I Knew You Were Trouble.

2 Capítulo 2 — Conhecendo melhor o Carlos.


Notas iniciais
Oie minhas princesas ♥!
Tudo bem com vocês?
OMG EU GANHEI UMA RECOMENDAÇÃO! Obrigada Jenny ~é, eu olhei o seu perfil e vi o seu nome, UASHUAHSUASHAU', espero que você me deixe te chamar assim... ~
GENTE, é minha primeira recomendação de toda a história minha do Nyah! Estou muito feliz, sério mesmo.
Bem-vindas minhas novas e primeiras leitoras Maria Inês; ErinSandersHenderson and RusherCrazyForever. Acho que vou magoar vocês nesse capítulo. MAS LEMBRE-SE NO CAPÍTULO ANTERIOR O HÁLITO DO CARLOS TINHA CHEIRO DE CIGARRO ENTÃO ELE FUMA!
Não me matem.
Como eu vi que recebi a recomendação, agilizei logo para postar o novo aqui.
Amo muito vocês ♥
Nos vemos lá em baixo!♥
P.S: Quem leu o capítulo antes, pode perceber, está editado esse. Sorry.
*Capítulo com foto.

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"Fui até meu quarto, ele estava organizado. Milágre. Concerteza a Maria, nossa empregada, veio hoje e passou pelo meu quarto. Me joguei na cama. Será que eu iria ver o Carlos de novo? Ou será que só foi uma paixão de uma noite?

Me levantei e troquei de roupa. Novamente, me joguei na cama, olhei para o relógio. Uma hora da manhã e quarenta e quarto minutos. Amanhã os professores que me agardem com cara de ressaca e dormindo na aula. Sorri e dormi."

— Samantha, querida. Acorde. — Minha mãe berrou da cozinha.

— Añh. — Gemi. Estou com dor de cabeça. — Já estou acordando mãe, não berre.

— Tudo bem, o James está te esperando. — Ela berrou de volta.

Olhei o meu guarda-roupa por um vestido, saia ou algo do tipo. Me vesti. Ótimo, isso deixa a minha barriga a mostra. Meses de academia devem ser mostrados, não é? Escovei os dentes, amarrei o cabelo em rabo-de-cavalo e desci.

( n/a: Quem quiser ver a roupa: http://www.polyvore.com/samantha/set?id=89538049 )


Terminei de me vestir e fui a cozinha.

— Está linda filha. — Minha mãe disse dando um beijo em minha bochecha e me entregando as chaves do carro e uma barrinha de cereais que eu amo. — Boa aula!

— Obrigada. — Sorri e encontrei o James. Eu ainda estou irritada.

Ele entrou no meu carro e não falou comigo o caminho todo. Também não me senti obrigada a puxar assunto; foi ele que me magoou. Entramos na escola, lá estava, Selena, Chloe e, Charllote. Namorada do James.

— Olá, amor. — Charllote disse dando um beijo barulhento nele. — Senti saudades, por que não ligou?

— Sai com o pessoal, me desculpe. — James deu um selinho nela. Challote saiu deixando eu e James. — Me desculpe por ontem. Eu não sei o que deu em mim, eu fui um tolo super protetor, que não sabia que você gostou dele. Mas, quem sou eu para questionar seus sentimentos? — James disse me encarando.

— Tudo bem, você só estava preocupado. Eu te desculpo. — Sorri e nos abraçamos.

— Sam! — Escutei alguém me chamar, me desfiz do abraço e olhei. Carlos? — Você está linda. — Ele me abraçou.

— Você anda me seguindo? — Perguntei o abraçando.

— Não, sua boba. — Ele tocou na ponta do meu nariz e riu. — Sou do terceiro ano.

— Añh? — Perguntei confusa. Como eu nunca vi ele?

— Somos da mesma escola, relaxa. — Ele me beijou.

Todos nos olharam e começaram a ficar assustados.

O sinal tocou e me afastei do Carlos.

— Tenho que ir para a aula. — Sussurrei ainda de olhos fechados.

