I Just Cant Stop Loving You
3 Capítulo 3
Notas iniciais
No capítulo anterior não esqueci-me de agradecer pelos reviwes, portanto vou fazê-lo agora:
Obrigada pelos reviwes suas lindas! +.+
Litoras novas, bem-vindas :D
Bem... que queria que vocês tivessem ideia de como era a casa do Tom e do Bill, portanto, aqui vai:
A casa -
https://mymotels.com/propertyimages/296300/luxury_villas_of_sea_horse_ra_exterior_sosua_dominicanrepublic.jpg
http://www.bookbalivillas.com/photo/hotels/pics/villa-tirta-naga_big.jpg
A cozinha -
http://www.cozinhasonline.com.br/images/cozinhas/mobille2.jpg
Sala de jantar -
http://decoracao.novidadediaria.com.br/wp-content/gallery/sala-de-jantar-de-luxo/sala-de-jantar-de-luxo-5.jpg
Sala de estar -
http://www.dialogo.com.br/imagens/vital/decorado/sala_de_estar_ampliado.jpg
Quarto -
http://2.bp.blogspot.com/_o8igys3tKmo/Sw6f8aaoxsI/AAAAAAAAAWg/tYTAjBh5VG8/s1600/Quarto+do+casal+-+Juliana+Lah%C3%B3z.jpg
Casa de banho -
http://download.ultradownloads.uol.com.br/wallpaper/112683_Papel-de-Parede-Banheiro-branco_1152x864.jpg
Gostaram? =P
Ao longo deste capítulo võ parecer links de fotos para vocês terem uma imagem de certas cenas deste capítulo ;)
Boa leitura!
Resolvi abrir a porta tal como ele disse e não acreditava no que os meus olhos viam.
O longo passeio que ligava a entrada da nossa casa ao portão, tinha um longo tapete vermelho e os lados do tapete eram decorados com velas em forma de coração acesas formando assim uma passadeira parecida a um tapete vermelho de Hollywood.
O tapete também tinha pétalas de rosas brancas que formavam um caminho. Segui-as com os olhos e vi o meu Tommy do outro lado do portão encostado a uma limusina branca com um ramo de rosas vermelhas e a sorrir para mim.
Começou a andar pelo tapete até mim, mas eu não aguentei e fui a correr para os seus braços. Pulei em cima dele e as minhas pernas envolveram a sua cintura e os meus braços o seu pescoço enquanto ele me rodopiava. Nós riamos com a nossa atitude, parecia que não nos víamos a muito tempo, o que não era completamente mentira.
Quando ele parou de me rodopiar, beijou-me apaixonadamente. O beijo era intenso e bastante erótico, mas a porcaria do ar foi necessária, e nós parámos olhando nos olhos um do outro, que brilhavam de alegria.
— Esta é a tua surpresa? – Perguntei alegremente olhando para traz para o tapete vermelho.
— Não, mas faz parte. – Piscou o olho e pôs-me no chão. – Para ti. – Disse, dando-me o ramo de rosas.
— São lindas. – Inspirei o perfume delas e olhei para Tom. – Não me vais dizer qual é a surpresa? – Perguntei com algumas esperanças.
— Não. – Revirei os olhos.
— Claro, onde eu estava com a cabeça quando te perguntei isso? – Disse sorrindo e ele deu uma gargalhada. – Vem, vou pôr as rosas num jarro para irmos embora. – Estiquei-lhe a mão e fomos para dentro de casa. Pus as flores num jarro na mesa da sala de jantar e virei-me para o Tom, que continuava atrás de mim desde que entramos em casa.
— Como é que conseguiste organizar aquilo tudo lá fora sem que eu percebesse?
— Eu fiquei com receio que me visses pelas janelas, mas parece que estavas bastante entretido com o que estavas a fazer.
