I Knew You Were Trouble.

7 Capítulo 7 — James e Challote terminam.


Notas iniciais
Oie minhas princesas? Tudo bem com vocês? Ah, eu estou bem, só que, morrrrreeeeeennnnndddddooooo de saudades, de quem? Vocês! Ah, que sem graça.
Bem, o capítulo de hoje tá pequeno, eu sei. Mas o próximo vai ser grande, okay?
O que acharam da NOVA CAPA? EU A-M-E-I-
QUERO TODAS AS MINHAS LEITORES COMENTANDO OS CAPÍTULOS, ENTENDEU? EU SÓ RECEBI DOIS E O NYAH ESTÁ CONTANDO QUE EU TENHO OITO LEITORES. ENTÃO, TODO MUNDO COMENTANDO E NADA DE LEITORAS FANTASMAS, ESCUTOU?
O PRÓXIMO, TEM QUE TER NO MÍNIMO QUATRO, SE NÃO TIVER, HÁ. VOU SER MUITO MÁ. A FIC OU SERÁ EXCLUÍDA, OU FICARÁ SEM ATUALIZAÇÕES ATÉ TER O NÚMERO QUE EU PRECISO, não terá problema nenhum para mim em deixa-lá off, por que, tenho outras duas fics que precisam ser atualizadas.
Então, querem capítulos novos? Comentem!
CAPÍTULO DEDICADO SOMENTE À: Jenny e a RushionerForever.
Bem vinda: RushionerForever à fanfic!
Beijos,
Bruna.

Passei o resto do fim de semana com uma ressaca desgraçada, o que foi muito oportuno para minha mãe, já que sua intenção era me prender em casa. Ela já não estava tão brava, mas agia friamente. Na segunda de manhã, ela fez questão de me acompanhar a escola, e disse que ela viria me buscar.

Eu bufei e andei emburrada para minha primeira aula.

Chegando ao meu armário, dei de cara com, sim, James. De repente essa coisa de sermos sempre vizinhos não parecia mais tão legal. Nós nos encaramos. Eu mordi o lábio.

Me sentia irritada com ele. Primeiro por que ele não tinha controle algum da sua língua, e agora minha mãe estava brava comigo. Segundo, por que o garoto não me deixava em paz! Fala sério, será que ele já ouviu falar que "você só vive uma vez"? E toda aquela coisa de aproveitar a vida? Era exatamente o que eu achava certo, e exatamente o que eu estava fazendo. E eu amava esse sentimento de adrenalina e liberdade.

Ele abriu a boca para dizer algo. Mas eu não tinha paciência nenhuma para ouvir suas broncas, já que a dor de cabeça que me acompanhara pelos últimos dias ainda não tinha ido embora. Bati a porta do meu armário e saí andando.

Percebi, porém, que ele me seguia. Certo, eu estava sendo injusta. Ele tinha a mesma aula que eu, por isso estávamos indo pelo mesmo caminho. De qualquer maneira, tentei manter uma distancia segura entre nós.

Encontrei Carlos no corredor. Quando me viu, ele sorriu maliciosamente, com um fundo de fofura. Eu não o tinha visto desde sábado de manhã, quando ele me deixou em casa. Ele também não tinha me ligado. Qualquer garota que tivesse sua primeira vez, e depois o cara não ligasse para ela, provavelmente ia pirar. Eu tinha aprendido que com Carlos, as coisas eram simples. Ele provavelmente não tinha me ligado por que estava com uma ressaca tão grande quanto a minha.

Nos beijamos ardentemente no corredor. As pessoas tinham se acostumado a isso, e eu também. Infelizmente não tínhamos nenhuma aula juntos. Nos separamos e eu fui para a sala de biologia.

As aulas passaram lerdamente. O relógio parecia não se mexer, e isso me irritava. No terceiro período, implorei para ir ao banheiro.

Quando a professora me liberou, desci as longas escadas do prédio, e fui beber água. Sim, menti para ela.

Eu não tinha nenhuma intenção de ouvir a conversar. Eu estava lá, tomando minha água geladinha, quando os gritos começaram.

Desci um pouco mais as escadas, e econtrei, o casalzinho, James e Charllote.

Charllote chorava desesperadamente, mas James, para a minha surpresa, não parecia nem um pouco preocupado com a garota chorosa a sua frente. Na verdade, seus olhos não demonstravam nem um pingo de piedade pela namorada.

— James... eu não queria, eu juro... — Choramingou Charllote.

NÃO VENHA COM ESSA DESCULPA, CHARLLOTE! EU NUNCA ACHEI QUE VOCÊ FOSSE ESTE TIPO DE GAROTA! QUAL É O SEU PROBLEMA? EU CONFIEI EM VOCÊ!

— Eu não sou! Eu não sou, James. Eu juro, eu não queria. Eu nunca quis.

James suspirou, como se tentasse se acalmar. Ele estava tão nervoso. A única vez em que o tinha visto irritado daquela maneira havia sido no dia em que ele me pegou com Carlos matando aula.

— Ele não te forçaria, Charllote. E mesmo se forçasse, você poderia ter me contado. Ele seria acusado de abuso, estupro. Mas você não me disse nada. O que significa que estava gostando, e não tentou impedir. Você... Charllote, você é uma — James suspirou — vadia.

Os olhos de Charllote se arregalaram, avermelhados. Vi sua mão levantar em direção a James.

O estalo ecoou pelo prédio todo.

James tocou a parte de seu rosto onde Charllote tinha atingido, que agora estava muito vermelha.

NÃO ME CHAME DE VADIA, JAMES DIAMOND!

Novamente, sua mão se levantou.

E eu fiz algo muito idiota. Mas o que, eu ia ficar ali, assistindo James ser estapeado? Tudo bem que estávamos brigados, mas eu nunca gostei da Charllote, mesmo.

Corri até os dois e me coloquei na frente de James. A mão de Charllote me acertou em cheio na bochecha.

Ai.

Essa garota sabe dar tapas. Senti o local aevermelhado começar a latejar.

— Sam? — ouvi James murmurar atrás de mim.

— O que você faz aqui, sua biscate? — vociferou Charllote.

Me virei para ela.

— O que está acontecendo?

— O que você tem a ver com isso?

O que está acontecendo?

Ela continuou me encarando irritada. Então, me deu as costas, bufou e saiu marchando.

Coloquei a mão na minha bochecha. Estava ardendo, e latejando.

— Ai. — sussurrei.

Senti outra mão por cima da minha e me virei apressada.

James me encarava curiosamente.

— O que veio fazer aqui, Sam?

— Eu... — murmurei. — Ouvi os gritos. O que aconteceu?

Ele suspirou.

— Nada.

Nos encaramos por algum tempo, até que eu desviei os olhos, confusa, e corri de volta para a sala.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.