— Qual aula agora? — Ele me abraçou.

— Ciências.

— Português. — Ele se desfez do abraço. — Te vejo no recreio?

— Sim. — Respondi vendo ele ir andando. Eu estou feliz. Carlos está comigo! Bem, tecnicamente, ele ficou comigo.

— Sam... Vamos. — James falou virando para mim.

Começamos a andar para a aula, e James não disse nada. Sr. Bing começou a falar de uns animais que eu nem conheço, quando vi, estava tudo preto.

Acordei — assustada — com o sinal. Dei um gritinho, mas acho que o professor não escutou... Todos saíram da sala. No caminho James puxou conversa.

— Você dormiu na aula. — James disse rindo.

— Não tem graça. Só estou com sono! — Falei indo ao meu armário e trocando de livro e caderno. Agora é... Que aula eu tenho agora, mesmo? — James... —Me virei para ele, mas... Ele estava engolindo a Charllote.

Espiei o armário dele, onde tinha o horário da aula. A não. Aula chata. Peguei meu material, puxei o James dos lábios da Charllote e fomos para a aula. Dessa vez eu fiquei acordada. Mas parecia que eu havia dormido. Nunca entendi o que a Sra. Wilden falava, deve ver por causa do sutaque irritante dela, mas essa aula, só deu para entender ela falando no celular com o namorado.

Como ela tinha um namorado e eu não? Bom, eu meio que tenho, nada assumido — nem para mim — que tenho um relacionamento.

Enfim chegou a hora do almoço, e eu e Chloe, com quem tive a aula de História, fomos para o refeitório. Pegamos nossa gororoba e sentamos à mesa. James, Toby e Carlay já estavam lá. Selena devia estar chegando.

— Oi. — Disse Toby para Chloe antes de começar a beijá-la.

— Oi, Toby. — Murmurei alto o suficiente.

Ele sorriu.

— Oi, Sam. — E me trocou por sua namorada.

Sentei entre James e Carlay, pronta para puxar assunto, mas antes que eu pudesse dizer uma só palavra, Charllote chegou.

— Oi, amor. — E em seguida colou seus lábios nos de James.

Suspirei pesadamente. Charllote não costumava sentar-se conosco, mas quando ela sentia-se ameaçada por mim, ela vinha. A verdade é que ela não tem nada com o que se preocupar. James e eu somos só melhores amigos da vida toda. Se gostássemos um do outro já estaríamos namorando há séculos. Certo?

Me virei para Carlay com um mínimo sorriso no rosto. Ia comentar com ele como era injusto que nós dois não estivéssemos namorando, quando os lábios de alguém comprimiram-se nos meus, e me lembrei que eu estava namorando.

— Oi, linda. — Sussurrou Carlos.

— Ei. — Respondi, meio tonta.

— Você não quer vir sentar comigo hoje?

Olhei para os meus amigos, que já me observavam, e fiz a pergunta com o olhar.

— Oh, vá. — Respondeu Selena, assentindo freneticamente. — Vamos ficar bem.

Sorri para ela, e então para Carlos.

Ele sorriu de volta e pegou minha mão. Com a mão livre, peguei meu almoço e minha bolsa.

Eu podia sentir todos os alunos do refeitório virando-se para nos olhar.

— Estão encarando. — Pensei alto.

Carlos riu baixinho.

— Ignore-os. — Disse ele apertando ainda mais minha mão.

Ele me guiou para fora do prédio, para debaixo de uma árvore afastada, onde haviam três garotas muito góticas e os outros três garotos que eu tinha visto na festa. Senti-me deslocada e incomodada quando percebi que duas das garotas tinham cigarro na boca.

Nos sentamos no chão ao lado do grupo.

— Galera. — Disse Carlos, e todos viraram-se para ele. — Esta é a Sam. Sam, este são Jake e John, eles são gêmeos. — Ele apontou para os dois garotos. — E estas são Jenny, Live e Sheila.