— Estava a pensar em nós… — Ele olhou para mim confuso e eu ri. – Calma, estava a pensar no nosso primeiro dia juntos. – Ele sorriu malicioso e eu selei os nossos lábios. As nossas línguas faziam uma dança sensual entre elas. Quando parámos o beijo, olhei para o relógio da sala e vi que eram 7h da tarde.
— Sabes Tommy… — Disse num tom de voz sensual e com um olhar e sorriso malicioso. – Ainda é cedo… Podemos fazer umas coisas antes de irmos para não nos deitarmos tarde e amanhã ires para o trabalho com a consciência tranquila. – Ele gemeu baixinho na minha orelha e eu sorri vitorioso.
— Bem, na verdade, eu não vou trabalhar manhã, portanto podemo-nos deitar beeeem tarde.
— Como assim não vais trabalhar amanhã? – Perguntei desconfiado.
— Eu consegui 3 meses de férias para toda a equipa. – Sorriu. – Isto tudo só para ficar com a pessoa que eu mais amo neste mundo.
— Sério?! Fizeste isso por mim? – Ele assentiu positivamente com a cabeça. – Mas como é que conseguis-te?
— Eu sou Tom Trümper. Eu consigo tudo o que eu quero. – Sorriu orgulhoso.
— Convencido. – Dei uma gargalhada.
— Posso ser convencido, mas tu gostas, não é? – Sorriu malicioso. Eu revirei os olhos e sorri.
— Bem, nesse caso, também tenho uma surpresa para ti.
— Sério? E o que é?
— Achas mesmo que te vou contar? Primeiro a minha, depois logo se vê… — Disse fingindo indiferença.
— Ain Bill… És mesmo mau! – Disse, fazendo biquinho.
— Posso ser mau… — Aproximei-me do seu rosto. – Mas tu gostas, não é? – Usei as suas palavras anteriores e beijei o seu bico. Ele riu e agarrou a minha cintura, puxando-me para ficar ao seu lado.
— Vamos? – Assenti com a cabeça, e selei os nossos lábios por alguns segundos. Desliguei as luzes da casa, e fomos pelo tapete vermelho de mãos dadas até a limusina.
No caminho do restaurante trocámos carícias, beijos, conversámos, gargalhámos… Eu estava feliz só de pensar que vou ter o meu Tommy só para mim por 3 meses. Desde que ele esteja sempre ao meu lado eu fico feliz, e nada me poderá retirar essa felicidade.
Quando chegámos ao local do restaurante, a porta da limusina foi aberta e Tom saiu, esticando uma mão para mim, como se fosse uma dama.
Ri com o seu acto, mas mesmo assim agarrei a sua mão, saindo assim da limusina. Obviamente, a nossa ‘super’ chegada chamou a atenção de alguns curiosos que se aproximaram para pedir um autógrafo ao Tom. Quando ele deu o último autógrafo a uma das suas fãs, fomos de mãos dadas para o restaurante.
— Sério Tom, as tuas fãs metem-me medo. – Disse enquanto caminhávamos.
— Porquê? – Perguntou confuso.
— Já viste como elas se vestem?! Saias curtas e sutiãs à mostra não te dizem nada? Elas seduzem qualquer um com aquelas roupas!
— A mim não, porque eu só tenho olhos para ti. – Disse sorrindo e olhando nos meus olhos.
— Não sei… As raparias de hoje em dia fazem de tudo para ter o que querem…
— Ain Billy… Não sejas tolo! Não inventes! Esquece isso e vamos aproveitar a nossa noite.
— Para ti é fácil falar… Não sou eu que sou famoso e que tenho fãs por onde quer que eu ande…
— Seu ciumento… Achas que para mim também é fácil? Saber que enquanto eu trabalho, algum tarado pode estar de olho em ti? Tu és lindo… Lindo demais, e eu também tenho medo de te perder…
— Own Tommy… Isso foi tão fofo. – Sorri. – Também és lindo e eu também só tenho olhos para ti.
— Então vamos esquecer esse assunto…
— É, tens razão. Amo-te. – Sorri e ele retribuiu o sorriso.
