixei o James conversando com uma desconhecida e fui em direção ao caras.


Não posso parecer oferecida. Hum, é verdade... Andei despercebida e acabei esbarrando em um deles, BINGO!


— Opa! – Um deles falou me segurando. Ótimo, era o que eu encarava. — Cuidado por onde anda. Senão você ira se matar. — Ele riu.


— Desculpa... — Falei ficando em pé. Seu hálito tinha cheiro de cigarro.... Mas ficava sexy. — Eu estava indo até a porta e, — James apareceu do meu lado.


— Quem é, Samantha? — Ele encarou eles.


— Bem, este é o, — Falei e olhei para o garoto.


— Carlos. – Ele falou seu nome e sorriu. — Sam, gostaria de ir para fora da boate, comigo? — Sorri. Hora da diversão....


— Claro. — Falei me virei para o James. — Nos vemos depois, querido. — Carlos fez menção com o braço e me aconcheguei nele. Músculos. Coisa que nenhum dos outros caras que eu peguei, tinha.


— Então, Sam. — Ele murmurou enquanto me prensou na parede e me beijou.


Sua língua quente me causava arrepios. Deus, como ele tinha esse poder? Ele me prensou mais, para que meu corpo ficasse grudado no dele. Como se fosse possível. Eu já sentia seu membro duro.


Carlos passou a mão pela minha perna e a levantou para que fica-se em sua cintura. Em poucos minutos, minhas duas pernas estavam entorno de sua cintura. Ele passava a mão em meus cabelos, cintura e pescoço. Eu só ficava nos cabelos, puxando levemente algumas vezes, fazendo ele gemer.


— Sam, vamos. — Escutei alguém falar. James. — Está na hora. Se você não for agora comigo, terei que falar isso para sua mãe, e ela nunca mais irá te deixar sair de novo. — Parei de beijar o Carlos e fiquei de pé.


— Tenho que ir. — Ele beijou o meu pescoço. — Foi um... — Carlos me interrompeu.


— Prazer. — Ele completou me dando um selinho.


Andei até o meu carro, James sempre ia comigo. Ele é o meu melhor amigo. Está explicado.


— Sam, você nem o conhece! — James berrou quando entrou no carro. — O encarei com surpresa. — Ele queria sexo!


— E, Jay. Você acha, que se eu não quisesse, estaria beijando ele. Coloque na sua cabeça. Eu sei me virar. Sei quando as coisas estão ficando quentes, e sei quando para-las... Se eu continuei, é por que quero! — Rebati batendo no volante.


— Espere só até sua mãe saber disso. — Ele sorriu vitorioso.


— Espere só, até a sua mãe saber que você andou bebendo igual um louco por ai. Será castigo para sempre, James. — Sorri.


— Você bebeu igual uma louca, também.


— James, querido. Tenho 18 anos, e você 17 e meio. Acho que ganhei essa. — Sorri, ele ficou emburrado e cruzou os braços.


— Só estava preocupado com você. — Ele me encarou. Estavamos na frente da casa dele.


— Eu sei me virar, James. — Dei um beijo na bochecha dele.


— Eu acho que não. Quer dizer, — Ele saiu do carro e andou até a frente de sua casa. — Você não sabe se virar, Samantha. Você nunca vai saber, por isso tem a mim. Seu amigo, — ele suspirou — seu melhor amigo, para lhe ajuda-la.


Fiquei com raiva. Abri a boca para falar, mas só saiu vento. Liguei o carro e estacionei rapidamente — eu e James somos vizinhos — que pena que não podia acelerar e ir para minha casa com ódio. Logo cheguei em casa, e minha mãe estava dormindo no sofá — como sempre —. Era só eu sair, que ela ficava no sofá, a minha espera.


— Mãe, cheguei. Vá para a cama. O sofá faz mal para sua coluna. — Ela acordou aos poucos e me encarou com um sorriso.


— Olá querida, como foi a festa? — Ela se levantou e me abraçou de lado, me levando para o quarto.


— Ótima. — Sorri me lembrando do Carlos e seu beijo.


— Esse sorriso significa que teve gatinhos. —Ela sorriu safada.


— Mãe! Por favor! — Falei rindo e me fingindo de ofendida.


— Mas não é verdade? — Ela olhou curiosa.


— Sim, mãe. Teve. — Sorri. Ela é minha mãe, melhor amiga. Meu “ diário ” ela sabe tudo. Então, para que mentir? — Mas, é tarde, e amanhã eu tenho aula. Vamos dormir.


— O que? — Ela me olhou com raiva. — Não vai me contar como foi a balada? — Ela cruzou os braços.


— Amanhã de manha eu conto, anjo. — Sorri. — Vamos dormir agora. — Corri até ela de dei um beijo em sua bochecha.


Fui até meu quarto, ele estava organizado. Milagre. Com certesa a Maria, nossa empregada, veio hoje e passou pelo meu quarto. Me joguei na cama. Será que eu iria ver o Carlos de novo? Ou será que só foi uma paixão de uma noite?


Me levantei e troquei de roupa. Novamente, me joguei na cama, olhei para o relógio. Uma hora da manhã e quarenta e quarto minutos. Amanhã os professores que me aguardem com cara de ressaca e dormindo na aula. Sorri e dormi.


Notas finais
Gostaram?
Odiaram?
Mereço comentários?
:)
Beijos,
Até próximo :)