— Olá. — Disse uma das garotas, Jenny, soprando fumaça em meu rosto.

Comecei a tossir imediatamente e as três garotas riram.

— Não seja rude, Jenny. — Repreendeu Carlos mas, ele mesmo colocou um cigarro na boca. — Quer um, Sam?

— Não. — Murmurei.

Elas riram novamente.

— Fraaaca. — Debochou Sheila.

— Faça sua namorada calar a boca, Jake. — Disse Carlos irritado.

Jake deu um sorriso malicioso.

— Com prazer. — E então debruçou-se em cima de Sheila, beijando seus lábios e seu pescoço.

Carlos assistiu a cena entediado por uns segundos, então suspirou e virou-se para mim.

— Então, você não fuma, e não bebe?

Sacudi a cabeça.

— Então suponho que jamais provou nenhuma droga, certo?

Sacudi a cabeça ainda mais rapidamente. Carlos sorriu. Seu sorriso era tão doce..

— Estamos te assustando. — Disse ele gentilmente. — Não fique com medo. Somos normais, só que gostamos de impor nossas próprias regras. Venha aqui.

Ele abriu seus braços e me puxou pelos ombros, fazendo-me deitar em seu peito. Tudo parecia tão mais simples ali, encolhida e protegida.

Eu suspirei aliviada. A verdade é que, sim, aquelas pessoas realmente estavam me intimidando. Eu não era aquele tipo de garota. Mas Carlos me tratava de um jeito que me dizia que eu podia ser...

— Relaxe. — sussurrou ele, me apertando.

Ele se inclinou e me beijou nos lábios levemente.

Não houve muita conversa. Percebi, pelo modo como se agarravam, que Sheila estava com Jake, Jenny com John e Live só pegava alguns no fim de semana.

Quando o sinal soou, Carlos fez questão de me levar até a minha próxima aula, apesar de sua próxima aula ser do outro lado do Campus. Antes de ir embora, ele me deu um daqueles beijos que me fez sentir envergonhada, e eu pude me sentir corando estupidamente. Por isso eu me sentia deslocada no grupo dele.

Por que eu era tão estupidamente inocente.

As ultimas aulas passaram como um borrão. Foi ótimo. Mas eu ainda estava pensando na aula da Sra. Wilden. Quando a aula acabou definitivamente, fui para meu carro. James estava ali, com um livro me esperando. Entramos e começamos a falar sobre a aula. Quando chegamos na frente da casa dele — e minha — perguntei se ele podia me ajudar. Ele aceitou e entramos em casa.

— Mãe, o James está aqui, ele vai me ajudar nas atividades. — Falei passando pela cozinha dando um oi e pegando uma barrinha de cereais. James fez o mesmo, só que não pegou a barrinha. — Não quer uma? — Me virei para ele.

— Não, elas fedem. — Ele fez uma cara de nojo.

Sorri. Subimos as escadas e nos jogamos na minha cama.

— Então, o que você não entendeu? — James disse pegando o caderno.

— Tudo. — Falei rindo.

— Tudo bem. — Ele falou rindo, suspirou e continuou a falar — Bom...Para fazer o balanceamento de uma equação, temos que colocar um número denominado coeficiente estequiométrico antes dos símbolos. Balancear a equação significa deixar o número de átomos de cada elemento igual em ambos os lados da equação. Por exemplo: C2H6O + 02. Você tem que multiplicar o carbono por 2 e o hidrogênio por 3 (ambos do lado direito) para ficarmos com 2 átomos de carbono e 6 átomos de hidrogênio de cada lado da equação.Fica assim: C2H6O + O2 --> 2CO2 + 3H2O. Pronto. A equação está balanceada. Entendeu?

— Hã... — Murmurei. — Dá para explicar de novo?

Ele sorriu e me explicou novamente.

— Acha que pegou o básico?

— Acho que sim...

— Vou te passar alguns exercícios então.

Enquanto James copiava alguns exercícios do livro, a campainha tocou.

— Já volto.