— Também te amo. – Ao dizer isso, selou os nossos lábios e começámos um beijo ardente de língua à porta do restaurante, quando esta se abre. Um homem de meia-idade olhou para nós surpreendido e nós parámos o beijo um pouco embaraçados.
— Desculpem. – Disse o homem e foi se embora.
Olhámos um para o outro e começámos a rir.
— Ups… — Disse Tom ainda a rir.
— Acho que esta cena não lhe vai sair da cabeça por algum tempo. – Disse também a rir.
— Deixa para lá, vamos?
— Claro. – Enlacei o meu braço no seu e entrámos no restaurante.
Aproximámo-nos da recepção e uma mulher com uns 30 anos e óculos pretos elegantes, atendeu-nos:
— Boa noite senhores, em que posso ser útil? – Perguntou-nos num tom simpático e profissional.
— Boa noite. – Respondemos juntos.
— Nós temos uma reserva. – Disse o Tom.
— Em que nome?
— Tom Trümper.
— Só um segundo. – Ela verificou algo no computador e depois assentiu com a cabeça. – Sim senhor, vou acompanhá-los até à vossa mesa. – Ela sorriu e fez sinal para a seguirmos. Atravessámos o salão onde já se encontravam algumas pessoas a jantar, e subimos para o piso seguinte, chegando ao local indicado pela moça. – Fiquem à vontade. Sorriu, e retirou-se.
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— Um jantar à luz das velas? – Perguntei sorridente.
— Uhum. – Confirmou com a cabeça também sorrindo. – Um jantar à luz das velas, com uma fantástica vista nocturna para Los Angeles, com a pessoa que eu mais amo neste mundo.
— Ain Tommy, não fales assim que eu ainda me emociono. — Disse dando lhe um abraço apertado e logo depois um beijo calmo e apaixonado.
— Tu mereces. – Disse depois do beijo, acariciando a minha face.
Ain… O Tommy estava a ser muito fofo esta noite…
Sentámo-nos, e o garçon trouxe o menu. Pedimos pratos vegetarianos como é óbvio… Enquanto comíamos e bebíamos, trocávamos palavras amorosas, carícias, piadas, risos, olhares apaixonados… Enfim, eu podia morrer agora que morreria feliz e realizado.
— Realmente, a vista é linda. – Comentei, olhando para a paisagem.
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Enquanto Tom também apreciava a visão que estava a ter, eu tentava ler o que a sua face transmitia. O quê que será que ele anda a tramar?
— Porquê que estás a olhar assim para mim? – Perguntou-me um pouco desconfiado e eu ri da cara que ele fazia.
— Eu sei que estás a tramar alguma Tom. Quer dizer, tapete vermelho com pétalas de rosas brancas, um ramo de rosas vermelhas, ida de limusina até ao restaurante, jantar numa mesa só para nós sem ninguém a nos incomodar à luz das velas com uma vista maravilhosa para Los Angeles…
— Acredita, vale a pena. – Disse a rir.
— Assim eu vou morrer de ansiedade!
— Então se estás assim tão ansioso, vou pedir a sobremesa e depois quero te levar a um sítio.
— Uhm… tá bem… — Disse, dando me por vencido. Ele riu, aproximou-se e selou os nossos lábios. Pediu a sobremesa, e enquanto eu comia o meu gelado de caramelo, ele me olhava.
— Que foi? – Perguntei divertido.
— Sabes que também estou a morrer de curiosidade de saber o que tu tens para mim.
— Ah… Bem, só descobrirás se eu gostar da tua surpresa, e se te portares bem até hoje à noite. – Disse no tom mais sensual e provocador que consegui, e parece que tinha resultado, já que ele parecia que me comia com os olhos. Sorri vitorioso.
— Ai Bill, vamos logo porque esta noite promete. – Disse com um sorriso malicioso.