Desci as escadas para abrir a porta. Com muita alegria percebi que tinha parado de chover. Eu odiava chuva e frio.

Quando abri a porta, Carlos estava lá.

— Oi, linda. — Ele me beijou na bochecha.

— Hã... Oi. — Era tão idiota e infantil como eu ficava atordoada em sua presença. — Não sabia que você sabia onde eu morava.

— Pois é. Descobri hoje. Quer fazer alguma coisa?

—Ah... — Murmurei, sem saber o que fazer. Eu queria fazer alguma coisa. Mas James estava lá em cima, sendo extremamente gentil e me ajudando com uma matéria muito chata! Além disso, minha mãe nem sabia que eu estava namorando Carlos! — Ah. Na verdade não posso agora. Tenho que estudar para os testes.

Ele enrugou a testa. Oh, isso era muito fofo...

— Oh, é uma pena. Quer jantar hoje a noite, então?

Eu sorri abertamente.

— Claro... — eu realmente queria convidá-lo para entrar e apresentá-lo a minha mãe. Mas e se James descesse? Não seria nada legal. — Você... você quer entrar por um segundo só para conhecer minha mãe?

Ele sorriu.

— Claro.

Peguei sua mão e o levei até a cozinha, rezando para que James estivesse muito envolvido nos exercícios.

— Ah, mãe. — Chamei. — Quero te apresentar uma pessoa.

Minha estava lavando a louça. Ela virou-se e quase deixou um dos pratos caírem no chão. É claro que eu sabia o por que. Minha mãe não era acostumada pelo fato de trazer meninos que não sejam o James para casa.

Talvez isso explique o fato de ser virgem.

— Mãe, este é o Carlos. Ele... ah, começamos a namorar... hoje.

Minha mãe arregalou os olhos, mas logo se recuperou.

— Carlos? — Ela apertou a mão livre dele. — É... bem, é um prazer conhecê-lo. Quer tomar um café?

— Não, não. Sam me disse que ela precisa estudar química.

— Oh, sim, ela está...

Lancei um olhar desesperado para minha mãe. Graças a Deus ela entendeu e parou de falar.

— Sra. Brooke? — Chamou Carlos com uma educação exagerada.

— Sim?

— Será que Sam poderia sair comigo hoje a noite? Vamos ter um jantar com meus pais hoje. Meu pai está no exército então são raras as ocasiões em que podemos jantar juntos.

Minha mãe se surpreendeu com aquilo. Até eu mesma.

— Oh, mas é claro. — Disse ela. — Se Sam não estiver muito ocupada com os estudos...

— Não estou. — Exclamei rapidamente.

— Ótimo. Então, por mim está tudo bem.

Carlos sorriu para ela, e então para mim.

— Acho que já vou então.

— Eu... vou te levar até a porta.

Carlos apertou minha mão e abriu a porta da frente.

— Te vejo de noite então. Eu venho te pegar.

— Okay. — Murmurei.

Ele me deu um beijo leve e partiu no seu carro. Subi para o meu quarto novamente, já pensando no que usar. James continuava na mesma posição, escrevendo rapidamente no caderno. Quando me deitei ao seu lado novamente, ele levantou os olhos.

— Quem era?

— Uma...— Gaguejei.— Só uma amiga da minha mãe.

— Ah. Certo. — Ele me entregou uma folha cheia de exercícios. — Aqui. Tente fazê-los. Se precisar de ajuda, me chame.

Assenti com um nó na garganta. Por que eu estava mentindo para ele? Eu odiava isso. Mas senti que ele não entenderia, então era melhor ficar assim. Eu nem estava mentindo. Estava omitindo. Isso nem era tão mal. Era?


Notas finais
ENTÃO, O QUE ACHARAM?
Mereço comentários?
Sim, claro?
O próximo capítulo vai ser pesado. MAS NÃO TÃO.
CARLOS, JANTAR COM A FAMÍLIA? UASHUASHUASHUAHS' me engana que eu gosto.
Beijos até os comentários!