— Ok então. – Sorri da mesma forma. Selámos os nossos beijos e fomos para a saída. Entramos na limusina, Tom falou algo ao motorista que eu não percebi, e seguimos o nosso caminho, Deus sabe lá para onde. No meio do caminho ele tirou a sua fita do cabelo e disse:
— Vira-te, vou-te vendar os olhos.
Estranhei o seu pedido, mas mesmo assim cedi. O resto do caminho foi silencioso e quando a limusina parou, percebi que Tom saiu puxando-me com cuidado para eu não bater com a cabeça.
— Tom? Porquê que eu estou a ouvir o mar?
— Calma amor. Estamos quase a chegar.
Andamos mais uns 5 minutos e a um momento, o Tom parou, fazendo-me para também.
— Chegamos?
— Sim. – Senti as suas mãos por trás da minha cabeça retirando a sua fita, e quando me livrei dela, os meus olhos brilharam.
— Meu Deus Tommy… Isto é lindo – Era uma visão linda e romântica. Lua cheia por cima do mar. Aquilo era simplesmente lindo de se ver. Beijei Tom mais uma vez, um beijo de língua a bastante provocativo. Parámos o beijo e Tom perguntou:
— Não reconheces este lugar? – Olhei confuso em volta e aí percebi. Nós estávamos na mesma praia do dia em que nos conhecemos. Foi nessa praia que andámos de mão dadas ao pé do mar ao pôr-do-sol, e foi neste mesmo lugar em que estávamos de momento, que ele me pediu em namoro. Nunca mais vim aqui por que sabem, como já disse, ser namorado de uma super star não é fácil. Ele percebeu pelo meu olhar que eu já sabia onde estávamos e continuou. – Foi exactamente neste sítio em que te fiz o pedido que nos mantém unidos até agora, mas neste momento, eu vou te fazer outro. – Ele ajoelhou-se na areia e segurou a minha mão. – Bill, desde a primeira vez que te vi, soube que queria que fosses meu. Queria cuidar de ti, proteger, amar e ser amado. Queria ser a causa da tua felicidade porque tu fazes-me o mesmo. Tu fazes-me sentir feliz ao abrir a janela de manhã, respirar ar puro, sorrir só de pensar em ti e pensar que a vida é bela e que vale a pena viver. – Ó meu Deus… será que ele está a fazer o que eu penso que está a fazer? – Tudo o que eu senti quando eu te vi pela primeira vez mudou. Mudou para algo muito mais intenso. Tu fazes me queres acordar e te ver ao meu lado, comer ao teu lado, fazer amor contigo, respirar ao teu lado, para o resto da minha vida! Portanto… — Ele retirou uma caixinha do seu bolço das calças e continuou. – Bill Kaulitz, aceitas viver para o resto das nossas vidas ao meu lado e ser meu esposo? – Ele abriu a caixa, e revelou duas alianças.
Eu estava estático, não sabia o que dizer. Acho que a minha face não exprimiu nenhuma reacção, já que ele parecia um pouco inseguro com a minha resposta. Ri da cara que ele fazia e ele pareceu mais inseguro ainda.
— Tolo… — Ele pareceu bastante apreensivo e eu continuei. – Isso é pergunta que se faça? – Abaixei-me para ficar à sua altura e comecei um beijo molhado, bastante erótico e provocativo. As nossas línguas dançavam em sintonia, mas como sempre o ar faltou. Tom olhou feliz nos meus olhos e perguntou:
— Isso é um sim? – Os seus olhos brilhavam como nunca tinha visto e uma lágrima de felicidade caiu pelo meu rosto.
— Sim.
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Notas finais
Como eu já tinha dito, as minhas aulas começam no dia 14 e eu faço-vos uma pergunta: Preferem esperar 1 ou 2 semanas por uma capítulo 'grandinho', ou preferem postagens frequentes, mas com capítulos com cerca de 500 ou 600 palavras?
Deixem um review com a vossa opinião ;)
Até ao próximo capítulo :D
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